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Capítulo 6 de 14
Os Grandes Iniciados — parte 6 de 14
Os Grandes Iniciados – Ed. 1980 – Volume 3
todas aquelas de destinos . Pensava nus futuros :SQ.n,qo i,nfernal. J1Jmas;. em seu -vagar sem fim. · · · poderoso) esforço a um ._ graças · Na terceira noite, alçou-se, el, um inenarráv sonho ao aquele, um mundo dos deuses. Foi, sublime panorama de inefável grandeza . irradia que osos lumin . · Viu antes de tudo os Arquétipos triângulos, círculos, vam dos Devas, , no umbr do. mundo al ente Seguidam material. astros cintilan do mundo tes, modelos c rentes deuses cósmicas, os apare as forças ceram diante dele � veias do nas de agiam, multiformes, imutável forma, mas que de trevas, de luz e mundo. círculos de fogo, torvelinhos Viu monstruo alados, em águias astros ndo-se em leões transforma de chamas. irradiavam um oceano sas cujas cabeças erguidas e se me Daquelas que apareciam e desapareciam figuras do raio, emana tamorfoseavam, multiplicando-se com a rapidez correntes luminosas que se diversifi ·as direções vam em todas . borbotavam cavam pelo universo. E aquelas correntes de vida no curso. dos planetas, brotando de novo em sua superfície, unindo a todos os seres. Ao identificar-se o vidente com todo o ardor daquela vida com uma espécie de poder de ubiqüidáde, no deslumbra mento de sua embriaguez, ouviu de súbito o grito humano de dor ascender ao abismo e chegar até ele como uma onda cres cente · desesperados clamores. Então descobriu de algo que lhe pareceu terrível. Aquele mundo inferior, cheio de luta e de sofrimento, fora criado, pois, pelos deuses. Ainda mais: cons cientes de si próprios, tinham se desenvolvido com seu uni e, agora, pairando acima dele, porém verso inseparáv eis de sua essência, viviam do seu refluxo formidável! Sim, os deuses mortais se envolviam na chama e na luz emanada de seus corações; mas aquele fogo se transfo rmava nos homens e em desassossego aquela luz. Alimentav am-se do do amo humano que eles estimulavam, , _ r sopro respirando o per- · fume suas adorações e o vapor de de seus tormentos . Bebiam todas aquelas ondas de almas cheias de dor e de desejos, como o vento tempestuoso a espuma do -bebe oceano ... Também eles eram culpados! O vidente, ao abraçar com os olhos panoramas e perspec ti vas de espaço e de tempo cada vez mais vastos, ao voar em espírito de era em era, acreditou distingüir aqueles deuses · arra 5- tad9s no naufrágio final de seus mundos, tragados no sono
cósmico, obrigados a morrerem e a renascerem tambén1 de eter- . ' . nidade em eternidade , e criando . mise mundos perpetuamente · · ráveis. Então o _· univ�rso inteiro apareceu a Sakia-Muni com -u � �na roda espantosa à qual estão sujeitos s todos os seres os homen e , os deuses. Não· havia meios de escapar à lei inevitável que faz girar a toda. De vida em vida, e encarnação em encarnação, d imperturbav elmente, todos os r seres voltam sempre a começa em vão idêntica aventura, sendo triturados sem piedade pela .dor e pela morte. Como para trás se estende o incom passado, o ensurável incomensu rável futuro de . sofrimentos se oferece na sucessão infinita das existências. Inumeráveis períodos. desli do mundo zam em miríades de anos. Terras, céus, infernos, de lugares tortura, nascem e desaparecem como surgiram para serem varri dos após eternidades. Como escapar a esta roda-viva? Co_mo acabar com o suplício de viver? Despertou ·o asceta desta visão -numa vertigem de espanto. -O vento do norte havia agitado toda a noite a árvore da sabe� daria, de cem mil folhas murmurantes. A manhã apenas ela reava e caía uma chuva fria. A gazela retornou e permaneceu - deitada junto ao· ermitão, lambendo-lhe os pés gelados. Ele tocou-a. O. animal também estava frio. Envolveu, então, . a ga z"ela em seus braços a fim de aquecê-la sobre o seu · coração. -E Sakia-Muni se consolou durante uma hora das dores do mun apertando contra o peito a infeliz gazela. do, Gautama não tinha o costume de rezar. Nada esperava dos deuses e tudo de si mesmo e de sua meditação. Não os odiava de nada. Apenas envolvia-os em sua imensa nem os acusava piedade. Acaso não estavam, também eles, sujeitos à fatal ilu são da mudança, pelo desejo universal, pela sede desenfreada Se não podiam salvar a si próprios, de se e de viver? como r iam ajudar os homens? quarta noite, Sakia-Muni, esmagado pela angús Antes da ó Inominado, o !manifesto, Aquele que o tia, invocou clari para que lhe revelasse o mistério da vidente não percebe, felici descanso eternos. dade e do viu de novo a terrível roda da existênc Ao adormecer, ia, ombra povoado por formiguei de s ros huma um círculo · como el dá voltas lentamente. Aqui e ali, nos. A roda infatigáv algums scetas, sublimes, passav�m do círcul a_ o som val_entes lutadores, -
'brio ao halo luminoso que os rodeava. Eram os sábios ascetas, �os Bodisatvas que o haviam precedido. Porém nenhum deles , havia conseguido a salvação verdadeira, o repouso definitivo. 'Todos caíam de novo no círculo de sombras, a todos subjugava :a roda fatal. Então, Sakia-Muni experimentou a maior de suas dores, o ·enfraquecimento de todo o seu ser, ao decompor-se o mundo das .aparências. Mas a esse dilaceramento supremo sucedeu uma ine fável felicidade. Sentiu-se submerso em um mar profundo de quietude e paz. Ali não havia formas, nem luz, nem rumo- ,res de vida. Seu ser fundiu-se deliciosamente na adormecida �lma do mundo que nenhum sopro agitava e sua consciência ·desvaneceu naquela imensidão venturosa. Havia alcançado o Nirvana. Se Sakia-Muni houvesse tido a vontade de ir mais além e a força para elevar-se acima do sonho cósmico, teria ouvido, teria visto, teria sentido algo mais ainda. Teria ouvido o Som primordial, a divina Palavra que criou a luz; teria escutado aquela música das esferas que impulsiona os astros e os mun dos. Levado pelas ondas desta harmonia, teria contemplado a ·reverberação do Sol espiritual, do Verbo criador. Ali, o supre mo desejo do amor se identifica com o ardente gozo do sacrifí ·cio. Ali se encontra o um por sobre o todo, atravessando o todo, porque ali se ostenta o manancial do tempo brotando da eternidade e voltando a ela. Ali se encontra o um identifi cado com todas as coisas na plenitude da existência. Paira so ·bre todas as dores, porque pode se converter em gozo. Ali todos os sofrimentos se fundem em uma felicidade única, como <1s cores do prisma no raio de sol. Ali se alcança o repouso na ação transcendente e a personalidade suprema no absoluto dom ·de Si mesmo. Ali não se condena a vida, porque e bebe a di vina essência do seu manancial. Livre, inteiramente alforriado, para sempre indestrutível, volta-se à vida pára criá-la de novo mais formosa. Desta esfera da Ressurreição, pressentida pela sabedoria egípcia e por todos os mistérios de Elêusis, descenderia o Cristo. Mas Sakia-Muni não estava destinado a ensinar ao mundo o verbo do Amor criador. Sua missão foi grande, contudo, por que revelou a religião da piedade e a lei que une entre si as humanas encarnações. Porém em sua iniciação deteve-se na Morte Mística sem chegar à Ressurreição. O Nirvana, que se
interpretou como o estado divino mais por excelência é , nada do que o umbra l. Buda não conseguiu transpô-lo . (3) ranscorrida a quarta ! noite de sua iluminação, auta G ma experimentou, segundo reza a tradição, imenso, e um prazer uma nova força inundou suas veias, animando-o nova co com ragem. Sentiu que , ao alcançar o Nirvana, se libertara de todo o mal. Revigorado na morte como Estígia, nas águas da lagoa sentia-se invencível. Sakia-Muni havia Todo ele, da vencido. medula dos seus ossos ao absoluto de sua havia se trans alma, formado em Buda, o Desperto. A verdade conquistada, quh salvar o n1undo. Passou muitos dias refletindo sobre as expe riências vividas. E apercebeu-se da lógica secreta que unia entre si as visões aparecidas. Analisando no interior do seu espírito o encadeamento das causas e dos efeitos que conduzem· ao ·sofrimento, chegou a for n1ular sua doutrina. "Do não-conhecimento provêm as formas (Sankara); formas do pensamento, que plasmam as coisas. De las nasce a consciência e assim, por uma longa série de proce dimentos intermediários, do desejo dos sentidos deriva o apego à existência. Do apego nasce a realização, desta o nascimento, do nascimento a velhice e a morte, as lamentações e as dores, as desgraças, desesperos e aflições. "Porém, se se suprime a causa primeira, o não-conheci mento, toda a cadeia de efeitos se destrói, restando o mal ven cido." de colocar o Nirvana em seu lugar correspon ·, (3) Tratei aqui fenômenos psíquicos da iniciação. Isso é essen dente, na ordem dos da pessoa dia Buda e do seu papel a clara cómpreensão cial para sua doutrina e sua obra são resultados dele, posto que lllo mundo, um iniciador, de um reformador ou de um mérito de o Nirvana. ó for, depende, em primeiro lugar, de uma seja ele quem inten profeta, verdaàa. Sua doutrina nunca é outra ciência dâ coisa sa e direta explicação desse fenômeno inicial que semp razoável re é, que uma uma revelação ou uma inspiraç forma, ão espi ISOb uma ou outra aparece como a penúltima etapa da alta Inicia ritual. o Nirvana ção, pelo Egito e pela Grécia e que veio pela Pérsia, dar no pressentida ama a ã ou o fim d ilus n , ch extinç o a ã é Cristo. o que o budismo o ão psíquico intermediário, a fase mais que um estado neutra, atô pois, precede ao brotar da verdade suprema lllica e amorfa, que . Mas re simo observar a forma complet presenta algo importa:ntís a com que c'Ja sua vida, as fases todas Buda realiza, através da Iniciaç o ã� como as realizaria Cristo na sua, coroando-as com a ressurreição.
Em suma é preciso matar o desejo para suprimir a vida e cortar o mal pela raiz. Desejava o Buda que todos os homens alcançassem o Nirvana. Sabedor do quanto tinha a dizer aos brâmanes e ao povo. Sakia-Muni abandonou seu retiro para voltar a Benarés e propagar a sua doutrina. .V A tentação Como todos os profetas, teve Buda que submeter-se ainda a uma prova, antes de realizar a sua obra. Nenhum reformador deixou de sofrer a tentação da dúvida a respeito de si mesmo antes de defrontar-se resolutamente com as potestades do dia. À primeira tentativa, crescem os obstáculos como montanhas e o trabalho de uma série de anos aparece como a subida de um bloco de pedra morro acima. Conta a lenda que o demônio Mara cochichou em seu ouvido: "Entra no Nirvana, homem prefeito. A época nirvânica chegou para ti." Buda respondeu-lhe: "Não entrarei no Nirvana enquanto não se expandir e se difundir a vida santa entre os homens e não for isto suficientemente pregado em todas as parte." Aproximou-se dele um brâmane exclamando com menosprezo: "Um leigo não pode ser brâmane." Buda respondeu: "O verdadeiro brâmane é aquele que desterra de si mesmo toda maldade, toda mácula, toda impureza." Fracassados os homens frente ao Bemaventurado, intervieram os elementos. Vento, chuva torrencial, frio, tempestade e trevas caíram sobre ele. · Esta conjuração dos elementos contra Buda representa o derradeiro e furioso assalto das paixões, expulsas pela alma do santo e que se atiravam agora sobre ele desde o exterior, com a horda inteira das forças das quais se originam. Para evidenciar o fato oculto que sucede então, a lenda serve-se de um símbolo. "Naquele momento", diz, "o rei das serpentes, Mucalinda, sai do seu domínio secreto, envolvendo sete vezes com seus anéis o corpo de Buda, protegendo-o assim contra a tempestade". Transcorridos sete dias, quando Mucalinda, rei das serpentes, viu o claro céu sem nuvens, desenroscou seus anéis do corpo do Bem-aventurado, e, tomando a forma de um tnan�eb9, aproximou-se do Sublime, as mãos juntas, adorando-o. Então, o Sublime disse: "Ditosa a solidão do Bem-Aventurado que reconheceu e contempla a verdade."
A serpente Mucalinda representa aqui o corpo astral do homem, pilar da sensipilidade que compenetra seu córpo físico, criando em torno dele uma aura radiosa na qual se refletem, para o olho do clarividente, todas as paixões em múltiplas .colo rações. Durante o sono, o corpo astral, com o eu consciente, se desintegra do corpo físico do homem em forma de espiral.
Assemelha-se então a uma serpente. Neste corpo astral ( ) resi dem e vibram as paixões humanas. Por seu intermédio todas as influências, boas e más, atuam sobre o ser humano. Gover nado e organizado pela forma de sua vontade, o santo ou o iniciado pode transformá-lo em uma couraça indestrutível con tra todos os ataques externos. Tal é o significado da serpente Mucalinda enroscada no corpo de Buda, protegendo-o contra a tempestade das paixões. Porém, possui ainda um segundo significado. Em certo grau de iniciação, percebe o clarividente a imagem astral da animalesca parte inferior do seu ser, evoluída em encarnações precedentes. :f: preciso enfrentar este espetáculo e matar o monstro por meio do pensamento. Do contrário, não é possível penetrar no mundo astral, e menos ainda no espiritual e no divino. Na tradição oculta, se chama esta aparição "o guardião do umbral". Muito mais adiante, transcorridas longas experiências e atingidas brilhantes vitórias, o iniciado alcança seu divino Protótipo, a imagem de sua alma superior sob uma forma ideal. Aí está porque a serpente Mucalinda se metamorfoseou em um belo moço, tão logo a borrasca do mundo inferior se dissipou. (4) Paracelso o chama assim porque se encontra em relação magnética com os astros que compõem o nosso sistema solar. o ocul ... tismo Ocidental adotou este termo.
VI - A doutrina e a comunidade budista. Começou Buda sua pregação em Benarés. Logo de início converteu cinco manjes, que mais tarde se tornaram seus fer- vorosos discípulos e aos quais mandou pregar sua doutrina� dizen�es: "Estais livres de todos os laços. Ide pelo mundo par�a salvação das pessoas e a glória dos deuses e dos ho méns." Pouco depois teve a adesão de mil brâmanes de Uruvela· que seguiam os ensinamentos do Veda e o sacrifício do fogo, fazendo suas abluções no rio Neranjara. Logo a multidão afluiu. Por ele, alunos deixaram seus mes- tres. Reis e rainhas chegavam na garupa de seus elefantes para admirar o santo e oferecer-lhe sua amizade. A cortesã Amba- pali ofereceu a Buda um bosque de mangueiras. O jovem rei Bimbisara chegou a ser o protetor do seu régio colega, trans- f armado em manje mendicante. A pregação de Buda durou quarenta anos, sem que os brâ- manes opusessem o menor obstáculo. Anualmente dividia-se a, sua vida em dois períodos: um nômade e o outro sedentário. Quando, em junho, depois do calor ardente, amontoam-se como· torrões as negras nuvens, e o sopro da monção anuncia o pe- ríodo das chuvas, retira-se o indiano durante quinze dias em seu palácio ou em sua choupana. Rio e torrentes aumentam seus. leitos interceptando as comunicações. "Os pássaros - diz um velho livro budista - constroem seus ninhos na copa das árvo- res." O mesmo faziam os manjes durante um trimestre. Nos nove meses ·de viagem, Buda encontrava asilo em qualquer parte: parques e jardins, mansões de reis ou de ricos comerciantes. Para alimentar-se, não lhe faltavam mangas e· bananas. Isto não impedia, no entanto, aqueles que renuncia ram aos bens mundanos, de observarem seus votos de pobreza e de continuarem sua vida de mendicantes. Todas as manhãs percorriam a cidade, precedidos de seu Mestre. Em silêncio, os olhos baixos, tigela na mão, esperavam a esmola, abençoando os que davam e os que · não -davam� À tarde, na .tranqüila· obscuridade do bosque ou em sua cela, me
ditava o Sublime em "sagrado silêncio". ( ) Assim propagou-se a seita budista. Em muitos lugares, sob a direção do Mestre, fundavam-se associações de monjes que mais tarde se tornariam ricos conventos. À sua volta agrupa vam-se comunidades leigas que, sem adotarem a vida monacal, deixavam-se guiar prazerosamente pelos budistas. · · bs . textos que· relatam estes fatos com frias sentenças e mecânicos àrgumentos, sempre repetidos, não souberam nos · legar um testemunho· plenb da eloqüência do Mestre, o encanto que· emanava de sua pessoa, o magnetismo de sua vontade po · derosa, 'velada· de imperturbável doçura e serenidade perfeita, nem tampouco da estranha fascinação com que misteriosa- .. . · mente evocava o Nirvana. · · No princípio, descreve a vida dos sentidos como turbulen to oceano irado, com seus . redemoinhos, suas ·profundezas insondáveis e seus· monstros. Ali oscilam, sem um instante de repouso,. esses _pobres barquinhos chamados almas humanas. Logo, . insensivelmente, transporta os ouvintes a uma região · mais plácidà, onde o mar se torna sereno. Por fim, sobre a pla na e: im9vél. superfície, delineia-se uma corrente circular que toma a forma de um funil. No ponto_ mais profundo, reluz um ponto. cintilante. Venturoso daquele que ·penetra rapidamente :no círculo e desce até o seu fundo! Vê-se em outro mundo, afastado do mar e da tempestade. o que haverá além dessa_ profundidade, além do ponto luminoso? O Mestre não o ex plica. Apenas afirma que é a beatitude suprema, e acre·scenta: ''É de lá que eu venho. Aquilo que não havia chegado há miría des ·:de anos, está aqui. Eu o trago para vós." ... A tradição conservou o Sermão de Benarés, que é o Ser mão da montanha de Buda. Talvez nele encontremos um eco distante de sua palavra viva. "Chamai-me de amigo, mas não · me deis o meu verdadeiro nome. Eu sou o Liberto, o Bem aventurado, o Buda. Aguçai os ouvidos. A liberação da morte foi encontrada. -Eu vos instruo, eu vos ensino a doutrina. Se viveis· para seus preceitos, logo tomareis parte naquilo que bus cam os jovens que abandonam seu país para se tornarem os sem-pátria e alcançareis a perfeita santidade. Ainda nesta vida reçonhec�reis então à verdade, contemplando-a frente a frente. '· r - ·t 5 Oldenberg, ) -La· -Vie dr Bouààha.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.