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Capítulo 5 de 17
Parte 5 de 16
Magnetismo Curativo – Volume 1 · Alphonse Bouvier
Sobre o epigástrio – Estando sentado diante do paciente, colocar a palma da mão em cheio sobre o epigástrio, na parte cava abaixo do esterno, os dedos ligeiramente afastados e repousando sem contração nem rigidez sobre o esterno e as primeiras costelas. 61. Sobre o ventre – Sentado diante do paciente, deve-se colocar a palma da mão em cheio sobre o umbigo, ficando os dedos ligeiramente afastados e em repouso, sem contração nem rigidez, sobre o ventre. 62. Sobre o dorso – Sentado por detrás do paciente, deve-se colocar a palma da mão entre as duas espáduas, ficando os dedos ligeiramente afastados e repousando sem contração nem rigidez sobre a origem das duas omoplatas. 63. Sobre a nuca – Sentado por detrás do paciente, deve-se colocar a palma da mão em cheio sobre o pescoço, ficando os dedos ligeiramente afastados e em repouso, sem contração nem rigidez, sobre a região occipital. Pode-se variar os contatos simples, colocando sucessivamente a mão sobre todas as partes do corpo observando os mesmos processos.
Contatos duplos 64. Sobre a cabeça – Estando de pé à direita do paciente, tomar-lhe a cabeça entre as duas mãos, colocando uma delas sobre a nuca e a outra sobre a fronte; ou, estando de pé por detrás dele, colocar uma das mãos sobre cada orelha, tendo os dedos levemente afastados e em repouso, sem contração nem rigidez, sobre as fontes. 65. Sobre os olhos – Sentado de frente para o paciente, deve-se colocar as duas mãos sobre os olhos, tendo os dedos levemente afastados e repousando sem contração nem rigidez sobre a testa e as arcadas superciliares. 66. Sobre as espáduas – Estando sentado diante do paciente, colocar as duas mãos sobre as espáduas, por baixo do pescoço, estender os dedos e fazer-lhes tocar a parte posterior das espáduas. Nesta posição, abarca-se com as mãos a maior parte dos nervos que descem da cabeça a todas as partes do corpo, e como esses nervos vão se reunir ao plexo solar que está colocado imediatamente por detrás do saco do estômago, esta imposição é particularmente muito ativa. (De Bruno) 67.
Sobre o epigástrio – Sentando-se diante do paciente, devese colocar os polegares sobre a cavidade do estômago, abaixo do esterno, de maneira que as unhas dos polegares se toquem; estender as mãos de cada lado dos quadris, apoiando de leve a face palmar e os quatro outros dedos sobre as costelas. Com esta imposição agindo diretamente sobre o plexo solar, toda a ação magnética se concentra com energia sobre esse centro nervoso da vida orgânica. 68. Sobre os braços – Sentado diante do paciente, e tendo este os braços estendidos e voltados de modo que a face dorsal da mão repouse sobre os joelhos, deve-se colocar as palmas das mãos sobre a região em que se costuma sangrar, conservando os dedos estendidos, sem contração nem rigidez, sobre os braços. 69. Sobre o ventre – Estando sentado diante do paciente, colocar os polegares sobre o umbigo, de maneira que as unhas se toquem, e estender as duas mãos de cada lado do ventre. 70. Sobre os joelhos – Estando sentado diante do paciente, colocar as duas mãos sobre os joelhos, a palma sobre a rótula, os dedos abraçando a articulação, sem contração nem rigidez. 71.
Sobre os rins – Estando sentado diante do paciente, devese estender os dois braços, passar as mãos por detrás das costas como se quisesse cingir o paciente pela cintura, e colocar as duas mãos em cheio sobre os rins, tendo os polegares ao comprido e tocando-se as extremidades dos outros dedos. 72. Sobre a barriga da perna – Sentado diante do paciente, abaixar-se um pouco, passar as duas mãos pelos lados exteriores do corpo por baixo das pernas do paciente, e colocar as duas mãos em cheio sobre a barriga das pernas. 73. Sobre as clavículas – Sentado diante do paciente, abaixarse, tomar as clavículas com as duas mãos envolvendo a parte inferior da perna com os dedos fechados, sem contração nem rigidez. Esta imposição se executa com menos fadiga sobre uma pessoa estendida ou deitada; é particularmente empregada com vantagem para combater as febres graves e todas as afecções tifóides ou mucosas que afetam as regiões intestinais. Pode-se variar os contatos duplos, pondo sucessivamente pelos mesmos processos cada parte do corpo em relação com um dos centros nervosos; basta colocar uma das duas mãos sobre um dos centros nervosos, cérebro ou epigástrio, e a outra mão sobre a parte em que se quer atuar. 74.
As imposições sobre a cabeça e sobre as partes do corpo colocadas acima da cintura, atuam diretamente sobre os centros nervosos e sobre o ponto de partida ativa; é necessário não prolongá-las muito, a fim de não carregar em excesso os centros nervosos, o que produziria perturbações ou excitação. 75. As imposições sobre a parte inferior do corpo: ventre, rins, joelhos, barriga das pernas, clavículas, por sua ação atrativa para os pés, no próprio sentido das correntes, tendo um efeito dispersivo notável, acalmam e descarregam muito mais que as imposições feitas sobre a parte superior do corpo; podem, pois, ser prolongadas sem inconveniente. CAPÍTULO VI Dos passes Definição, modo de execução, efeitos. – Passes longitudinais partindo de um contato simples: sobre a cabeça, sobre o epigástrio ou o ventre, sobre as costas ou a nuca. – Passes longitudinais partindo de um contato duplo: sobre os ombros, epigástrio, os joelhos e os rins.
– Imposições e passes combinados, sobre os braços, as pernas e a coluna vertebral. – Passes rotatórios, em pontas ou palmares. 76. Deve entender-se sob o nome de passes todos os movimentos feitos com as mãos por cima das roupas, quer se toque levemente arrastando a extremidade dos dedos, quer se exerça uma pressão qualquer com a face palmar. A ação direta sobre a pele não é mais um PASSE, e sim uma FRICÇÃO; falaremos das fricções ulteriormente. 77. Toda ação magnética se resume em imposições e passes; os outros processos são apenas acessórios e complementares.
Efetivamente, imposições e passes nada mais são que uma só e mesma coisa; a imposição representando a fixidez da ação, e o passe não sendo mais que uma imposição em movimento. A ciência do magnetizador reside, portanto, na arte de combinar as imposições e os passes, para fazer nascer e dar escoamento às correntes: a imposição acumula e concentra, o passe arrasta e divide. 78. As imposições preparam os passes; os passes partem todos, conseqüentemente, de um contato simples ou de um duplo contato, conforme sejam feitos por uma só mão ou pelas duas. Os passes feitos na extensão chamam-se longitudinais; os passes feitos em sentido concêntrico chamam-se rotatórios. Passes longitudinais partindo de contato simples 79.
Tendo feito sobre a cabeça um contato simples (59), levantar de leve a mão e descê-la lentamente até à cavidade do estômago, tocando apenas o peito com a extremidade dos dedos; chegando ao epigástrio, fechar a mão, voltá-la ao ponto de partida afastando-a um pouco do corpo, fazer novamente o contato, recomeçar lentamente o mesmo passe rojante, e continuar esse movimento alternado durante alguns minutos. 80. Depois de ter feito um contato simples sobre o epigástrio ou o ventre (60 e 61), levantar a mão de leve e descê-la lentamente ao longo do corpo e das pernas até aos pés, tocando delicadamente as roupas; ao chegar aos pés, fechar a mão, voltá-la ao ponto de partida, afastando-a um pouco do corpo; recomeçar o contato e continuar lentamente o passe rojante, continuando esse movimento alternado durante alguns minutos. 81. Depois de haver feito um contato simples sobre as costas ou a nuca (62 e 63), levantar de leve a mão e descê-la com lentidão ao longo da coluna vertebral, até abaixo dos rins; ao chegar neste ponto, fechar a mão, voltá-la ao ponto de partida, afastando-a um pouco do corpo, fazer de novo o contato, recomeçar lentamente o mesmo passe rojante e continuar esse movimento alternado durante alguns minutos.
Passes longitudinais partindo de duplo contato 82. Tendo feito sobre os ombros um duplo contato (66), levantar de leve as duas mãos, descê-las com lentidão ao longo dos braços até à extremidade dos dedos, fechar as mãos, voltá-las ao ponto de partida afastando-as um pouco do corpo, fazer de novo o contato sobre os ombros durante alguns segundos, recomeçar lentamente o mesmo passe rojante e continuar esse movimento alternado durante alguns minutos. 83.
Depois de fazer sobre o epigástrio um duplo contato (67), levantar de leve as duas mãos, descê-las lentamente ao longo dos quadris e das coxas até aos joelhos; fechar as mãos, subi-las ao ponto de partida, afastando-as um pouco do corpo; tornar a fazer o contato sobre o epigástrio durante alguns segundos, recomeçar lentamente o mesmo passe rojante e continuar esse movimento alternado durante alguns minutos. 84. Praticando sobre os joelhos um duplo contato (70), levantar ligeiramente as duas mãos, descê-las lentamente ao longo das pernas até aos pés; fechar as mãos, torná-las ao ponto de partida afastando-as um pouco do corpo; repetir o contato sobre os joelhos durante alguns segundos; recomeçar lentamente o mesmo passe rojante e continuar esse movimento alternado por espaço de alguns minutos. 85. Depois de praticar sobre os rins um duplo contato (71), levantar ligeiramente as duas mãos, levá-las lentamente para diante tocando de leve a cintura, descê-las ao longo das coxas e das pernas até aos pés; fechar as mãos, tornar a levá-las ao ponto de partida afastando-as um pouco do corpo; recomeçar o contato sobre os rins durante alguns segundos, recomeçar lentamente o mesmo passe rojante e continuar esse movimento alternado durante alguns minutos. Os passes longitudinais simples e duplos variam na própria razão da diversidade dos pontos de contato ou partida. Não é preciso empregar para esses passes nenhuma força muscular; devem ser feitos mui lentamente.
Nesses passes, toca-se muito de leve, com a ponta dos dedos, as roupas, – ou escorrega-se a mão em cheio ao longo do corpo, ou se exerce sobre os membros delicadas pressões; pode-se também parar a mão várias vezes sobre o trajeto, como se se quisesse executar uma série de imposições sucessivas. Estas variedades de processos são mutáveis em razão de circunstâncias e do grau de sensibilidade dos pacientes; o tato do operador é que guia a escolha dos meios. Terminado um passe, é necessário ter cuidado, ao renoválo, de não erguer as mãos da mesma maneira que foram descidas; a ação magnética só deve exercer-se no sentido das correntes, isto é, da cabeça aos pés, e toda a ação inversa ou retrógrada é contrária. Para renovar a posição de que se partiu é preciso, portanto, fechar as mãos, afastá-las um pouco do corpo, e conduzi-las com presteza à posição primitiva. Imposições e passes combinados 86.
Combinam-se as imposições e os passes, da maneira seguinte: Sobre o braço – Estando sentado defronte do paciente, colocar a mão direita sobre o seu ombro direito e tomar a sua mão direita na esquerda; no fim de alguns segundos, descer lentamente a direita ao longo do braço, e fazer assim um certo número de passes, continuando a segurar a mão. Do mesmo modo atua-se sobre o braço esquerdo, colocando a mão direita sobre o ombro esquerdo e segurando a mão esquerda em sua esquerda. Todos os passes simples executam-se de preferência com a mão direita, conservando-se a esquerda passiva. Sobre as pernas – Estando sentado diante do paciente, coloque-se a mão direita sobre o seu joelho direito e segure-se a clavícula direita com a mão esquerda; no fim de alguns segundos, desça-se lentamente a mão direita ao longo da perna, e façase um certo número de passes, continuando-se a segurar a clavícula com a mão esquerda. Procede-se do mesmo modo sobre a perna esquerda, colocando-se a mão direita sobre o joelho esquerdo e segurando a clavícula esquerda com a mão esquerda.
Sobre a coluna vertebral – Sentando-se por detrás do passivo, coloque-se a mão direita entre os dois ombros, e a mão esquerda abaixo dos rins; no fim de alguns segundos, descer lentamente a mão direita ao longo da coluna vertebral, e fazer um certo número de passes deixando a mão esquerda apoiada sobre os rins. Passes rotatórios 87. Os passes rotatórios empregam-se de preferência nos casos de ingurgitamento, de obstrução ou de irritação das principais vísceras: estômago, fígado, baço e ventre. 88. Executam-se da maneira seguinte: Depois de ter deixado a mão direita imóvel, sobre a parte doente, operar com esta mão, da direita para a esquerda ou da esquerda para a direita, um movimento circulatório; esse movimento deve ser executado com muita lentidão, mas sem apoiar fortemente; esse ligeiro movimento rotatório superficial, praticado sobre as roupas ou as cobertas que, em qualquer outra circunstância, não parecia produzir grande efeito, atua muito profundamente quando sucede a uma longa imposição magnética; a corrente desenvolvida pela imposição se repercute nas profundezas do organismo e, seguindo os movimentos da mão, produz em breve reações internas tão benéficas quão interessantes. 89. Os passes rotatórios se executam igualmente com a extremidade dos dedos, levantando levemente a palma da mão, como se pratica com os passes longitudinais demorados; esses passes possuem uma ação mais excitante e ativa do que a da rotação palmar; tem a experiência demonstrado que a ação magnética é muito mais viva quando se faz uso das pontas dos dedos, do que quando se emprega a mão inteira colocada em cheio. 90.
Em geral, qualquer obstrução interna ou externa, mesmo de natureza quística, cede muito facilmente à ação dos passes rotatórios, como se estes favorecessem a desagregação e esmagamento. A obstrução torna-se maleável e muda de forma ou de lugar do mesmo modo quando se age durante algum tempo pelo calor, sobre um corpo gorduroso, a fim de dissolvê-lo. (Aubin Gautier) CAPÍTULO VII Das ações à distância Os efeitos magnéticos mais poderosos residem nas ações à distância. – Imposições à distância; imposições palmares, digitais, simples, duplas. – Variedade das zonas de sensibilidade. – Passes à distância, passes simples, duplos, longitudinais ou a grandes correntes, rotatórios.
– Ações combinadas. 91. Depois de ter examinado as ações de contato, resta-nos falar das ações à distância. O contato, já o vimos, se estabelece pelas mãos, pelos polegares, e colocando-se a mão em cheio, ou simplesmente a ponta dos dedos, sobre uma parte qualquer do corpo; é pelo contato que geralmente se entra em relação. Parece que o contato favorece melhor a concentração da ação e o desenvolvimento das correntes, e estabelece mais profunda e rapidamente a união necessária entre o operador e o paciente; é pelo menos a impressão que nos causa, pois a união entre dois corpos nos parece mais sensivelmente perfeita e íntima quando existe a ação material do tocar; e eis a razão pela qual, instintivamente, se começa sempre a magnetizar pelas ações de contato. Mas cumpre não nos apegarmos a uma questão de sentimento e de aparência, e se bem reconheçamos perfeitamente o que têm as ações de contato de útil e bom, é preciso saber-se que os efeitos magnéticos mais poderosos residem nas ações à distância.
É efetivamente um fenômeno curioso, que, apesar de parecer em desacordo com as leis existentes, está bem verificado pela experiência. Constatei o fato pela primeira vez em 1872, sobre um couraceiro do 11o regimento de guarnição em Angers; esse homem, querendo fazer um assalto à força com seus camaradas à casa do encarregado das armas, ferira-se gravemente na coxa manejando uma bigorna; a imobilização forçada do membro, em conseqüência do ferimento, produzira uma pseudo-anquilose na articulação do joelho, que um tratamento de muitos meses não logrou reduzir e eu consegui restituir-lhe o uso da perna em doze dias. Logo que fiz a imposição da mão sobre o joelho doente a perna tornou-se dormente e imobilizou-se como se estivesse pregada ao soalho. Entretanto, não havia insensibilidade, por isso que logo que eu afastava a mão, desenvolviam-se na articulação dores intensas que faziam gritar o doente, como se eu lhe tivesse revolvido o joelho com um ferro em brasa; e – o que é notável – quanto mais me afastava dele, tanto mais as dores tornavam-se intoleráveis; porém cessavam instantaneamente desde que eu tornasse a colocar a minha mão sobre a parte doente. Admirei-me bastante, assim como as pessoas diante das quais eu operava, de um fenômeno que me parecia insólito, mas tive depois tantas ocasiões de verificar-lhe a constância, que hoje não duvido mais da sua realidade.
O magnetismo, diz Mesmer, produz mais efeito à distância do que quando aplicado imediatamente; existe uma corrente que se transmite entre a mão do operador e o seu paciente. (Aforismos, 291 e 303) Homens há que praticam o bem só com um simples contato; outros há que não fazem menos bem, e que não necessitam tocar. É isto devido à sua natureza ou ao temperamento dos doentes. Os processos se modificam conforme o temperamento dos magnetizadores e dos pacientes. (Deleuze) 92. Magnetiza-se com ou sem contato, tocando e sem tocar; quando se toca, a união dos corpos é visível; quando se não toca, esses corpos nem por isso deixam de unir-se pela ação das correntes. As ações à distância, do mesmo modo que as de contato, se compõem unicamente de imposições e passes.
Imposições à distância 93. As imposições à distância se executam apresentando a mão estendida, a face palmar para baixo, os dedos ligeiramente afastados sem estarem contraídos nem rígidos, numa distância de 10 ou 15 centímetros da parte do corpo em que se quer atuar. 94. Toda imposição à distância é geralmente precedida da imposição de contato correspondente, como acima foi descrito (59 a 63); é de regra estabelecer primeiramente o contato sobre o ponto que se quer atuar depois abandonar o contato e fazer a imposição à distância. 95. As imposições à distância se distinguem em imposições palmares e imposições digitais. Para a imposição palmar, dobra-se um pouco o punho, a fim de apresentar ao ponto que se tem de atuar a palma da mão, ficando os dedos bem perpendiculares e as unhas para o ar.
Na imposição digital, a mão fixa pelo contrário, bem em cheio, antes apresentada do que estendida, sem esforço muscular, a palma para baixo, de modo que os dedos apontem para a parte escolhida. 96. A imposição palmar, apesar de sua ação tônica, tem uma influência mais branda do que a imposição digital; ela é passiva e calmante. A imposição digital, pela enérgica concentração que determina sobre a parte visada, tem uma grande potência ativa, comunicativa e excitante. 97. Quando se quer determinar uma ação muito viva sobre um ponto qualquer do organismo, dirige-se sobre esse ponto os cinco dedos reunidos de maneira que as suas pontas quase se toquem e formem feixe. Nesta posição, fixa-se a corrente por uma imobilidade absoluta do braço, ou projeta-se para diante lançando violentamente o braço por meio de abalos regulares e rápidos como se se quisesse bater, ou atraindo para si por movimentos lentos e delicados como se se quisesse acariciar.
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