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Capítulo 2 de 16
Parte 2 de 16
Psicologia e Universo Quântico · Adenauer Novaes
PUC (p 1-160-A).pmd 21 21/1/2009, 07:57 PUC (p 1-160-A).pmd 22 21/1/2009, 07:57 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual Breve História da Física Quântica Tudo começou com as experiências da radiação do corpo negro (receptor, não emissor de luz ou emissor perfeito). O objetivo era avaliar a radiação, leia-se emissão de luz, por um corpo aquecido. Todo corpo a partir de determinada temperatura, de acordo com sua constituição, emite radiação, isto é, incandesce. Pensava-se que a luz era um fenômeno de emissão contínua, porém Max Planck percebeu que havia uma quantização, isto é, a radiação ocorre em pacotes mensuráveis denominados quantum. Isso foi o começo de uma série de experimentos e observações que mudariam para sempre as leis da Física, bem como o papel do observador no Universo por ele conhecido. Buscando uma melhor percepção da trajetória do conhecimento da Física, farei uma breve retrospectiva. A Física de hoje está longe de ser uma unanimidade, pois as teorias se multiplicam a cada momento nos diferentes laboratórios de pesquisas. Misturam-se física, metafísica, misticismo e teologia. Há físicos experimentalistas, teóricos, filósofos, matemáticos e, para desconforto da maioria, existem os religiosos ou espiritualistas. Isso é pertinente, pois, nos limites do saber de uma ciência, tende-se aos
PUC (p 1-160-A).pmd 23 21/1/2009, 07:57 adenáuer novaes princípios que foram negados. Afirmava-se a exclusiva existência da matéria, negando-se peremptoriamente algo metafísico ou espiritual. Pois foi exatamente na intimidade da matéria que se descobriu sua inconsistência e a possibilidade de existir a não matéria ou antimatéria. Antes de Newton, preponderava o conhecimento empírico, oriundo da chamada física aristotélica, na qual os objetos eram animados e tendiam para uma configuração estética da natureza. A natureza tendia para o belo e o harmônico. Da Física dos tempos aristotélicos até Isaac Newton, pouco se evoluiu em termos do estabelecimento de princípios científicos matemáticos. Pode-se dizer que a Física, tal qual é concebida hoje, começa com Isaac Newton. Mas, antes dele, veremos algumas ideias que modificaram o modo de pensar humano. Antecedentes Históricos Nikolau Kopérnico (1473 a 1543), astrônomo, matemático, médico, administrador e jurista polonês, trouxe, por volta de 1514, ao mundo, seus estudos a respeito do Sistema Solar, propondo o sol como seu centro. O geocentrismo aristotélico fora abalado e definitivamente considerado anticientífico.
Não foi sem reações explícitas que se aceitou o sistema heliocêntrico. As reações, principalmente da Igreja Católica, autoridade sobre o conhecimento humano até o Iluminismo, foram quixotescas. A fé colocava o ser humano como imagem de Deus e centro do Universo, porém a realidade diferia da crença cega. Galileu Galilei (1564 a 1642), físico, matemático, astrônomo e filósofo italiano, deu continuidade aos estudos de Kopérnico e foi o principal precursor das ideias de Isaac Newton. Construiu uma série de instrumentos importantes para a ciência, principalmente para a Astronomia. Ele confirmou matematicamente o sistema heliocêntrico e
PUC (p 1-160-A).pmd 24 21/1/2009, 07:57 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual identificou alguns corpos celestes. É considerado o pai da ciência. Isaac Newton (1643 a 1727), físico, matemático, alquimista, astrônomo e filósofo inglês, publicou, em 1687, o famoso livro Philosophiae Naturalis Principia Mathematica (Princípios Matemáticos da Filosofia Natural), no qual apresentava seus estudos sobre a lei da Gravitação Universal e sobre a dinâmica do movimento dos corpos. Suas teorias uniram os fenômenos celestes aos terrestres. É o criador da Mecânica Clássica, que fez surgir o Determinismo Mecanicista. Com seus estudos, o ser humano pode compreender diretamente a dinâmica da Natureza, excluindo o fator “divino” nos movimentos dos corpos, a partir de enunciados de leis simples e mensuráveis. As ideias de Kopérnico, Galileu e Newton formam a tríade de paradigmas que vão nortear o nascimento de uma nova ciência, a Física Clássica, e da Física Quântica. Com eles, tornou-se possível experimentar, repetir, mensurar e prever os fenômenos naturais. Paradoxalmente, sem as ideias clássicas, não se chegaria ao que é proposto pela Física Quântica.
Os cientistas que trouxeram as novas ideias foram formados dentro dos princípios da antiga Física Clássica. A Física se ocupa do estudo da Natureza e das leis que regem as relações entre os objetos que a compõem. Não é, a Física, materialista nem são, os físicos, céticos. Simplesmente o que é espiritual não é objeto de estudo dessa ciência. Só o será quando o olhar humano se tornar mais amplo e menos mecanicista. Principais ePrincipais eventos queventos que Principais eventos que Principais ePrincipais eventos queventos que marmarcaram o surcaram o surgimento da Física Quânticagimento da Física Quântica marcaram o surgimento da Física Quântica marmarcaram o surcaram o surgimento da Física Quânticagimento da Física Quântica No dia 14 de dezembro de 1900, em Berlim, o físico alemão Max Planck (1858 a 1947) apresentou sua famosa
PUC (p 1-160-A).pmd 25 21/1/2009, 07:57 adenáuer novaes Teoria dos “Quanta” de energia, demonstrando como se davam as trocas de energia entre os corpos. Ele foi responsável pelo cálculo da intensidade de radiação do corpo negro, além de quantificar a ação de movimento, propondo a existência de quantidades de energia em pacotes iguais, discretas e finitas: quanta de energia. Seus cálculos levaram a determinação da famosa Constante de Planck: h = quantum elementar de ação ou quântica. Ele introduziu, na Física, a ideia dos quanta com seus estudos sobre a radiação dos corpos incandescentes, apresentando sua famosa constante. Ele descobriu que os elétrons, quando mudam de camada no interior do átomo, emitem uma certa quantidade de energia ou quantum. Com isso, nascia a Física Quântica, mudando os destinos da ciência, principalmente no que diz respeito ao pensamento determinístico reinante. As descobertas de Max Planck causaram profundo impacto nos meios científicos, sobretudo entre os que se apegavam aos antigos paradigmas.
Não imaginavam que a Física estava para se revolver em suas entranhas e partir para um novo paradigma: o observador foi inserido no Universo como seu coconstrutor. Esse paradigma novo adveio da percepção de que as medições, os instrumentos de experimentação e as próprias experiências influenciavam nos resultados obtidos. Os cálculos probabilísticos passaram a fazer parte da Física, pois não se podia determinar com precisão aquilo que se conhecia como a unidade da matéria: o átomo. A Física, que estuda os corpos submetidos à luz, paradoxalmente inicia uma nova fase a partir do estudo de um corpo sem luz. A dialética dos opostos já fora apontada por C. G. Jung (1875 a 1961) como sendo a forma de se encontrar a unidade. Para ele, só há consciência com a diferenciação dos opostos. A consciência parece ser uma confirmação da evolução humana, mesmo com sua tendência à separatividade. Ele afirma que “Energetica-
PUC (p 1-160-A).pmd 26 21/1/2009, 07:57 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual mente, a oposição significa um potencial, e onde há um potencial, há a possibilidade de um fluxo e de um aconteci-
mento, pois a tensão dos opostos busca o equilíbrio.” E
que “É no oposto que se acende a chama da vida.” . Em 1905, o físico alemão, naturalizado suíço e depois norte-americano, Albert Einstein (1879 a 1955), apresentou sua Teoria da Relatividade, considerando que a energia é matéria sob determinada frequência, de acordo
com a equação E=mc. Estudou a luz, estabelecendo sua velocidade como a máxima no Universo. Posteriormente afirmou que as ondas de gravidade viajam à velocidade da luz, demonstrando também que o espaço é curvo. A ideia da gravitação, tal qual descrita por Einstein, sugere a existência de um tecido cósmico no qual os objetos deslizam. Ele propôs o modelo corpuscular para a radiação eletromagnética ou efeito fotoelétrico, pelo qual ganhou, em 1921, o Prêmio Nobel da Física. Einstein ampliou as descobertas de Planck sobre a radiação para todos os fenômenos da natureza, porém não concordava com a possibilidade do Universo ser probabilístico. É dele a famosa frase, numa carta ao físico e amigo Max Born, “Deus não joga dados”. Ele achava que a teoria quântica ainda não era a certa. Ela parecia contrariar sua ideia de que, por existir um Deus único, havia uma lei geral que regia todos os fenômenos da Natureza. A obstinação de Einstein em negar a Mecânica Quântica (Isaacson, 2007) pode ter raízes em sua crença judaica. Sua convicção em um Deus único, criador e mantenedor da ordem e do Universo, exerceu forte influência sobre suas opiniões e ideias. Muito embora se mostrasse um homem religioso, condenava os físicos quânticos por considerar que as ideias sobre não localidade das partículas eram “espiritualistas”. Paradoxalmente, sua
JUNG, C. G. Obras completas. Petrópolis: Vozes, 1976. v. IX/1, par. 426, p. 230.
Ibidem, 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1981. v. VII, par. 78, p. 45.
PUC (p 1-160-A).pmd 27 21/1/2009, 07:57 adenáuer novaes obstinação para provar o realismo era tão grande que afirmava haver uma natureza racional na realidade, e que essa natureza era de ordem religiosa. Ele era, no fundo, um místico que condenava o que considerava misticismo nos outros, por adotarem a Mecânica Quântica. Para ele, havia uma certeza da existência real dos objetos, e não, como queriam os físicos quânticos, uma probabilidade de existência. Para ele, as ideias quânticas punham o funcionamento da Natureza como se fosse um jogo de azar. Foi de fato essa obstinação em criar inúmeros experimentos, frutos de sua fértil imaginação, que levou Einstein a contribuir para a formulação consistente da Mecânica Quântica, malgrado seu desejo de ridicularizala. Independentemente de não ter aceito a Física Quântica, Einstein foi o mais brilhante físico e o impulsionador da ciência no mundo, símbolo da inteligência humana.
Em 1911, o físico neozelandês Ernest Rutherford (1871 a 1937), ganhador do Prêmio Nobel de Química em 1908, realiza pesquisas com desintegração atômica e percebe que a carga do átomo está concentrada em seu centro. Por conta de seus estudos, propõe o famoso modelo atômico com um núcleo e os elétrons em órbitas. Esse modelo seria fundamental para o desenvolvimento da energia nuclear. Prenunciava algo interessante que aproximaria o fenômeno físico do fenômeno químico, como se uma alquimia estivesse ocorrendo. O modelo atômico de Ernest Rutherford era algo presumido, pois nunca fora diretamente observado. De onde ele tirava a ideia dos elétrons em volta do núcleo? Provavelmente do mesmo “lócus” de onde o famoso químico alemão Friedrich Kekulê (1829 a 1896), em 1895, propôs o anel hexagonal para sua estrutura. Retirou-o do Inconsciente. A proposta de Kekulê veio de um sonho que teve com uma serpente filando a própria cauda. O modelo de Rutherford não veio de um sonho, mas de uma projeção do Self, pois a esfera circundada pelos pontos luminosos
PUC (p 1-160-A).pmd 28 21/1/2009, 07:57 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual (núcleo atômico e elétrons em órbita) é uma representação mandálica (circular) do Self. C. G. Jung afirmava que “Em todo caso, as mandalas expressam ordem, equilíbrio e
totalidade. ” e “Apesar de a mandala ser apenas um símbolo do si-mesmo como totalidade psíquica, é ao
mesmo tempo uma imagem de Deus, uma imago dei, ...” . Os nossos físicos quânticos estavam bem próximos de algo divino. Como os alquimistas, os físicos quânticos, em suas pesquisas e experimentos, trazem conclusões mais próximas do Inconsciente do que da Consciência, em face das limitações perceptivas desta última. Em 1913, o físico dinamarquês Niels Bohr (1885 a 1962), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1922, estudando o átomo de Hidrogênio, aperfeiçoou o modelo de Rutherford, propondo a existência de saltos quânticos dos elétrons em órbita do núcleo. Ele aplicou a Teoria dos Quanta ao modelo atômico. Nasciam a Física Quântica e a Física Atômica. Bohr também propôs o Princípio da Complementaridade, isto é, é impossível usar, num mesmo fenômeno físico, uma descrição, no tempo e no espaço, das leis de conservação de quantidade de movimento e de energia. Isso se confirmava na dualidade onda/partícula. Com isso, conclui-se que a Física Clássica é uma particularidade da Quântica. Einstein se opôs às ideias de Bohr, pois acreditava num Universo determinístico, com uma única lei que o explicasse. Bohr propunha um Universo probabilístico, no qual o observador desempenha importante papel. Einstein insistia na existência de um mecanismo causal para justificar a Natureza. A Escola de Copenhague, leia-se Niels Bohr, afirmava que o universo quântico era incerto.
JUNG, C. G. Obras completas. Petrópolis: Vozes, 1976. v. IX/1, par. 645, p. 356.
Ibidem, par. 572, p. 319.
PUC (p 1-160-A).pmd 29 21/1/2009, 07:57 adenáuer novaes Esses dois gigantes da Física debatiam ideias aparentemente opostas, mas que tratavam de uma única realidade: a natureza, seus fenômenos e suas origens. Suas ideias representavam faces de uma mesma moeda. Em 1923, nos Estados Unidos, o físico americano, ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1927, Arthur Compton (1892 a 1962) descobriu que os elétrons, ao
interagir com fótons, ou quanta de energia, aumentam seu comprimento de onda. Com isso, ele confirmava a natureza dual da luz, isto é, a depender do experimento, ela se comporta ora como partícula, ora como onda. Isso aprofundava cada vez mais a ideia de um Universo probabilístico. Em 1924, o físico francês, ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1929, Louis de Broglie (1892 a 1987) apresenta sua tese de doutorado, experimentada posteriormente, confirmando a dualidade onda-partícula. Ele provava que não só as ondas são partículas como também as partículas são ondas, isto é, cada partícula tem sua onda “associada”. Isso significava dizer que existem ondas de matéria. Nos objetos grandes, a frequência da onda de matéria é imperceptível. No pequeno, um elétron, por exemplo, tem tamanho menor do que o comprimento de onda a ele “associado”. Gradativamente, a Física Clássica perdia terreno para a Quântica, que se afirmava a cada novo estudo e experimento. Em 1925, o físico austríaco Wolfgang Pauli (1900 a 1958), ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1945, propõe o Princípio da Exclusão, afirmando que não pode existir mais de um elétron numa mesma órbita atômica. É dele os principais estudos sobre a teoria do Spin do elétron. Pauli tinha conhecimentos de Psicologia, pois colaborou com C. G. Jung na formulação dos princípios
O elétron, quando passa para uma órbita interna, emite um fóton. Quando passa para uma órbita externa, absorve um quantum.
PUC (p 1-160-A).pmd 30 21/1/2009, 07:57 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual do que veio a ser conhecido com o nome de Sincronicidade. Com isso, o modelo atômico de Rutherford ia se desenhando, alcançando um formato cada vez mais definido e próximo de contornos regulares e simétricos. A mandala representativa do Self se desenhava com mais precisão. Sem qualquer intencionalidade consciente, os físicos, cientificamente, iam representando o Self à maneira dos alquimistas quando procuravam a pedra filosofal. Porém, a possibilidade da unidade da matéria de fato ser esférica e materialmente palpável caía gradativamente, pois as teorias ondulatórias se sobrepunham. Os cientistas percebiam que aquilo que chamavam de matéria era algo que emitia uma frequência, sem se definir seu formato ou sua natureza. O modelo atômico idealizado por Niels Bohr se aproxima mais de uma representação arquetípica do Self do que daquilo que se concebe como sendo a partícula atômica, com a infinidade de subpartículas, ou ondas, que a compõem.
Tal modelo atômico nos mostra que o ser humano, não conseguindo ter acesso direto à realidade, constrói modelos mentais aproximados, segundo o arquétipo predominante em seu psiquismo. Nesses 25 anos (de 1900 a 1925) de física experimental, conhecida como Física Atômica ou velha Física Quântica, houve alguns avanços, entre eles: • quantização mínima dos entes físicos, a exemplo da energia que era considerada contínua; passou-se a utilizar a Constante de Planck nas equações; • determinação de propriedades ondulatórias para os átomos, moléculas, partículas subatômicas, associandose uma frequência de onda a cada ente físico; • determinação de propriedades corpusculares para a luz (emissão de fótons); o Princípio da Complementaridade tornou-se inegável;
PUC (p 1-160-A).pmd 31 21/1/2009, 07:57 adenáuer novaes • percepção de que as partículas não podiam ser diretamente vistas, pois não eram reais, mas ondas de probabilidade. Nesses 25 anos, muitas discussões e controvérsias surgiram. Dada a complexidade dos temas e a incipiência dos instrumentos de experimentação, os progressos foram lentos, mas os resultados animadores. A Física avançava por um terreno movediço, cujos temas beiravam a Filosofia, a Psicologia e a Teologia. A partir de 1925 até 1927, as descobertas e experimentações, bem como as especulações e formulações matemáticas deram ensejo ao que se chamou de Nova Física Quântica, principalmente pelo uso de matrizes e outros modelos matemáticos na análise dos fenômenos quânticos. Foram seus expoentes: Werner Heisenberg (1901 a 1976), físico alemão, ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1932, principal criador da Mecânica Quântica Matricial. Em 1927, enunciou o famoso Princípio da Incerteza, afirmando ser impossível medir simultaneamente e com absoluta precisão a posição e a velocidade (Momentum) de uma partícula.
Heisenberg era um dos físicos que achavam que a natureza parecia absurda, ao analisar os resultados obtidos experimentalmente. Max Born (1882 a 1970), físico alemão, naturalizado britânico, ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1954, interpretou adequadamente componentes da equação de Schrödinger, principalmente a densidade da probabilidade para Ψ*Ψ (psi-estrela e psi são ondas que se movem para trás e para frente, no tempo). Afirmava não ser possível visualizar as ondas porque elas não são entes reais, mas ondas de probabilidade.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.