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Capítulo 15 de 17

Parte 15 de 16

Magnetismo Curativo – Volume 1 · Alphonse Bouvier

Água magnetizada 216. A água é, de todos os corpos inertes, o que mais facilmente se magnetiza e que também comunica melhor a energia de que é portadora. A água, por si mesma, já é, como o ar, a luz e o calor, um dos elementos primordiais da nossa vida planetária; magnetizando-a, aumenta-se consideravelmente a energia das suas propriedades vitais. Na opinião de todos aqueles que se ocupam de magnetismo sob o ponto de vista curador, a água magnetizada representa um papel muito importante na medicina magnética; de todas as magnetizações intermediárias é a que produz efeitos mais surpreendentes e mais úteis à saúde. Entre os acessórios dos tratamentos magnéticos, eu encaro a água magnetizada como um dos mais preciosos; empreguei-a muitas vezes, e com a maior vantagem. (Dr.

Roullier, 1817) A água magnetizada é um dos agentes mais poderosos e salutares que se podem empregar; vi-a produzir efeitos tão maravilhosos que eu receava iludir-me, e só pude acreditar depois de milhares de experiências. Os magnetizadores não fazem muito uso da água magnetizada; entretanto ela lhes pouparia muitas fadigas, dispensariam os seus doentes de vários remédios e acelerariam a cura se dessem a esse meio todo o valor que merece. (Deleuze) 217. A água magnetizada deve ser empregada como acessório de todo tratamento para auxiliar a ação magnética direta. Receita-se como bebida nas refeições ou nos intervalos; emprega-se também em banhos e loções. 218. Magnetiza-se a água da maneira seguinte, conforme os recipientes que a contêm: Para magnetizar um copo d'água, toma-se este com a mão esquerda, e com a direita faz-se imposições e passes na superfície do líquido e ao longo das paredes do copo.

Para magnetizar uma jarra ou uma garrafa d'água, deve-se colocá-la desarrolhada na mão esquerda, e fazer com a mão direita imposições e passes na entrada do vaso e ao longo de suas paredes; se o recipiente for muito grande, de modo que não se possa tê-lo entre as mãos, coloca-se o mesmo sobre uma mesa diante de si, envolvendo-o do melhor modo que for possível com os dedos abertos, e faz-se em seguida imposições e passes com as duas mãos na entrada do recipiente e ao longo das suas paredes. Para magnetizar um banho, passa-se a mão aberta pela superfície da água, duma extremidade à outra da banheira, mergulhando-a, em seguida, durante alguns minutos; depois, estende-se as mãos fora da água, para o centro, fazendo passes sucessivos muito lentos sobre a superfície da água. Proporciona-se o tempo da magnetização ao volume de água e ao tamanho do recipiente. São necessários de 2 a 5 minutos para magnetizar um copo ou uma garrafa, e cerca de 10 minutos para magnetizar um banho. 219. Os efeitos produzidos pela água magnetizada são múltiplos, às vezes são até absolutamente opostos; alternativamente tônica ou laxativa, a água magnetizada fecha ou abre as vias de eliminação conforme as necessidades do organismo, pois toda a magnetização direta ou indireta tem por fim o equilíbrio das correntes e, conseguintemente, o das funções.

O efeito será tônico, quando houver excesso nas funções de eliminação; será laxativo, quando as funções de condensação forem exageradas. A água magnetizada possui a preciosa vantagem de substituir qualquer espécie de purgantes e de agir naturalmente nas constipações mais recentes. Tomada regularmente, em jejum e nas refeições durante muitas semanas seguidas, acaba quase sempre restabelecendo o equilíbrio das funções e triunfando da inércia intestinal mais rebelde. Por esse meio, restabelece-se o curso normal das fezes em pessoas impossibilitadas que permaneciam no leito há muitos anos, sem que conseguissem defecar senão por meio de purgantes e clisteres. Algumas vezes, os efeitos purgativos da água magnetizada são muito pronunciados.

No tratamento de um reumatismo articular agudo, não somente as bebidas magnetizadas fizeram cessar uma constipação renitente, mas ainda provocaram trinta e uma dejeções abundantes e infectas, em menos de cinco dias. Longe de enfraquecerem o doente, elas trouxeram uma melhora tal em seu estado, que ele pôde levantar-se, apesar de não ter tomado alimento durante os dez dias que esteve no leito. No tratamento de um tumor do ouvido, complicado de uma hemiplegia da face, a água magnetizada produziu, no espaço de dezoito dias, três a oito evacuações diárias: estas dejeções líquidas não fatigaram de maneira alguma o doente, e livraram-no definitivamente do corrimento purulento do ouvido, primeira causa da hemiplegia, que desapareceu por sua vez cinco meses depois. Vi muitos doentes, cuja saúde tinha sido completamente arruinada por diáteses graves, recuperarem a saúde por uma série de emissões alvinas abundantes e críticas que expulsavam do organismo todos os seus elementos mórbidos; um deles, graças ao uso da água magnetizada, teve durante três anos, de três a cinco evacuações em 24 horas.

Se a água magnetizada tomada internamente favorece as digestões e secreções, impede o retorno dos acessos nas febres intermitentes e pode reconstituir o organismo por completo, como se fora o melhor dos fortificantes; o seu emprego externo em loções e compressas não tem menos efeitos soberanos, para as feridas, os dartros, as queimaduras, as erisipelas e as moléstias de olhos.

Vidro magnetizado 220. Depois da água, é o vidro o corpo que melhor se magnetiza e que melhor pode preencher o papel de intermediário entre o magnetizador e o doente. Os sonâmbulos têm para com o vidro ou uma tendência, ou uma repulsa notável. Em geral, entretanto, procuram-no com muito açodamento como se fora a mão do magnetizador, e justificam este aforismo do Dr. d'Eslon: uma garrafa colocada no epigástrio faz o mesmo efeito que a mão do magnetizador. (Aphor 24) 221. O vidro parece possuir propriedades inteiramente especiais de condensação e, de todos os corpos inertes, é ele que atua magneticamente sobre o organismo com maior intensidade.

Quando se quer concentrar as correntes e atuar com mais atividade sobre um órgão afetado, magnetizam-se campânulas, placas ou bocais de vidro para cobrirem a parte doente. Nas moléstias de olhos, magnetizam-se os vidros das lunetas ou os óculos. Grande número de magnetizadores, entre os quais o Sr. de Puységur, o Dr. Roulier e Aubin Gauthier, preconizaram o emprego de medalhões de vidro, que eles magnetizavam e faziam trazer suspensos numa fita ao pescoço dos doentes. A aplicação dessas placas de vidro sobre o estômago e sobre o coração era para eles de um grande auxílio a fim de acalmarem as dores, as palpitações e desfazerem obstruções.

Haviam notado que o vidro magnetizado prende-se à pele, enquanto aquele que não é magnetizado deixa de lhe aderir. 222. Magnetiza-se uma placa ou um disco de vidro soprando quente por cima e fazendo passes em sua superfície; faz-se também imposições, cercando o disco com os cinco dedos de uma das mãos, e colocando os cinco dedos da outra mão, reunidos em ponta ou em feixe. Magnetiza-se um bocal ou qualquer outro corpo oco, introduzindo nele uma das mãos aberta, de modo a sustentá-lo sobre a ponta dos cinco dedos, e com a outra magnetiza-se por meio de passes. Magnetizam-se lunetas colocando o polegar sobre o vidro e, deixando-o aí apoiado por alguns instantes, faz-se em seguida passes ao longo dos ramos, do centro para cada extremidade. Alimentos, metais e objetos diversos magnetizados 223.

Qualquer objeto pode ser magnetizado e armazenar os eflúvios magnéticos, a fim de servir de intermédio às magnetizações indiretas; empregam-se para isso tecidos, alimentos, metais, etc. 224. Magnetiza-se um lenço, um pedaço de flanela, um retalho de algodão, soprando quente sobre eles e conservando o tecido desdobrado na mão esquerda, enquanto com a mão direita se fazem passes ou apresentam-se os dedos em ponta. 225. Quando os doentes manifestam repugnância por certos pratos ou bebidas que lhes poderiam ser úteis, ou porque o estômago esteja preguiçoso e digira mal, magnetizam-se todos os alimentos a fim de facilitar-lhes a ingestão e digestão. Para magnetizar os alimentos sólidos, apresentam-se os cinco dedos reunidos em ponta alguns centímetros acima do vaso que os contêm, e termina-se a operação por alguns passes. 226. Quanto aos objetos metálicos, ainda que bons condensadores, não podem ser de uso corrente como a água, o vidro e os panos; por isso que, possuindo propriedades especiais, por si mesmos influenciam mui diversamente o organismo em razão das idiossincrasias e dos temperamentos.

O contato do ferro é geralmente insuportável a todos os sonâmbulos; este contato os inquieta, irrita e queima. O ouro, que por si mesmo possui uma virtude tão calmante, dissipa as dores locais e resolve as contrações, e torna-se para certos sensitivos um excitante que provoca contrações e espasmos. O Som 227. Toda emissão de som favorece a ação magnética, com a condição, que os sons sejam harmônicos e não venham surpreender o sonâmbulo com um ruído dissonante de um choque. O vento, o farfalhar das folhas, o murmúrio dum regato, a queda duma cascata ou de um repuxo, auxiliam a ação magnética e concorrem para o sono magnético, se o doente for predisposto a isso. (Mesmer, Aph. 164) 228.

A música, principalmente quando melodiosa e suave, tem uma influência enorme sobre os nervos, produz muitas vezes crises úteis e o êxtase; a sua potência expansiva pode, em certos casos, ajudar a resolver favoravelmente os mais graves estados críticos. Tive muitas vezes ocasião de averiguar a benéfica influência da música e principalmente do canto, nas crises produzidas pelos tratamentos magnéticos. Tive especialmente uma doente muito interessante, a senhorita Luiza C., afetada de atrofia muscular progressiva, em quem o tratamento determinava crises violentas bem freqüentes, e que só a música conseguia dominar. Era bastante uma de suas amigas, que assistia às sessões e possuía excelente timbre de voz, começar a cantar em voz baixa a bela romanza15 de Paulo e Virgínia “O pássaro se vai”, para que imediatamente toda a exaltação diminuísse e a calma se restabelecesse. Uma profunda interrupção se dava, lágrimas inundavam o seu rosto, e a jovem doente, subitamente acalmada, seguia numa espécie de êxtase todas as inflexões da voz da sua amiga, que parecia conservá-la numa magia invencível. 229.

Qualquer ruído ou som brusco e violento, tudo o que tende, em uma palavra, a surpreender o sonâmbulo, é uma causa de perturbação que pode apresentar perigo. Esses meios, em todo caso, nada têm de curativos e devem ser prudentemente afastados do tratamento; as pancadas de tan-tan, que mergulham brutalmente os sonâmbulos no estado cataléptico, só serviram para maravilhar a multidão por efeito teatral preparado. Em geral, os sonâmbulos assimilam muito melhor os sons harmônicos do que os ruídos; na maioria, ficam completamente estranhos aos ruídos que os cercam e percebem sons harmônicos os mais longínquos. Vi sonâmbulos não se perturbarem de nenhum modo com as conversações, entradas e saídas de pessoas, portas que se abriam e fechavam, gritos, latidos de cães, e de repente saírem de sua letargia para prestarem atenção aos sons duma música ou de cantos que nenhum dos assistentes percebia desde logo, por causa da grande distância. 230. Podem-se tirar muito bons efeitos da magnetização acústica, num tratamento particular; porém, esse gênero de magnetização não pode ser empregado no tratamento em comum, porque certos doentes experimentariam com ele um benefício incontestável, enquanto que outros ficariam profundamente perturbados.

Os instrumentos mais favoráveis ao desenvolvimento da ação magnética são, depois da voz humana, a flauta, a harpa, a cítara. Mesmer, em suas sessões, empregava freqüentemente esta última. Diversos magnetizadores pretendem que os sons que partem de um instrumento magnetizado fazem mais efeito num doente, do que os de um instrumento que não o esteja; mas nunca tive ocasião de fazer experiências a esse respeito. CAPÍTULO XVIII Da sensibilidade magnética Os efeitos magnéticos são fenômenos físicos. – Primeiros sintomas: graus de sensibilidade dos doentes.

– Causas que desenvolvem ou minoram esta sensibilidade. – Efeitos produzidos sobre as crianças, sobre pessoas anêmicas ou debilitadas, sobre pessoas muito nervosas. – Relações de analogia que devem existir entre magnetizador e magnetizado. – Ação magnética geral ou parcial. – Efeitos de reação percebidos pelo operador.

– Estudos das sensações manuais que servem de guia num tratamento. – Exageração da teoria do adestramento das correntes. – Do magnetismo místico e seus convenientes. – Impressionabilidade da mulher, suas qualidades e defeitos sob o ponto de vista da prática do magnetismo. 231. A magnetização produz efeitos puramente físicos; o doente cuja mão seguramos na posição da relação por contato (49) experimenta geralmente os efeitos seguintes; umidade na palma das mãos, titilações nos dedos, formigamentos; a sensação encaminha-se às vezes aos braços, aos ombros até a cabeça, ou vai atacar o epigástrio, e há então irradiação por todo o corpo, que determina leves calafrios, bocejos, aos quais sucede a dormência dos membros e do cérebro.

Em uns, o pulso diminui, o rosto empalidece, as pálpebras oscilam e fecham-se, os queixos e os membros se contraem, há sensação de frio; em outros, o pulso se acelera, sobem ao rosto fugachos que o avermelham, o olhar aviva-se, há transpiração, acessos de riso ou pranto. Quando esses efeitos parecem querer acentuar-se, podemos, se se tem em vista obter-se o sono magnético, prolongar a ação que os determina; mas se não quisermos o sono (o que deve ser o caso mais habitual, por isso que ele não é necessário ao tratamento), apressemo-nos em romper a relação, abandonando as mãos do sonâmbulo e fazendo-lhe alguns passes à distância. (100 a 104) 232. Todos os sonâmbulos não são suscetíveis de sentir ao mesmo tempo e no mesmo grau os efeitos magnéticos: há tantas gradações nas sensações como há diferenças entre os organismos; não somente a sensibilidade varia conforme os sonâmbulos, mas é mais ou menos desenvolvida na mesma pessoa em razão das disposições de momento.

Há doentes sobre os quais se atua em dois ou três minutos; em outros é necessário muitos dias e em alguns muitos meses. (Koreff, Deleuze) Tal pessoa, insensível enquanto goza saúde, experimenta efeitos evidentes em casos de moléstia. (Aph. 210, Mesmer) Tal outra, que em uma moléstia grave não experimentava nenhum efeito aparente, torna-se muito sensível em uma leve indisposição. (Deleuze) Há doentes nos quais os efeitos vão sempre aumentando; outros que sentem desde o primeiro dia tudo quanto experimentaram no decurso de um longo tratamento; outros, finalmente, que, depois de manifestarem sintomas notáveis, cessam de manifestar de repente a menor impressão. (Mesmer, Deleuze, Aubin Gauthier) 233. Acontece freqüentemente que o magnetismo restabelece a harmonia das funções de que acabamos de falar, isto é: tendência à transpiração, sensação de frio ou de calor, espasmos, movimentos musculares, contrações, dormência, displicência, formigamentos, bocejos, etc.; e só o percebemos ao efeito produzido pela melhora da saúde.

O magnetismo nem sempre se manifesta, pois, por efeitos que anunciam a sua ação; e procederia mal quem desanimasse muito depressa, ou declarasse que o magnetismo é impotente só porque ao cabo de oito ou quinze dias, algumas vezes dois meses ou mais, não tivesse produzido nenhum efeito aparente. (Deleuze, Koreff, Aubin Gauthier) 234. As pessoas que parecem mais rapidamente sensíveis à ação magnética são as que levam uma vida simples e frugal, que não são agitadas pelas paixões, que não abusaram dos narcóticos e dos minerais, e que não fazem uso imoderado dos perfumes de toucador. Os hábitos da alta sociedade, a vida agitada da política e dos negócios, as preocupações morais, o abuso dos anestésicos e dos narcóticos, os excessos da mesa e das bebidas alcoólicas ou fermentadas, diminuem cada vez mais a receptividade magnética; é por isso que os campônios que vivem com toda a simplicidade e ao ar livre, sem terem habitualmente recorrido às excitações artificiais dos prazeres da cidade e da terapêutica moderna, têm mais probabilidade de sentir com maior facilidade e rapidez que os outros os efeitos da ação magnética, no entanto os alcoólatras e os morfinomaníacos são quase insensíveis. 235. Nas crianças em quem o movimento natural não é ainda contrariado pelos maus hábitos de uma vida mal regulada, a ação magnética é mais notável, mais pronta e salutar que entre as pessoas adultas; e o mesmo se dá com os animais. As crianças e os animais são geralmente muito sensíveis ao magnetismo e obtém-se sobre eles curas muito rápidas.

Trouxeram-me um dia uma criança de três ou quatro anos, cujo estado doentio inquietava muito os pais; era o filho do professor de música de meu filho. Estava pálido, triste, já havia muitos dias que não digeria nada, seu olhar era fixo e sem expressão, e uma grande rigidez da coluna vertebral dava-lhe uma contratura dos rins, do pescoço e da cabeça, impedindo-o de equilibrar-se nas pernas e de dar um passo. Tomei a criança em meus joelhos, fiz-lhe imposições e passes, insuflações quentes nas costas e na nuca e, em alguns minutos, um quarto de hora apenas sob esta ação vivificante, a criança pareceu renascer, os olhos recuperaram a sua animação habitual, os músculos distenderam-se, moveu a cabeça, e quando a pus de pé, começou a caminhar pelo quarto para receber um doce que se lhe mostrava à distância.

Esses poucos minutos de magnetização bastaram para dominar um estado mórbido inquietador, que já durava há muitos dias e que cessou como por encanto; porque, desde essa noite, o apetite, a alegria, o funcionamento regular do organismo recomeçaram como se a criança nunca tivesse estado doente. Este é um exemplo entre mil: mas não há uma enfermidade da infância, febre, diarréia, constipação, vômitos, convulsões, moléstias eruptivas, tosse, coqueluche, que não possa ser imediatamente sustada por uma ou duas magnetizações feitas em tempo oportuno, antes que essas lutas ou esses desvios de crescimento não tenham tido tempo de tomar uma feição séria.

Combati desse modo a pé firme todos os males aos quais meu filho, como toda criança, teve de pagar seu tributo, e evitei assim toda complicação, travando-os em seu desenvolvimento. Deleuze, Aubin Gauthier, o Dr. russo Brosse e o Dr. Bavaro Muck citam grande número de casos desse gênero, cuja relação se encontra nos Annales Magnétiques. Mais recentemente, numa brochura de que se falou muito, o Dr. Liébault, de Nancy, relatou grande cópia de experiências feitas por ele sobre crianças com menos de dois anos, experiências concludentes, que não só dão um exemplo admirável da ação puramente física do magnetismo e de sua grande eficácia nas moléstias da infância, como também provam a prontidão com que esta ação se exerce sobre as crianças de tenra idade. 236.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.