[user_registration_my_account]
Capítulo 9 de 14
Os Grandes Iniciados — parte 9 de 14
Os Grandes Iniciados – Ed. 1980 – Volume 3
A influência dos espíritos luciferianos predomina durante o período lemuriano e atlântico, mas desde o início do período ária se faz patente a influência espiritual que emana da aura solar que aumenta de período em período, de raça em raça, de religião em religião. Assim, paulatinamente, Cristo acerca se do mundo terreno por meio de uma irradiação progressiva. Essa lenta e profunda incubação assemelha-se, no plano espiritual ao que no plano físico fora o surgimento de um astro, , oriundo das profundezas do céu, do qual se perceberia, à me dida que se aproximava, o aumento progressivo do seu disco. Indra, Osíris, Apolo elevam-se sobre a fndia, Egito e Gré cia como precursores de Cristo. Brilha, através destes deuses solares, como branca luz por trás dos vitrais vermelhos� ama relos ou azuis das catedrais. Aparece periodicamente aos raros iniciados, como de vez em quando sobre o Nilo, atravessando os róseos resplenderes do sol poente que se prolongam até o zênite, declina uma longínqua estrela. Resplandece, já, para a aguda visão de Zoroastro, sob a figura de Ahura-Mazda como um Deus revestido do esplendor do sol. Flameja pará Moisés na sarça ardente e fulgura, como um raio, através de todos os Eloin1 em meio aos relâmpagos do Sinai. Ei-lo aqui convertido em Adonai assim anunciando a sua próxima chegada. , Mas isto não era o bastante. Para arrancar a humanidade da opressão da matéria na qual se encontrava ,submergida desde o seu descenso, faltava que esse Espírito Sublime encarnasse em um homem, era necessário que o Verbo solar descesse em um corpo humano, que andasse e respiras.se sobre a terra. das elevações . espi pelas sendas conduzir os homens_ Para objetivo, não faltava senão mostrar-lhes seu celestial rituais e Arquétipo do plano físico. Faltava o manifestação do divino a e da esplendoros ressur sobre o mal a do Amor infinito triunfo transfigura e Que surgisse intacto, do ainda reição sobre a morte. em que havia afundado. do abismo mais majestoso segundo São João, pôde dizer, do Evangelho, O redator literal e transcendente: "O Ver só tempo sentido a um em um e vimos sua glória, pleno entre nós e habitou foi feito carne bo e de verdade." de graça da encarnação do Verbo solar. Aca cósmica Esta é a razão de sua manifestação te rres necessidade tre perceber a bamos de da evolução divina. Vejamos agora vista do ponto de a partir digno de · um instrumento recebêprepara-lhe como a evolução lo.
II - O mestre Jesus, suas origens e seu desenvolvimento Uma questão prévia surge a quantos querem evocar, em nossos dias, o verdadeiro Jesus: a questão do relativo valor dos quatro Evangelhos. Todo aquele que haja penetrado, por meio da meditação e da intuição, a intrínseca verdade de tais testemunhos, de cará ter único, se verá tentado pela resposta a todas as objeções pos tas pela crítica à autenticidade dos Evangelhos, valendo-se de uma palavra de Goethe. Já na última fase de sua vida, disse-lhe um amigo: -De acordo com as pesquisas o Evangelho e São João , d não é autêntico. -E o que é mais autêntico - respondeu o autor de Fausto - que o eternamente belo e verdadeiro? Através de tão soberbo conceito, o velho poeta, o mais sábio entre todos os pensadores de sua época, colocava em seu verdadeiro lugar as toscas construções da escola crítica e pura mente documentária, cuja presumida desonestidade chegou a ocultar de nossos olhos a Verdade da Vida. Sejamos mais precisos. É admitido que os Evangelhos gre gos foram redigidos muito tempo depois da morte de Jesus, com base nas tradições judias que remontavam diretamente aos dis cípulos e testemunhas oculares da vida do Mestre. Contenham ou não certas contradições de detalhes e ainda que nos apre sentem o profeta da Galiléia sob duas modalidades opostas, em que se fundamentam, para nós, a verdade e a autenticidade de tais escrituras? Na data e sua redação? No acúmulo de co d mentários amontoados sobre elas? Não. Sua força e sua veracidade estão na vívida unidade da pessoa e da doutrina que delas emana, tendo como contra prova o fato de que tal palavra transf armou a face do mundo e a possibilidade da nova vida que ainda pode evocar em cada um de nós. a so erana prova da realidade histórica de Jesus Eis aqui b a enticidade dos Evangelhos. O mais é acesde Nazaré e da ut
Enquanto aos que, como David Strauss, imitados por sório. alguns teósofos, tentam persuadir-nos que Cristo não passa de um simples mito, "uma imensa mentira histórica", seu gro tesco pedantismo merece de nós fé mais cega que a dos mais fanáticos crentes. Como di·sse muito bem Rousseau, se os pes cadores da Galiléia, os escribas de Jerusalém e os filósofos neo platónicos de Efeso houvessem criado por inteiro a figura de Jesus Cristo, que venceu o mundo antigo e conquistou a huma nidade moderna, resultaria em um milagre mais ilógico e de mais difícil compreensão que todos aqueles realizados por Cris to. Para o ocultismo contemporâneo, como para os iniciados de todos os tempos, são feitos conhecidos e averiguados, tão bem elevados por Ele à sua máxima potência. Tais milagres eram necessários para convencer os contem porâneos de Jesus. O que ainda hoje se impõe a nós com não menos poder é a figura inspiradora, é a incomparável grandeza espiritual desse mesmo Jesus que ressurge dos Evangelhos e da consciência humana cada vez mais pleno de vida. Afirmemos, pois, como Rodolfo Steiner: "A crítica mo .. derna sobre os Evangelhos não nos esclarece mais que a parte externa e material de tais documentos. Mas nada nos trazem de sua essência. Uma personalidade tão vasta como a de Cristo não podia ser abarcada por apenas um de seus discípulos. Ti nha de revelar-se a cada um segundo sua capacidade, através de um aspecto diferente de sua natureza. Suponhamos que foto grafássemos uma árvore apenas por um dos seus lados. Não teríamos, dela, nada mais que uma imagem parcial. Suponha mos, ainda, que a fotografássemos sob quatro pontos de vista diferentes. Teríamos, então, uma imagem completa. "O mesmo ocorre com os Evangelhos. Cada um deles cor- 1"esponde a um diferente grau de iniciação e nos apresenta dife rentemente a natureza de Jesus Cristo. "Mateus e Lucas nos descrevem preferentemente o mestre Jesus, ou seja, a natureza humana do fundador do Cristianis João sugerem, acima de tudo, sua natureza mo. Marcos e espiritual e divina. Jesus a partir do ponto de vista o mestre "Mateus observa no q diz preciosos documentos ue os mais físico. Oferece-nos m as suas relações atávicas que precedera respe às gerações ito com o povo de Israel.
re· imaginativo, e mais "Lucas o poético , evange mais lista u em seu seu e lata a do vida íntima Via o reflexo do Mestre. capacidade tes, a corp o astral Descre imagens comoven . ve, em o. coraçã de do seu amor e de sacrifício que derramava Cristo, que rodeia aura magnética "Marcos corres à ponde s mos Ele no espírito. do cujos até o mundo raios prolongam·se . sua maJestade terapeuta, de tra, sobr sua força milagrosa etudo, e poder. S u obje metafísico. o Evangelho "João é, por excelência, � preciso que Cristo. Menos espírito de tivo é o divino revelar ao contrário Lucas, carece, abstrato que Marcos e Mateus, mais fatos do mun refletem os visões que deste último, das incisivas a criadora interior e primordial, ouve o verbo do astral. Mas vida de e em toda a que em cada modulação palavra vibra o Evangelho do Espírito. Cristo, proclamando os inspirados e representam, pois, "Os quatro evangelistas cada um o expre·sse se de Cristo, ainda que os clarividentes
através de sua esfera." ( ) gundo os seus limites e e a unidade de inspiração dos Evangelhos, A diversidade que se completam e se fundem como as quatro etapas da vida humana, nos demonstram o seu valor relativo. Relacionando cada um ·com o que representa, consegue-se penetrar pouco a pouco na elevada personalidade de Jesus Cristo que margeia em sua fase humana a evolução particular do povo judeu e, em
sua fase divina, toda a evolução planetária. ( ) Remontando a ascendência de Jesus Cristo até Davi e Abraão, o Evangelho de Mateus o faz descender dos eleitos da raça de Judá. Seu corpo físico é a flor suprema daquele povo. (3) Esta classificação dos Evangelhos a partir do seu peculiar ponto de compreensão é um resumo de diversas conferências do Dr. Rodolfo Steiner. Estes vislumbres naturais recebem aqui a luminosa confirmação da ciência de um pensador e vidente de primeira ordem. Apraz-me manifestar, por meio destas linhas, minha fervorosa gratidão a três distintos teósofos suíços: Sr. Oscar Grosheinz, de Berna; Sra. Grosheinz, de Berna; Era. Grosheinz-Laval e sr. Hahn da Basiléia. Todos me proporcionaram preciosas informações sobr� algumas conferências privadas do Dr. Steiner. (4) Remeto o leitor ao livro anterior d!� Jesus, onde se faz re ferência ao primordial desenvolvimento de Jesus e a expansão de sua consciência.
aqui o quanto é necessário conservar desta árvore ge Eis nealógica. Fisicamente, o mestre Jesus deveria ser o produto de uma longa seleção, a filtração de toda uma raça. Porém, além do atavismo do corpo, existe o da alma. Todo ego humano passou por inúmeras encarnações anteriores. As dos iniciados são de modalidade especial, de exceção e proporção ajustada ao seu grau evolutivo. Os nabi, profetas judeus, eram normalmente consagrados a Deus por suas próprias mães e era-lhes imposto o nome de Emanuel ou Deus em si mesmo. Isto significava que seriam ins-: pirados pelo Espírito. Concorriam aqueles meninos a um colé gio destinado aos profetas e logo faziam votos para consagrar se à vida ascética, no deserto. Chamavam-se Nazarenos porque deixavam crescer os cabelos. Os que na lndia chamam-se Bodisatvas têm muitos pontos de contato (levando-se em conta todas as diferenças de raça e de religião) com os profetas hebreus que levavam o nome de Emanuel. Eram seres cuja alma espiritual (Bódi) achava-se su ficientemente desenvolvida para relacionar-se com o mundo divino durante sua encarnação. Um Buda era, para os hindus, um Bodisatva que havia alcançado a perfeição moral em sua última encarnação. Esta perfeição supunha uma completa pene tração do corpo pela alma e·spiritual. Depois de tal manifestação, que exerce sobre a humani dade uma influência regeneradora e purificadora, não tem um Buda necessidade de reencarnar outra vez. Entra na glória do Nirvana ou da Não-Ilusão e permanece no mundo divino, de onde continua influenciando a humanidade. Cristo é mais que Bodisatva e mais que Buda. É uma po testade cósmica, o eleito dos Devas, o mesmo verbo solar que só toma corpo uma vez para dar à humanidade seu mais pode roso in1pulso. Um espírito de tal envergadura não podia encar nar-se em um ventre de mulher e no corpo de uma criança. Este deus não podia seguir, como se acham obrigados os de mais homens, mesmo os mais elevados, o estreito ciclo da evo lução animal que se reproduz na gestação da criança por inter médio da mãe. Não podia sofrer, inevitável lei de toda encar nação, o temporário eclipse da consciência divina. Um Cristo, diretamente encarnado no ventre de uma mulher, teria matado a mãe como Júpiter matou Sêmele, mãe do segundo Dionísio, conforme a lenda grega. Precisava para encarnar, de um corpo ,
:adulto, desenvolvido por uma raça forte até um grau de per feição e de pureza digno do Arquétipo humano, do Adão pri .mitivo, modelado pelos Eloim na luz incriada na origem do ·nosso mundo. Este corpo, eleito entre todos, foi aprovado pela pessoa do .mestre Jesus, filho de Maria. Porém, era necessário ainda que, do seu nascimento até a idade de trinta anos, época em que deveria Cristo tomar posse do seu tabernáculo humano, o corpo do mestre Jesus fosse temperado e aprimorado por um ini ,ciado de primeira ordem. Deste modo, um homem quase divino ,oferecia seu corpo em holocausto, como um vaso sagrado, para receber o Deus feito homem. Quem é o grande profeta, ilustre entre os religiosos fastos ·da humanidade, a quem incumbiu esta terrível tarefa? Os Evan "gelistas não o dizem. Mas o Evangelho de Mateus o indica cla ,ramente, tornando-o perceptível através das mais sugestivas leituras. O divino Infante nasceu na noite perfumada e plácida de Belém. Paira o silêncio sobre os negros montes de Judá. Apenas ·os pastores ouvem as vozes angélicas que descem do céu cheio ·de estrelas. Dorme o Menino em seu presépio. Sua mãe, extasiada, ·envolve-o com os olhos. Quando ele, por sua vez, abre os pró prios olhos, Maria sente-lhe a profundidade até a medula, como lâmina introduzida por este raio solar que a interroga com ,espanto. A pobre alma, assustada, vinda de longe, crava ao redor um olhar medroso, mas reencontra o seu perdido céu nas vibrantes pupilas da mãe. E o menino volta a dormir profunda .mente. O evangelista que relata esta cena, porém, vê algo mais. Vê as forças espirituais concentradas sobre aquele grupo nas profundezas do espaço e do tempo, condensando-se para ele em um quadro pleno de majestade e de doçura. Vindos do distante Oriente, três magos atravessam o de :serto e se encaminham para Belém. Detém-se a estrela sobre o ·estábulo onde dorme Jesus menino. Então os reis magos, cheios ·de júbilo, prostram-se diante do recém-nascido para adorá-lo e -oferecer-lhe os presentes em ouro, incenso e mirra, símbolos .da sabedoria, compaixão e força de vontade. Qual o significado desta imagem? Eram os magos discí pulos de Zoroastro e consideravam-no o seu rei. Chamavam a
os sobre influir céu e ler no sabiam mesmo de reis porque s si homens. Uma antiga tradição circulava entre eles: o seu Mestre . reapareceria no mundo sob o nome de Salvador (Sosiosch) e restabeleceria o reinado de Ormuz. Durante séculos os inicia dos do Oriente sustentaram esta profecia de um Messias. Por fim, cumpriu-se. O evangelista que nos ·relata a cena. traduz, na linguagem dos adeptos, que os Magos do Oriente deram as boas-vindas, no infante de Belém, a uma reencarnação. de Zoroastro. Tais são as leis da evolução divina e da psicolo gia transcendente. Tal é a origem das mais elevadas individuali dades. Tal é o poder que tece, com as grandes almas, linhas imensas sobre a trama da história. O mesmo profeta que anun ciara ao mundo o Verbo solar, sob o nome de Ahura-Mazda, do alto do monte Albordj e nas planícies do Irã, renasceria na Palestina para encarná-lo em todo o seu esplendor! Por maior que seja um iniciado, eclipsa-se a sua consciên cia ao personalizar-se sob o véu da carne. Vê-se forçado a re conquistar o seu eu superior em sua vida terrena engrande cendo-a com novas energias. A família de Jesus, simples e piedosa, protegeu-lhe a infân cia e a adolescência. Sua alma, crescendo sobre si mesma, não encontrou obstáculos para sua expansão, como os lírios silves tres entre as altas pastagens da Galiléia. Abria sobre o mundo seu olhar claro porém sua vida interior permanecia hermetica-. , mente fechada. Não sabia ainda quem era nem o que esperava. Porém, como se ilumina às vezes a paisagem agreste c01n súbitos clarões, assim se iluminava sua alma com visões inter mitentes. "Um dia, nas montanhas azuis da Galiléia, extasiado entre os brancos lírios de corola violácea que crescem entre pastos altíssimos, do tamanho de uma pessoa, viu chegar até si, vindo do fundo dos espaços, uma estrela maravilhosa. Ao aproximar se, transformou-se em um grande sol, em cujo centro sobressaía uma figura humana, fulgurante e imensa. Unia ela a majestade do Rei dos Reis à doçura da Mulher Eterna, pois era Varão
por fora e Mulher por dentro." ( ) (5) De Santuários de Oriente.
E o adolescente, recostado entre a relva crescida, sentiu-se como que suspenso no espaço pela atração daquele astro. Ao despertar do seu sonho, estava leve como uma pluma. O que era, pois, aquela prodigiosa visão que freqüente mente lhe aparecia? Assemelhava-se às descritas pelos profetas e contudo, era-lhes diferente. Não falava delas a ninguém, ma� , sabia que continham seu destino passado e seu futuro. Jesus de Nazaré era desses adolescentes que apenas se de senvolvem interiormente sem que ninguém o perceba. O cultivo interno do seu pensamento expande-se em um momento propí cio, causado por uma circunstância externa, e assombra e co move o mundo inteiro. Lucas descreve esta fase de desenvolvimento psíquico. José e l\,faria perderam-se do menino que com eles passeava nos dias de festas de Jerusalém e, buscando-o, encontran1-no sentado entre os doutores do templo "escutando-os e fazendo-lhes per guntas". À queixa dos· pais · aflitos, responde: "Por que me pro curais? Não sabeis· que a mim convém estar onde estejain os assuntos do meu Pai?" Mas eles não compreenderam o seu fi lho, acrescenta o evangelista. Portanto, aquele adolescente de dupla vida achava-·se "sujeito a seus pais e crescia en1 sabe doria e em idade e em graça" (São Lucas II, 41-52).
III - Permanência de Jesus com os essênios -O batismo no Jordão e a encarnação de Cristo O que fez Jesus dos 13 aos 33 anos? Os Evangelhos não dizem sobre isso uma única palavra. Existe aí uma intencional lacuna e um profundo mistério. Por que todo profeta, por maior que seja, precisa passar pela ini ciação. Precisa descobrir sua alma primitiva para que compre enda suas forças e cumpra sua nova missão. A esotérica tradição dos teósof os da antiguidade e de nos sos tempos estão de acordo ao afirmar que apenas os essênios podiam iniciar o mestre Jesus, derradeira confraria na qual ainda subsistiam as tradições do profetismo e que habitava, então, as margens do Mar Morto. Os essênios, cujos costumes e a doutrina secreta foram revelados por Filão de Alexandria, eram conhecidos principal mente como terapeutas ou curandeiros mediante os poderes do espírito. Asaya quer dizer médico. Os essênios eram médicos da alma. Os evangelistas guardaram absoluto silêncio, tão profundo quanto o mudo Mar Morto, sobre a iniciação do mestre Jesus, pois assim convinha à humanidade profana. Revelaram-nos apenas seu último termo no Batismo do Jordão. Porém reconhecidas, por um lado, a individualidade trans· cendente do mestre Jesus, idêntica à do profeta do Ahura Mazda, e, por outro, que o Batismo no Jordão oculta o formi dável Mistério da encarnação de Cristo, conforme manifestam por meio de interpretáveis símbolos que pairam sobre o relato evangélico, as ocultas Escrituras, podemos reviver, em suas fases essenciais, esta preparação ao mais extraordinário acon te cimento da história, de modalidade única. * * * Na foz do Mar Morto, o vale do Jordão ostenta o mais impressionante espetáculo da Palestina. Nada se lhe pode com . parar.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.