[user_registration_my_account]
Capítulo 11 de 16
Parte 11 de 16
Psicologia e Universo Quântico · Adenauer Novaes
organizadora sobre os conteúdos da consciência. Em nota de rodapé, ele afirma: Provavelmente os meus leitores terão interesse em conhecer a opinião de um físico a este respeito. O Professor Pauli, que teve a gentileza de ler o manuscrito deste meu epílogo, escreveu-me as seguintes palavras: De fato, o físico esperaria uma correspondência psicológica neste ponto, porque a situação epistemológica relativamente aos conceitos de ‘consciência’ e de ‘inconsciente’ parece oferecer uma analogia bastante aproximada com a ‘complementaridade’ abaixo mencionada, na Física. De um lado, só se pode deduzir o inconsciente indiretamente, a partir de seus efeitos (organizativos) sobre os conteúdos conscientes. De outro lado, qualquer observação do inconsciente, isto é, qualquer percepção consciente dos conteúdos inconscientes exerce um efeito reativo inicialmente incontrolável sobre estes mesmos conteúdos inconscientes (o que, como sabemos, exclui em princípio a possibilidade de esgotar o inconsciente tornando-o consciente). Assim, o físico concluirá, per analogiam, que este efeito retroativo incontrolável do observador sobre o inconsciente limita o caráter objetivo da sua realidade e ao mesmo tempo confere a esta uma certa subjetividade. Embora a posição do ‘corte’ entre a consciência e o inconsciente (pelo menos até certo ponto) seja deixada a livre escolha do experimentador psi-
JUNG, C. G. Obras completas. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1991. v. VIII, par. 439, p. 233-4.
PUC (p 1-160-A).pmd 133 21/1/2009, 07:58 adenáuer novaes cológico, contudo, a existência deste corte continua sendo uma necessidade inevitável. Em consequência, do ponto de vista da Psicologia, o sistema observado consistiria não só de objetos físicos, como também incluiria o inconsciente, ao passo que à consciência caberia o papel de instrumento de observação. É inegável que o desenvolvimento da ‘microfisica’ aproximou imensamente a maneira de descrever a natureza nesta ciência daquela da Psicologia moderna: ao passo que a primavera, em virtude da situação de princípio que designamos pelo nome de complementaridade, se vê em face da impossibilidade de eliminar os efeitos do observador com correções determináveis, sendo, assim, obrigada a renunciar, em princípio, a uma compreensão objetiva dos fenômenos físicos em geral, a segunda pode suprir a Psicologia meramente subjetiva da consciência, postulando a existência de um inconsciente dotado de um alto grau de realidade
objetiva. Pode-se notar a relação estreita entre uma ciência e outra, principalmente no grau de imprecisão de suas observações. O predomínio da simbologia e da notação probabilística é evidente. Isso também fica claro na seguinte afirmação de Jung: É preciso dar-nos sempre conta de que aquilo que entendemos por “arquétipos” é, em si, irrepresentável, mas produzem efeitos que tornam possíveis certas visualizações, isto é, as representações arquetípicas. Encontramos situação semelhante a esta na Física. Onde as partes mínimas são em si irrepresentáveis, mas produzem efeitos de cuja natureza é possível deduzir um certo modelo. (...) Quando a Psicologia admite a existência de certos fatores psicóides irrepresentáveis, com base em suas observações, em princípio ela está fazendo a mesma
JUNG, C. G. Obras completas. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1991. v. VIII, par. 439, p. 233-4.
PUC (p 1-160-A).pmd 134 21/1/2009, 07:58 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual coisa que a Física, quando constrói um modelo atômico. Não é somente a Psicologia que tem a desventura de dar a seu objeto, o inconsciente, um nome que tem sido frequentemente criticado por ser meramente negativo; o mesmo acontece à Física, porque esta não pode evitar o antigo termo “átomo” (o indivisível) para designar a menor partícula de massa. Da mesma forma que o átomo não é indivisível, assim também, como haveremos de ver, o inconsciente não é puramente inconsciente. E da mesma forma como a Física nada mais pode fazer, sob o ponto de vista psicológico, do que constatar a existência de um observador, sem ter condições de afirmar o que quer seja sobre a natureza deste observador, assim também a Psicologia só pode indicar a relação da psique com a matéria, sem ter condições de dizer o mínimo que seja quanto a natureza da
mesma. Como o arquétipo, que é irrepresentável, produz imagens e temas representativos, assim também há algo ainda incompreensível que se faz representável, o que denominamos matéria. Essa incompreensão aproxima as ideias paradoxais a respeito de Espírito e matéria, pois parece levar a concepção de que são, em essência, a mesma coisa. Não se pode afirmar tal ideia, pois nada se sabe a respeito da essência de um nem de outro, portanto, não se pode inferir que sejam a mesma coisa, a não ser o fato de pertencerem ao mistério do humano. Física e
Psicologia, ambas, no dizer de Jung, abordam o transcendental, o intangível. Semelhante ideia escreve Pagels (1982), ao afirmar que “A realidade quântica é racional,
mas não visualizável” .
JUNG, C. G. Obras completas. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1991. v. VIII, par. 417, p. 219.
JUNG, C. G. Cartas. Petrópolis: Vozes, 2003. v. III.
PAGELS, Heinz R. O código cósmico. 2. ed. Lisboa: Gradiva, 1982. p. 15.
PUC (p 1-160-A).pmd 135 21/1/2009, 07:58 adenáuer novaes Jung tinha consciência perfeita de que lidava com algo extremamente intangível e de difícil caracterização no mundo material e lógico em que vivia. A Psicologia tinha limites, impostos pelo mecanicismo e pela linguagem acadêmica do século anterior. O preconceito sobre Jung seria ainda maior se avançasse em temas fronteiriços de difícil definição. Porém, a Sincronicidade poderia ser tratada, pois nada se sabia a respeito. Era algo novo. Consciente de seu pioneirismo, ele afirmou: Se queremos, porém, fazer considerações de princípio a respeito da natureza do psíquico, precisamos de um ponto de apoio arquimédico que é o único a tornar-nos possível um julgamento. Mas este ponto só pode ser o não-psíquico, porque, como fenômeno vital, o psíquico se acha embutido
em algo de natureza aparentemente não-psíquica. Ainda agradecido a W. Pauli, Jung escreve: Como o mundo dos fenômenos é um agregado de processos de dimensões atômicas, naturalmente é da máxima importância saber se e de que modo os fótons, por exemplo, nos proporcionam um conhecimento definido da realidade subjacente aos processos energéticos mediadores. A experiência nos tem mostrado que a luz e a matéria se comportam, de um lado, como partículas separadas e, do outro, também como ondas. Esta descoberta paradoxal obriga-nos, no palco das grandezas atômicas, a abandonar uma descrição causal da natureza no sistema ordinário espaço-tempo, e a substituí-la por campos irrepresentáveis de probabilidades em espaços multidimensionais que representem verdadeiramente o estado de nossos conhecimentos
JUNG, C. G. Obras completas. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1991. v. VIII, par. 437, p. 233.
PUC (p 1-160-A).pmd 136 21/1/2009, 07:58 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual atuais. Na raiz deste esquema abstrato de explicação está um conceito de realidade que não abstrai dos efeitos que o observador inevitavelmente exerce sobre sistema observado, com o resultado de que a realidade perde alguma coisa de seu caráter objetivo e a imagem do mundo físico se apresenta com uma componente subjetiva. Devo esta formu-
lação à amável ajuda do Professor W. Pauli. Jung não levava em consideração a ideia da Natureza não ter propósitos. Isso fica claro quando considera “acaso” “...aquilo que acontece ao homem como se fosse
atraído por ele.” Para ele o que acontece, ou se coagula, na vida de uma pessoa guarda estreita relação com os processos psíquicos. Os conceitos da Psicologia Analítica, resumidos no Glossário, podem dar uma ideia da preocupação de Jung em alcançar a estrutura íntima da psiquê humana, bem como em caracterizar a existência de um observador não passivo e inalcançável diante de um objeto surpreendentemente incognoscível.
JUNG, C. G. Obras completas. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1991. v. VIII, par. 438, p. 233.
Ibdem, par. 823, p. 443.
PUC (p 1-160-A).pmd 137 21/1/2009, 07:58 PUC (p 1-160-A).pmd 138 21/1/2009, 07:58 Quarta Parte: O Humano e o Divino Espiritismo, Psicologia e Universo Quântico Multidimensões A Sinfonia Cósmica A Nova Ciência da Mente Que Campos Criamos e Sintonizamos O Universo é Elegante? Ideias Quânticas e Distúrbios Psicoespirituais Dúvidas e Possibilidades Exercícios Quânticos PUC (p 1-160-A).pmd 139 21/1/2009, 07:58 PUC (p 1-160-A).pmd 140 21/1/2009, 07:58 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual O Humano e o Divino A grande dialética vigente na consciência humana é A grande dialética vigente na consciência humana é Deus e o Humano. Constituem o par de opostos, de fato, Deus e o Humano. Constituem o par de opostos de fato provocador de todo conflito, em face da forma como provocador de todo conflito, em face da forma como entendemos a relação entre eles. O Divino fez o humano, entendemos a relação entre eles. O Divino fez o humano, que concebe o Divino como lhe é possível. Nada garante que concebe o Divino como lhe é possível. Nada garante ao humano que assim seja. ao humano que assim seja.
PUC (p 1-160-A).pmd 141 21/1/2009, 07:58 PUC (p 1-160-A).pmd 142 21/1/2009, 07:58 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual Espiritismo, Psicologia e Universo Quântico Sempre achei que a linguagem da Física era muito abstrata para retratar a realidade percebida pela mente humana. Minha formação em Engenharia me mostrava que as fórmulas e formulações eram por demais restritas e lineares para descrever o que é captado de forma instantânea pela mente humana. As formulações matemáticas eram simples reduções (exigências do eu da Consciência) para poder caber na dimensão lógica da psiquê. Mesmo assim, percebo que a Matemática, em certas expressões, chega antes daquilo que a mente gostaria de alcançar. Quando me dediquei ao estudo da Filosofia, fiquei encantado com a amplitude das possibilidades de compreensão da realidade, mesmo considerando as limitações do pensar, impostas pelas percepções rudimentares da Consciência. Mesmo assim, achava que tanto a Física quanto a Filosofia estavam descrevendo apenas o mundo dos sentidos e de forma parcial. Quando me debrucei sobre a Psicologia, foi que compreendi melhor as incertezas em que me encontrava. Vi que o Inconsciente, como estrutura psíquica, desempenha fundamental importância na percepção da realidade. Porém, avaliei que a própria Psicologia, que deveria ser a ciência da alma, era caolha para enxergar o Espírito. Foi, de fato, ao conhecer os
PUC (p 1-160-A).pmd 143 21/1/2009, 07:58 adenáuer novaes princípios do Espiritismo que tive uma percepção de totalidade. Antes de iniciar minha primeira graduação, conheci os paradigmas espíritas, contribuindo para a ampliação das possibilidades de percepção do mundo, extrapolando os limites da Consciência, ainda excessivamente vinculada aos paradigmas cartesianos, mecanicistas e materialistas da maioria das pessoas de minha época de estudos universitários. Porém, foi a união desses saberes que me permitiu ir além de mim mesmo, do que pensava ser o que era, voando alto na busca pelo incognoscível. Com as ideias quânticas, vi a maioria de minhas construções filosóficas ruir, permanecendo uma maior inquietação sobre o que de fato é a realidade e qual a finalidade da vida humana. Como já vimos antes, desde o começo do Século XX, com os estudos e pesquisas de Max Planck, o Universo conhecido pelo ser humano deixou de ser o mesmo. As descobertas sobre a radiação e sobre os processos microscópicos revolucionaram, desde então, a Física, a Ciência e o pensar humano.
Max Planck, Albert Einstein, Ernest Rutherford, Niels Bohr, Arthur Compton, Louis de Broglie, Paul Dirac, Wolfgang Pauli, Werner Heisenberg, Erwin Schrödinger, Max Born e outros contribuíram muito, com suas descobertas e ideias, para que melhor entendêssemos o Universo e o que chamamos de realidade. Os estudos e as descobertas desses cientistas levaram a discussão a respeito da causalidade e das influências da Consciência à observação dos fenômenos da realidade. Na mesma época em que surgiram os fundamentos da Física Quântica, a Psicologia apresenta, pelos estudos de Sigmund Freud e as contribuições de Carl Gustav Jung, o Inconsciente Coletivo, com seus Arquétipos, resultante do repertório das experiências comuns da humanidade. A descoberta do Inconsciente pela Psicologia amplia a percepção humana a respeito da motivação e de como funciona a mente humana.
PUC (p 1-160-A).pmd 144 21/1/2009, 07:58 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual Antes mesmo da Física iniciar seus estudos e da Psicologia surgir como ciência, o Espiritismo já tinha apresentado suas teses a respeito da mente, da imortalidade do Espírito, da existência da dimensão espiritual e de sua intervenção na realidade material. O Espiritismo se ocupa da existência, imortalidade e individualidade do Espírito e de suas relações com o mundo material. Estudar a Física Quântica, a Psicologia e o Espiritismo significa entrar em contato com os conhecimentos transcendentais mais atuais da humanidade, portanto, colocar-se na vanguarda do saber e dos princípios que favorecem uma melhor compreensão do sentido e do significado da vida. Qual a relação entre essas três áreas do conhecimento? Tanto o Espiritismo quanto a Psicologia tratam de fenômenos cuja origem é o Inconsciente, que deve ser visto como uma estrutura de conexão com o Universo Quântico. A Psicologia se fundamenta na existência das motivações que antecedem o comportamento humano, sejam elas inconscientes ou conscientes.
A Física Quântica tem, como um de seus fundamentos, a multiplicidade de dimensões e de possibilidades de compreensão da realidade; um outro é a não causalidade percebida no mundo microscópico. O Espiritismo tem como um de seus fundamentos a existência dos espíritos, a vida após a morte e todas as consequências dela advindas. A unidade dessas áreas do saber humano está no próprio Espírito, senhor de toda a compreensão possível e protagonista dos processos do Universo conhecido. A Psicologia Analítica se ocupa principalmente do estudo do Inconsciente, sem desprezar a Consciência, muito embora Jung tenha dado ênfase ao estudo do primeiro. No Inconsciente postulado por Jung, encontramos os arquétipos, que são estruturas dominantes do comportamento humano, forjados ao longo da evolução. Seus estudos compreendem assuntos que dizem respeito
PUC (p 1-160-A).pmd 145 21/1/2009, 07:58 adenáuer novaes à dinâmica psíquica, tais como: arquétipos, sincronicidade, sonhos, energia psíquica, tipos psicológicos, função transcendente, complexos etc.. Por sua vez, o Espiritismo trata da origem e natureza dos espíritos e de suas relações com o mundo material. Em seus princípios constam: a mediunidade, a reencarnação, a vida no mundo espiritual, a evolução do Espírito, a pluralidade dos mundos habitados, a moral cristã etc.. Com a importância que a Psicologia tem tido nas religiões, como conhecimento auxiliar na evolução do ser humano, o Espiritismo também tem se aproximado daquele saber. A Física Quântica, como vimos, se ocupa do estudo do microuniverso da matéria, estabelecendo princípios que, via de regra, contradizem os postulados rígidos da Física Clássica. São temas afeitos à Física Quântica: a Complementaridade, o Princípio da Incerteza, o Salto Quântico, as Supercordas, o Universo Probabilístico etc..
Com a introdução da subjetividade na análise dos fenômenos quânticos, nos quais se dá relevância ao papel do observador, a Nova Física Quântica tem se aproximado das ideias do Inconsciente, consequentemente, da Psicologia Analítica. Não há como negar a tendência arquetípica da interdisciplinaridade tal qual ocorre nos conteúdos do Inconsciente, que se misturam, paradoxalmente, sem oposição. Psicologia, Espiritismo e Física Quântica são conhecimentos que possuem uma zona de fronteira cada vez mais extensa. Retirando-se os preconceitos de parte a parte e agregando-se os saberes, têm muito a contribuir para desvendar os segredos do Universo. O Espiritismo, apropriando-se das ideias quânticas e lhes acrescentando o paradigma espiritual, a dimensão de continuidade do eu e da imortalidade do ser, proporciona imensas possibilidades de compreensão das coisas para um maior avanço da evolução do Espírito. O Espiritismo é uma doutrina pluralista que permeia várias
PUC (p 1-160-A).pmd 146 21/1/2009, 07:58 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual áreas do conhecimento humano. A perspectiva espiritual pode ser útil na compreensão de vários fenômenos da natureza, até mesmo daqueles que são tratados pela Física Quântica. A Psicologia, como estudo da mente humana, pode também contribuir para a compreensão do Universo Quântico. Basta que se permitam cair os dogmas e convenções enrijecidas pelo raciocínio causalista e mecanicista, infelizmente ainda presente nos três. Há limites para a Física Quântica, para a Psicologia e para o Espiritismo. Há um limite na Física, a partir do qual se torna literalmente física dos efeitos, pois a matéria não pode mais ser reduzida, apenas pressentida, portanto, psicologizada, transportando conteúdos inconscientes para o eu da Consciência, no formato de símbolos. Há um limite para a Psicologia, pois quando o observador se torna o objeto a ser observado, a relativização toma conta do olhar. Nada se pode afirmar sobre o que não possui um olhar externo sobre si mesmo.
Há um limite para o Espiritismo quando, à semelhança do cristianismo paulinista, despreza a natureza ctônica (ou ctónica, relativo à terra) humana. Essa natureza o identifica com as forças telúricas, que são inerentes ao humano e dele inalienáveis. Isso coloca o Espiritismo como um conhecimento com objetivos que excluem parcialmente o ser humano, prejudicando sua evolução, pelo purismo em que se apoia. Em matéria de saber, não deve haver limites. Tal limite também pode ser observado na insistência em se colocar alguns de seus fundamentos na discutível, porque mecanicista, “lei de causa e efeito”. A discrepância do comportamento observado no mundo microscópico em relação ao macroscópico se assemelha à existente entre o Inconsciente e a Consciência. Essa semelhança provoca a ideia de uma correlação entre as três áreas citadas. A Psicologia, até então lógica e pragmática, mesmo com sua inerente subjetividade, deverá considerar novas postulações de acordo com as
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.