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Capítulo 12 de 14
Osvaldo Polidoro — parte 12 de 14
Moral, Amor e Revelação · Osvaldo Polidoro
de influências terrícolas. A lembrança deve ser feita e está sendo feita. Quem quiser aproveitar, que pense bem e que meta as mãos no arado, mais para realizar dentro e menos para querer consertar os outros, antes de se haver consertado a si próprio. Porque, como já proclamava Pitágoras, alicerçado no Védico-Hermetismo, nenhum espetáculo é maior do que aquele oferecido pela mônada espiritual, que vindo das profundezas da inconsciência, vai ganhando individuação, vai realizando a consciência, vai semeando as vias do Amor e da Ciência, vai penetrando no Céu Total, na Iluminação Integral, ultrapassando as leis planetárias que a viviam comprimindo a múltiplas necessidades! E ninguém poderia contestar, porque Deus é acima de cogitações e a matéria nunca será mais do que serva do espírito. Subir, subir sempre, tal é a lei da mônada, pois assim determinou desde a eternidade o Emanador. E subir para quê, senão para ser enfim livre, senão para tomar parte na legião sem fim e sem conta das almas que filtram a Vontade de Deus, que constituem a Divina Providência? Tenham os homens, portanto, muito zelo pelas suas obrigações interiores. Não é por acaso que lhes estamos falando, uma vez que os tempos se cumprem, uma vez que as eras vão passando, uma vez que novos compromissos vão batendo às portas do filho de Deus lotado na Terra. Uma vida, um espírito, que coisa representa em face do Infinito? Em que proporção se encontra perante o Cosmo? Eis que, apesar de parecer uma mônada, qualquer coisinha infinitesimal, talvez não importante para fornecer termo de comparação, nem por isso deixa de ser um mundo inteiro, uma estrela, aquilo que virá a refletir a Luz Divina! Começando de modo tão ínfimo, tão apagado, eis que surgirá um dia nos horizontes do Infinito, a brilhar como se fosse mil sóis, pois o seu brilho será espiritual, será Divino, jamais poderá ser comparado ao brilho material dos sóis! É preciso muito que se lembre Deus aos espíritos imersos na treva carnal; mas é muito mais necessário, que se lhes lembre o brilho Divino que trazem em si próprios, ao qual devem toda a atenção, todo o trabalho de exposição. É realmente, a evolução da centelha espiritual, o maior espetáculo do Universo; mas é um espetáculo que, de tão glorioso, de tão maravilhoso, jamais deixará de ser todo individual, todo interior! Formidável o último capítulo do Apocalipse, ao focalizar o problema da responsabilidade individual, em face das leis evolutivas! Deus é Espírito e Verdade e quer que assim venham a ser Seus filhos. Nunca mais alguém repetirá frase mais importante sobre a Terra, pois essa, devida a Jesus, o Cristo Planetário, o representante terrícola do Céu Crístico, contém tudo em si mesma, para ser a linguagem da Origem Divina, do Processo Evolutivo e Sagrada Finalidade! É o programa da centelha, que saindo de Deus, infinitesimal, de tudo insignificante, opaca a mais não poder, migra de meio para meio, caminha de tempos para tempos, de reino para reino, de espécie para espécie, até chegar no Ser Divino que lhe deu origem e passar a refletir o Seu Brilho! Maravilhoso o trabalho de dois espíritos, de duas mônadas, elevadas ao píncaro da inteligência e da representação! Pitágoras entendeu e revelou a história da psique, da alma, sintetizando todas as iniciações anteriores; e o Cristo Planetário apresentou, como Divino Ungido, ou Modelo Perfeito, a centelha trabalhada, o espírito que atingiu o Céu Crístico, aquela zona celestial que já não pertence ao império dos mundos sólidos! Quem por lá der, com a sua trajetória evolutiva, dirá como Jesus disse, que não tinha na Terra onde reclinar a cabeça... Mas os Seus ouvintes entenderão de outro modo, darão interpretação material à Sua celestial afirmativa... Os ouvidos brutos a tudo costumam brutalizar! A ignorância costuma negar o que é sublime, o que é glorioso, porque só sabe entender e viver a própria inferioridade! Como a minhoca não poderia entender a vida do condor, assim a Terra e o seu tipo humano comum, o homem padrão, jamais poderiam entender o Reino do Céu! Singelas e profundas palavras, aquelas que perfazem os três primeiros versos, do primeiro capítulo do Evangelho segundo João! Ainda hoje, quase dois mil anos passados, que de entendimento apresentariam os homens, em face do Cristo, se de novo aparecesse? Como é que o Verbo, a Palavra Divina, seria ouvida pelos homens, principalmente pelos donos de seitas e de rótulos pomposos? Não é possível, irmãos, fugir a tais considerações, diante de quadros tremendos, na presença de espetáculos dolorosos. E se o Bom Pai, através do Seu Ungido deste mundinho, nos colocou
diante de tão dolorosos casos, foi para que, através da narrativa, pudéssemos lembrar a todos o que convém e não convém fazer. Isto é, quando se usa bem e quando se usa mal ao relativo mas sagrado direito de livre arbítrio. É que aqueles irmãos, tanto o terrível perseguidor, quanto o menino e os seus pais, vinham de longos dias, traziam e ainda trazem, com eles, as marcas evidentes da clerezia, os vincos da inquisição. Em nome da Lei, cometeram todos os crimes condenados pela Lei! E a roda da vida colocou-os face a face, para se suportarem no sofrimento, para se purgarem aos poucos; assim como juntos tramaram perseguições, roubos e mortes, assim estão vivendo, assim viverão outras vidas, até que se tenham feito harmônicos, na intimidade profunda, com a Lei de Harmonia Universal. Imensa a lição de todos os tempos! Poucos, entretanto, lhe prestam a devida atenção. Antes do Cristo vieram os expositores de leis; o Cristo trouxe a realidade evolutiva já feita, para servir de Modelo Divino, ao mesmo tempo que legou a toda a carne o direito de Conhecimento da Verdade, através da Revelação tornada pública. E ao Espiritismo cumpre reeditar todas as lições, apresentando-as em caráter de Síntese Integral. Queiram ou não aceitar os homens, aos quais falamos em nome de Deus e do Cristo Inconfundível, mas a realidade é que, por detrás do movimento renovador que o Espiritismo opera no mundo, estão todos os Grandes Iniciados, todos aqueles que no curso dos séculos e dos milênios pretéritos, viveram no meio das raças e dos povos, transmitindo suas maravilhosas lições. Trabalhadores na seara espiritual, também eles deixarão o gládio do Amor e da Ciência, no dia em que a Terra e os seus habitantes se tenham elevado à sublimação e à divinização. Naquele dia, tudo será UNIDADE PERFEITA, não havendo necessidade de descer aos particularismos, de focalizar o problema da relatividade. Aqueles que se vão tornando UNOS, ou cristificados, ou cósmicos; aqueles que vão realizando em si a entrada na Divina Ubiqüidade, por certo passarão a constituir a falange do Verbo Divino, os Divinos Representantes do Pai, junto aos infindos mundos e às inúmeras humanidades. O Pai os constituiu, em Organismo Divino, para serem, como são, a Divina Providência.
Capítulo XIII
A ordem recebida foi a de falar à centelha, sobre a sua Origem, Processo Evolutivo e Sagrada Finalidade, porque esse é o seu absoluto, o seu integral interesse. Se durante a caminhada, tiver ela que se apegar aos rudimentos do mundo, sendo forçada a utilizá-los, que isso não lhe faça esquecer a Sagrada Finalidade, o dever de vir um dia a ser UNA COM O PAI, que é ESPÍRITO E VERDADE. O Modelo Divino é Aquele que conhecem como Jesus, o Cristo; assim como Ele veio do Plano ou do Céu Crístico, assim nos quer ter a Seu lado, o mais breve possível. Para se ir ao Reino que é acima de mundos e de formas, é preciso que se vá aos poucos abandonando o mundo e as formas, não é isso mesmo?
Capítulo XIV
O grande fenômeno que se apresenta à mônada, no seu curso evolutivo, é o discernimento entre o BEM e o MAL, entre o negativo e o positivo. A lei dos contrários estará sempre presente, jamais abandonará a vida pessoal e social da mônada, até o dia em que ela se tenha posto a cavaleiro do mundo das formas; até o dia em que tenha vencido a lei das reencarnações obrigatórias. Portanto, quando aparecem contradições à Lei de Deus e ao Cristo, muito cuidado em aceitá-las, porque aquele Organismo chamado Providência Divina, através dos contrários, da contradição, estará pondo em prova aqueles que se presumem sábios, competentes e mestres. Da capacidade de discernimento de cada um, surtirá a melhor conduta; e da conduta surtirá a devida recompensa. Assim como falou às reuniões de crentes o Anjo do Apocalipse, convidando a discernir e a proceder com acerto, pelo fato de saber escolher entre o joio e o trigo, assim afirmamos que convém fazer. Não é possível dar de graça a Luz Divina, porque a sua obtenção é obrigatória através do discernimento e do esforço próprios. Eis que lhes entregamos a mensagem informativa, salientando que os deixamos no mundo com a obrigação de estudar, analisar, comparar e classificar. De um lado têm a Lei de Deus e o Cristo; de outro lado têm a contradição da Lei de Deus e do Cristo. No meio estão, filhos de Deus, em processo evolutivo; isto é, com a obrigação de tomar o verdadeiro caminho do triunfo. Se souber tomar o Caminho, a Verdade e a Vida por Modelo, estarão fazendo bem. Caso contrário, se tomarem a via contraditória, bem mal virão a estar. Nenhum erro tem o condão de eliminar a eternidade da vida; mas a Lei e a Justiça têm a função de obrigar a retomar o caminho certo.
Capítulo XV
Em face da lei dos contrários, da bipolaridade, tanto pode surgir um Homem-Luz como pode surgir um Homem-Treva nos refolhos da História, no círculo dos eventos humanos. Porque, infelizmente, uns podem tender para o Bem e outros para o Mal, quando no uso do relativo livre alvedrio. Houve um tempo, por exemplo, em que um homem forçou a outro que escrevesse o seguinte: “Justo é dizer que cada um compreendia estas coisas, segundo o grau de sua cultura e conforme a sua capacidade intelectual, porque, como diz Platão, e isto é exato para todos os tempos, há muitos homens que usam o tirso e a varinha e poucos inspirados. Após a época de Alexandre, os eleusianos foram de certo modo atingidos pela decadência pagã, mas o seu fundo sublime subsistiu e salvou-os da decadência que feriu os outros templos. Pela profundeza da sua doutrina sagrada, pelo esplendor do seu cenário, os Mistérios mantiveram-se durante três séculos em face do Cristianismo engrandecente. Eles reuniam então essa elite, que, sem negar que Jesus fosse uma manifestação de ordem heróica e divina, não queria esquecer, como já o faziam a Igreja de então, a velha ciência e a doutrina sagrada. Foi preciso um édito de Constantino, mandando derribar o templo de Elêusis, para por fim a esse culto augusto, em que a magia da arte grega soube incorporar as mais altas doutrinas de Orfeu, de Pitágoras e de Platão. Hoje o asilo da antiga Deméter desapareceu, sem deixar vestígios na baía silenciosa de Elêusis, e só a borboleta, o inseto de Psique, atravessando o golfo azul nos dias de Primavera, recorda que, outrora, a grande Exilada, a Alma Humana, evocava ali os deuses e reconhecia a sua pátria eterna.” (Os Grandes Iniciados) Como porém, ninguém jamais poderá deter a Vontade de Deus, eis que, não só a Excelsa Doutrina dos deuses ou espíritos retornou ao convívio humano, como ainda o fez atingindo toda a carne, através do Consolador que retorna ao seu posto, em virtude do trabalho dos mesmos Grandes Arautos de todos os tempos. Constantino, em favor de um Império humano, déspota e sanguinário, destroçou tudo quanto tinha o seu fundamento na Moral, no Amor e na Revelação. Mas o Cristo, movimentando Suas legiões angélicas, recolocou o Conhecimento da Verdade no seu lugar, para advertir, ilustrar e consolar Seus tutelados. Isto é, para lhes lembrar que Deus é Espírito e Verdade, assim desejando que venham a ser os Seus filhos. E de tal modo os tempos chegaram, como medida cíclico-histórica, que o Espírito da Verdade proclamou, alto e bom som, que a Excelsa Doutrina triunfará com os homens, apesar dos homens e contra os homens, se for necessário. Aqui reside, para todos os efeitos, o galardão máximo do Espiritismo, do Caminho do Senhor reposto no lugar; e reside nele, assim como residiu no trabalho heróico e divino de Jesus, não só por ser Doutrina Excelsa, mas principalmente por ir ao encalço do homem comum, daquele que sempre fora o esquecido das Escolas Iniciáticas e das sinecuras clericais político-econômicas. Em Jesus, Aquele que veio com o Espírito sem medida, e que por isso tais coisas fez, grandes e profundas a ponto de Lhe negarem a veracidade, um dos traços maiores foi deixar o aconchego
dos Templos Iniciáticos para, entrando no meio do povo, da massa obscurecida, entregar-lhe a Mensagem do Céu, dizer-lhe que o Pai Divino jamais fora responsável pelos preconceitos humanos, de cor, de raça, de pátria, de casta ou quaisquer outros! Portador do derrame de Espírito para toda a carne, nasceu sem pompas e sem casa estável, para render a alma no alto de um monte, encravado num lenho infamante, desprezado e xingado pelos representantes de governos e religiões. Pior do que isso, pois foram estes que Lhe aprontaram as perseguições e a lapidação! O maior trabalho feito por um Mensageiro do Céu fora aquele registrado na História, pelo Único de quem foi dito, que Lhe não daria Deus o Espírito de dons e de graça por medida. É duvidoso que os homens já entendam de Espírito sem medida, de graça e de dons espirituais assim intensivos; por isso mesmo é que, falando em Seu nome, afirmando a Doutrina de quem foi o humilde vivedor e transmissor, ainda Lhe negam a Luz, a Glória e o Poder de que viera revestido! A contradição continua atirando pedras; mas na alma dos povos ficará sempre lembrada a Figura Inconfundível, a Divina Silhueta que foi sofrer e chorar com os pequeninos do mundo, enquanto que, como jamais acontecera na História da Terra, lhes fizera fremer em face das maravilhosas manifestações do Céu! De tão singular, por ter sido tão acima dos Antigos Reveladores, até Lhe querem negar a existência. E quando não pretendem isso, porque se acreditam Seus arautos, negam-lhe o Divino Esplendor! Para os morcegos, ou a luz não existe ou é insuportável... E como o Espiritismo não é mais nem menos do que a restauração do Caminho do Senhor, sua grandeza reside em entrar no seio da massa, do povo, de todo aquele filho do Pai Divino que tenha um pouco de boa vontade. Se é certo que de Jesus para cá, é crime de lesa-Verdade e de lesa-Humanidade pretender fazer esoterismo ou ocultismo, mais certo é, ainda, que o Espiritismo tem sua grandeza no fato de não sustentar semelhantes presunções. Com o Pai no coração, com o Cristo no exemplo, com a mediunidade por graça e com os santos espíritos por companhia, vivem a fazer maravilhas por esse mundo a fora, as mais simples e humildes criaturas. Nisto é que Kardec foi maior do que muitos outros também grandes – entregou a todos os homens de boa vontade a oportunidade de se tornarem Profetas e Apóstolos. E isto, simplesmente pelo fato de ter sido um fiel servidor de Jesus, do Cristo Planetário, Daquele que fora levar advertência, ilustração e consolo de porta em porta.
Capítulo XVI
Desde que se conhece a história humana se sabe dos ensinos advindos pela Revelação. Os deuses, como eram chamados os espíritos tutelares das raças e dos povos, jamais deixaram de ser os porta-vozes do Senhor Planetário, através dos escalões hierárquicos. Em toda a antigüidade, os anjos, almas ou espíritos eram designados deuses ou mensageiros de Deus. Todo o Velho Testamento está cheio de anjos ou deuses que se comunicam e instruem os Patriarcas e Profetas. E quantas podem ser as variantes mediúnicas? Por quantos modos o Céu pode enviar mensagens aos encarnados? Pouco importam os números que os homens possam determinar, pois em Deus tudo é UM e se manifesta no plano relativo em caracteres de infinidade. De dentro da lei una, partem leis e fenômenos incontáveis, em todos os campos da vida, em todos os sentidos da movimentação. Os respiros de Deus, como diz a Sabedoria Antiga, são infinitos através de Sua Manifestação, de Sua Emanação. Perante Deus, contar centenas de metagaláxias é o mesmo que uma criança contar grãos de areia... Entretanto, cada centelha tem em si o seu mundo para organizar, para divinizar, para cosmonizar, isto é, para conduzir àquele grau que é acima de mundos e de formas – o Grau Crístico! O Grau Crístico, notemos bem, é a resultante do Supremo Grau Anímico, da máxima intensidade psíquica, da plenitude espiritual conseguida. Depois que a centelha se tornou UNA com o PAI, depois que a PARTE se uniu com o TODO por evolução, que quer dizer sintonia vibratória, então é Centelha Cósmica, entra a ser parte daquela organização chamada comumente de Providência Divina, Diretora de mundos e de Humanidades. Os Cristos Cósmicos são os mesmos espíritos que se elevaram ao grau de Cristos Anímicos ou Perfeitos. A função corresponde à gradação hierárquica e vice-versa. E todos os filhos do Pai Divino devem lá chegar, porque perante Deus ninguém jamais foi especial! Evoluir, tal é a lei! E por falar em leis, temos que nos reportar sempre ao Princípio de Unidade; é o que vamos fazer, porque assim mandaram de mais alto, muito mais alto. Haviam combinado, o discípulo, o jovem sírio e a jovem ex-protestante, uma reunião para o domingo próximo. Eles pensavam por eles mesmo, ou assim julgavam, sem perceber que deste lado haviam ordenado assim dirigi-los. E a reunião se fez, naquele domingo úmido e frio, pelas três horas da tarde. Deste lado tudo estava preparado. A ordem fora cumprida a rigor. E como tal, falou-lhes o pequeno Mensageiro, anunciando que deviam desdobrar, porque em certa região espiritual iria haver uma grande manifestação, à qual convinha que os três estivessem presentes. Cederam eles e dentro em pouco estavam conosco, muito alegres, muito felizes, realmente iluminados. E conosco estava também o grande Mensageiro, com a ordem de conduzi-los ao local da grande manifestação. Tomando rumo, fomos parar em gloriosa região, num vale formosíssimo, com muito de certa região da Palestina, onde Jesus trabalhara como Celeste Ungido, convidando Seus tutelados a se irem transformando em Cristos. Havia muitos milhares de almas ali, inclusive desencarnadas, almas que, naturalmente, viviam na Terra com os olhos voltados para o Céu. Porque aquela
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.