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Capítulo 35 de 47

Paz E Ventura — parte 11 de 13

A Volta de Jesus Cristo · Osvaldo Polidoro

fazia jorrar luzes de suas benditas mãos, luzes que, chegando a nós se convertiam em alvíssimas e perfumadas pétalas de rosas. * * * “Aqueles que forem representantes da Verdade, do Amor e da Virtude, certamente darão provas individuais disso, através das obras que praticarem, sem se importarem com aqueles que não são e com aqueles que apenas parecem ser.” William chegava ao término do seu estágio entre nós, beirando cada vez mais a residência daquela gente simples e humilde que lhe iria contribuir para a encarnação, oferecendo-lhe o bendito instrumento carnal. Sílvia, que lhe seria e é a mãe, era e é, jovem dotada de boas faculdades; e o pai, modesto funcionário público, embora sem muitas letras no plano carnal, conta nos registros cármicos com excelentes conquistas em geral. E não pena com o fato de ser inculto, pois no passado, com a mania das terminologias complicadas, querendo e fazendo para aparecer mais, contraíra alguns débitos. É até bem feliz, pois sendo incapaz de melhores assimilações pseudo-científicas, vive procurando fazer o bem, vive para dilatar as imortais importâncias do coração. Também, em abono de seus méritos antigos e do bom comportamento presente, o guia de sua esposa vive a repetir: “A sabedoria que vale diante do mundo, pode não valer diante de Deus”. Ele não tem a menor noção dos porquês de tais palavras, mas elas lhe fazem o bem devido; e farão a todos aqueles que tiverem vontade de viver vida ajuizada, já que a sabedoria enfeita o espírito, mas a consistência que garante a Paz e a Ventura, essa jamais deixará de pertencer ao Amor! É por isso que (embora pareça esquisito aos homens, principalmente aos que se nutrem de pseudo-importâncias), muitos pequeninos voam aos altos planos da erraticidade, enquanto eles, cheios de rótulos do mundo, fazem longos estágios entre a carne e os planos inferiores do mundo espiritual. Lembramos, para efeito de juízos quaisquer, que não estamos fazendo a apologia da ignorância... Apenas queremos dizer, e dizemos, que a verdadeira Sabedoria é aquela que se deixa envolver e penetrar pelos santos ungüentos do Amor, para juntamente subirem e se apresentarem unidos em face dos planos onde a Paz e a Ventura dominam absolutamente, por estar ali exposta de modo inenarrável, e acima de individualismo, a Presença Divina, o Ser Infinito, Aquele que É tudo em todos, e que todos O trazemos dentro de nós, sabendo ou sem saber, amando-O ou não. Falando d'Ele, cuja Paternidade é igual, lembramos aos que se dobram cheios de medo, e terrores até, na presença de Grandes Irmãos, que é necessário, o quanto antes, perder muito de beatismos falsos, de pieguismos repugnantes, para ganhar simplicidade, podendo assim manter uma conduta harmoniosa em face de todas as entidades, questões, condições e situações. Quem se sabe um filho de Deus, por insignificante que seja no campo evolutivo, é no campo individual um filho de Deus, alguém que tem por obrigação honrar a Divina Paternidade. Se os Grandes Irmãos não precisam de curvações e babujas, que os menos evoluídos não se comportem como se fossem réprobos, porque para isso ninguém foi emanado! Quem for simplesmente involuído ou iniciante na escala hierárquica, lembre-se que deve trabalhar para progredir, sendo que seus irmãos maiores poderão auxiliá-lo, com ensinos e algumas outras ajudas, nunca porém realizando aquilo que é devido a cada um; e quem for devedor de faltas, por erros cometidos, lembre-se de que a Justiça Divina é Absoluta, porém flexível nas aplicações, muito oferecendo aos que se fizeram penitentes... Mas, lembre-se bem, aquela penitência que se caracterize pelo fazer bem ao próximo, porque aquela penitência piegas, idólatra, ritual, exterior ou formalista, de nada adiantará.

Os preparativos de William foram muitos e práticos; quase um ano de trabalhos e de observações locais, por força de sua vontade, que foi no sentido de auxiliar e de aprender ao mesmo tempo. E com isso, como é fácil conceber, ele se permitiu felicíssimas registrações mentais e emocionais, registrações que, no curso de sua vida carnal, hão de vir à tona, em termos de intuição. Há na maternidade um quê de imensamente imponente! Se é certo que, nas piores condições, iguais se atraem e irmãos portadores de vibrações inferiores se reencontram em todos os campos de atividade, inclusive o reencarnacionista, dando-se portanto, acontecimentos assustadores; se, em função das leis sintônicas, nascem criaturas em meios os mais hediondos, o certo é que, na maternidade, há sempre alguma coisa que enternece profundamente. Queremos dizer, pelo que sabemos, que os filhos de Deus podem desonrar seus direitos e suas oportunidades, suas regalias e suas funções, mas o mérito das leis fica de pé! Porque o poder emanador é exclusivo de Deus, Seus filhos usam de leis Suas, e o fazem bem ou mal, porém sem jamais poderem tocar, de longe que seja, na santidade intrínseca das mesmas! Concludentemente, o mais feliz é aquele que aprende as melhores lições da vida, acumula experiências, tudo fazendo para não usar mal ao que o Bom Pai fez para ser bem usado. E como leis são leis, todos responderão pelos maus usos feitos, porém muito mais, ou em maior porcentagem, aqueles que o fizeram com mais conhecimento causal. Os três casos que aqui vão relatados, podem fazer pensar em legiões deles, tanto bastando que se aplique a lei das proporções a cada um deles. O primeiro foi o de um espírito de ordem bastante inferior, encomendado por um homem abastado e sem filhos, por ser sua esposa estéril; encomendou-o por intermédio de uma mulher de más recomendações. Ela teria o filho e lho entregaria, recebendo, no momento, uma boa quantia em dinheiro, afora o já recebido. E tudo sucedeu, inclusive a indicação de um espírito, pelos encarregados deste lado. Apesar do ambiente infeliz em que vivia a futura mãe, foi-lhe dado guarda até o dia de ter o seu bebê, quando passaria às mãos do pai, através de outra pessoa. A comitiva entregou o espírito ao colo materno, no devido tempo, em sua residência, depois de haver muito trabalho de limpeza. E houve oração, rogo ao Pai Divino feito pelo chefe da comitiva e palavras de ensino a alguns novatos em matéria de trabalhos dessa ordem. Partindo do princípio que ensina ser a chamada Criação a Bíblia de Deus, tudo é escola e tudo traz proveitos, mais tarde ou mais cedo, sem sofrimentos, com mais ou com menos sofrimentos. A questão é a seguinte: saber, pensar, sentir e proceder do melhor modo. Mas quando isso não for possível, as leis terão curso e a responsabilidade terá que ser de alguém, porque mistérios e milagres não existem na Ordem Divina. E como com a Justiça Divina ninguém jamais irá discutir, porque nunca virá a encontrá-la como um indivíduo, eis que, nos dédalos do Espaço e do Tempo, todas as contas serão ajustadas até aos mínimos detalhes. Para os homens os fatos podem se revestir de farto enigmatismo; mas não há disso na Justiça Divina e em coisa alguma que derive de Deus. Abram os homens suas mentes, procurem focalizar as Verdades Eternas, Perfeitas e Imutáveis de Deus, porque a parte de Deus não depende de cogitações humanas. O segundo caso foi de uma beleza singela; uma jovem esposa inaugurava a maternidade, e, como era procedente de plano espiritual apreciável, foi para lá que foram remetidos, os dois, ela e ele, o esposo, para voltarem ao recinto familiar com um belo presente do Céu — uma pequenita luminosa! Em virtude de um acidente, certa mãe perdera a filhinha alguns dias antes de nascer; e como o programa do espírito reclamava urgente encarnação, foi endereçado o mesmo ao jovem casal de que falamos. O corpo perispirital, assim como saíra, assim

fora deixado. A jovem mãezinha, estuante de felicidade, recebeu a bonequinha nos braços e sobre ela ensaiou, também, as primeiras lágrimas de sentido maternal. Quando falamos em Ordem Divina, queremos dizer o TODO e suas leis também totais; num lance de pensamento, num apanhado geral que permita, ao ser relativo, a idéia do TODO, eis o que chamamos, para nós, a Ordem Divina. Porque ela é como é, e ninguém poderia negar, mas, para nós, ela é como o nosso relativismo permite focalizá-la. No seio desse conceito maravilhoso do TODO, as pequeninas questões e os mínimos fatos atingem grandezas inenarráveis. Assim foi a entrega de um espiritozinho àquela mãezinha, no interior de um templo, na esfera de vida de onde partiu ela, a mãezinha, um dia, para reencarnar. A Revelação funciona nos mundos e intermundos da Infinita Casa do Pai; portanto, funcionou ali, também, naquela hora sublime. O globo de cristal, colocado no local onde no mundo formam as exposições de idolatrias comercializáveis, em dado momento começou a revelar farta e policrômica iluminação. As cores menos claras foram dando lugar às mais claras, até que tudo ficou entre ouro e prata, porém de um brilho impossível de ser descrito. E a Grande Mãe apareceu, rodeada de milhares ou de milhões de pequenitos sorridentes e brilhantes, tendo endereçado à jovem mãezinha palavras de incentivo. Mas cada um de nós ganhou alguma coisa, porque ela disse, emprestando à flexão de voz um poder tremendo de penetração:

“... Porque em um mundo inferior como a Terra, não pode triunfar aquele que não pode renunciar...”

O terceiro caso foi a entrega de William aos futuros pais; e também com ele o Céu quis dar-nos a graça de uma viagem a plano bastante superior. Portanto, uma falange de mais altos servidores veio a nós, para nos emprestar auxílio vibratório, sem o que a nossa presença ali seria difícil, por tempo algum tanto prolongado. Acertado o local da reunião, trouxeram da crosta o casal de pais, e, uma vez o conjunto realizado, a falange superior nos envolveu, formando círculo em torno de nós. Feito isso, o chefe da falange comandou a viagem, dizendo que bastava a cada um, para cooperar, ligar o pensamento a Jesus Cristo. E a comitiva se elevou nos ares, entre sons maravilhosos. De onde saímos, pelo menos vinte e duas fronteiras vibratórias atravessamos, para chegarmos ao local de destino. E se tudo tinha mostras do mundo terreno, com edifícios, jardins, aves, flores, fontes, sons, etc., a verdade é que o sentido de divinização deixava e muitíssimo longe as belezas de nossos planos menos iluminados e venturosos. Entramos para um imenso edifício em forma de pagode, feito de alabastro brilhante e ornado de cravejamentos maravilhosos. O salão para onde fomos, de um caráter grave em tudo, tinha ao centro uma mesa enorme, de cor escura porém viva ou vibrante, como todas as cores por aqui o são, sendo natural que, quanto mais se sobe, tudo mais e mais se torna lucilante e glorioso. O chefe da falange colocou cada um em seu devido lugar, deixando intervalos que, a seguir, completou com irmãos de seu comando. Disse que assim devia ser, para os de esferas inferiores, e os encarnados, receberem o necessário auxílio vibratório. Na ponta da mesa, e no centro dela, pois era muito grande, colocou os futuros pais de William, deixando uma vaga entre eles. Feito isso, mandou a sobra de elementos seus formarem círculo em torno. E quando tudo pronto, avisou: — Estamos informados de que seremos visitados por alguns irmãos de mais altas esferas; e embora seja comum isto, mormente neste salão, dedicado à recepção de encarnados e candidatos à encarnação, é sempre com elevado júbilo que recebemos

os avisos, os convites e as ordens, para organizar as reuniões. Estando nós prontos, manifestamos o nosso agradecimento ao Pai Divino, ao Divino Mestre que é Jesus Cristo e ao Sagrado Ministério do Consolador. Que se faça a Vontade Suprema, através dos Santos Escalões, que a nossa rende graças de poder servir. Clarins soaram primeiro. Feito silêncio profundo, profundíssimo, vozes se ouviram, vindas de um dos lados. E um grupo de irmãos apareceu, cada um deles vestido singelamente, simplesmente, como os nazireus ou essênios. Tudo neles denotava a marca do profetismo hebreu e a rigorosa simplicidade dos altos seres, aquela simplicidade que penetra, comove e causa profundo respeito, porque contém de cada um o que realmente é, sendo que esse “é” revela o infinito respeito que revelam ao Senhor do Todo! Digo aqui, abrindo parêntese, que os religiosismos da crosta e dos planos inferiores do astral, como não podem ser derretidos, para se apresentarem de modo diferente e conveniente, devem tratar de se modificar quase que totalmente; porque, diremos, fazendo parábola, que aquilo que aqui é simples, porque mostra o lado de dentro das pessoas, na crosta e planos inferiores não é simples, não é puro, não é decente, porque mostra o lado de fora, mostra a aparência ou o rótulo das pessoas. Direis que tudo deve evoluir e que é normal ser assim... Mas eu digo que os tristes vícios e as deturpações favorecem maquinações bem engendradas e fortemente conservadas... Uma coisa é ser normalmente involuído, e outra é ser propositalmente capcioso, politiqueiro e negocista das coisas do espírito! Um dos do grupo passou à frente, sentou-se entre os futuros pais de William e disse, com voz harmoniosa, vigorosa e meiga ao mesmo tempo, assim como quem é o irmão, o amigo, o mestre, o veículo da Divina Paternidade e a expressão da Sua Divina Justiça: “Os mundos físicos são escolas e as humanidades são classes de alunos, como bem o sabeis. O destino fundamental é a glorificação integral dos filhos do Pai Eterno. E para que as humanidades alunas tenham sempre com que contar, em matéria de aprendizados, vamos nós, executando a Suprema Vontade, enviando professores aos mundos físicos. Como a parte de livre arbítrio não pode ser tirada, muitos professores têm invertido a ordem da realidade, mais aplicando de seus mesmos conceitos, do que refletindo, em seus ensinos e obras, a Vontade Suprema.” Volveu o olhar amigo e severo a William, sorriu, um convite feito sorriso, e chamouo: “Venha buscar este aviso, para que leve nas mãos, durante todos os dias de sua passagem pela encarnação.” William levantou-se, foi até ele e fez uma inclinação de cabeça, mas bem se viu que dobraria os joelhos automaticamente, se ele, com o seu olhar, não o proibisse de fazêlo. E recebeu um pedacinho de papel, ou parecido com isso, cor de ouro, com letras azuis, tudo brilhante, mas de um brilho divino. E quando tinha o papel entre as mãos, as duas, recebeu uma ordem, um doce convite: “Quer lê-lo para nós?” William leu-o, em voz alta, e com aquele timbre que não era o seu normal, parece que penetrado daquele poder maravilhoso que envolvia a todos ali. Aquilo que está dito no cimo do capítulo foi o que leu. E o presidente da reunião, diremos assim, tendo-se erguido foi colocar-se atrás do futuro pai de William, e depois atrás da futura mãezinha, tendo orado, direi que tendo conversado com o Pai Onipresente, Onisciente e

Onipotente, porque a LUZ DIVINA atingiu a uma tal intensidade, que causava divino assombro, se assim se pode dizer, para logo mais vir voltando ao natural daquele plano espiritual, acrescido, é claro, com a presença daquela celeste comitiva. Terminado tudo, o presidente mandou todos ficarem à vontade, bem se percebeu que para dar a todos oportunidade de trocar conversação amiga. Ele mesmo ficou à disposição de todos quantos quiseram falar-lhe, perguntar-lhe, dizer-lhe de suas preocupações e desejos de novos empreendimentos. De minha parte, tinha a impressão de que, se não fosse o tremendo auxílio da falange auxiliadora, rebentaria pela pressão intensíssima de algo que tinha no coração, me parecia um mundo de fogo, de amor descomunal, coisa que, se de lá de dentro saísse, invadiria o Infinito e banharia tudo com o seu poder de expansão divinizante. Não ousei ir ao presidente, porque tinha e tenho certeza de minha pequenez; mas ele, na sua celestial simplicidade, foi varando entre os grupos de presentes e me veio tocar no ombro. Quis vê-lo de perto, e vi que seus cabelos e tudo o mais, principalmente os olhos, o retrato de sua majestade pessoal, pareciam feitos de Céu materializado... Sei que não me entenderão, porque eu não sei o que isso quererá dizer totalmente, mas peço que assim me aceitem e que confiem nele, porque gloriosa é a Finalidade da Vida. Minutos depois, convidou os seus para a viagem de volta; houve como que uma alegria banhada de tristeza, porque ele nos deixaria, se bem que ele não é quem se afasta de seus irmãos menores. Não falou com a boca, mas falou muito alto e forte, e penetrante, lembrando a todos que, durante a jornada evolutiva, as amarguras passam e as eternas venturas permanecem, porque o Pai Divino assim o quer. E foram se retirando, depois de encantadora inclinação de cabeça, tão simplesmente como vieram, como grandes amigos no vai-e-vem dos dias da Eternidade. O chefe da falange auxiliadora falou, agradeceu a todos e comandou a viagem de volta, para os nossos planos, os inferiores. E quando chegamos ao nosso plano de vida espiritual, entregou ele os futuros pais ao chefe do departamento competente, dizendo que William devia reencarnar conservando aquele papel na mão direita, pois sempre que, durante as dormidas do corpo, pudesse estar livre e ler o conteúdo, receberia o grande aviso. * * * A regra é e será eternamente, a cada um segundo as obras que praticar; e como praticar é se representar perante a Justiça Divina, assim funcionará, no seio das comunidades irmãs. Simplesmente assim, normalmente assim, porque aparências e sofismas não prevalecem perante Deus, que é infinitamente íntimo a tudo e a todos. Quem ainda não atingiu o Grau Crístico, por certo estagia num grau inferior, seja ele qual for. E, sendo assim, tem para trás aquilo que já foi, tendo para a frente aquilo que terá de vir a ser. Bom seria, portanto, que ninguém jamais olvidasse o Sagrado Elo que une tudo e todos, e principalmente a Origem Divina à Sagrada Finalidade, pois esse, que se portar assim, muito poderá se avantajar nos caminhos da evolução. Enquanto encarnados, muitos sonham com regras e tabelas miraculosas, não sendo mais do que isso os ritualismos e sacramentismos comercializados pelas religiões ou pelos seus proprietários; mas tudo isso é falho, e muitas vezes falso e pior ainda, porque diante de Deus, ninguém jamais deveria comparecer fantasiado ou revestido de aparências. Os atos perante o chamado Criador e os irmãos, esses é que representam realmente, nada mais havendo que os substitua, de modo algum. E falamos com inteiro conhecimento de causa, porque vemos, aos milhões, caírem por terra as fantasias e os galardões trazidos do mundo. É confrangedor, é terrível, e é por isso que recomendamos boas obras e não religiosismos.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.