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Capítulo 8 de 17
Vi. Relacionamentos Espirituais — parte 3 de 11
A Vida nos Mundos Invisíveis – Volume 3
'Você quer que suponhamos', respondi, 'que Ruth ou eu o levássemos bem longe, a alguma localidade em particular, longe daqui, e então desaparecêssemos, deixando-o com seus próprios meios?' 'Sim, é isto'. 'Então seus próprios meios o tirariam de sua diculdade muito bem, Roger. Não se perturbe, entretanto. Nós nem sonhamos em abandoná-lo numa soleira de porta, como se diz, deixando-o ali para outra pessoa achar! 'Isto é precisamente o que aconteceria. Suponha num momento que você não pôde fazer a ligação com sua mente a qualquer tipo de lembrança de nossa casa; mesmo assim ainda há a ligação nos conectando entre nós mesmos - nós três. E se o pior realmente viesse a acontecer, em ocasião extrema, você apenas teria que concentrar sua mente em Ruth ou em mim, e você veria e sentiria uma resposta instantânea. De forma que, onde quer que estivéssemos, você poderia vir a nós. Eu digo que você poderia vir a nós, mas não viria, porque nós iríamos socorrê-lo - ou enviaríamos alguém. Você sabe, meu menino, Ruth e eu entramos em alguns lugares muito desagradáveis do mundo espiritual, lugares que nós não mencionamos a você ainda, e não seria bom você chegar lá.' 'Onde quer que a Ruth e eu pudéssemos estar, você sempre estaria em contato conosco pela mente. Claro que você não se esqueceu de nossa casa, seus arranjos e ambientes, por isso este assunto não preocupa. Meramente como hipótese, se você se esquecer, há a casa de Asa Brilhante e sua família encantadora. Você quase nem lembra de tudo aquilo que vimos lá, e mesmo assim teria aquele refúgio no caso de falha de memória, e ele cuidaria de você'. 'Mas há uma coisa para ser considerada, apesar de que talvez não tenhamos mencionado, que é a impossibilidade de falha da memória. Isso soluciona seu problema de forma denitiva e por completo. Você não se esqueceu de nossa casa e todos seus pertences, não é?' 'Não, realmente não; está tudo muito claro em minha mente'. 'Exatamente; e assim permanecerá. Você não pode esquecer, porque o trabalho da memória é infalível. Eu sei que se pode imaginar todos os tipos de diculdades ou dúvidas quanto a isto, mas elas não são substanciais, e não pode ser diferente. Alguém perder o ego, por exemplo: impossível. Esquecer algo ou alguém: igualmente impossível.' 'Você falou sobre um sistema de transporte, Roger, e sem dúvida tinha em mente os habituais meios terrenos de transportes: trens, ônibus, carros e assim por diante. Como você vê, não precisamos de nenhum deles para nos levar por estas terras'. 'Sim, mas suponha que queira mudar de casa. Como você levaria a mobília? ' 'Bem, não deveríamos ter muita diculdade; nenhuma diculdade, na realidade, para a mudança. Nós podemos não ser gigantes aqui, Roger, mas temos poderes - e nós os usamos quando é necessário. Nós podemos, cá entre nós, mover toda a mobília de nossa casa com a maior facilidade, e sem sentir nada demais depois disto. Não teremos bolhas em nossas mãos, nem as costas cansadas! Nós poderíamos transportar o conteúdo inteiro de nossa casa uma dúzia de vezes, enquanto o povo de terra ainda estaria pensando no caso - e sem espalhafato ou quebras!’ 'Nós movemos a casa quando sentimos que gostaríamos de viver em outra parte destes reinos. Não estamos necessariamente amarrados a um local, ou incapazes de mudar sem muitas formalidades. O fato é que, uma vez escolhido o local onde estará nossa casa, camos principalmente lá, pelo menos até o tempo de deixarmos o reino completamente. Mas não nos cansamos, ou seja, enjoamos de nossos ambientes, pela razão de que sempre há mudanças de algum tipo acontecendo, grandes ou pequenas, alterando ou aumentando o âmbito de nossas habitações. Por exemplo, nossa casa, como você a vê neste momento, não é exatamente como era quando eu cheguei. Com nossas várias atividades, pensamos que seria bom aumentar o espaço para ser mais conveniente, e assim nós construímos uns anexos, o apartamento bem grande que lhe mostramos, com as tapeçarias nas paredes, a grande mesa com cadeiras em torno, algo no estilo de "grande hall" das mansões antigas da terra - e do mundo espiritual também. Isso foi uma reforma.' 'Os jardins sofreram total reorganização. Ele, por si mesmo, foi uma ocupação encantadora levada a cabo por verdadeiros artistas em horticultura e design de jardins. Veja, mover nossas posses não é nenhum problema. Nós não precisamos de grandes caminhões e furgões. O mero esforço de uma pessoa pode mover a parte maior da mobília, porque todas as coisas, tudo neste mundo, estão dotadas de vida. Não há nenhuma coisa inerte, como lhe falei. Só nós já poderíamos remover o conteúdo inteiro de nossa casa - ou qualquer outra casa - sem a menor diculdade.’ 'Agora, Roger, gostaria de ir ver a cidade logo agora? Você só a viu lá de casa. Vamos? Caminhando - ou do outro jeito? De outro jeito, então.’ VIII. A CIDADE 'Ninguém parece estar com pressa', observou o Roger. 'Isso é porque ninguém tem pressa'. 'Oh, claro; isso nunca me ocorreu'. 'É assim'. 'Se houver qualquer necessidade de se apressar, a pessoa pode estar "lá" tão rápido quanto o pensamento. Se não houver necessidade, então não há nenhuma pressa'. Nós tínhamos chegado aos arredores da cidade, e estávamos num local sucientemente elevado para apresentar ao menino a 'metrópole' numa visão ampla. Donde estávamos, ele podia ver os vários edifícios imponentes, cada um com seus jardins em volta e lagos em miniatura, partindo, como raios de uma roda, de um edifício central principal. Ele observou que não havia nenhuma estrada, mas, ao invés disso, havia ruas largas e pavimentadas com uma grama soberba. Na cúpula do edifício central ele percebeu um cabo brilhante de pura luz descendente, e indagou o que era. 'Aquele edifício com a cúpula, Roger', dissemos, 'é onde nós nos encontramos nas ocasiões mais formais para dar boas-vindas aos grandes personagens dos reinos mais elevados. Não é precisamente nenhum templo, entretanto a pessoa poderia chamar assim pela falta de um nome melhor. Nem é, especicamente, um lugar de adoração, como seria considerado na terra. Nós não mantemos nenhum serviço religioso lá. Quando nós nos reunimos ali para conhecer os grandes visitantes, a reunião inteira nunca leva muito tempo. As visitas deles são breves em regra, entretanto, naturalmente, camos confortavelmente sentados um pequeno espaço de tempo antes deles chegarem, e permanecemos ali por mais um tempinho depois que partem. Mas mesmo breves como são estes encontros, tudo o que é necessário se faz dentro daquele espaço curto de tempo. Nenhum tempo é perdido em algo "não-essencial" ou em formalidades inúteis! O facho luminoso que vê descendo sobre a cúpula está permanentemente lá'.
'Deve ser uma luz imensamente forte para poder ser vista nesta luz clara do dia'. É uma luz forte, não há nenhuma dúvida sobre isto, e considerando-se a fonte de onde vem, não é surpreendente. Vem da maior Fonte de tudo, meu Roger. Ainda assim, a própria luz não é ofuscante, não é?' 'Logo quando lhe falamos sobre a cidade, você esperava qualquer coisa assim, Roger?' perguntou Ruth, 'apesar de ser uma pergunta bastante tola', acrescentou, 'porque você não esperava nada em particular - como tantas pessoas'. 'Eu não sei o que realmente esperava. Suponho que tive alguma coisa em mente, comparável com uma cidade da terra'. 'O segredo é que somos muito mais simples aqui do que a terra já pôde ser - a menos que a terra mude radicalmente seu modo geral de vida. Imagine você, Roger, os milhares de coisas das quais nós não precisamos aqui. Em um momento de folga, você poderia fazer uma lista de artigos que não são necessários para vida no mundo espiritual que alcançaria as dimensões do catálogo de certas lojas!’ 'Pensemos agora. Começando com os apetrechos domésticos de uma casa. Comida, por exemplo. Nós não precisamos de comida, de forma que isso elimina uma industrialização enorme, que inclui todos os vários departamentos, comida e bebida, e todos os recipientes e utensílios para se fabricar, cozinhar e servir.' 'Nós nos provemos de nossas roupas pela ação de uma lei natural - outra indústria vasta dispensada.’ 'O sistema de transporte, você já viu aqui!' 'Sua ausência é visível'. 'Bastante.' 'Então pense em todos os comércios e prossões que não têm nenhuma contraparte ou equivalente nestas terras'. Empresários, por exemplo', sugeriu Roger com um riso. 'Ou políticos', acrescentou Ruth. 'Não esqueça os padres e clérigos - até mesmo os bispos', disse eu. 'Talvez seria bom não ser muito especíco. Os empresários são os mais agradavelmente empregados aqui, e os políticos têm mais utilidade!' 'Como você pode ver, Roger, não há nenhuma loja', mostrou Ruth, 'porque não há nenhum comércio de nenhuma espécie.’ 'Então o que se faz quando se quer algo?' 'Como por exemplo...?' 'Bem...', reetiu um momento. 'Eu não sou capaz de pensar em nada', concluiu, com mais surpresa para ele que para Ruth e para mim. Nós rimos muito. 'Isso é bastante estranho, não é, Roger? Você não parece querer nada. Essas roupas que você está usando são as roupas que tinha quando chegou aqui. A propósito, sempre que quiser, pode mudar para suas roupas espirituais próprias imediatamente. Como você está vestido agora, todo o mundo o reconhece como um recém-chegado. Se desejar parecer um antigo "residente”, como eu e Ruth, terá que tirar as velhas roupas e vestir as novas. Aí está, pelo menos, algo que você quereria, roupas espirituais para fazer a mudança'. 'Se há nenhuma loja ou alfaiates, o que farei?' 'Nada, ou, pelo menos, quase nada. Você gostaria de mudar o velho estilo, Roger?' 'Quero muito'. 'Então faça, meu querido menino'. 'Sim, mas como?' 'Temo que não possamos lhe falar como acontece, mas olhe para você, Roger. Seus olhos estiveram na paisagem diante de você. Agora olhe um pouquinho mais próximo'. O menino assim fez, e cou surpreso ao descobrir que as velhas roupas terrestres tinham dado lugar ao vestuário espiritual luminoso, pleno e livre, e combinando absolutamente com os ambientes. Ruth e eu zemos o mesmo e, pela primeira vez, Roger nos viu em traje espiritual. 'Agora você pode ver, Roger, se tivéssemos aparecido em seu quarto sem voltar a nossas antigas vestes da terra... poderíamos tê-lo amedrontado'. 'Estou seguro disto', disse ele. Ele levantou uma dobra de seu vestuário e examinou de perto, e observou que não parecia ter sido feito por mãos humanas. 'Não, Roger; nenhuma mão foi empregada para criar estes vestuários, mas Ruth e eu, honestamente, temos que lhe falar que não sabemos que processo natural entra em ação na fabricação deles. Há muitas outras coisas que nós temos que saber primeiro, e assim nós deixamos as coisas como nós as achamos. Quando você estava em terra, tentou analisar todas as coisas mortais que entraram seu modo em vida, e tentou descobrir como foi feito, e centenas de outras razões ou causas para sua existência? Eu estou seguro que não; nem Ruth nem eu o zemos. Não há nenhuma razão por que deveríamos levar a cabo investigações minuciosas aqui, sobre a existência das muitas coisas que fazem parte de nossa vida. Seria problemático se nós devêssemos ser melhores por sabermos.’ 'Nossos artigos de vestuário espiritual estão em uma classe por eles mesmos, entretanto. Você vê aquele edifício grande um pouco à direita de nós? Ele é chamado de hall dos tecidos. Lá você pode inspecionar milhares de materiais e panos dos mais maravilhosos, alguns deles representando os tecidos que estiveram na terra – em todas as partes da terra - durante o curso de centenas de anos. Outros são tipos de materiais peculiares ao mundo espiritual apenas, tanto em desenho quanto em textura.’ 'Você viu as tapeçarias que estão penduradas nas paredes de nossa casa. Elas foram feitas pela própria Ruth no hall dos tecidos. Quando o hall nos foi mostrado pela primeira vez, Ruth viu muita gente feliz tecendo tapeçarias, e foi levada à mesma ideia. Desde então ela se tornou especialista na arte, como você viu em casa. ' 'Não foi nada', disse Ruth;' você poderia fazer o mesmo, Roger, se você tivesse a mente apta para aquilo. Isso é uma das principais funções destes lugares, ensinar-lhe a fazer todas as coisas de maneira hábil'. 'O hall dos tecidos não pode provê-lo com roupas espirituais, Roger', disse eu. 'Sinto-me terrivelmente ignorante ao ver todos este pavilhões recheados de conhecimento'.
'Então não deixe que isto suma, meu querido menino. Anal de contas, as pessoas podem sofrer a mesma emoção na presença de umas dúzias de volumes de uma enciclopédia, se chegar a isso. Nós não nascemos com um conhecimento vasto, tudo pronto, à mão. Ruth e eu nos sentíamos do mesmo modo quanto a isto, quando nos foram mostradas todas estas maravilhas em termos de conhecimento; e assim acontece com todo o mundo. Nós estamos todos no mesmo barco, Roger, assim nós podemos ser ignorantes juntos! ' 'Eu tenho que dizer que as pessoas não parecem chateadas por isto'. 'Estes pavilhões são dedicados ao aprender, principalmente ao que na terra chamamos de artes', expliquei; 'e quero dizer pintura, música, literatura, e assim por diante. Coloca-se muita atenção nestas. Há, claro, muitas outras. Na terra, as artes são consideradas mais suplementares da vida do que necessárias. Elas poderiam ser dispensadas, entretanto a terra seria mais obscura do que já é. Aqui elas são vitais, e lhes são dados amplos campos de trabalho. Para se começar, tirando todas essas indústrias que nós tentamos enumerar agora mesmo, há liberdade para outras ocupações bem prazerosas'. 'Há uma coisa, Roger que você não verá aqui, no meio das artes, que são as monstruosidades musicais ou abominações na arte mascaradas como obras-primas. Não é que foram jogadas fora - elas nunca foram admitidas, e nunca serão. Não há fraude nenhuma por aqui, meu Roger."Abandonem toda a presunção os que entram". 'O que uma pessoa tem que fazer para ser admitido num destes pavilhões, Monsenhor?' 'Bem, caminhe através da porta da frente e não terá mais nenhuma dúvida. Dar-lhe-ão as boas-vindas com o maior entusiasmo, e xarão o caminho para estudar tudo o que sonhou um dia. Assim a Ruth começou um dia, quase assim, com a tecelagem da tapeçaria dela. Ela perguntou se podia se unir aos outros para que lhe ensinassem a arte, e em seguida, sem qualquer formalidade, ela começou'. 'E nunca estive tão contente em minha vida', explicou Ruth. 'As pessoas eram encantadoras, pacientes e bondosas, especialmente se você for "todos dedos, e dedos polegares", como eu era quando comecei. Monsenhor gastou muito tempo entre os livros na biblioteca principal. Esse é um lugar maravilhoso, uma vez que esteja interessado nisto. Há milhões de livros lá, sobre todos os assuntos debaixo do sol. Você alguma vez tentou pesquisar alguma coisa em uma enciclopédia, Roger, especialmente numa que tenha ilustrações boas?' 'Sim, bastantes vezes; é um negócio desesperador, há muito o que ver pelos caminhos'. 'Então você pode imaginar o que há lá na biblioteca. Se Monsenhor se perdesse nestas regiões, o primeiro lugar onde uma equipe de salvamento o buscaria, seria lá'. 'Vamos mais perto inspecionar alguns destes edifícios', sugeri. 'Eles permitem que a gente entre, se quisermos?' 'Exatamente, se quisermos, Roger. Não se requer nenhuma licença, nenhuma hora marcada para abrir e fechar, pois estão abertos todos os dias - e isso não é difícil, já que não temos noite.' 'São as mesmas pessoas, trabalhando todo o tempo, então?' 'Oh, querido, não; isso pareceria trabalho eterno em vez de "descanso" eterno. Você poderia dizer verdadeiramente que o trabalho é eterno, mas as pessoas não cam só presas nisto, em uma sucessão eterna, sem perdão. Nós temos nenhuma divisão de noite e dia, mas o trabalho é cuidadosamente dividido entre o pessoal, de forma que eles podem ter seus períodos de mudança de atividade e de recreação, e todo o mundo ca perfeitamente satisfeito'. Roger observou que os edifícios não eram de grande altura, a julgar pelos padrões terrestres habituais. 'Bem, não mesmo; dois pavimentos de altura moderada é suciente por aqui, porque não temos problemas com limitações espaciais. Nós não temos que construir para cima; temos espaço ilimitado para nos esparramar, e o resultado, você tem que confessar, é excelente'. Roger expressou seu encantamento ilimitado com a beleza e o charme de toda a criação, com suas ruas largas de grama soberba, os muitos canteiros de or e as árvores, as piscinas de água cristalina que formavam um conjunto primoroso com os muitos edifícios da cidade. 'Não soa estranho, Roger, que toda essa beleza, esta beleza superlativa, seja tão menosprezada por tantos ignorantes da terra? Não é a terra que ca atrás, com uma certa insignicância suja, comparando-se com tudo isso de esplendor? E ainda o povo da terra, muitos deles, consideram o mundo deles como sendo o mundo, através do qual julgam tudo, avaliam, ou apreciam. São usadas como critério as cidades esfumaçadas e sujas da terra, e esta linda cidade é tida por eles como alguma coisa que deva ser notavelmente desprezada, se não ridicularizada'. A Ruth e eu, entre nós, apontamos os propósitos para os quais os vários pavilhões se dedicam, e nalmente Roger expressou o desejo de investigar o interior do prédio de engenharia, que também inclui pesquisa da química. Nós entramos, e fomos cumprimentados pelo homem que é 'encarregado' das múltiplas atividades que estão desempenhando constantemente. 'Bem, Monsenhor', disse ele, 'e Ruth, também. É um prazer; nós não o víamos há muito tempo. O que posso fazer por vocês?' Eu expliquei nossa incumbência, e apresentamos Roger a ele. 'Claro que você veio ao lugar certo, querido amigo. ' Nós sorrimos com este pequeno cumprimento, pois se tornou quase uma tradição que o encarregado de cada um destes grandes prédios, em circunstâncias semelhantes, diga a mesma coisa precisamente - 'um orgulho justicável!’ Talvez, de todos os prédios de aprendizado, este, de engenharia e química, é o mais concernente com a terra, já que é aqui que tantos descobrimentos da engenharia terrestre e de substâncias químicas têm sua origem. São inventadas muitas substâncias novas no mundo espiritual que são transmitidas subsequentemente a pessoas na terra, para o benefício de todos. Conforme passamos de sala em sala, pudemos ver os químicos e os seus assistentes que experimentavam uma variedade de substâncias que, em tempo certo, vão, quando combinadas, formar um produto completamente novo, precisamente projetado para seu propósito. Para nós foi mostrado como, através de síntese, réplicas exatas de materiais terrestres eram compostas, já que seria inútil inventar uma substância nova de materiais apenas espirituais que não vão poder ter qualquer aplicação nos usos terrestres. O cientista da terra tem que usar materiais terrestres, e o cientista do mundo espiritual tem que trabalhar então na contraparte precisa.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.