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Capítulo 2 de 17
Parte 2 de 16
Magnetismo Curativo – Volume 1 · Alphonse Bouvier
eixo. É ele que nos une a Força à Matéria por um princípio de subserviência recíproca, graduada, tonalizada. É, finalmente, ele que regulariza de maneira absoluta, por seu estado de tensão, o diapasão da tonalidade viva. Quando esta subserviência recíproca e devidamente tonalizada da Força e da Matéria acontece romper-se, por haver predominância de um dos antagonismos; e quando o sistema nervoso não mais impõe sua ação moderadora, instantaneamente o equilíbrio tonal se quebra, as funções de eliminação se travam, as metamorfoses nutritivas se suspendem ou se perturbam e o ato patológico denuncia-se: eis a Moléstia!... Efetivamente, a moléstia não é mais que uma tensão orgânica deslocada e indevidamente acumulada num ponto: mais ou menos, ou é uma simples migração de tensão ou um rompimento de tonalização. A destruição da tonalidade, com a impossibilidade de retorno ao grau de tensão normal: eis a Morte.
Apresentando o sistema nervoso como o grande regulador fisiológico dos organismos (assim como lhe chama o próprio Claude Bernard), encontramos o verdadeiro veículo do duplo movimento centrípeto e centrífugo da vida, e por conseguinte podemos explicar as íntimas relações existentes no homem entre o seu físico e o seu moral. Estamos constantemente sob a influência das excitações partidas dos centros e das impressões vindas do exterior, e podemos, de alguma maneira, classificar as nossas paixões e as nossas moléstias centrífugas e centrípetas... A integridade de nosso equilíbrio tonal pode, portanto, ser atacada e perturbada de duas maneiras: quer pela reação do físico sobre o moral, quer pela reação do moral sobre o físico; e a impressão mental, por mais inapreciável que seja, é muitas vezes o agente morbífero mais rápido, mais irresistível e mais fatal.
O medo, a cólera, a indignação, o desgosto, podem perturbar o equilíbrio de nossa tonalidade indefinidamente, e o choque de um pensamento violento pode também romper instantaneamente os laços da vida, do mesmo modo que uma simples perturbação material de nossos órgãos digestivos pode nulificar os sentimentos de nossa alma e cercear o nosso livre arbítrio. De qualquer lado que parta o obstáculo, desde que a relação íntima que deve existir entre a Força livre e a Matéria especificada está perturbada, desde que não há mais igualdade perfeita entre a ação centrífuga e a ação centrípeta, dá-se a destruição do equilíbrio, e por conseguinte uma tendência iminente à suspensão e à cessação do fenômeno vital. Para que as pancadas do pêndulo do cronômetro se conservem regulares, para que o mecanismo do aparelho funcione sem interrupção, é preciso que haja uma perfeita proporção no antagonismo das duas forças que o acionam, porque a lei fundamental do encontro das forças em a natureza é a limitação.
Todo o segredo dos organismos vivos está, portanto, na justa Limitação da Força Inicial do Ser pelas Forças Exteriores, e a realização correta do fenômeno vital reside na justa Limitação da Força vital pelas forças Físico-Químicas, debaixo da influência reguladora e preponderante do sistema nervoso, mantido cuidadosamente em sua tensão normal. Em uma palavra, a vida é a conseqüência do antagonismo destas duas potências, antagonismo que, entretendo o duplo movimento de expansão e de retração, de dispersão centrífuga e de condensação centrípeta, destrói incessantemente um equilíbrio continuamente renovado e mantém assim o estado constante da tonalização, que é a forma estabelecida pela natureza para manietar o antagonismo da Força e da Matéria com intuito de sintetização.5 Se é, portanto, na rede nervosa que se opera o encontro das duas forças antagônicas, as quais, por seu movimento centrífugo e centrípeto, formam a dupla pulsação da vida; se é nele e por ele que se efetua a justa limitação da força inicial do ser pelas forças externas; se é por intermédio do sistema nervoso que percebemos as excitações partidas dos centros vitais e as impressões vindas do exterior; se, em uma palavra (com a própria confissão dos nossos mais eminentes fisiologistas modernos), o sistema nervoso é o grande regulador fisiológico dos organismos vivos, – não há dúvida que, se se consegue encontrar o meio de acionar diretamente o sistema nervoso de maneira a reconduzi-lo à sua tensão normal quando dela se afaste, também não há dúvida de que nos apossaremos incontestavelmente do mais seguro, mais poderoso e mais eficaz dos agentes terapêuticos.
Esta confirmação, temo-la da própria boca de um dos nossos fisiologistas, que incontestavelmente consideramos o mais autorizado a decidir nesta matéria. Em suas notáveis lições sobre o calor animal, Claude Bernard, efetivamente, depois de haver exposto o método refrigerante empregado para dominar as febres graves; depois de ter demonstrado que fora dos perigos que apresenta o emprego dos antipiréticos, a ação destes específicos sobre o organismo nada tem de certo nem de cientificamente aceitável; depois de ter explicado, finalmente, com aquela admirável clareza que o caracteriza, a influência preponderante e absoluta do sistema nervoso na realização dos fenômenos vitais, Claude Bernard se exprime deste modo: “Nestas circunstâncias, a mais racional ação terapêutica, a única indicada fisiologicamente, seria evidentemente a que se dirigisse diretamente ao sistema nervoso; porém, no estado atual dos nossos conhecimentos, esta ação nos é impossível!”6 Por esta confissão de fraqueza do sábio professor do Colégio de França, nós, humildes operários do pensamento, que temos procurado a solução do problema, podemos responder: “Esta ação terapêutica que julgais impossível, nós a conhecemos.
Temo-la em nossas mãos e servimo-nos dela. Por um trabalho perseverante e tenaz estudamos o seu mecanismo, averiguamos a sua eficácia e admiramos o seu poder. Esse agente maravilhoso cuja existência não conhecestes, nem pressentistes, é tão velho como o mundo! É uma dessas admiráveis forças da natureza posta à disposição de todos, do mais ignorante como do mais sábio, do mais humilde como do mais poderoso. É o agente terapêutico universal que nos chega das profundezas do infinito e que emerge das próprias fontes da vida, como o calor, a eletricidade e a luz. É o magnetismo!” Bem sabemos que se contesta aos magnetizadores a influência benéfica que pretendem exercer com suas imposições e seus passes; também não ignoro que se vai até negar a possibilidade de uma transmissão nervosa de organismo para organismo. Mas os fatos aí estão, numerosos, indiscutíveis; e na verdade não pode haver dúvida senão para aqueles que não querem ver! Podemos, afinal, responder aos adversários do mesmerismo servindo-nos de seu próprio argumento.
Não dizem eles (e é um fato, aliás, reconhecido pela doutrina hipocrática) que “quando uma causa nociva vem lesar uma parte do corpo ou perturbar o jogo de uma função, produz-se desde logo, na parte interessada, e mesmo em todo o organismo, uma série de atos que têm como efeito, ou antes que tendem a reparar a lesão e restabelecer o funcionamento?” Ora, se é verdade que a natureza (natura medicatrix, como lhe chama o próprio Hipócrates) possui uma tendência irresistível para recuperar por si mesma o seu equilíbrio momentaneamente interrompido; se, por outro lado, os nossos mestres de fisiologia admitem (como se conclui de seus escritos) que o sistema nervoso, por suas extremidades periféricas haure continuamente, na radiação solar, elementos de força que transmite
aos órgãos, segundo as necessidades da metamorfose orgânica, será, pois, tão ilógico admitir que o sistema nervoso, posto em contato com um outro aparelho idêntico a si mesmo, porém melhor equilibrado, possa conseguir duplicar a sua atividade funcional e, por uma espécie de transfusão nervosa, possa trazer aos centros vitais, momentaneamente desamparados, os elementos de regeneração orgânica que lhes falta, ajudando deste modo a vida a prosseguir mais ativamente o objeto que a lei de vitalidade lhe impõe? Isto é física pura, e todos os dias tocamos com o dedo neste fenômeno em uma ordem hierárquica menos elevada, quando, em vez de dois organismos vivos, pomos em contato duas pilhas elétricas. Se, mau grado a sua grande simplicidade, essa interpretação dos fenômenos magnéticos não saltar aos olhos de todos como a expressão da verdade, é que, seguindo nesse ponto as velhas tradições, os espíritos prevenidos continuam a julgar o magnetismo como que se aproximando mais das ciências ocultas do que da ciência positiva.
Os nossos próprios sábios contribuem grandemente para a propagação desse erro, colocando no ativo do magnetismo as escamoteações dos prestidigitadores de feira, as possessões diabólicas da idade medieval e as práticas bizarras dos derviches giradores ou dos Aïa-Oussas, e proclamando que vêm aniquilar esses preconceitos soezes e dissipar as espessas trevas que outrora ainda envolviam a questão perturbadora do magnetismo animal.8 A palavra “magnetismo” dizem eles, já não deve intimidar ninguém; o que ela designa viveu, e de então em diante só pertence à história! Fazendo tábua rasa do passado, riscando com um traço de pena a palavra “magnetismo”, que os incomoda, instalaram uma coisa que eles batizaram com o novo nome de “hipnotismo”, só conservando em sua prática os processos artificiais e violentos, cuja aplicação qualquer magnetista consciencioso e honesto considerou sempre perigosa ou inútil.
Trouxeram à publicidade o que deviam conservar na sombra; detiveram-se principalmente nos fenômenos insólitos produzidos sobre o organismo humano pelo sonambulismo, a sugestão, a letargia, a catalepsia e o êxtase, permitindo assim uma grande parte de fenômenos estranhos, que transviam a opinião pública e contribuem para velar o caráter de grande simplicidade, que faz precisamente da virtude curativa do magnetismo o fato mais belo, mais natural, mais útil e ao mesmo tempo o mais acessível a todos! Mesmo esses que pretendem iluminar com o archote da ciência um acervo confuso de grosseiros erros e esclarecer a estrada do progresso derrubando velhas heresias caíram precisamente nas piores barreiras daqueles que criticam e condenam, obedecendo, nesse ponto, à propensão que todos temos para só julgar as coisas pelos nossos sentidos e pelo hábito que contraímos de nos referirmos sempre a percepções insuficientemente averiguadas pelo senso de abstração.
E acontece que assim nos escapam as forças da natureza quando se acham no estado de estabilidade e de equilíbrio, e somente as percebemos quando em via de mutação e de deslocamento; a eletricidade, essa força fecundante a que é devida uma tão grande parte da obra regeneradora universal, nunca teria sido pressentida pelo homem se não lhe fosse conhecida por um fenômeno de choque, e é pelo raio que desorganiza e destrói que se manifestou esse manancial de vida. Assim acontece com todas as forças hierarquizadas que evoluem em torno de nós; quanto mais se aproximam essas forças do agrupamento e do equilíbrio, tanto mais escapam aos nossos sentidos e maior atenção se nos torna necessária para constatarlhe a existência e estudar-lhe o funcionamento; e se (apelando para a imagem do cronômetro de que nos servimos há pouco, a fim de assentarmos melhor o nosso pensamento por uma comparação tangível) considerarmos as três agulhas do quadrante, conviremos facilmente que o movimento da grande cursiva, que, por sucessões de choques rápidos, marca a divisão dos segundos, é notada pelo olhar o mais distraído e o menos experimentado; que o papel das agulhas que marcam os minutos e as horas só se torna apreciável por uma atenção mais paciente e mais firme.
Não surpreende, portanto, que na ordem dos fenômenos que aqui nos ocupam, sejam os de migrações provocadas que tenham desde logo atraído a atenção dos experimentadores, impressionando-lhes os sentidos; e eis de que modo os observadores impacientes ou superficiais não viram e não continuam a ver, no magnetismo, senão os fenômenos de choque.
Conhecem a força magnética em seus movimentos de desequilibração, de dispersão improdutiva; desconhecem-na em seu movimento de tonalização e de concentração regeneradora. Seguem-na na excentricidade de seus desvios, quando se acha desequilibrada; mas não a suspeitam no admirável jogo de sua tensão normal. Eis aqui, se me não engano, a chave da ignorância de uns e da má apreciação dos outros, causas inevitáveis da interpretação errônea da maior parte dos fenômenos magnéticos. Em matéria de magnetismo, como em todas as coisas, é o alcance de nossa vista filosófica, auxiliada por uma observação paciente, que nos classifica. Na ciência, há míopes e presbitas; há pessoas que não percebem senão o movimento da agulha dos segundos no cronômetro.
Estes só se impressionam com as manifestações ruidosas das migrações no movimento. Quanto às misteriosas metamorfoses, devidas às forças equilibradas, que realizam silenciosamente a sua obra regeneradora no próprio seio dos corpos, estas escapam-lhes absolutamente... Concluamos, pois, e digamos: O fenômeno vital é o resultado da íntima colaboração de três fatores que constituem, por seu conjunto, a triplicidade viva do organismo; o movimento da vida reside no encadeamento de dois fenômenos indissoluvelmente unidos em uma ação inversa e constante, destruição, renascimento, sob a influência reguladora de uma tensão equilibrada; e o sistema nervoso é precisamente o regulador fisiológico encarregado de manter essa tensão normal no organismo. Se assim é, torna-se incontestável que o agente terapêutico, que agir diretamente sobre o sistema nervoso no sentido do funcionamento vital, regulará seguramente os fenômenos funcionais, entreterá e ativará as metamorfoses orgânicas e presidirá, desse modo, soberanamente à manutenção da tonalidade viva ou à sua reconstituição, quando ela estiver desequilibrada.
Ora, qualquer que seja a diversidade das opiniões emitidas sobre a ação magnética, como essa ação se resume, enfim, numa espécie de transmissão de força pela rede nervosa; como essa transfusão nervosa é um fato certo, facilmente verificável pela experiência, como essa transfusão se obtém pelos mais simples processos, cuja eficácia nos demonstra uma prática diária, nos julgamos autorizados a apresentar o magnetismo como o meio mais seguro de entreter o equilíbrio vital e curar as afecções mórbidas as mais rebeldes.
Importa observar que, enquanto esses problemas complexos não forem mais bem elucidados, conservemo-nos em atitude de prudência nas aplicações práticas de uma força cujas evoluções nos são ainda insuficientemente conhecidas; evitemos a encenação ruidosa dos fenômenos mal estudados; evitemos o abuso dessas experiências de sugestão e de sono provocado, os quais, dando ao magnetismo uma cor diabólica ou mística, perturbam e inquietam as consciências; confinemo-nos na parte verdadeiramente útil do magnetismo, sua aplicação à cura das moléstias. Eis aí, em nossa opinião, o único fim que deve ter o emprego do magnetismo. Terapêutica Magnética MANUAL TÉCNICO CAPÍTULO I Princípios fundamentais Unidade do plano da Natureza. – Uma única força. – Uma única vida.
– Uma única saúde. – Um único remédio. – A força princípio engendra correntes. – Sua marcha e sua ação. – Faculdade irradiante do homem.
– Sua ação sobre as correntes e consecutivamente sobre todos os corpos da Natureza. 1. Mesmer, fundador da doutrina a que deu o seu nome, apoiando-se nas idéias de Descartes e de Newton, admitia como princípio uma corrente universal que tudo penetra e abraça num movimento alternativo e perpétuo, assemelhando-se ao fluxo e refluxo do mar. É a esse movimento alternativo universal que ele atribuía a formação dos corpos, as influências astrais e a influência mútua que todos os corpos da natureza exercem uns sobre os outros. 2. É este o seu ponto de partida: tudo é simples, tudo é uniforme, tudo se mantém, a natureza produz os seus maiores efeitos com a menor despesa possível; ela junta unidade a unidade; só há uma vida, uma saúde, uma moléstia, e por conseguinte um remédio. 3. O homem se acha em estado de saúde quando todas as partes de que se compõe têm a faculdade de exercer as funções a que são destinadas: se em todas as funções reinar uma ordem perfeita, há harmonia. 4.
A moléstia é o estado oposto, isto é, aquele em que a harmonia está perturbada. 5. Como a harmonia é uma, só há uma saúde. A saúde pode ser representada pela linha reta. A moléstia seria então a aberração desta linha, aberração que pode ser mais ou menos considerável. 6. O remédio é o meio que restabelece a harmonia, quando ela se acha perturbada. 7.
Existe um princípio que constitui e entretém a harmonia, e esse princípio é precisamente o que o homem recebeu em partilha, desde sua origem, do movimento universal em que se acha encravado; esse princípio é que determinou a formação e o desenvolvimento dos órgãos e é ele que presidirá à sua conservação e reparação. Originado do movimento universal, a cujas leis obedece, influencia diversamente os organismos, penetra-os e, regulando o jogo de seus elementos constitutivos (as vísceras), aparece como o verdadeiro princípio da vida. 8. Sob o impulso desse princípio ativo formam-se correntes que seguem a continuidade dos corpos até as partes salientes pelas quais se escapam. 9. Estas correntes aumentam de velocidade e de potência quando estão retardadas ou apertadas em um ponto. 10. Polarizam-se, quando abandonam o circo. 11.
Propagam-se à distância, quer pela continuidade dos sólidos, quer por intermédio dos meios, ar, água ou éter. 12. Podem concentrar-se e reunir-se como em reservatórios, para se dispersarem depois. 13. Tudo que é suscetível de acelerar as correntes, produz um aumento das propriedades dos corpos. 14. Se estivesse em nosso poder acelerar as correntes universais, poderíamos, aumentando a energia da natureza, estender à vontade, em todos os corpos, as suas propriedades ou restabelecer as que um acidente tivesse enfraquecido. 15. Mas, se a nossa ação sobre as próprias forças da vida universal é limitada, podemos, pelo menos, exercer nosso poder sobre as partes constitutivas deste grande todo, e esse poder é tanto mais ativo, quando houver entre essas partes e nós relações de analogia.
Assim, de todos os corpos, aquele que pode agir com maior eficácia sobre o homem é o seu semelhante.9 16. Essa potência de ação reside na faculdade de uma emissão irradiante, que todo homem possui em diversos graus, e que pode regular ou estender à vontade pelo exercício, de maneira a pôr em ação, de perto ou de longe, os corpos inertes ou vivos. 17. Esse fenômeno de emissão irradiante é um fato adquirido desde muito tempo pela ciência: Faraday e Crookes deram a um estado particular da matéria o nome de matéria radiante. Em física admitem-se as radiações caloríficas, químicas, elétricas e luminosas; há igualmente radiações magnéticas ou nêuricas. A força nêurica, em sua essência e ação, apresenta certas analogias flagrantes com o calor, a luz, a eletricidade e o magnetismo.
Essa força existe no corpo do homem sob dois estados: 1o) no estado estático; 2o) no estado dinâmico, compreendendo uma circulação interior ao longo das fibras nervosas e uma irradiação ou expansão interior. Ela emana do corpo, especialmente dos olhos, da extremidade dos dedos e da boca. As propriedades intrínsecas da força nêurica irradiante são propriedades de ordem física análogas às do calor, da luz e da eletricidade. (D. A. Barety).
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