[user_registration_my_account]
Capítulo 8 de 14
Osvaldo Polidoro — parte 8 de 14
Moral, Amor e Revelação · Osvaldo Polidoro
– Jesus é o único Salvador!... Quem não for por Jesus, não irá por mais ninguém!... Viva Jesus!... Aleluia!... Aleluia!... O Mensageiro comentou, tristemente: – Como é complexo o homem, por sua capacidade de fanatismo! Isto é, por sua falta de senso analítico. Lá atrás, tendo Jesus escolhido primeiramente doze homens, dentre eles um traiu por injunção política, outro negou na hora do perigo e ainda outro precisou apalpá-Lo, a fim de acreditar na ressurreição do espírito! A seguir, em nome de Deus, da Verdade e do Cristo que a simboliza, deram os homens fim ao Caminho do Senhor, inventando o catolicismo, que foi em todos os tempos a maior fábrica de erros, desmandos e crimes! A seguir, chegando a hora da reposição das coisas no lugar, e devendo obedecer a processo evolutivo, foram os homens ficando nas etapas, foram estagnando nos degraus, dando em fanatismos, não sabendo que Wicliff, Huss, Lutero, Giordano Bruno, Kardec, etc, foram fazendo evoluir a restauração, trabalharam em linha reta a bem do retorno do Batismo de Espírito ao seio da Humanidade, não estando o programa ainda completo, porque Kardec deixou a Codificação para ser completada, conforme a ordem da Diretoria Planetária, que lhe fora transmitida. E depois de observar o rapaz, acrescentou: – Que pena! Uns ficam dementes por causa do mundo, outros ficam dementes por causa do Céu! E vamos dizer a essa gente que a Lei não admite desequilíbrios, a pretexto qualquer, por motivo algum, porque a Verdade é por si mesma Verdade, não necessitando de fanatismos quaisquer! A seguir, indo ao rapaz, o Mensageiro falou-lhe: – Joel, vamos sair daqui? Vamos para um lugar melhor? Joel respondeu, consoante a sua fixidez mental: – O senhor está com Jesus?!... – Estou! – respondeu-lhe o Mensageiro, inteligente. Joel abraçou-o, beijou-o, fez-lhe muita festa. E olhando para nós outros, cinco outros componentes da caravana, perguntou desconfiado: – Vocês são do mundo?... Estão com Satanás?... O Mensageiro disse que éramos companheiros e o homem veio nos abraçar e beijar. E dali partimos, entregando-o num dos nossos hospitais, onde imediatamente foi sujeito a profundo sono, por força de medicação apropriada. Joel foi zelosamente tratado, vindo a merecer, noites a fio, cargas de fluidos curadores, fornecidos pelos três jovens encarnados. Fora preciso fazer a permuta de fluidos, a troca de elementos eletromagnéticos, em estado de dormência, até poder ser acordado, até vir a reconhecer o estado. Quando acordado, e depois de alguns dias de descanso, foi-lhe dito que estava num dos Céus da Terra, porque havia falecido no mundo carnal. E como o ambiente era bastante feliz, embora sendo uma das faixas mais próximas da crosta, o rapaz aceitou de pronto a palavra do Mensageiro, dizendo: – Não sei do que tenha acontecido, mas sei que me sinto muito feliz... Lembro-me, também, que eu era crente... E olhando ao redor com admiração, perguntou: – Isto é o Céu?... Onde está Jesus?... O Mensageiro, que tinha nas mãos o diagrama do Planeta, passou o livro e disse-lhe: – Vá lendo isto, vá observando os desenhos... Dentro de cinco dias voltaremos, para conversar de novo. Todavia, Joel, tenha em mente que a Verdade Total é bem mais vasta do que você pensa! Portanto, se se tem em conta de sábio, desconfie da sua sabedoria; e se se tem em conta de santo, desconfie da sua santidade. É capaz de compreender o que lhe estou a dizer? Joel disse que sim, mas nada falou comentando, embora tivesse passado pela sua mente uma forte vontade de arrazoar, de afirmar qualquer coisa. Ao cabo de cinco dias, tudo lhe foi revelado, inclusive que se fizera esquizofrênico, vindo a falecer num manicômio, Também lhe disseram dos três jovens encarnados que lhe forneceram fluidos humanos eletromagnetizados, ou curadores, a fim de ele, Joel, recuperar mais depressa o equilíbrio, a sanidade mental.
– São crentes?... – perguntou Joel, algo duvidoso. O Mensageiro respondeu: – Cultivadores da Moral, do Amor e da Revelação, sem o que não se poderá jamais ser verdadeiro cristão. O Cristo é, como Divino Modelo, a expressão viva de tudo isso. E se você puder entender, isso tudo resume a Excelsa Doutrina transmitida pelo Cristo, para todos os tempos, até que a Terra venha a ser transformar, por evolução, naquela Jerusalém sem portas de que fala o Apocalipse. Ele ficou a meditar, e o Mensageiro acrescentou, paternalmente: – O Cristo de fora é Modelo, o Cristo de dentro é que deve ser modelado. Eu não sei quando a Humanidade irá reconhecer e procurar realizar isso, mas afirmo, por Ordem Divina, que vem por intermédio da Diretoria Planetária, que é assim a realidade, que dessa trilha ninguém poderá escapar, seja na Terra ou onde quer que seja! Porque Um é Deus, porque uma é a chamada Criação e porque uma é a Lei Fundamental que rege o Infinito. A palavra do Mensageiro fazia estremecer o ambiente; e o rapaz, fitando-o com espanto, perguntou-lhe: – Quem é o senhor?!... Algum anjo de Deus?!... O Mensageiro falou-lhe, dizendo: – Nós todos somos irmãos, nós todos somos anjos, porque os termos anjo, alma e espírito são equivalentes, na linguagem bíblica. O que devemos vir a ser, lembre-se, é outros tantos irmãos de Cristo, em estado de cristificação, de unos com o Pai Divino. Essa é a finalidade da vida, à qual se chega por evolução. – Isso é muito complicado! – exclamou o rapaz. E o Mensageiro respondeu-lhe: – Também disseram isso a Jesus, tendo Ele respondido que para Deus nada existe de complicado. E assim o disse, porque sabia das leis que obrigam à evolução gradativa. Num repente ninguém aprenderia; mas através do Espaço, do Tempo e das vidas, todos virão a entender. Não tenha pressa, Joel, que o Bom Deus não é apressado. Satisfeito, Joel balbuciou, estreme de agradecimento: – Gosto muito de tudo isso!... Gosto muito dos senhores todos!... O Mensageiro sorriu, comoveu-se todo, derramou uma lágrima e murmurou: – A Sabedoria pode falhar, mas o Amor nunca falha... Joel, ainda não é possível, a você, conhecer outros rincões da Verdade; mas vá cultivando o quanto possa, desses nobres sentimentos, que o caminho se fará muito mais fácil. Ali terminou a nossa tarefa, sendo Joel entregue a quem de direito, a fim de cursar aprendizados, a fim de forçar em si mesmo o processo evolutivo, para vir um dia a ser Puro e Sábio, uno ao Pai Divino, assim mesmo como o estamos nós fazendo, pois uma é a Lei que rege o Cosmo.
Capítulo VIII
Formoso pensamento este, que bem define o iniciado Platão: “Os homens chamaram Eros ao amor, por ele ter asas; os deuses denominaram-no Ptéros, pela virtude de que ele tem, de no-las dar”. Por dois motivos registramos o pensamento platônico – o primeiro, porque cada homem representa um matiz de grau, na escala evolutiva da Humanidade inteira; e o segundo, porque os deuses ou espíritos, em suas manifestações, formavam a chave dos Mistérios, que era como os Grandes Iniciados chamavam aos ensinos da Revelação. Já dissemos que, para haver o comparecimento no mundo, da Excelsa Doutrina assim exposta, em forma de Doutrina Codificada, estiveram reunidos o Cristo Planetário e os maiores Reveladores da Verdade que a Terra tem conhecido, havendo da parte do Divino Instrutor partido a ordem de fazê-lo. E assim ficou assegurado, que até estarem todos os informes em estado de medida completa, haveria sempre que necessário novos conclaves, a fim de serem tomadas as medidas de ordem, para irem sendo transmitidas as informações consecutivas. Sendo assim, qualquer mente pode conceber que o Espiritismo Codificado por Kardec, conforme as informações dos Mentores que obedeciam ao Espírito da Verdade, sempre foi o Divino Instrumento de advertência, ilustração e consolo; sempre foi, embora se apresentando, ou sendo apresentado com outros nomes, o veículo de todos os informes, o transmissor da Lei de Deus e de todos os demais documentos instrutores da Humanidade. É hábito, infelizmente, darem os homens feição exclusiva, caráter original e valor singular, a todas as facetas, a todos os trabalhos de reinformação, advindas no curso das eras, no seio das raças e dos povos. É que, bairristas ou nacionalistas, racistas ou sectaristas inveterados, nunca puderam admitir que fossem criaturas como todas as demais, simples filhos de Deus, iguais em Origem, Processo Evolutivo e Finalidade, a todos os habitantes do Cosmo. Pelo contrário, quiseram sempre ser especiais, principais, eleitos, etc. Um mundo, enfim, de presunçosos, julgando ter Deus por sua própria conta, açambarcado, controlado, mantido sob sete chaves. O Espiritismo não é a Doutrina Integral pelo fato de ter sido apresentado em forma codificada; ele é a Doutrina Integral pelo fato de conter todos os elementos informativos na essência de si mesmo, na alma que encerra, na Revelação que lhe deu causa, no instrumento informativo de todos os tempos! Começando com a grande reunião, onde Jesus ordenara haver início da restauração, veio subindo, veio evolvendo através de Wicliff, Huss, Lutero, Giordano Bruno, Kardec, etc. Cada qual fez o que fez, como engrenagem do mecanismo total, e o Espiritismo, a Síntese das Revelações,
foi tomando a feição que ora apresenta, em meados do século vinte , sem estar completo ainda. Em virtude de ser a Síntese das Revelações, a soma de todos os ensinos vindos no curso das eras, e principalmente por ser a restauração do Cristianismo, devia ser bem mais estudado pelos homens em geral, e, também, muito menos sectarizado por aqueles que se acreditam bastante espíritas. De modo geral, um espírita não pode ser um ignorante de tudo aquilo que houve antes do Espiritismo existir; não tem cabimento algum de sê-lo, porque seus alicerces estão nos Grandes Iniciados, nas Grandes Revelações da antigüidade, além de estarem aqueles mesmos Grandes Mestres, na base de sua estrutura, na inteligência que lhe deu a condição de Doutrina Codificada.
Sabemos perfeitamente que os homens olham de baixo para cima, perdendo de vista, pelo brilho da realidade, a medida das justas proporções; mas sabemos, também, que nós olhamos de cima para baixo, tendo a visão do problema de modo integral, sem perder um ceitil da realidade. Para os espíritas menos cultos, para aqueles que vivem na casca da Excelsa Doutrina, Espiritismo é um sectarismo a mais, apenas uma religião como outra qualquer, tendo um homem como fundador e meia dúzia de livros por alicerce. Graças a Deus, porém, nem todos os espíritas são do mesmo naipe, conseguindo ver na Doutrina Codificada o mesmo Caminho do Senhor, e, neste, o esplendor da Verdade, a essência da UNIDADE SAGRADA, a marca impassável do que é, porque sempre foi e jamais deixará de ser! Nas alturas do mundo espiritual, bem longe do burburinho terrícola, acima, muito acima do seu sectarismo estreito e prejudicial, estuam as grandes almas que no painel da Humanidade semearam as Grandes Revelações, pelo fato de estar sendo feito o trabalho de síntese, a apresentação global da Verdade em forma de Doutrina Integral. São elas mesmas que trabalham, sob a direção do Homem-Deus, Daquele que representou a todas numa obra de conjunto, numa demonstração plena do mecanismo cósmico, contendo em si a Origem, o Processo Evolutivo e a Finalidade! As doutrinas sempre andaram muito na frente da Humanidade, não é fato reconhecível a qualquer inteligência? Não é fácil, igualmente, reconhecer que a Humanidade se movimenta lenta e pesadamente, no rumo do estado crístico? Pois se assim tem sido, ninguém está aguardando, nestas paragens, que agora dê ela uma prova em contrário, agarrando a Excelsa Doutrina e metendo-a no cérebro e no coração, a fim de apressar a melhora do planeta. Sabemos nós, e muito bem, o que deve ocorrer, pois todos os mundos habitados têm, em suas respectivas Humanidades, aqueles poucos que marcham na vanguarda, o maior número que forma a massa central e aquele número que constitui a retaguarda. É impossível deixar de ser assim, pois a intercalação é necessária, para que uns forcem o trabalho evolutivo de outros. E no seio da própria Doutrina, também se formam as três partes, na unidade do escalão. Os da vanguarda encaram de modo amplo e universal, tendo mesmo a idéia cósmica do movimento restaurador; o grande número fica no ramerrão sectário e um outro tanto fica entre o sim e o não, sem ter certeza do que é, sem saber de onde vem, onde está e para onde marcha, e, muito menos ainda, sem reconhecer que a Doutrina se fundamenta no Plano Cósmico, para onde fará questão de trasladar os filhos de Deus, situando-os acima do reino do mundo. Foram os três jovens avisados, um dia, no sentido de se prepararem para uma grande imersão no Plano Superior. A ordem foi para que não comessem carne, para que não dissessem palavras menos convenientes, para que vivessem uns trinta dias em grande forma cristã, fazendo aos outros todo o bem possível, sem de leve imaginar que pudessem estar fazendo algum favor, alguma caridade. E quando o tempo chegou, completados os dias, foram avisados na véspera, para que suas respectivas mentes pudessem ir trabalhando no sentido de assimilação, de sintonização vibratória, dispondo as microcélulas do corpo astral, sublimando a parte mais grosseira e, de modo geral, diafanizando o corpo astral pela intensificação mental. Na noite seguinte, as duas grandes manifestações tiveram execução; a primeira foi uma demonstração da evolução da mônada espiritual, desde que começa, muito antes de habitar, por milhões de anos, a matéria inorgânica. Ela foi vista, através da aparelhagem, a se movimentar no seio do Cosmo, atravessando estados, fases, tempos, espaços, condições e situações. Ela foi vista como escrava da matéria, e, aos poucos, tornando-se senhora absoluta, até ser apresentada na figura do Homem-Deus, com a presença de Jesus, todo Luz, todo Poder, todo Glória! Foi uma exposição muito singela, muito simples, de como inicia o espírito a sua marcha, e até onde deverá atingir, na esfera crística; entretanto, para dar a idéia do que foi a maravilhosa demonstração, nenhuma palavra poderia existir, nem conjunto algum de palavras. Cada qual saberá, quando atingir tal estado, ou quando puder antevê-lo, através de fenômeno idêntico. Não diremos coisa alguma sobre isto, porque não fomos postos aqui para julgar a quem quer que seja e sim para relatar os fatos. O caminho é livre, embora a caminhada deva ser feita por esforço próprio. Tome cada qual a sua cruz evolutiva e procure atingir o píncaro, ainda mesmo que lhe custe alguma possível crucificação. Sem conhecimento de causa e trabalho íntimo, por certo
ninguém lá chegará. Entretanto, quem poderá desmanchar a Ordem Divina? Quem fará a vida parar? De caminho a outra região, foram vistos todos os Grandes Mestres da antiguidade, que ora militam conjuntamente, para que a Excelsa Doutrina venha o mais breve a atingir toda a Terra, a fim de tentar a renovação da Humanidade, sem o concurso do tremendo cataclismo que está por vir. Chegando ao local, de si mesmo tão divinizado que seria impossível revelar as condições, fomos avisados no sentido de ouvir a música celestial e ir mentalizando a LUZ DIVINA, o BRILHO DE DEUS, para aos poucos, irmo-nos tornando sintônicos, a ponto de virmos a penetrar na DIVINA UBIQÜIDADE, ou viver em uníssono com DEUS, pelo menos por alguns segundos. E assim foi sendo feito. A mente procurava o Pai Divino, já naquela esfera de si mesma imensamente gloriosa, enquanto sons divinais auxiliavam a intensificação vibratória, aumentavam o poder de penetração íntima, a fim de irmos entrando em Deus, de sermos por Deus penetrados. A melhor forma de dizer é essa, pois não poderá jamais haver união, divina conexão, sem ser pelo íntimo da criatura, sem ser pela integração profunda, que é muito acima da simples visão íntima. O êxtase, a visão íntima, é olhar de fora, é partilhar pela aproximação, mas a interpenetração entre o Pai Divino e o filho é o ideal, porque é a convivência, porque é aquilo que Jesus representou e representa, como UNIÃO por equidade vibratória, e, antes de mais nada, como Divino Modelo, como expressão daquilo que todos os filhos deverão vir a ser, através do processo evolutivo. Naquele estado, tudo era Onipresente, sendo que a Onipresença continha em Si mesma a Onisciência e a Onipotência. Não existia o longe e o perto, o alto e o baixo, o espaço e o tempo. Tudo era DIVINAMENTE UNO, integralmente presente, UM DIVINO PRINCÍPIO contendo em Si o essencial e o relativo e em Si mesmo operando a movimentação, engendrando, sustentando e determinando. Teologias e teodicéias, monoteísmos e monismos, tudo quanto é grande, tudo quanto é glorioso no conceito humano, tudo por aquelas divinas alturas era como luz de vela, era como obscuridade! Nem é possível que se diga do nosso estado, como ficamos dias a fio, pairando num supremo êxtase, vivendo num delírio de celestialidade! Se foi para conhecermos o Pai Divino, que é a ESSÊNCIA ORIGINÁRIA, ficamos conhecendo, até onde nos foi possível penetrar. Se foi para reconhecer no Cristo a Medida Integral, revelada na expressão do Homem-Deus, ponto a que todos os filhos deverão chegar, isso temos certeza que o fizemos. E se foi para compreendermos o Espiritismo como Doutrina Integral, Síntese de todas as Revelações, porque tendo o Cristo como expressão de sua integralidade, isso também conseguimos assimilar; nem poderia ser de menos que assim fosse, dada a divina manifestação fenomênica, a influência do fator mediúnico, a lei que, intervindo, facilitou o glorioso, o divino acontecimento! Seria desnecessário prosseguir, se tudo fosse apenas UNIDADE DIVINA; entretanto, como existe a realidade relativa, como existem os mundos e as humanidades, as formas e as vidas que no seio delas desabrocham, vamos adiante, vamos focalizar alguns ângulos da vida em movimento, ângulos que se revelam através de filhos de Deus, de mônadas que fazem no seio do Cosmo a sua marcha na direção do Reino do Céu, que é interior e não virá com mostras exteriores. O que importa assinalar, porém, é que tudo isto concita o homem terrícola no sentido de vibrar na direção do Cosmo, deixar os egocentrismos e os geocentrismos; é para que se sinta realmente no TODO, porque vivente no ESPÍRITO DIVINO, que é acima de formas e de limitações, para onde normal e naturalmente convoca o filho, através das leis regentes, através das leis que forçam à evolução. E se aparecem os duvidosos, lembramos apenas o seguinte – não podemos dar passes mágicos e fazer distribuições de galardões celestiais, mas também jamais seremos forçados a modificar a exposição feita, por causa dos juízos do mundo!
Aquilo que em Deus foi colhido, pelas graças de Jesus, o Cristo Planetário, isso mesmo é que foi exposto. Ninguém está querendo passar por um Novo Revelador, mas apenas por um simples e humilde expositor, daquelas gloriosas verdades de que o Divino Modelo já há dois mil anos fizera vibrante demonstração, por vir ao plano carnal cheio de GRAÇA e de VERDADE, isto é, UNGIDO para tanto.
Capítulo IX
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.