Voltar ao livro O Mensageiro de Kassapa

Capítulo 9 de 14

Osvaldo Polidoro — parte 9 de 14

O Mensageiro de Kassapa · Osvaldo Polidoro

O Mensageiro de Kassapa Mandamentos, mas sim ao Poder Vigente a que fazem eles referência. Em virtude desse Poder Vigente, fui submetido, no dia seguinte, ao crivo da revisão histórica. A simplicidade com que se caracterizou o ato, bem demonstra o que vai pela Criação — pura subordinação ao Supremo Determinismo! Quando este determina, agindo com força de Lei, tudo se passa, a consecução é completa e de todo pronta. Por isso mesmo, fui remetido a um instituto. Ali, um sereníssimo irmão colou-me a mão direita à cabeça, fez ver e rever um mundo de fatos, obrigando-me a sentir profundos reflexos emotivos. Atravessei a história de meus últimos milênios; chorei, ri, tive sobressaltos a valer; ao cabo de toda aquela imensa recapitulação, estava suado, aflito, enfraquecido em extremo. Tive grandes vidas, conquistando lauréis nos domínios da Arte, da Ciência, da Política; nunca fora um bom religioso, no sentido correto do termo, pois sempre estivera com os extremos da ação, ora sendo por demais idólatra, ora me entregando francamente ao fanatismo místico. Conhecer verdades básicas de prol, isso nunca havia conseguido; vivia beirando a crença perfeita, mas sempre caminhando pelos aranzéis do conchavismo humano, dos comércios e das interpretações duvidosas.

Osvaldo Polidoro De par com algumas vantagens, somava agravos de boa monta. Entretanto, era bem armazenado em matéria de experiências. Vivera intensamente a vida, fizera tratos a valer com os solavancos da sorte. Depois de sopesar a condição e a situação do presente, dei-me por feliz. Tinha feito aquilo, restava realizar o que quer que fosse. Não estava agravado, embora tivesse falhado na última tentativa; falhara em parte, pois sempre dera preferência ao culto do espírito. Estavam solvidas certas contas, pelo que havia passado, restando escolher bem e realizar a contento o que teria por fazer. Fator preponderante é a vontade. Apesar de ter grandes amigos, fizera sempre o possível de manter alta a liberdade de ação, o direito de alvedrio. Por isso consegui atenuantes e agravos, belas e tristes feituras. Uma prova disso foi o que arranjei na última vida, repelindo as dádivas do mundo espiritual, por julgá-las maléficas, sem atender ao dever de melhor análise, de mais acurada atenção. Estava com o budismo, integrado em sua feição geral, não queria saber de mais nada. Ele faria tudo quanto a crença poderia fazer, sem espíritos, melhores ou piores. Repeli intensamente, radicalmente; feita a minha vontade, totalmente minha devia ser a responsabilidade. E quanta gente faz assim? Onde está

O Mensageiro de Kassapa aquele que cultive a ciência do espírito, francamente, livremente, sem prevenções? Não é certo que a religião dos outros é diabólica, pouco ou muito? E quantos não cometem diabolismos tremendos, por que humanos, a bem da melhor intenção religiosa? Já disse alguém, com sobras de razão, que a superstição é o diabo por excelência. Quem acredita na sua forma de crer, pensando que acredita em Deus, ou que é assim que se cultiva a Verdade, não é bastante diabólico? A crença humana tem o direito de fazer misérias em nome da fé? Não tem, é claro, mas a história dos credos está inçada de tremendas chacinas e de incomensuráveis atos de calúnia. É que a criatura humana, por suas fraquezas, para acreditar em Deus até se faz o pior dos animais, pois é o único que, por razão, transgride a Lei. As guerras religiosas, as diferentes inquisições, as perseguições ostensivas e ocultas, tudo isso é produto de acúmulos supersticiosos; é por amar a Deus pelo prisma estulto da concepção humana menos evoluída, menos decente. Revendo minha história, refleti profundamente, analisei atividades ao longo da jornada multimilenar. Encontrei-me nos mais variantes serviços, arcando com as mais rigorosas responsabilidades. Se ativando labutas artísticas, científicas, políticas, etc., não me reconheci arcado sob o peso de sérias

Osvaldo Polidoro lesões de ordem moral, outro tanto não se deu a respeito de minhas parcas atividades de acento religioso. Duas vidas, pelo menos, gastei-as alinhavando concepções e atitudes; tudo fazia para manter a vida, o mínimo que fosse de recursos materiais, julgando estar fazendo um bom serviço espiritual, supondo alcançar a união com Brama. Ficava bem quando me acreditava mais do que os outros, quando supunha ser mais perante Brama. Vivia, no entanto, apenas para as aparências; no fundo não havia alicerce suficiente. Consultando Calil, certo dia, pois suas visitas eram muito raras, disse-me o grande amigo com bastante pesar: — Não há dúvida que a humanidade, mal guiada pelas religiões interesseiras, procura a Verdade pelas veredas da mentira; mas, também, não é menos certo que a superstição, passando por religião, costuma fazer dos mais sérios indivíduos mero joguete de suas mediocridades e dos seus tremendos crimes. O caminho para Deus é simples, é servir decentemente em qualquer ramo de atividade normal; no entanto, lá vem a superstição, e com ela o fanatismo, e com este o desequilíbrio, fazendo claudicar o caráter do indivíduo, transformando- -o num vilão, num bruto, num assassino. Há que considerar, ainda, os prejuízos que avultam para

O Mensageiro de Kassapa aquém da morte, que atravessam o túmulo. Quando se pensa na Terra, que a morte acerta todas as contas, muito nos enganamos; ela entrega o indivíduo às suas próprias condições criadas, forçando- -o a resolver o problema. E como a compreensão não é fácil, porque saltos não podem ser levados a cabo, eis que uma falange de crentes errados se levanta, neste lado, para reforçar o erro dos que ficaram no plano da carne, do corpo mais denso, apenas. Todo e qualquer esforço dos encarnados obriga, indeclinavelmente, a formação de uma duplicata neste lado. E tanto quanto mais uma ideia cresça, boa ou ruim, tanto mais força o aumento deste lado. Porque sempre haverá, no plano astral, quem fique relacionado com o plano carnal, preso pelos grilhões de variada ordem. A mente funciona a bem das tendências, e esta se encarrega de, pelos liames magnéticos, fazer o restante. Depois, para ficar mais de acordo com a Ciência, pronuncia-se a expressão — “peso específico”. E é a mais vibrante realidade, porque é apenas um caso de ligação específico-mental. No entanto, graças ao Céu, que sempre age através da Lei, rever o passado resumiu-se em crescer bastante, aumentar em poderes e recursos. Foi como tomar um banho de autoridade, porque readquiri aquelas vantagens que estiveram latentes durante a punição merecida. No dia em que

Osvaldo Polidoro Gabriel foi transferido, também o fui, indo residir em esfera mais alta e sendo encarregado de serviços também mais a par de minhas possibilidades, tudo com vista ao futuro, tudo a fim de servir, na hora aprazada pelos superiores, a bem do Espiritismo em terras indianas. * * * Mudar de esfera correspondeu a curtir saudades, pois lá ficaram velhos amigos e antigos companheiros de convento e serviços. Também forçou a novas amizades, a novos compromissos de ordem afetiva, como era de esperar. Dentre os novos, como sempre soe acontecer, pelo menos um se destaca; parece imposição determinística; mas é o que acontece. Um é mais achegado, é mais igual, é menos formal em suas maneiras de ser e de se portar. Sidanval parecia um irmão, tal a identidade de gostos e tendências, tal a natureza de seu tom familiar. Gabriel, que servia noutro instituto, mas também articulado com o anterior, de quando em quando fazia questão de uma saída a três, para visitas aos mais estranhos ambientes e meios, a fim

O Mensageiro de Kassapa de observar e aprender, como também para mudar um pouco a rotina. Tendo ganhado em liberdades, com a subida de posto e transferência, quase toda a folga era aproveitada em passeios cujo objetivo era acumular experiências e fazer novas amizades. Assim sendo, não apenas por obrigação, mas também a título de passeio, muitas verdades a mais viemos a conhecer. Por volta de mil e novecentos e dez, da Era Cristã, fizemos a primeira visita ao Brasil, com o fim de presenciar, acima de tudo, alguns elementos em trabalho ativo. Na França e nos Estados Unidos, bem pouco havia que merecesse atenção e fosse digno de observação. No Brasil, entretanto, alguns vultos se desdobravam e lançavam os marcos de uma grande obra, além de podermos ver, mergulhados na carne, alguns dos mais avançados servidores do Cristo, em preparativos para um novo lance. O plano, como nos disseram, era vasto em todos os sentidos, estando milhares de criaturas preparadas, a fim de tomar encarnação na hora aprazada e consoante fosse deixando a liça os mais antigos trabalhadores. — Isso tudo, — disse-me um dos mentores espirituais, — visa aquilo que brevemente se dará, pois a determinação de Jesus é que o novo impulso parta deste país. Como sabe, todo surto carece de

Osvaldo Polidoro uma base, de um centro receptor, de onde possa desferir seus golpes contra a corrupção e o atraso. Não é possível transformar a Terra inteira num formidando centro receptivo; por isso mesmo, faz- -se a montagem de uma organização, de um agrupamento, a fim de estender os serviços e multiplicar as organizações e os agrupamentos. É a espiral evolutiva, é a regra comum. — Temos ouvido excelentes doutrinadores, que pregam com veemência a renovação cíclico- -histórica. Alguns chegam a precisar o tempo de duração e os efeitos a serem atingidos. Segundo o que dizem, parece que tudo vai ser tremendamente abalado. O grande mentor, que guiava e guia o movimento da Casa em visita, atendeu: — Sim, é absolutamente exato. A Terra será abalada em todos os sentidos, para assim figurar a humanidade e seus cometimentos. Convulsões de toda a ordem varrerão a paisagem humana, fazendo crepitar as mentes e comovendo os corações. É que está a fanar-se uma hora cíclica. E como se hão de levantar no mundo as mais estranhas e absurdas concepções, em virtude dos tremendos choques, faz-se mister avançar e estabelecer os núcleos de verdadeira fé, a fim de contrabalançar os efeitos

O Mensageiro de Kassapa dissolventes daquelas concepções. Tudo está sendo divinamente orientado, embora tenha-se que admitir as falhas decorrentes do arbítrio humano, que tendem a dispersar valores e a criar casos desagradáveis. Podemos afiançar, entretanto, que os frutos serão múltiplos, devendo ser espalhados por toda a Terra. De mais alto vem a determinação e ninguém poderá nos deter a marcha triunfal. Não era preciso que ele dissesse de onde vinha a ordem de agir; bem se aquilatava o fato, pela presença na Terra de criaturas altamente evoluídas, verdadeiros servidores do Cristo, que por sua vez estavam rodeados de outros tantos milhares de servos do bem. Elementos de todas as matizes hierárquicas estavam trabalhando, e o programa, segundo relatos que nos foram feitos, dizia respeito a milhões de seres que estavam prontos a entrar na luta, assim que fosse necessário. Nesta hora, em vista do que foi feito, e do que se está fazendo, podemos dizer que nada falhou. Considerando que a estimativa é sempre feita sobre o mínimo, devemos afirmar que em muito se ultrapassou o limite pré-visado. Jesus forneceu elementos, na razão direta em que as convulsões precipitavam manifestações contrárias ao equilíbrio necessário; seus agentes astrais desdobraram-se em trabalhos e atenções incalculáveis; e o material

Osvaldo Polidoro humano, apesar dos pesares, atendeu ao chamado celestial. A Terra, queiram ou não pensadores contrários, nunca presenciou semelhante fato, nunca viu tanta prodigalidade, jamais teria concebido tamanha obra em tão curto lapso de tempo. Parece-nos, ou pelo menos podemos assim julgar, que as dificuldades encontradas em outros tempos, pelos movimentos renovadores, ou pelos seus arautos, converteu-se no Brasil em facilidade. A pujança da terra facilitou ao seu elemento demográfico a melhor aceitação do ideal restaurador. E se quisermos atribuir algum desfavorecimento ao elevado grau de analfabetismo reinante, por isso cairemos em erro, pois a França, berço da Codificação, e colmeia humana muito mais intelectualizada, como encarou a significativa obra? Que repercussão encontrou na França, e na Europa em geral, a obra cuja essência é integralmente cristã e cujo fito é suspender nas criaturas o nível espiritual, apesar de ser a França o país intelectualmente mais avançado e a Europa o continente mais evoluído, até então? Vamos dizer que a pujança da terra auxiliou o surto restaurador; mas lembremos a feliz ingerência das falanges do Cristo, da Sua determinação, o que poderia ter acontecido com relação à França, não estivessem nos orçamentos cármicos, pesando como fatores contrários, alguns débitos que se antepuseram, algumas faltas coletivas. Por

O Mensageiro de Kassapa vários motivos tinha de ser uma terra nova, ou renovada por força de cataclismo telúrico, o centro irradiador das influências restauradoras. Neste meado de século, quando a Codificação ainda não completou cem anos de feitura, o Brasil sozinho faz mais do que todos os continentes juntos, repetirem-se aquelas práticas que se acham contidas no capítulo dois do Livro dos Atos e na Primeira Carta de Paulo aos Coríntios, capítulo quatorze. Podem dizer alguns confrades, aliás muito bem intencionados em sua feição doutrinária, que não se faz no Brasil questão mais cerrada em torno do Espiritismo científico; mas nós afiançamos que se faz bastante em torno daquela tese tão subidamente cristã, que por ser assim mereceu toda aquela atenção que lhe deu Paulo no capítulo treze da mesma supracitada Carta. De toda e qualquer forma, encarando friamente a obra levada a cabo em tão pouco tempo, não há mente sincera que não reconheça a importância da máquina que se acha montada, a fim de que sejam espargidos pelo mundo os frutos da celeste semeadura ou ressemeadura. Fica bem esclarecido, pois, que a função do Espiritismo é restabelecer aquelas práticas citadas nos documentos acima menciona-

Osvaldo Polidoro dos, para que o Cristianismo cultivado pelos homens venha a ser aquele deixado pelo Cristo, sem cleros interesseiros, sem formalismos, sem fantasias supersticiosas. Que a Lei Intrínseca seja vivida no trato social; e que a Revelação seja cultivada naqueles moldes, a fim de que a humanidade possa crescer, aumentar- -se no conhecimento das verdades básicas, verdades que, somadas, constituem a Verdade. É bem sabido que os rasteirismos sectários tudo farão para impedir os avanços da obra restauradora e consoladora; mas ninguém pretenda que o Cristo deixará de ser o vitorioso! Basta, portanto, aos verdadeiros servos, que sigam a trilha por Ele palmilhada. Surgirão dificuldades e trabalhos, trabalhos e dificuldades; mas, assim mesmo como colheu Ele os benditos resultados, assim os hão de colher aqueles que se fizeram dignos imitadores. * * * A regra infalível é conhecer, trabalhar, confiar e esperar na Suprema Justiça; porque os resultados se apresentarão, indeclinavelmente, numa hora em que os homens qualificam dubiamente

O Mensageiro de Kassapa de “mais cedo ou mais tarde”, mas que ao crivo celestial, na ampulheta do tempo, é apenas a hora jurídica exata. Nos mais altos planos da Vida, há muita consciência das mais ínfimas e das mais enormes verdades; os chamados Grandes Oficiais possuem desenvolvidos, parece que ao infinito, aqueles dotes que os tornam semideuses de fato. Não carecem de remontar dos efeitos às causas, porque a capacidade de sondagem lhes permite conhecer nas causas aqueles efeitos que se hão de evidenciar. Quando muito, em virtude do relativo direito de livre-arbítrio e com plena consciência desse moto básico, sopesam e consideram uma certa dose de tempo- -flexão; é assim que, ao se tratar de um indivíduo, ou de um povo, ou de toda a humanidade, apenas permitem a possibilidade de avançar ou retardar um pouco a eclosão fenomênica. Foi assim que, convidado por Sidanval, fizemos experiências psicométricas, verificando a história através das imagens recalcadas e devolvidas. Fomos procurar os mais antigos rincões da Terra, fomos sondar as teorias e os seus fundadores, fomos analisar na raiz os elementos fundamentais de todas as doutrinas que mereceram forte marcação na história. Sempre vimos a Verdade na base de todo e qualquer movimento, fosse inicial ou renovador,

Osvaldo Polidoro tivesse caráter de originalidade ou se apresentasse como restaurador, apenas. A Índia nos mostrou os seus Grandes Budas; foi uma verdadeira coluna a se estender pela noite dos milênios, coluna que arrastava após de si gerações sem conta, ondas fantásticas de seres. Havia gente na Terra e nos ares, tudo numa promiscuidade formidável, cultivando o grande ideal unificador. Surgiram as corrupções, as explorações, os cleros interesseiros e manhas dominadoras. Com isso novos Emissários voltaram ao plantel carnal, recuperaram as gentes para o ideal sagrado. A seguir, novas quedas, novas corrupções no curso dos séculos, para que de novo outras restaurações fossem necessárias. A Índia encantou a Terra com seus grandes místicos, com suas encantadoras teorias, lavrando nos seus monumentos telúricos a semeadura das vibrantes influências mentais-magnéticas. Suas terras, seus rios e suas montanhas valem por vertentes de emanações sublimes. E dos planos erráticos volvem, perenemente, legiões de seres saudosos, que ao contato daquelas vinculações rememoram tempos idos e revivem personagens que a grandeza do ideal não deixa que se fanem. O Tibé nos revelou a sua fila intérmina de grandes experimentadores; vimos as práticas mais

O Mensageiro de Kassapa excêntricas, os cultos mais esquisitos, tudo com o fito de trançar contato com o plano astral. Ouvimos as vozes, nem sempre fiéis à Verdade, daqueles que se revelavam, dizendo-se aquilo que de fato nem sempre eram... Verdades maiores e menores jorraram daqueles cultos, daqueles forçamentos, daquelas incursões nos domínios astrais. Ensinos errados também vieram, porque as sombras nunca deixaram de comparecer, mais ou menos disfarçadas ao banquete dos cultos espirituais. Os cleros, as superstições; tudo isso que é marcado pelo cunho de acendrado mercantilismo, com visão às hierarquias temporais e à exploração da fé, ou do homem pelo homem em nome de Brama, em qualquer parte do mundo ou sob qualquer designação ou pretexto, tudo isso tem vindo das regiões menos felizes, tudo isso tem partido das esferas onde vivem elementos fingidos, insanos e despóticos, que sempre souberam se fantasiar com as aparências de respeito às melhores verdades. E como a humanidade encarnada apresenta o seu grande coeficiente de elementos inferiores em moral, cheios de si e capazes de todas as malícias, dominados pela sanha dos mandonismos desbragados e rendosos, eis que o plano inferior sempre alcança estabelecer no mundo seus entrepostos. Apesar do verdadeiro sentido de culto apresentado pelos Grandes Missionários, sempre aparecem as corrupções, os desvios, as infelizes explorações.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.