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Capítulo 5 de 16

Parte 5 de 16

Psicologia e Universo Quântico · Adenauer Novaes

PUC (p 1-160-A).pmd 55 21/1/2009, 07:57 PUC (p 1-160-A).pmd 56 21/1/2009, 07:57 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual A Busca da Unidade A tentativa de se encontrar um princípio único que justifique os diversos e complexos processos da Natureza, como também englobe a compreensão humana a respeito da vida e do humano em si mesmo, é antiga. Na Filosofia, os pré-socráticos afirmavam que os quatro elementos – terra, fogo, água e ar – formavam a unidade das coisas. Posteriormente surgiu o termo átomo (indivisível) representando a unidade da matéria. Na Idade Média, em busca de uma conciliação entre o espiritual e o material, afirmava-se que fé e razão eram unidades do saber humano, cujo encontro era possível desde que se aceitasse a supremacia do primeiro em relação ao segundo. Portanto, há muito tempo, a mente humana tenta encontrar a unidade, provavelmente por força do arquétipo do Self, cuja tendência é a organização de processos. No Século XX, Albert Einstein tentou encontrar um princípio único que unificasse as principais forças da Natureza, porém sem sucesso.

Ele se baseou nos trabalhos do escocês James Clerk Maxwell (1831 a 1879), que uniu a eletricidade, o magnetismo e a ótica em suas famosas equações, dando origem ao Eletromagnetismo. Einstein queria unir as quatro forças: o eletromagnetismo, a gravitação, força nuclear forte e força nuclear fraca. Mais tarde, a Teoria das Supercordas tentaria também unificar as teorias do grande com as teorias do pequeno. A

PUC (p 1-160-A).pmd 57 21/1/2009, 07:57 adenáuer novaes obstinação de Einstein foi tratada com desdém pelos seus pares, pois ele discordava dos novos conhecimentos oriundos da Física Quântica. Sua obstinação representava uma projeção da grande busca humana pela percepção da unidade de Deus. Einstein foi o último físico clássico e, indiretamente, um dos primeiros cientistas a abrir os caminhos para a Física Quântica. O ser humano nasce inconsciente e transita pela consciência para o encontro com sua própria unidade, isto é, sua individualidade ou designação divina. Antes de se perceber unidade, entende-se como grupo. Nesse processo, faz-se necessária a projeção de sua unidade (individualidade) no mundo. Isso pode ser visto, por exemplo, na aceitação e tentativa de compreensão de um Deus único. Independentemente da unidade ou não de Deus, a ideia dessa unidade é representação fundamental para a construção da individualidade consciente. Mesmo que não se acredite em Deus ou que se tenha devoção a vários deuses, há uma intencional referência a um objeto transcendente.

Para aquela construção, é necessária uma lógica racional, constituída pelos seus principais fundamentos: temporalidade, causalidade e consequencialidade. Não parece ser possível a construção de uma individualidade consciente sem a projeção da ideia de existir uma unidade, seja ela simbólica ou considerada concreta. O Um, o Si-Mesmo, a unidade interna da psiquê humana, torna-se projetada na procura de uma unidade externa. Esse mecanismo (da projeção) é conciliador em face de uma persistente tensão entre o Inconsciente (atemporal, coletivo, parcialmente individual e natural) e um Consciente (inserido no espaço-tempo, pessoal, parcialmente coletivo e originado do Inconsciente) irremediavelmente conectado aos objetos externos. Não é sem sentido que os recentes estudos e reflexões sobre as descobertas da Física Quântica nos levem a uma desconstrução de uma unidade externa. Talvez isso seja

PUC (p 1-160-A).pmd 58 21/1/2009, 07:57 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual representativo de uma nova possibilidade de compreensão da Natureza em face do amadurecimento do ser humano, que se liberta da necessidade de se individualizar considerando-se separado do outro. Parece que foi necessário passar pela ideia da unidade externa a fim de chegar à unidade interna, para depois se perceber conectado às coisas. Isso não significa que o processo se finda. Onde se chegará é improvável afirmar-se, mas é possível, agora, entender que o restante do percurso, ou melhor, a continuidade da caminhada, dependerá menos da crença num Deus externo, e muito mais da consciência de que Deus se realiza no próprio ser humano. , Na Mitologia Grega há um mito que pode retratar, pelo menos parcialmente, esse novo estágio, no qual a orfandade parece bater à porta da consciência humana. Faetonte, filho de Hélio e Clímene, foi educado sem saber quem era o seu pai.

Veio a saber pela mãe, na adolescência, quando decidiu certificar-se da verdade, pois não suportava o escárnio dos outros que não acreditavam ser ele filho de Hélio. Após árdua busca, chega Faetonte ao palácio reluzente de seu pai, Hélio, que disposto a agradar o filho, prometeu-lhe qualquer pedido. Faetonte lhe pede para conduzir, por um dia, o Carro do Sol, que atravessava o céu conduzido por quatro vigorosos cavalos. Sem poder negar sua palavra, após sérias recomendações para que o carro fosse conduzido a meia altura, sem ir muito alto nem tocasse a terra, Hélio viu suas ponderações de nada valerem. Quando, na aurora, Faetonte tentava subir o céu, conduzindo os quatro cavalos, estes sentiram que não eram mãos firmes nem seguras que os conduziam, passando a variar de direção e de altura. Faetonte perde o controle e a carruagem dispara, tocando as estrelas e os montes, incendiando céu e terra. Cidades, rios, montes e nuvens incendiaram-se, envolvendo o próprio Faetonte. Zeus, deus supremo do Olimpo, vendo a tragédia instalada, lança um de seus poderosos raios contra a carruagem e

PUC (p 1-160-A).pmd 59 21/1/2009, 07:57 adenáuer novaes seu condutor, que despenca, morto, no rio Erídano. O raio, certeiramente desferido, estanca o incêndio, deixando a Terra, por um dia, mergulhada em trevas. Esse mito pode representar não só a audácia humana, como também a condição inicial de sua incompetência diante da complexidade do Universo. Tais condições são estimuladoras à busca de uma, cada vez melhor e mais completa, se é que é possível, formatação para a Realidade. Somos Faetonte na medida em que nos arrojamos a buscar algo além de nossos limites de compreensão, exatamente para ampliá-los. A diferença é que Faetonte, diversamente do Self, sucumbe, qual ego frágil diante de um grande desafio, maior do que suas forças. O que quer hoje conduzir o “carro do sol” não é um ego frágil, mas o Espírito imortal, que já compreende ser o verdadeiro herdeiro do que era creditado a um Deus superpoderoso que se reservava o exclusivo encargo de comandar os destinos humanos.

A busca da unidade pressupõe que se venha encontrar uma harmonia em torno de um centro organizador, o que não ocorre no mundo subatômico. Não se consegue medir o grau de ordem ou de desordem no mundo micro. O mundo subatômico talvez não esteja sujeito à Entropia, segunda lei da Termodinâmica. A Entropia pode ser traduzida como uma medida estatística do grau de desordem de um sistema fechado. No mundo microscópico, o grau de desordem pode aumentar ou diminuir, a depender do próprio sistema. Não se pode garantir que os postulados da Mecânica Clássica sejam validos na análise dos fenômenos quânticos. Modernamente, a partir das equações de John von Neumann, conseguiu-se generalizar a Entropia incluindo as, partículas quânticas, porém não se chegou a conclusões precisas. Isso quer dizer que o Universo está aberto a novas interpretações e formulações físicas e, principalmente, metafísicas. A velha ordem cósmica cede lugar a uma outra

PUC (p 1-160-A).pmd 60 21/1/2009, 07:57 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual ordem, desta feita com a participação consciente e ativa do sujeito observador, o Espírito. Não há um cosmo, ou um Universo, ou mesmo uma única totalidade. A pluralidade é também “regra” na Natureza. Deus é plural e, por isso, singular. Isso pode ser depreendido a partir da dificuldade de se encontrar uma única formulação que englobe o mundo micro e o macro. Pensar que a teoria das cordas resolve a questão é o mesmo que se dizer que o enunciado da existência do átomo solucionava tudo. Mesmo que matematicamente se prove que as cordas formam a substância da natureza, resta-nos saber de que elas são feitas. A unidade procurada não está na natureza, mas na individualidade humana. A busca da unidade da matéria pôs à mostra uma contradição existente no saber humano: determinismo x liberdade do observador. A Física Quântica põe fim ao determinismo e à objetividade clássica. A Física Relativística vem complementar a Quântica e vice-versa.

Porém, nem o determinismo nem o “caos” quântico podem explicar definitivamente a Natureza, pois há algo sempre novo que possa explicá-la e que gradativamente se descortina à mente humana. A liberdade do observador, improvável de ser aceita antes da Física Quântica, passa a ter definitivo papel na natureza. O Espírito ganha supremacia em relação à matéria. As interpretações dos físicos quânticos são, de fato, provisórias. Não apenas pela fragilidade em se encontrar uma teoria que explique os poucos resultados obtidos nas pouquíssimas experiências levadas à efeito e na baixa aplicabilidade do que se obtém, mas, principalmente, pela falta de interdisciplinaridade em se refletir sobre os temas e pressupostos. Tal não ocorre só com a Física, mas com todas as ciências. Novas ciências e novas áreas do saber humano estão surgindo com a interdisciplinaridade. Foi assim que surgiu a Cibernética pela união da Física Quântica, da Matemática, da Engenharia e da Computação.

PUC (p 1-160-A).pmd 61 21/1/2009, 07:57 adenáuer novaes Da mesma forma, no campo prático, surgiu a Biotecnologia, a Biomedicina, a Bioenergia etc.. A unidade não é regra. A mente humana exige sua existência. Buscar uma teoria unificadora da Natureza é, talvez, menosprezar a Inteligência Divina. A Teoria das Supercordas pretendeu fazer o que Einstein não conseguiu: uma teoria unificadora dos parâmetros do Universo. Uma teoria do tudo. Os velhos alquimistas, travestidos de físicos modernos, buscam a pedra filosofal. Ela é um dos mais antigos mistérios para a mente humana desvendar.

PUC (p 1-160-A).pmd 62 21/1/2009, 07:57 Segunda Parte: A Realidade Espiritual O Que é o Espiritismo? A Religião Espírita Os Caminhos do Espiritismo Implicações das Ideias Espíritas PUC (p 1-160-A).pmd 63 21/1/2009, 07:57 PUC (p 1-160-A).pmd 64 21/1/2009, 07:57 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual A Realidade Espiritual Por enquanto, o tema é do domínio das religiões em particular, porém mais evidenciado no Espiritismo. Creio que se deve ao arquétipo religioso, que busca representações nas experiências relacionadas com a morte, com o destino e com as escolhas humanas. Como a fronteira entre o religioso e o profano cada vez mais se estreita, o assunto passará para o domínio comum, sendo objeto das ciências e da normalidade do cotidiano humano. Os limites psíquicos decorrentes da evolução humana estão sendo reduzidos pelas ideias quânticas, e isso levará a uma maior compreensão da realidade espiritual como sendo a origem do Universo.

PUC (p 1-160-A).pmd 65 21/1/2009, 07:57 PUC (p 1-160-A).pmd 66 21/1/2009, 07:57 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual O Que é o Espiritismo? Como bem o definiu Allan Kardec (1804 a 1869), “... a doutrina espírita ou o espiritismo tem por princípios as relações do mundo material com os Espíritos ou seres

do mundo invisível.” . Portanto, trata da dimensão espiritual, inserida no Universo Quântico, do qual, em princípio, tudo faz parte. A dimensão do Espírito como algo que se manifesta no mundo material, sob certas circunstâncias nele detectável, é passível de ser qualificável matematicamente do ponto de vista da Física Quântica. Independentemente da questão moral, sempre evocada no Espiritismo, a dimensão espiritual é, como a material, um campo de manifestação do Espírito, possuindo características próprias, bem como dinâmicas interativas pertinentes. Seria equívoco querer aplicar a lógica causal, típica da dimensão material, a uma outra com especificidades pouco conhecidas. A dimensão espiritual obedece a leis próprias, pelas quais o Espírito está habituado a se orientar. Quando penetra, ou “toca”, na dimensão material, há que se adequar a um outro referencial, cuja vibração lhe permite plasmar a inteligência, bem como outros atributos pertinentes.

KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Salvador: Ed. Harmonia, 2007, p. 15. Introdução ao estudo da doutrina espírita, item I.

PUC (p 1-160-A).pmd 67 21/1/2009, 07:57 adenáuer novaes O Espiritismo abre possibilidades amplas de percepção, ainda dentro de estreitos limites, utilizandose da lógica e do bom senso pertinentes à vida material, a outras dimensões da realidade do Universo. Isso amplia a compreensão da mente humana para outras dimensões a serem experienciadas naquilo que entendemos ser a evolução do Espírito. O Espiritismo, visto e praticado como uma religião, responde ao anseio psíquico de atingir-se a transcendência da superação da dimensão material. Tal formato parece capacitar a mente a incursões em níveis dimensionais não atingidos pelo exclusivo uso da razão, pertencente ao intelecto humano. É a prática da mediunidade que possibilita a ampliação da consciência, capacitando a mente para ir além dos limites do sistema cerebral. Esse exercício, da mediunidade, deve ser cautelosa e persistentemente experimentado mediante metódico processo de aprendizagem, em face de suas implicações com o Inconsciente, matriz das motivações humanas.

Como a consciência do eu ainda não consegue lidar adequadamente com o Inconsciente, a possibilidade da mediunidade originada da dimensão inconsciente torna a questão mais complexa. A crescente aceitação e procura pelo Espiritismo, pelos mais diversos motivos, demonstra que já está havendo, ao menos embrionariamente, o desenvolvimento de habilidades psíquicas adequadas à imersão do ego na dimensão espiritual. Isso coloca o Espiritismo, como meio, , ao alcance do ser humano para que acesse dimensões existenciais distintas da dimensão material em que vive e atua. O conhecimento do Espiritismo permite uma maior compreensão do Universo Quântico, pois amplia a consciência para a percepção multidimensional. O Espiritismo é uma espécie de portal de acesso a dimensões que agora a Física Quântica descobre e comprova, ao menos matematicamente, a existência.

PUC (p 1-160-A).pmd 68 21/1/2009, 07:57 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual Há um só Espiritismo, fundado por Allan Kardec. Porém, a realidade do Espírito após a morte é muito mais ampla do que tem sido possível ser captado pela mediunidade. O Espiritismo de hoje, ao menos na cultura brasileira, apresenta, pela via mediúnica, uma formatação da realidade espiritual muito semelhante ao que ocorre na dimensão material. Isso é relativo ao estágio de desenvolvimento da psiquê humana, sendo, portanto, uma percepção provisória. A doutrina do Espiritismo se fundamenta na existência, individualidade e comunicabilidade dos espíritos, sendo estes a matriz da pessoa humana e a continuação da sua vida após a morte do corpo físico. Os desdobramentos desses princípios, explicitados na prática do Espiritismo, forjam o que se conhece com o nome de Movimento Espírita. O espectro de práticas entre os adeptos e os modelos de instituição são muito extensos, estando longe de existir uma homogeneidade.

A diversidade existente nas práticas espíritas não se deve, em geral, a divergências de interpretação da doutrina do Espiritismo, mas às diferentes características psíquicas de seus dirigentes e seguidores. A meta do Espírito é sua evolução, para que alcance níveis superiores de compreensão do Universo e das leis que o organizam. O Espiritismo propõe um modelo de evolução calcado no ser humano, numa perspectiva espiritual, portanto, independentemente da vida material, sem, entretanto, relevar sua importância. O fator central é o Espírito e não a pessoa encarnada, enviesando parcialmente, por esse motivo, o olhar para o Além, em detrimento da vida no corpo físico. Postulando-se como revelador das leis do mundo espiritual, coloca-se como doutrina assessória não só às religiões como também a todo conhecimento humano existente e por vir. Com ele, pode-se reinterpretar a história, bem como as origens da vida humana. Nesse sentido, o Espiritismo deve ser encarado como um saber,

PUC (p 1-160-A).pmd 69 21/1/2009, 07:57 adenáuer novaes à semelhança do que vem ocorrendo com a Física Quântica, que, mesmo contestada por muitos, revela algo imponderável, controvertido e transcendente. Uma doutrina, enquanto explicação de fatos é Uma doutrina, enquanto explicação de fatos, é sempre provisória. A essência de que ela trata pode ser de sempre provisória. A essência de que ela trata pode ser de fato real, porém merecerá, a cada novo paradigma que fato real, porém merecerá, a cada novo paradigma que surja, uma releitura. Não é diferente com o Espiritismo, surja, uma releitura. Não é diferente com o Espiritismo, cujos princípios revelam aspectos estruturais da realidade cujos princípios revelam aspectos estruturais da realidade disponível ao humano, mas que deve ser explicitado de disponivel ao humano, mas que deve ser explicitado de acordo com a época e com o nível de evolução do Espírito. acordo com a época e com o nível de evolução do Espírito.

Clareando a noção de ser humano, inserindo-o na dimensão espiritual, que engloba a material, o Espiritismo propõe uma releitura do conceito de vida humana. A vida humana se inicia na concepção e se finda na morte do corpo físico, porém a vida do Espírito não tem início definido. Iniciou-se e não tem fim. Quando se discute o conceito de vida e seu início, está-se referindo, portanto, exclusivamente, ao momento em que o Espírito inicia ou cessa sua conexão com o corpo físico. O Espiritismo esclarece a existência do Espírito como individualidade imortal, dotado de um corpo espiritual que se acopla ao corpo físico a cada nova encarnação. A individualidade é o Espírito. A pessoa encarnada, ou desencarnada, é o espírito. Aquele é a essência criada distinta da matéria, e este é o que é dotado de razão, já tendo alcançado a condição humana. O espírito é aquele que tem uma mente ou psiquê, que lhe permite conectarse à realidade. O Espírito é o princípio inteligente ou Princípio Espiritual, real fator de evolução.

Uma pergunta salta à consciência: ante os postulados probabilísticos da Física Quântica, o que é o Espírito? É ele o observador, que modifica o Universo? De fato, o Espírito é o senhor dos Universos, isto é, da realidade na qual se insere. Foi-lhe outorgada pelo Criador a condição de construir o que pensa, sente e experiencia. O Espiritismo, ao trazer as leis do mundo espiritual, oferece ao ser

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.