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Capítulo 15 de 16
Parte 15 de 16
Psicologia e Universo Quântico · Adenauer Novaes
PUC (p 161-208-A).pmd 183 21/1/2009, 07:59 PUC (p 161-208-A).pmd 184 21/1/2009, 07:59 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual Dúvidas e Possibilidades Depois de me enriquecer com as ideias quânticas, muitas dúvidas surgiram em minha mente. Mais dúvidas que certezas. Creio que assim será com todos que se debruçarem para refletir sobre ideias tão diferentes do senso comum. Talvez o mais importante não seja encontrar as respostas, mas continuar tendo dúvidas mais profundas, à medida que se esclareçam as mais evidentes. Uma de minhas dúvidas diz respeito à descrição dos fenômenos físicos por equações matemáticas. Quais os limites da Matemática? Equações são compostas de sinais que representam operações psíquicas, criadas pela lógica humana. São compostas de entes de alto grau de abstração. Se essa lógica tem limites para compreender a realidade, então as equações provenientes de seus processos irão expressar parcialmente aquilo que se quer entender.
Nos limites das equações, isto é, quando elas não mais estiverem representando a realidade física, estarão, talvez, se referindo a processos psíquicos imponderáveis. A Matemática é uma linguagem abstrata e deve ser compreendida como um filtro de algo muito mais complexo. Uma outra, diz respeito à existência de velocidades supraluminais, isto é, acima da atingível pela luz. Há, ou não, limites para os fenômenos físicos, no que diz respeito a instantaneidade? Pode-se, ou não, conceber que dois eventos físicos distintos possam ocorrer simultaneamente,
PUC (p 161-208-A).pmd 185 21/1/2009, 07:59 adenáuer novaes e a eles estejam associados a mesma causa, sem que haja qualquer possibilidade de conexão física entre eles? Isto é, como explicar a Sincronicidade? Existiria um meio físico (éter) que comunica os eventos independentemente da distância? Tenho dúvidas se só existem quatro forças no Universo, pois, embora o fluxo do pensamento não seja considerado força, pode ser transformado em impulsos elétricos. Se pode ser transformado em energia/força, então, também é força. Qual sua origem e de que forma poderia ser medida? A qualidade do pensamento, isto é, seu conteúdo poderia ser revelado? Os impulsos elétricos cerebrais medidos por instrumentos sensíveis detectam o fluxo dos pensamentos ou apenas estímulos meramente químicos? A tão sonhada unificação de forças, caso possível, estabeleceria a decifração do enigma da vida. A unificação das forças seria como encontrar o ponto central da criação divina, reduzindo-a a uma única ideia. A unidade é, então, uma projeção da individualidade na psiquê humana ou, de fato, há algo que deu origem a tudo?
Essa dialética é a mesma que existe entre onda e partícula. A Física Quântica estabelece a existência, ao menos A Física Quântica estabelece a existência, ao menos matematicamente, de onze dimensões, entre elas, a matematicamente, de 11 dimensões, entre elas, a espiriespiritual. A dimensão espiritual é única, ou são muitas, tual. A dimensão espiritual é única, ou são muitas, de de acordo com o nível de evolução dos espíritos desencaracordo com o nível de evolução dos espíritos desencarnados? As dimensões calculadas são de diferentes frequênnados? As dimensões calculadas são de diferentes frequências vibratórias, como se sugere no Espiritismo, ou são cias vibratórias, como se sugere no Espiritismo, ou são dimensões que independem de níveis de evolução espiridimensões que independem de níveis de evolução espiritual? Há, de fato, Universos paralelos, nos quais funcionam tual? Há, de fato, Universos paralelos, nos quais funcionam outras leis desconhecidas para nós? outras leis desconhecidas para nós? Poderia a Física levar a ciência a Deus?
A complexidade percebida na Natureza, principalmente no mundo subatômico, deve levar a Física a afirmar a existência de uma inteligência superior que planejou tudo? Se não o fez até agora, ao descobrir a imensidão das galáxias no Universo, por que o faria ao descrever o mundo subatômico?
PUC (p 161-208-A).pmd 186 21/1/2009, 07:59 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual Essa dificuldade parece não ser da Ciência, mas do conceito que se tem de Deus. Será que enrijecemos o conceito, dificultando ou mesmo impedindo a confirmação da sua existência? Por que a partícula-onda não alcança o núcleo atômico, isto é, por que o átomo não implode? A quantidade mínima de energia (quantum) para que uma partícula não venha a implodir é um conceito a priori, pois a partícula não se choca com o núcleo. O que a impede? Por que os elementos na Natureza não se “tocam”? O choque das coisas, como dos elementos subatômicos, não se dá na intimidade da matéria. Antes que se toquem na superfície, se repelem instantaneamente. Nada toca em coisa alguma. Qual a causa das coisas não se tocarem? E a Supersimetria, que compara elementos atômicos diferentes e estabelece identidade entre eles, de fato é possível? É possível, por exemplo, um par ser igual a um trio? Então, dois é igual a três?
Por que a lógica cartesiana, mecanicista, estaria sendo utilizada para justificar o desconhecido? Por que a Física não avança para a dimensão espiritual, única alternativa para justificar a complexidade do mundo subatômico? A Teoria da Relatividade Geral, com o compromisso da ideia da existência de Deus como autor de um universo mecânico, em oposição à Teoria Quântica, de um universo aleatório, formam um par de opostos da ciência do mundo microscópico. A primeira exclui o poder humano, a segunda o considera como observador participante e atuante do Universo. Isto é dirigido por Deus, ou tudo isso é uma espécie de “ sonho” de Deus? Devemos abandonar a ideia de um Deus fora do Universo, tanto quanto dentro dele para admitir que somos parte Dele? O que é exterior ao Universo? Outro (s) Universo (s)? E além deles? Se eles coexistem e, sob certas circunstâncias, se comunicam, o que o provoca? Para que tudo isso? Se é para a glória de Deus, como assevera as tudo isso? Se é para a glória de Deus, como asseveram as
PUC (p 161-208-A).pmd 187 21/1/2009, 07:59 adenáuer novaes religiões, qual o objetivo dele? Se o Universo obedece aos desejos íntimos do observador, então a divindade brinca de delegar poderes inexistentes? As religiões pregam valores necessários à sociedade, até mesmo exagerando na dose. Por causa desses valores, o ser humano se vê na contingência de criar um campo de possibilidades focadas para um ou mais objetivos considerados nobres e superiores ao senso comum. Mas, por que a renúncia ao que lhe foi dado pela própria evolução e que jaz em seu Inconsciente, impulsionando-o para que se realize? Por que negar a vitalidade telúrica que o move? Ela também não o insere numa dimensão? Pensamos que o Ocidente é mais evoluído do que o Oriente. Achamos que o europeu, o americano do norte ou os habitantes dos países capitalistas estão mais próximos da felicidade do que os demais habitantes do mundo. Isso se deve a um mecanismo de defesa que nos coloca na modernidade, esquecidos de que os mais antigos são os mais sábios.
O parâmetro que utilizamos está mais próximo da tecnologia e de ideias colonizadoras do que daquilo que realmente significa ser uma pessoa evoluída. A divisão que estabelecemos entre o Ocidente e o Oriente não seria meramente cultural? Será que os indivíduos de um lado acessam determinadas dimensões, diferentemente dos que habitam o outro lado? Deveria haver um plano global para a Terra em face da consciência das ideias quânticas. Tal plano deveria contemplar alimentação, educação, saúde, energia, transporte, informática, infraestrutura (produção) e trabalho. Os países, unidos por necessidades comuns, se reorganizariam multilateralmente para assumir determinadas responsabilidades nesses campos. De acordo com as expertises, com as condições locais de logística, com o expertises, tempo necessário, o plano se iniciaria. O que dificulta o encontro das consciências no mundo, para execução de um plano que seria útil a todos? A Terra é um planeta
PUC (p 161-208-A).pmd 188 21/1/2009, 07:59 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual cujos vizinhos não têm vida humana. Estamos isolados no Sistema Solar, numa atmosfera própria, vivendo obrigatoriamente uns com os outros. Por que não nos unirmos em torno de um ideal comum a fim de acessarmos novas dimensões, depois de estarmos libertos de conflitos de sobrevivência? Penetrar em novas dimensões requer uma mente mais apta, que gaste menos energia no trabalho para sobreviver. Numa sociedade em equilíbrio, por exemplo, as empresas de alimentação, organizações globalizadas, encontrarão um ponto de equilíbrio tal que seus produtos serão barateados, acessíveis a todos os habitantes do planeta. Em paralelo, serão desenvolvidos novos formatos de trabalho a fim de que a ociosidade não se torne a alternativa mais adequada para se viver. Talvez ainda sejamos muito egoístas e alienados em relação à própria natureza, para agir com interesses coletivos. Ainda desconhecemos muita coisa para não temer o outro. Não somos tão autoconscientes e suficientemente seguros para tal.
De que precisa mais o ser humano para enxergar a necessidade de entender que o planeta Terra é uma pequena casa, cujos habitantes fazem parte de uma única família? Certamente que não virá um salvador, um novo profeta ou um gênio da ciência para realizar tal façanha. Creio ser uma tarefa coletiva a se realizar no cotidiano e nas mínimas ações.
PUC (p 161-208-A).pmd 189 21/1/2009, 07:59 PUC (p 161-208-A).pmd 190 21/1/2009, 07:59 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual Exercícios Quânticos A seguir, faço uma espécie de sugestão ao leitor para que se permita entrar na dimensão quântica da imaginação, através de exercícios simples. São momentos de meditação e reflexão para que a mente se esvazie e acolha as intuições que brotam de outras dimensões, como numa nascente que trás água límpida à superfície. Preferencialmente devem ser feitas à meia luz, em silêncio, sem preocupação de tempo ou de incômodos inesperados. Esses exercícios devem ser feitos quando se estiver sem sono, deitado, depois de um breve relaxamento e após fazer exercícios respiratórios, buscando respirar suave e profundamente. 1. Antes de dormir, pratique a fantasia de tentar acessar uma dimensão quântica. Experimente pensar que está conversando com um ser de outra dimensão. Não importa que seja pura imaginação, um espírito desencarnado ou mesmo um ser extraterrestre ou algo parecido.
Independentemente de seu próprio gênero, pense numa figura do gênero masculino ou de gênero indefinido. Na conversa, ele lhe convida para conhecer o lugar onde vive e como vive. Ele diz que o levará a conhecer algo novo, diferente e favorável a sua evolução. Deixe, nesse instante, sua imaginação viajar. Não planeje, não elabore nem critique. Permita-se conduzir pela imaginação e pela
PUC (p 161-208-A).pmd 191 21/1/2009, 07:59 adenáuer novaes fantasia que é espontaneamente gerada. Após alguns minutos, que não deve exceder a meia hora, levante-se e anote o que percebeu. 2. Imagine que você tem a faculdade de manipular a matéria ao seu bel prazer, podendo fazer tudo com ela. Imagine também que você pode criar regras para qualquer sistema. Pense que você tem à disposição uma massa disforme que será moldada pelo seu pensamento. Essa massa se parece com uma nuvem, porém mais consistente. Sua quantidade é inesgotável. Com essa matéria a sua disposição e com o poder de criar leis, imagine um planeta que tenha sido construído por você. Pense como seria o início dele, seus habitantes, seus costumes, suas cidades e sua evolução. Imagine também como você seria percebido naquele planeta, ou como apareceria aos seus habitantes. 3. Imagine que você está nascendo, mas tendo a consciência madura de hoje, avaliando tudo que se passa ao seu redor. Pense que as pessoas o veem como um bebê. Você poderá refazer seu caminho. Não poderá mudar a forma como as pessoas agiam com você.
Apenas poderá fazer diferente e decidir sobre novas escolhas que só dependem de você. Você também não deverá pensar em mudanças impossíveis. Não se esqueça de que, para as pessoas, você é um bebê, pois não sabem que seu raciocínio é adulto e maduro. Que mudanças você faria na infância? Na adolescência? Faça um novo plano de vida a partir dessa fase. Pense sobre muitas escolhas que você faria caso pudesse voltar. Faça esse exercício mais de uma vez, pois o tempo dele deve ser curto para muitas possibilidades de mudanças que você tem a pensar. Inclua mudanças que podem ser feitas agora. 4. Imagine que você está num campo bem amplo, andando entre flores de várias cores. Um suave perfume
PUC (p 161-208-A).pmd 192 21/1/2009, 07:59 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual como uma leve brisa alcança seu olfato. As flores se perdem no horizonte e têm a altura de sua cintura. Sentindo leveza e harmonia, você para no meio delas e fecha os olhos. De repente, você ouve vozes falando sobre você, como se lhe conhecessem. São as flores que dizem pensar como você e que ali estão para o ajudar. Querem que você lhes conte seu maior problema. Querem que você pense intensamente sobre ele, pois vão ajudá-lo a resolvêlo. Nesse momento, você pensa intensamente sobre seu maior conflito. Depois disso, tente ouvir o que dizem as flores. 5. Imagine que você está acordando. Você se recorda que foi dormir em seu quarto, mas está despertando em um outro lugar. Nada lhe é familiar. Você está numa espécie de alojamento coletivo, porém sozinho. Sai à rua e percebe que ninguém o vê. Você é invisível, como se fosse um espírito. Pode entrar em todos os lugares sem ser percebido. Você consegue saber as intenções das pessoas antes de suas atitudes.
Você descobre que, quando quer, pode ser visto por outras pessoas de sua escolha. Você não conhece ninguém, nem o lugar se assemelha a qualquer cidade que você conhece. Você sente que não está na Terra, mas em outra dimensão. Experimente imaginar o que faria se não soubesse que retornaria ao seu habitat natural. 6. Imagine que você tem poderes especiais. Escolha um que o diferencia das pessoas comuns. Imagine um poder realmente especial. Imagine que você pode utilizar esse poder para obter vantagens. A escolha do tipo de vantagem que quer obter é sua. Escolha um poder que nunca perderia. Imagine que você permaneceria sempre com a idade que tem hoje, isto é, não mais envelheceria nem morreria fisicamente, independentemente do poder escolhido. O que faria com ele?
PUC (p 161-208-A).pmd 193 21/1/2009, 07:59 adenáuer novaes 7. Pense numa próxima existência que você gostaria de iniciar. Comece pelos pais que gostaria de ter, idade no dia de seu nascimento, condição social, características de personalidades, valores, profissão etc.. Pense nos demais aspectos do grupo familiar em que renasceria. Depois, pense onde gostaria de nascer, como seria seu corpo, que tipo de educação gostaria de ter, quais seriam suas maiores alegrias. Ao fazer esse exercício, manifestou-me o desejo de que, na próxima encarnação, meus pais: me orientassem a respeito das questões espirituais, sobretudo sobre a vida após a morte; me ensinassem, desde cedo, a importância do amor e da amorosidade; me educassem para gostar de ler e estudar; me fizessem aprender um segundo idioma, preferencialmente o mais falado no mundo cultural e político; me mostrassem como respeitar toda e qualquer pessoa; me ensinassem a gostar de matemática; me mostrassem a importância da generosidade para com o próximo; me ajudassem a sentir Deus em mim mesmo e a percebê-lo em tudo; me encaminhassem para a religiosidade, sem necessariamente me inserir em nenhuma religião formal; me dessem a noção de limites e de liberdade como uma conquista oriunda da noção de responsabilidade; me mostrassem a importância da contribuição individual para o desenvolvimento da sociedade; me levassem a viver a vida em plenitude, buscando a máxima realização pessoal e coletiva, minha e a deles também.
PUC (p 161-208-A).pmd 194 21/1/2009, 07:59 Psicologia e Universo Quântico – Um olhar sob o paradigma espiritual Glossário25 Anima. O aspecto feminino interior do homem. Representa o somatório das experiências do homem com mulheres (mãe, irmã, amiga, esposa, amante etc.). É a imagem feminina “perseguida” pelo homem. Sua projeção inicial estabelece-se primeiramente na mãe e, depois, em outras mulheres. É uma espécie de imago materna que acompanha e influencia o homem por toda sua vida. O homem tende a, inconscientemente, comparar toda anima. mulher, que se apresente a ele, com sua ânima. Jung anima/animus considerava importante o confronto com a ânima/ânimus para o desenvolvimento do ser humano. Animus. O aspecto masculino interior de toda mulher. Representa o somatório das experiências da mulher com homens (pai, irmão, esposo, amigo, amante etc.). É a imagem masculina “perseguida” pela mulher. Jung dizia que “Como a anima corresponde ao Eros
materno, o animus corresponde ao Logos paterno.” “O animus é uma espécie de sedimento de todas as experiências ancestrais da mulher em relação ao homem, e mais ainda, é um ser criativo e engendrador, não na forma da
Adaptado do livro Mito pessoal e destino humano, do autor.
JUNG, C. G. Obras completas. Petrópolis: Vozes, 1982. v. IX/2, par. 29, p. 12.
PUC (p 161-208-A).pmd 195 21/1/2009, 07:59 adenáuer novaes 27 anima, criação masculina.” Da mesma forma que com a ânima, animus é desejável a integração parcial do ânimus a fim de auxiliar o indivíduo a lidar com a complexidade das relações interpessoais, assim como consigo mesmo. Arquétipo. Estruturas virtuais, primordiais da psiquê, responsáveis por padrões e tendências de comportamentos comuns. São anteriores à vida consciente. Não são passíveis de materialização, mas de representação simbólica. Para Jung, são hereditários e representam o aspecto psíquico do cérebro. São universais, comuns a todos os seres humanos e ordenam imagens reconhecíveis pelos efeitos que produzem. Pode-se percebê-los pelos complexos que todos têm, pelas imagens arquetípicas que geram, assim como pelas tendências culturais coletivas. Complexo. Conteúdos psíquicos carregados de afetividade, agrupados pelo tom emocional comum. São “temas emocionais reprimidos capazes de provocar distúrbios psicológicos permanentes”, e que “reagem mais rapidamente aos estímulos externos”. “São manifestações vitais da psique, feixes de forças contendo potencialidades evolutivas que, todavia, ainda não alcançaram o limiar da consciência e, irrealizadas, exercem pressão para vir à
tona.” São unidades vivas dentro da psiquê inconsciente e que gozam de relativa autonomia. Eles se formam no inconsciente, de forma involuntária e a partir das várias experiências da vida. Por vezes se é dirigido pelos complexos. Eles não são elementos patológicos, salvo quando atraem para si excessiva quantidade de energia psíquica, manifestando-se como conflito perturbador da personali-
JUNG, C. G. Obras completas. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1981. v. VII, par. 336, p. 198.
SILVEIRA, Nise. Jung vida e obra. 14. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1994. p. 37
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.