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Capítulo 4 de 14

Osvaldo Polidoro — parte 4 de 14

Moral, Amor e Revelação · Osvaldo Polidoro

O nosso chefe superior, ou chefe de outros chefes, reduziu-se e fez-se visível a todos, tendo em primeiro lugar rendido graças a Deus e a Jesus por aquela felicíssima oportunidade de contato com a irmã enferma. A seguir, disse-nos: – Deolinda foi minha esposa faz muitos séculos, tendo-me feito morrer tristemente, articulada que estava com seu amante e vastas forças contrárias, visando todos atingir vantagens do mundo que me não atraiam. Ela desceu, e com ela muita gente, inclusive quatro de vós que aqui estão agora prestando serviços enobrecedores. Vede, portanto, em tudo isto, antes mais uma lição da Lei de Deus, do que mesmo o nosso caso em particular. A grandeza, queridos irmãos, está sempre com a Lei, está sempre paralela à Lei de Harmonia Universal! É por isso que agora temos de informar a todos, encarnados e desencarnados que vivem nas proximidades da crosta, que a síntese das Revelações está no Cristo, porque Ele resumiu em Sua vida a própria Lei, de modo plenamente vivo, completamente ostensivo diante do mundo. E passando as vistas por todos nós, um por um, a seguir prosseguiu: – Bem sabeis, pelas instruções recebidas, que a parte de Deus data de toda a eternidade, porque Ele é o Princípio e o Fim! Isto é, para os filhos que se encontram em processo de cristificação, ou vivem em estado de autofazimento, cogitando de tudo e nada conhecendo integralmente, Ele é Princípio e Fim. Mas não o é para aqueles que já ingressaram no grau crístico, que já se elevaram acima de mundos e de formas, de vidas carnais e de sujeições inferiores. Porque deveis saber, irmãos, que nos planos inferiores, a relatividade impera, prevalece aquele símbolo que a serpente representa, com a cauda estando na frente da cabeça, para significar a retorta da Natureza, a vida inferior em transformação, o eterno rodopiar dos acontecimentos em torno do fator EVOLUÇÃO! Para aqueles, entretanto, que já se plantaram para o grau crístico, para o estado de unidade com o Pai Divino, de quem o Cristo foi na Terra o Divino Exemplo, para esses tais o símbolo terminou, a roda das vidas e dos mundos acabou, porque eles já se fizeram acima de mundos e de formas! Estacou, fitou a todos e num doce cicio aconselhou: – Deixai os religiosismos, meus queridos irmãos!... Quem liberta o espírito das leis inferiores do mundo é o Conhecimento da Verdade, desde que o espírito deseje de fato cultivá-la em suas obras sociais!... Jesus deu-nos o Seu exemplo, o Seu trabalho de Celeste Funcionário da Moral, do Amor e da Revelação! O grande chefe sumiu, desapareceu num divinal incêndio de luz; e o Mensageiro disse à irmã Deolinda: – Volte ao seu casulo físico, que nós temos o que fazer, por um outro que vive enfrentando os fantasmas que andou criando. Beba da água lustral que o Bom Deus lhe tem enviado e cumpra com o seu dever. Ela foi como que sugada pelo corpo, dando acordo de si de modo feliz, tão feliz que entrou a orar o Pai Nosso com extremo fervor. Chegando ao recinto designado na ordem de serviço, fomos deparar com um homem iracundo, distribuidor de xingamentos e de pragas; embora desencarnado, não tinha disso conhecimento, estava muito distante disso, convivendo no meio familiar, no meio do estado de coisas que para si criara pelo exercício ideoplástico, pela capacidade que todos têm de criar em seu próprio campo áurico o mundo imaginado. – Este é Celestino, – disse o Mensageiro, – um grande religioso a seu modo, um formidando onzenário. Passou a vida entre o templo de sua fé, o empréstimo de dinheiro a bom juro e as pragas sobre aqueles que conseguiam ludibriá-lo. Como não podia ser de menos, deixou o corpo em estado deplorável, que é como se encontra, apesar da grande soma de missas pagas que deixou, como possível preventivo contra as tormentas da morte. Vai para vinte e oito anos que se acha nesse estado, havendo agora ordem de encaminhá-lo ao conhecimento do estado e dos deveres. – Por que, – indagou a jovem ex-protestante, – vive a brigar com essa gente que não existe? O Mensageiro elucidou: – Aqui, agora, entra em cogitação o problema daquilo que é ou deixa de ser, pelo fato de realmente existir ou de existir de modo imaginário, pelo fato de ter sido criado, pensando com tremenda força concretora. Ele imaginou, ele mentalizou anos a fio aqueles que o ludibriaram, desejando-lhes desgraças tremendas, augurando-lhes as piores destruições. Criou, pois, o seu

próprio inferno! Ele vê o que criou, ele vive tendo os seus fantasmas pela frente! E se você quiser ver, é fácil mostrá-lo. A jovem disse que sim e o Mensageiro ordenou aos três encarnados: – Venham aqui e olhem fixamente para ele, que nós outros os auxiliaremos. Os três jovens concentraram nele seus olhares e o mundo que o infeliz criara para si próprio, mundo infernal, passou a ser visto por eles. Era como se ele tivesse criado uma nuvem, um estado fluídico, em cujo estado se movimentassem, ele e os seus personagens. Passado aquilo, indagou a jovem: – E a vantagem de ter sido religioso, qual é? Na parede havia um quadro, litografado, onde se via Jesus arcado sob o peso da cruz; foi para aquilo que o Mensageiro olhou e fez todos olharem, dizendo: – A Lei, o Cristo e o Evangelho, quer tudo dizer uma só e mesma coisa, porque entre si se correspondem. O Cristo veio para executar a Lei, a Lei contém toda a Excelsa Doutrina em seus três sentidos e o Evangelho se constitui de Moral, de Amor e de Revelação representados ao máximo grau. Portanto, saibamos, quem livra é o Conhecimento da Verdade, desde que posto em prática. Já era assim na antigüidade, pois a receita das Escolas Iniciáticas era esta: “Conhece e cultiva a Ciência dos Mistérios, e terás feito a ti próprio o melhor bem possível”. O discípulo interveio: – O problema do Reino do Céu é sempre de consciência, é sempre de alma, nunca virá a ser de forma ou de aparência. O Mensageiro anuiu: – Justamente, justamente. Infelizmente, porém, quando no lugar da Moral, do Amor e da Revelação os homens colocam as clerezias, os dogmas, os rituais exteriores e os comercialismos em nome de Deus, também em nome de Deus os homens se tornam fingidos e hipócritas. Como, porém, a Deus e a Sua Lei de Harmonia ninguém pode iludir, eis aí uma prova do que acontece. E como a hora urgia, porque os encarnados deviam retornar a seus respectivos corpos dentro em pouco, providenciou o Mensageiro: – Façamo-nos visíveis, vamos falar com ele. Assim foi feito e o homem iracundo pretendeu nos expulsar de sua casa, gritando como um louco, dizendo que também nós queríamos nos apoderar do seu dinheiro. Tanto bastou, entretanto, que o Mensageiro se apresentasse luminoso, o que o fez propositalmente, para que o homem praguento ajoelhasse e começasse a chamá-lo de Santo, de querido Santo. Passados alguns segundos, falou-lhe o Mensageiro: – Não somos Santos e sim espíritos socorristas, irmão Celestino... Quanto a você, saiba que já desencarnou faz quase trinta anos... É um espírito sofredor, é uma alma penada, porque suas obras assim o fizeram... Assustado e rogante, clamou Celestino: – Pelo amor de Deus!... Mas eu creio em Deus!... Onde está Deus, onde encontrarei Justiça?!... Fiel à Verdade, o Mensageiro respondeu: – Celestino, escute-me: de tal modo rege Deus o Cosmo através de leis fundamentais, que a libertação só poderá vir do conhecimento e do cultivo da Verdade. Não adianta que os homens inventem farsas e disfarces, porque a Deus ninguém impõe mudanças de ordem qualquer. Para que os homens, Seus filhos, tivessem desde os primórdios o conhecimento desta realidade, enviou-lhes o Pai Divino, através de Mensageiros categorizados, o maior de todos os documentos, que é a Lei de Deus. E se você quiser a prova disso, procure saber como Jesus disse que Se portaria em face da Lei, Ele que veio para servir de Modelo Divino. Magoado, murmurou o pobre irmão: – Eu nunca li o Evangelho!... Nunca!... Eu sou católico!... Ponderoso, muitíssimo ponderoso, o Mensageiro comentou, afagando-lhe com a mão direita as costas encurvadas: – Não se iluda, Celestino, que muitos leitores do Evangelho e de muitos outros livros também herdam as trevas, pois o Reino do Céu não é apenas questão de conhecimentos teóricos. Em

verdade, Celestino, enquanto no mundo empregarem os credos e os homens a expressão IR PARA O CÉU, tudo andará muito mal, porque o necessário e justo é DESENVOLVER O CÉU NA INTIMIDADE! E quem conseguirá isso, meu irmão, desprezando ou menosprezando os três sentidos da Lei de Deus, aos quais o Divino Mestre deu integral desempenho? Celestino encolheu os ombros, olhou para todos tristemente e começou a derramar lágrimas; foi então que o Mensageiro disse-lhe, com acento e ralho: – Não faça isso agora, Celestino, que vem de ser instruído e recolhido! Ele olhou para todos com o seu semblante desfigurado, indagando: – Eu?!... Eu serei instruído e recolhido?... – Sim, – respondeu-lhe o Mensageiro, – você irá parar agora no lugar devido, de onde sairá em melhor estado, em companhia de quem lhe conduzirá ao plano espiritual que lhe cabe de direito. E para não perder tempo, olhe bem para tudo isto que o cerca, porque tão cedo não retornará aqui. Será curado, instruído, educado nos moldes do plano em que irá habitar e posto a trabalhar. Assim está escrito a seu respeito e assim será, até que volte a reencarnar, porque isto também está no seu programa futuro. Encolheu os ombros e murmurou, com ar devoto: – Seja feita a Vontade de Deus!... Como não podia deixar de ser, o Mensageiro respondeu-lhe: – É da Soberana Vontade de Deus, irmão Celestino, que Seus filhos se tornem conhecedores da Verdade e trabalhem em si mesmos pela própria cristificação. Não o sabe agora, mas virá a sabê-lo, que a Vontade de Deus importa na aplicação correta da vontade de Seus filhos. Porque, para resumir, saiba-o quem tenha vontade de saber, a Luz Divina é impossível de ser obtida de terceiros! Dada a resposta, apanhou-o pelo braço e dali volitamos para dentro de um Centro Espírita; Celestino ficaria ali, entregue aos espíritos guardiães do Centro, até a primeira sessão a ser feita. Porque ele havia, durante a vida, dito insultos muito violentos contra a Doutrina que tem por fundamento a Moral, o Amor e a Revelação. Devia, portanto, beber ali a sua água lustral, para ter durante muitos anos em que pensar de modo reparador. Quando fomos dizer-lhe “até breve”, prometeu-nos ele, todo reverente: – Garanto que me farei um grande estudioso da Verdade! Encarando-o com bondade extrema, comentou-lhe nos ouvidos o Mensageiro: – Mesmo porque, Celestino, em que a ignorância e o erro nos poderiam recomendar perante as leis que regem o Cosmo? Celestino pareceu querer dizer alguma coisa, mas não o fez. De nossa parte, fomos entregar os três encarnados aos respectivos corpos, porque a madrugada andava pelo raiar do dia, tendo eles que ir ganhar o pão de cada dia, para o corpo de carne e osso, do mesmo modo como já haviam feito jus, com respeito ao pão espiritual.

Capítulo IV

Quem quer que pense em termos de verdadeiro cristão, saberá que a Terra virá a ser um mundo feliz, quando a ordem social humana for paralela à Ordem Divina. O pensamento e a esperança dos Grandes Mestres espirituais nunca foram outros. Entretanto, bem sabemos como ainda vivem os homens, como se tratam os irmãos entre si. Não existe maior ignorância, nem erro tão crasso, como seja desrespeitar, nas obras sociais, aquela realidade que significa a igualdade de todos em face da lei de Origem, Processo Evolutivo e Sagrada Finalidade. Quem não trabalha para se enquadrar na Unidade Cósmica, por desconhecer que o Sagrado Princípio em Si mesmo tudo Engendra, Sustenta e Determina, por certo cava o seu próprio abismo! A Unidade é a Lei do Universo! A Síntese é a Expressão da Harmonia Universal! A Lei de Deus lembra o dever de respeitar, acima de tudo, a Harmonia! A Justiça impele a que o façam, aqueles que ignoram e erram! A Análise demonstra a Unidade Cósmica através das partes! A Moral Divina revela ao filho a necessidade premente de mútua cooperação! O Trabalho movimenta todos os valores, tanto negativos como positivos! A Revelação informa, adverte e consola! O Amor enfeixa todos os valores do Cosmo na Divina Paternidade! E, por causa do Amor, nos mundos inferiores os Grandes Iniciados ensinaram sempre a necessidade da Renúncia, tendo o Cristo Planetário, Aquele que recebeu do Pai Divino a maior soma de testemunhos sobre a Terra, feito a entrega da própria vida, qual Cordeiro Imaculado, não só renunciando a tudo, mas ainda por acréscimo perdoando a todos os Seus ofensores e chacinadores! Os tolos necessitam de uma religião, de um sectarismo, enquanto os Grandes Espíritos estimam conhecer e viver a Verdade! Foram palavras como essas, que o Mensageiro disse na noite seguinte, aos três encarnados e aos companheiros deste lado, defronte a um irmão aleijado, verdadeiro monstro, que devia ser retirado da carne, depois de quarenta e seis anos de rastejar pela Terra. – Observem, – salientou ele, – como se passam as coisas, de modo aparentemente contraditório, segundo os conceitos humanos. Porque temos aqui, em Weter, um aleijado cheio de merecimentos, enquanto que, no passado, como poderoso monarca, para si mesmo cavou as trevas da expiação. Foi um guerreiro pela sua fé, pelos seus conceitos, tendo matado e chacinado a valer, pensando estar fazendo trabalho digno de um semideus! Acreditou, naqueles dias, ostentando o cetro real e a convicção do fanático, que por matar e vandalizar em nome do Cristo, com isso estaria se bem pondo em face de Deus. Confiou, como tantos outros estultos o fizeram e como ainda outros vivem a fazer, que o crime praticado em nome da babuja, que a porcaria feita em nome da adulação a Deus, fossem coisas virtuosas e não atos criminosos. Como, porém, a Lei de Harmonia não é religiosa nem a Justiça tem partidos, eis que a morte o apanhou em delito tremendo, atirando-o no regaço da treva e das futuras expiações!

Tomou fôlego e após prosseguiu, enquanto o servidor encarregado fazia o trabalho de desligamento entre corpo e espírito: – Depois de penar muito em outras vidas, veio agora como aleijado e viveu de esmolas; mas, como vêm de observar, se muito pedia, também muito procurava distribuir. Pediu a vida inteira e a vida inteira procurou beneficiar; nunca teve mais do que o sustento de cada dia, porque veiculou o ganho para junto daqueles que sabia estarem muito pior do que ele. E num tom quase patético, exclamou: – Muitos pobres e enfermos sofrerão com a sua partida!... E o rei todo coberto de crimes, surtirá no mundo espiritual como um andrajoso recuperado, são e aureolado de luz! Vejam, pois, uma vez mais, que a finalidade da verdadeira educação é o Amor, sendo que o Amor é a celeste epifania, é a junção do filho no seio do Pai Divino, é o brado glorioso da Virtude que eclode no âmago da Eternidade! Feito o desligamento, pelo encarregado de tal serviço, Weter compareceu ao plano espiritual, sorridente e feliz, forte de espírito, porque amparado na força do trabalho amoroso que desenvolvera durante a vida. A Lei de Causa e Efeito ali tinha mais um testemunho a seu favor, testemunho vibrante ao extremo. Sendo justo que a Doutrina Perfeita é aquela que revela o finito como parcela do Infinito, que envolve todas as vidas no ritmo da Eternidade, ali estava sendo a Grande Lei de Harmonia testemunhada, porque num mundinho obscuro e triste como a Terra, átomo solto na vastidão do Cosmo, um filho de Deus, uma mônada espiritual, depois de viver o erro e a treva pelo mau uso feito de si próprio, vinha de novo a se tornar participante das clarinadas espirituais! Entre abraços e votos de boas vindas, Weter foi sendo afastado daquele corpo retorcido, daquele sagrado vaso que lhe facilitara trabalhos redentores. E como devia seguir em nossa companhia, ao ser apresentado ao Mensageiro, perguntou: – Para onde iremos?... Onde é que fica o Céu?... Diante de tamanha simplicidade, nossas mentes fervilharam e nossos olhos se tornaram rasos de lágrimas. Ele não sabia, por certo, das palavras de Jesus, quando disse que o Reino do Céu está dentro de cada filho de Deus e que não deve vir com mostras exteriores; ele disso nada sabia, pelo visto, mas pelos seus atos durante a vida carnal, edificara em si mesmo aquela grande parte do Reino do Céu, que ali estava nele mesmo a fulgurar! Por isso mesmo, com singeleza respondeu-lhe o Mensageiro: – Em verdade, irmão Weter, toda a caminhada do espírito é na direção do Céu Interior, que é a iluminação interna. Porque aquele que a si mesmo se encontra, como dizia e repete sempre a Sabedoria Antiga, que em Cristo teve a total confirmação e complementação; aquele, digo, que a si mesmo se encontra, esse vai direto ao seio do Pai Divino, que é acima de mundos e de formas, porque é sem limites, porque é Cósmico. Nesse rumo, irmão Weter, é que você vem de dar alguns passos, ainda que o não saiba. E apertando-o contra o peito, comentou-lhe nos ouvidos: – Não tomaremos jamais conhecimento de lugares nem de formalidades, quando viermos a ser almas totalmente cristificadas. Porque então repetiremos com Jesus, aquelas palavras impassáveis: “Meu Reino não é deste mundo”. Embora visivelmente conturbado pela festividade que lhe ia ao redor, Weter inquiriu do Mensageiro: – O senhor é católico ou protestante?... O Mensageiro sorriu e respondeu-lhe: – Faço questão de ser conhecedor das leis do Pai, a fim de não ser delas blasfemo; e se quiser saber como faço para ser assim, e para atingir tal objetivo, digo que procuro imitar a Jesus, procurando viver os três sentidos da Lei, que são a Moral, o Amor e a Revelação. Como poderá notar, isso tudo é por Verdade e não por religiosismos inventados por homens. – Então o senhor é espírita? – volveu Weter a perguntar. O Mensageiro entressorriu, algo irônico, perguntando-lhe: – Como fez você para descobri-lo?... Weter assentiu com a cabeça, confidenciando:

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