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Capítulo 33 de 47
Paz E Ventura — parte 9 de 13
A Volta de Jesus Cristo · Osvaldo Polidoro
Observando as bases deixadas pelos Maiores, ou Grandes Reveladores, encontramos aqueles ensinos fundamentais apontados no texto intitulado “LEMBRA- TE”, com a preponderante influência da Revelação, da comunicabilidade dos espíritos. E no Divino Modelo vamos encontrar a máxima advertência em que sentido? Não é sobre o Sagrado Ministério da Revelação ou do Consolador? Sim, a grande realidade salta ao entendimento de qualquer um, quando quiser usar o seu entendimento, para analisar as Linhas Mestras Doutrinárias e a gloriosa função da Mensageiria Divina, advertindo, ilustrando e consolando os encarnados. E que diremos de quem ignora as Linhas Mestras Doutrinárias e ainda por cima blasfema do Sagrado Ministério do Consolador? Diríamos, ainda, com coroa de louros, que o toque final para o estabelecimento da Revelação Generalizada, deu-o Jesus Cristo, abandonando o corpo num madeiro infamante, para em retornando como Espírito, deixar o Pentecoste Imortal. O Imortal Pentecoste que, quase dois mil anos depois, volta a ser reposto no lugar pela vinda de Elias, a cujo arcabouço doutrinário deu o nome de Espiritismo. Porque, entenda quem tenha inteligência de entender, Jesus não prometeu Consolador algum para vinte séculos depois, mas sim a generalização imediata e a restauração no devido tempo. Lembramos com alegria os setenta profetas de Moisés, com os quais pretendeu começar a generalização da Revelação, pois o seu desejo era que todo o povo comungasse com o plano espiritual e profetizasse. Lembramos com amargura o trabalho do clero levita, que truncou a obra de Moisés valendo-se da ignorância de Saul, chegando a queimar os documentos e a matar os Profetas ou Médiuns, além de, posteriormente, falsificar os documentos que foram apresentados por Esdra. Lembramos com alegria ímpar a vinda de Jesus, o Cristo de Deus e não feito por homens, entre cujas funções estava a de derramar do Espírito sobre a carne, aquilo que tanto prometeu em vida, e que cumpriu integralmente, depois de alguns dias, deixando na História o Glorioso Pentecoste. Lembramos com profunda amargura o crime de Roma, truncando o Batismo de Espírito, ou Derrame de Espírito, ou Generalização da Revelação, afirmando serem os fenômenos mediúnicos ou proféticos de autoria do Diabo, para assim forjar uma igreja sua, defensora do Império despótico e sanguinário, e ato criminoso esse que mergulhou a humanidade na ignorância das coisas do espírito e na terrível brutalidade em que ainda vive. Lembramos com alegria cristã a volta de Elias, o trabalhador da reposição das coisas no lugar, pois além de se cumprir nele uma profecia do Cristo, é fato que esta se revela como restauração da Excelsa Igreja do Caminho, Igreja Viva porque edificada sobre o Consolador Generalizado por Jesus Cristo! Quero lembrar também, ó Pai Divino, em nome do Teu Ungido Jesus Cristo, de ter a oportunidade de usar a minha presunção, pelo fato de me terdes concedido a santa oportunidade de dizer estas palavras aos meus irmãos; porque, Senhor e Deus meu, ainda que venha eu, algum dia, a errar muito, ainda assim terei, como medida bonificadora, a graça de ter dito a mais lucilante verdade aos meus irmãos de jornada evolutiva. Graças, Pai Santo, pela Graça que me concedeste! E assim dizendo, volto ao assunto do capítulo, para focalizar um dos maiores criminosos da História, que permanecera mil e duzentos e dez anos nos abismos da subcrosta, pelo fato de ter sido fiel aos ditames de Roma, que se dizia a Guarda dos Ensinos de Jesus Cristo Perante a Humanidade. Este irmão, crente do que lhe diziam os donos do Vaticano, tendo poderes nas mãos, comandou legiões, ferros e fogos, semeando o vandalismo, o sadismo por todas
as partes, contanto que tivesse a seu favor a possibilidade de pensar que estava protegendo a Vontade de Deus, pelas validades que Roma lhe oferecia. Arrastou rios de sangue após de si; e veio a mergulhar nesses rios de sangue, por todo aquele tempo, em companhia de legiões de comandados e de comandantes! Depois de retirado de uma das mais baixas das subfaixas da subcrosta, foi submetido a tratamento por mais de três anos e meio, do vosso tempo, para ter a oportunidade de passear pela campina. Seu perispírito, ou coisa que possa valer por isso, estava completamente deteriorado... E se é verdade que, Deus querendo, a restauração pode dar-se prontamente, também é verdade que a Justiça de Deus é coerente ao infinito... Ele devia ter que meditar muito, enquanto o seu exterior estivesse em fase de rearmonização; isto é, que fosse, também, rearmonizando a mente! Depois de tudo, quando alguém lhe lembrava os tristes fatos, ele dizia: — Se cometi o erro de acreditar nos homens, por que não cometi o acerto de confiar na Lei de Deus? Se um Jesus Cristo afirmou que não veio para derrogar a Lei de Deus, por que acreditei em homens que se julgavam mais do que o Cristo? Enfim, esse irmão está entre vós e trabalha como pode nas hostes do Consolador... É um, dentre muitos, que pode até julgar-se vítima da vida que arrasta sobre a crosta... Entretanto, saiba ele e quantos estiverem interessados pelo próprio destino, que é melhor aproveitar o tempo produzindo o Bem, do que discutindo os méritos da Excelsa Justiça!... * * * Não nos parece possível que a Eterna Bonança vigore para algum espírito, desde a sua hora de manifestação da parte da Essência Divina; ninguém afirma isso, e todos dizem em contrário, isto é, atestam que muitas tempestades se intercalam entre o começo e o fim da jornada evolutiva. Portanto, bonanças e tempestades se intercalam, até que o espírito se instale de uma vez para sempre na Eterna Bonança. Outro ponto digno de atenção é saber se Jesus Cristo chegou a se arrepender do que fez e do que disse. Ninguém ousa dizer, por aqui, que tenha se arrependido. Portanto, os hipócritas e ladrões, os raposas, os mentirosos e assassinos, os túmulos caiados por fora e podres por dentro, os cães e os porcos, toda essa legião de representantes do anticristo, ou contraventores da Lei, continua recebendo aos ouvidos os impactos da Eterna Advertência. E, pois, devem andar errados aqueles que se dizem arautos da Verdade, enquanto apresentam como conduta em geral bem estudadas maneiras e atitudes perante os mais evidentes e chocantes procedimentos de certas criaturas. O Divino Mestre disse tudo na hora certa, disse certo e bem alto, ainda que sabendo que iria receber a crucificação por prêmio. Não usou falsas bondades, fingidas tolerâncias e muito menos fantasiou a covardia de resignação, quando viu a Lei afrontada, a Verdade espezinhada, o Bem calcado aos pés pelos poderosos do mundo, a Virtude escandalizada e a Pobreza vilipendiada! Mais uma faceta do Eterno Bom Senso nos diz, também, que nunca é em benefício da Eterna e Absoluta Verdade, que certos homens ou certos grupos de homens dogmatizam ou fazem cristalizar pontos de doutrina bem relativos, muito carecentes de contínuos progressos. Alguém, mais ou menos coletivo, está atrás disso tudo, com os seus interesses subalternos a proclamar o “não passem adiante!”. Da parte de Deus não havendo ordem de parada, para o progresso de Seus filhos, toda parada forçada pelos homens é criminosa. A voz de Jesus se levantou neste sentido: “AMAI A DEUS COM TODA A FORÇA DO CORAÇÃO E DE TODA A INTELIGÊNCIA”. Estas e muitas outras aparentes simples falhas, ou nonadas na ordem dos atos cotidianos daqueles que peregrinam o mundo carnal, nos fazem pensar com acurado
zelo, pois no amanhã seremos nós a substituir alguém, como parcela da demografia terrestre. Quanto ao campo de colheitas experimentais, tivemos os tempos de trabalho junto às legiões da Grande Mãe, bem como agora, estudando programas préencarnacionistas, sopesando fatores, empregando o pouco de Senso de Justiça que a profissão terrestre nos favoreceu, no estudo dos contras e dos prós que residem no histórico de miríades de irmãos candidatos à encarnação. Como já é bem conhecido, as registrações são duas: uma é intra, é feita pelo espírito em si mesmo, como a psicometria o prova facilmente; a outra é extra, é um relatório dos fatos mais salientes, contra e a favor, que pode ser lido a qualquer espírito, sendo conveniente. E para os espíritos embrionários em evolução, o mais importante é o relatório escrito, com os máximos fatos apontados, pró e contra. As miudezas devem ser observadas pelos maiores, aqueles a quem cumpre andar sobre o fio da navalha, sem se deixarem cortar... Portanto, encaremos um irmão a mais, enquadrado como milhões de outros nas divisões terríveis que separam os homens; numa vítima a mais dos divisionismos que a moral humana, a lógica humana, a cívica humana, o patriotismo humano, as ditas religiões e outros preconceitos humanos endossam e sustentam, sob a égide granítica daquelas dignidades ou daqueles brasões que, por fim, por ferirem de frente os ditames da Lei de Deus, arremetem seus cultores para as trevas, onde o pranto e o ranger dos dentes fazem a vez das recomendações infernais. Porque ficará de pé uma advertência: ninguém responderá pelos seus atos, frente a uma comissão de encarnados ignorantes, forrados de preconceitos, pernósticos ou encarapitados no cômoro das protuberâncias convencionais do mundo; mas terá de fazê-lo perante a Divina Justiça, que ninguém vê e que não aceita argumentos, porque age de dentro para fora das criaturas, em termos de rearmonização! A medalha que, ao teor do mundo, apresentava uma face, passará, com a Morte, a apresentar a outra, não havendo injunções de posses, nacionalismos, religiões, políticas ou coisas semelhantes, que tenham como intervir, para fazê-la mudar! Perante Deus, já disse alguém, ninguém consegue usar rótulos! Poderá ser como o joio, que cresce com o trigo, até certo ponto, mas na hora da colheita será separado e lançado ao fogo! O irmão Karl, antigo Burgomestre, foi chamado à observação, para efeito reencarnacionista, isto é, para tratarmos do seu esquema da vida; delinear as linhas gerais, pois os pormenores entram normalmente e a parte de boa ou má vontade, a parte do encarnado, por isso ele responderá, quando retornar. Focalizado Karl, o aparelho psicométrico, o painel das imagens refletidas, envolveu um grupo de irmãos, todos de projeção nobiliárquica, todos tremendamente articulados em fatos históricos criminosos. Portanto, o chefe da comissão de estudo recomendou: — Convoquemos o grupo todo; quem sabe se poderemos enquadrar todos num mesmo plano de ação renovadora? Se isso ocorrer, nós ganharemos tempo e eles terão pela frente valiosa oportunidade de confraternização. O Departamento de Noêmia funcionou e oito irmãos foram colocados defronte ao aparelho psicométrico. O Burgomestre, o Juiz, o Bispo, um Barão, um Padre, dois Advogados e duas Mulheres que serviram de isca em alguns casos, formaram o centro de ação de uma tragédia que envolveu milhares de pessoas, obrigando umas aos martírios redentores e outras aos desvios tenebrosos. Tudo começou com a palavra de um Barão no ouvido de um Burgomestre; porque a coisa cresceu, envolveu, corrompeu cada vez mais e a Morte, fiel cumpridora de seus deveres, foi aos poucos juntando todos. Os primeiros a desencarnar foram ligados imediatamente aos que ficaram na carne; mas quando o grupo se reencontrou no plano
astral, a luta e a permuta de acusações foi aumentando, crescendo, criando condições eletromagnéticas dantescas. Uma nuvem de fumo, negra e fétida, aumentou tanto que parecia cobrir a cidade, que de fato acabou cobrindo. E então passou a descer, a procurar o caminho da subcrosta, até parar num determinado ponto, determinado este pela lei do peso específico. E no seu bojo, aquela nuvem negra conduziu aquele grupo infernal, que por sua vez arrastou milhares de outros, todos pertencentes ao mesmo padrão vibratório. O inacreditável começou a se apresentar diante de nós, diante daqueles que se encontravam diante do aparelho psicométrico, para efeito de revisão e estudo da programação necessária. Porque as discussões levaram às unhadas, às mordidas, aos devoramentos, ao macabro! Uns comiam os outros, depois ficavam mostrando os ossos descarnados; e a configuração áurica da legião macabra começou a apresentar as piores deformações, e a mentalização começou a criar formas densas à custa da matéria astral, até que se revelavam como imensos monstros, dinossauros, jacarés, serpentes, tudo transformado, tudo reduzido a horrores. Dois séculos e meio depois, o trabalho comandado pela Grande Mãe os atingiu, e vimos um grande raio de luz penetrar nas trevas abismais. Lá do alto, um Sol Divino, tendo o semblante de Jesus Cristo no centro, atravessava três vultos femininos brilhantíssimos com Seus raios maravilhosos, comandando mais em baixo as legiões socorristas, inclusive os cães amestrados. Tudo, de alto a baixo, era um maravilhoso cone de luz, formado de anéis, que perdia em brilho quanto mais descia, até facilitar identidade com a legião que devia ser levantada. Uma grande parte, não todos, pois a Lei de Harmonia é funcionária rigorosa! Vimos a legião levantada ficar em determinado plano, de pouca luz, mas já em plano socorrista, perto do Terceiro Céu. E vimos a Grande Mãe, com suas legiões amigas, volitando sobre aquele amontoado de ruínas, fazendo cair sobre ele umas torrentes de neblina verde-azulada, que o cobria e obrigava a despertar para novas idéias e novas proposições. Assim foi acontecendo, dias e dias se repetindo a mesma operação, até que foram se destacando, destacando, cada elemento se tornando distinto, pensando por si, etc. Um dia, diria uma gloriosa hora, lá em cima estava outra vez o Sol Divino, e o semblante do Mestre no centro. As Marias um pouco abaixo, depois em sentido decrescente os demais milhares de trabalhadores. O glorioso jato de luz focalizou a legião levantada, que se espraiava agora por imenso terreno, mas ainda ensombrado. E começou a deslizar para outro local, com um tremendo poder de locomoção, arrastando aquela gente toda para a beira de um imenso lago. Gente por dentro, porém revestida de brutas formas animais por fora. Aos poucos, começaram a se banhar, notando que a água tinha um poder maravilhoso, além de ser deliciante ao contato, pois produzia cintilações belíssimas. E dentro de horas, todos estavam dentro daquele curativo lago, onde as formas densas exteriores se derretiam, deixando as pessoas perfeitamente humanizadas. O Céu, para testemunhar a palavra certa, fez um Evangelista aparecer bastante reduzido diante deles, mas revestido de um eletrizante arco-íris de luzes policrômicas; e tendo um livro nas mãos, leu em voz tonitruante: “Varões galileus, que estais olhando para o céu? Este Jesus, que se afastando de vós foi assunto ao céu, assim mesmo virá, tal como o vistes subir ao céu.” Depois fechou o livro, apertou-o sobre o peito com as duas mãos e disse, com uma simplicidade terrivelmente penetrante:
“A Lei de Deus e o Divino Exemplo de Jesus Cristo já estão de novo no mundo, restaurados em forma de Espiritismo. E a Revelação dará, para os confins dos tempos, o testemunho que lhe compete. Voltareis ao plano carnal, pois o Pai Divino vos concederá nova oportunidade. Observai a Lei! Imitai o Cristo Modelo! Cultivai a Revelação! Jamais forjeis novas clerezias!” Todos, nas alturas, foram se afastando... O espaço ficou azul, límpido, mas um vislumbre celestial pareceu permanecer na imensidão... E nós, rente ao chão, vimos que grupos de outros trabalhadores vinham, do horizonte à nossa direita, e com eles alguns aparelhos de transporte. À frente vinha um, muito alto e com divisas nos braços, como insígnias militares. Chegando-se, falou àquele que na ocasião comandava os trabalhos, dizendo daquilo que lhes competia fazer, distribuindo aqueles irmãos todos pelos diferentes centros de aprendizados, etc. A psicometria mostrara tudo quanto havia acontecido. O painel permanecera claro, em função, motivo por que ficamos olhando. E um rosto lindo, meigo ao extremo, apareceu, ordenando: — Aqueles que estão no vosso plano astral, que voltem à carne o mais breve possível, nos mesmos grupos familiares, porém na América do Sul, principalmente no Brasil, que será o bastião espiritual no Novo Ciclo, e Novo Ciclo que entregará o Planeta inteiro a um bem mais elevado nível vibratório. Daqueles olhos infinitamente maternais saíram graças indefiníveis, e o painel se foi apagando, apagando, até ficar escuro. Os oito irmãos estavam entregues a um misto de comoção e deslumbramento, e disseram não ter visto, durante os trabalhos socorristas de que foram objeto, as maravilhas que o painel psicométrico lhes fizera ver agora. É assim mesmo que ocorre, pois raramente os muito inferiores podem ver os muito superiores, pois a vista, o ouvido e outras penetrações derivam de graus vibratórios distintos. Para tudo é preciso estar nivelado ou capacitado sintonicamente. Eles já estão encarnados, sendo irmãos e primos, para que se encontrem durante a romagem carnal. Queira Deus que o Consolador, generalizado pelo Cristo, corrompido pelo Império Romano e restaurado pelo Profeta Elias, com o nome de Espiritismo, lhes entregue a sua mensagem de advertência, ilustração e consolo, para que não voltem em más condições para este lado da vida. Como é sabido, cada qual, ao transitar pela vida carnal é atingido pelas influências do passado, por ordens de vibração e de elementos deste plano. Assim sendo, quem deixou para trás marcas ou registrações menos felizes, é comumente atingido por influências tais. Cumpre reconhecer isso e fazer questão de estar ligado, pelas orações, conduta e amizades, quer aos nossos planos, quer aos melhores elementos encarnados. E se assim o novo aluno não quiser pensar, fazendo tudo em contrário, pode estar certo de que os reinos de treva também trabalham em benefício do Reino do Céu... Porque tudo é parte e relação de um Divino Mecanismo! * * * “Em nome e sob as graças do Senhor Deus, e do Seu filho Ungido Jesus Cristo, vai e faz o Bem aos teus irmãos.”
A Revelação, o Consolador ou Espírito da Verdade, funciona nos mundos e intermundos e não se poderia dizer, com absoluta certeza, de quantos recursos lança mãos e a que montantes pode atingir, em sua maravilhosa simplicidade. Porém, como
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