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Capítulo 16 de 17
Vi. Relacionamentos Espirituais — parte 11 de 11
A Vida nos Mundos Invisíveis – Volume 3
‘Não, é por isso mesmo. Não. Ele preside, e isso é muito diferente. Eu estou falando agora sobre os reinos de luz. Você pode ver por você mesmo quão prazerosa e mais fácil é a vida. Nenhum deles sai meramente do governo para dar lugar a outro, igualmente ruim, ou estúpido, ou inecaz. Nenhum fanático político com ideias insanas e vazias, e, o que é muito importante, nenhum indivíduo assumirá o cargo sendo totalmente despreparado para isto. Se as pessoas de terra quisessem resolver alguns de seus piores problemas, o mundo espiritual poderia lhes dar uma sugestão ou duas de como fazer isto.' 'Monsenhor está entrando agora num assunto pelo qual gostaria de ter de volta um de seus púlpitos,' disse Ruth. 'Gostaria realmente, meu querido; mas supondo-se que fosse possível, suponha por um momento que pudesse ser feito, quantos ouviriam uma palavra do que eu poderia dizer? Não absorveriam uma parte do que diriam as cabeças mais sábias todo o mundo espiritual. Seria de pouco lucro para mim, então.' 'Alguns de nós, como sabe, entramos em contato próximo com os eventos e os negócios da velha terra, Roger, e podemos ver de que jeito estão se arrumando. Não poderiam imaginar, então, como os grandes seres nos reinos mais elevados devem considerar a situação, quando a sabedoria suprema pode ser consultada, só com os encarnados não sendo tão cegos?' 'Olhe como as Igrejas estão desperdiçando seu tempo e suas energias nas mais completas trivialidades. É tudo tão lastimável e terrível. Você viu só um pouco deste mundo, Roger, e uma ou duas pessoas dele. Você é jovem, e recémchegado da terra. Você seguramente pode ver que o mundo espiritual está certo, e o mundo de terra está errado em tantas coisas. Não é uma questão simples que se apresenta à sua mente?' ‘Você tem toda razão, Monsenhor. Parece simples – visto deste lado de vida!’ 'Você diria que as coisas mudaram muito, então, desde que eu estive na terra?' 'Não posso falar de minha própria experiência, você sabe, Monsenhor,' disse com um sorriso, 'porque você esteve lá antes de meu tempo. Mas do que eu ouvi as pessoas dizerem, tem havido uma decadência dos padrões em muitas formas na terra.' 'Eles não podem ter subido muito alto se o melhor que pôde ser feito foi produzir duas guerras mundiais, e ainda se fala sobre uma terceira. E sobre as Igrejas?' 'Oh, elas ainda discordam entre si.' 'Precisamente. Tudo isso veio de sua menção sobre governo por aqui. Eu estava lhe falando sobre os governadores que presidem os reinos. Muitos deles vivem aqui há milhares de anos. Exige-se os mais elevados atributos se tornar um: por exemplo, conhecimento sobre a humanidade e solidariedade, entendimento e discrição; paciência, bondade, e espiritualidade. Esses são alguns dos atributos que são exigidos. O conhecimento de um governador é prodigioso. Pelo menos, é assim que apareceria aos olhos terrestres, mas você sabe agora, Roger, como a memória trabalha por aqui. É correto dizer que o governador de um reino tem um conhecimento vasto sobre as pessoas sob seu cuidado, e isso é o que o faz diferente dos outros. Em primeiro lugar, os governadores pertencem a reinos mais elevados que os planos a que presidem.' 'Mas acima deles, e acima de todos, há um que é o maior, e ele é o governador de todos os reinos do mundo espiritual.' Nós estávamos numa sala dos fundos durante esta conversação, quando ouvimos uma voz familiar chamando: 'Podemos entrar?' 'Essa é a voz de Omar, ' gritou Ruth. Levantamo-nos e corremos à porta. Era Omar e, com ele, o seu companheiro constante, o egípcio. 'Que surpresa, Omar! Veio a negócios, lazer, ou ambos?' ‘Oh, lazer,' respondeu Omar; 'negócios só nos envelhecem, assim evito-os sempre possível. Isso é o que me mantém jovem. Como vai o Roger?' Roger, podendo responder por si mesmo, assim o fez: 'Maravilhoso,' disse ele. 'E assim parece, meu lho. Isso é importante. A medicina fez a parte boa, e o paciente está completamente restabelecido agora. Bem, agora o real propósito de minha visita. Eu tenho uma mensagem a vocês, comunicando que meu "mestre" virá brevemente a este reino, e caria encantado se pudesse visitá-los por um momento. Eis aí a minha incumbência; simples e breve. Penso que posso adivinhar sua resposta.' 'Não precisa adivinhar, Omar. É uma visita privada - para o reino, quero dizer?' 'Oh, sim; pelo menos tão privada quanto puder ser, e isso não é fácil, como você sabe.' 'Esta é uma notícia esplêndida, Omar. Não preciso dizer como estamos gratos, e estou especialmente feliz por causa de nosso caçula, aqui.' Nós trocamos mais algumas gentilezas, e Omar e seu companheiro partiram. ‘Roger,' eu disse, 'isto é algo que nunca esperei que acontecesse tão cedo; entretanto, na verdade, nunca se sabe.' 'Quem é este personagem que vem vindo?' indagou. 'Você se lembra de uma vez que nos perguntou se sabíamos a idade do mundo espiritual, e que nós lhe contamos sobre um ser que, pelo menos antes que o mundo fosse, ele já era? Você se lembra, claro. Bem, é ele que vem vindo, e incidentemente, é ele o governador de todos os reinos do mundo espiritual, sobre quem eu falava só um momento atrás.' 'Você sabe, Roger, há gente na terra que acredita que os seres dos reinos mais elevados nunca, por nada, saem desses reinos, também aterrorizador e desagradável eles deixarem o estado sutil no qual moram. Isso está absolutamente errado. Esses seres maravilhosos podem, e o fazem, viajar pelos diferentes reinos. Às vezes acontece de alguém estar falando com um personagem desses e estar totalmente ignorante do fato.' 'Quem é esta pessoa,' Roger perguntou novamente; 'seguramente não é ...-? ' ‘Eu sei o que ia dizer, meu menino. Não, ele não é o Pai do universo, entretanto pode-se entender a conclusão que poderia tentar chegar, até mesmo com o pouco que lhe falamos.’ ‘Ele é conhecido de vista, Roger, por todas as almas que vivem nos reinos de luz. Quantos milhares há que o chamam de “meu amado mestre", e isso inclui Omar, é impossível dizer.'
‘Ele exercita sobre todos os reinos a função que um governador individual exerce sobre o reino para o qual foi designado. Ele unica o todo dos reinos do mundo espiritual em um universo gigantesco, sobre o qual reina o Pai de todos nós. Você não pode ter a mais remota concepção, meu Roger, da magnitude, da imensidão dos poderes que ele tem, e ainda, com tudo isto, ele é o ser mais cortês que é possível contemplar. A posição dele é de soberania absoluta, se podemos assim chamar, enquanto ele mesmo é indescritível.’ 'Você poderá julgar por si mesmo, brevemente, o grau imenso de conhecimento, espiritualidade e sabedoria que ele tem. As cores que denotam estes três atributos são azul, branco e ouro, e ele as usa em sua roupagem em proporções enormes. Você mesmo viu como Omar usa estas três cores num grau bem considerável. Mesmo assim, ainda há maiores.' ‘Isto é um tanto amedrontador, Monsenhor, para se falar de forma suave. Acostumei-me bastante a me sentar nos bancos de trás quando estava na terra, e esta é uma ocasião em que poderia ser aconselhável fazer isto novamente. Em outras palavras, fuja antes de sua visita chegar.’ 'Não, não, não, Roger. Fique, que, você deve car.' 'De jeito nenhum, devo ir indo!' 'Oh, por favor, Roger, meu querido,' interpôs Ruth; 'você cou conosco até agora, e nosso aconselhamento foi bom, digo assim.' Estávamos indo longe em nossas deliberações quando percebemos dois velhos amigos que caminhavam pelo outro lado do gramado, porque nós tínhamos permanecido ao ar livre depois da partida de Omar e o egípcio. Os atuais visitantes eram nada menos que Franz Joseph e Peter Ilyitch. Trocadas as saudações sinceras, nós nos apressamos em lhes contar a visita de Omar e seu propósito. 'Claro que ambos permanecerão!' concluí. 'Meu querido amigo,' disse Franz, 'você teria alguma diculdade tentando desalojar qualquer um de nós.' 'Roger está um pouco nervoso,' falei-lhes. 'Querido,' disse o Peter; 'não faça isso. Apesar de que posso entender. Agora vou lhe dizer o que fazer, Roger. Espere até que ele venha, e você sinta a "fase do medo" dominando você, bem, você sabe o método de se remover depressa daqui. Mas você não vai. No minuto em que você vir esta visita, você quererá car. Franz e eu nos sentíamos assim na primeira ocasião em que o vimos. Nós o vimos muitas vezes desde então, e falamos com ele. Temos que ser gratos por tanto, já que é do seu elevado reino que as artes derivam sua inspiração, até alcançar a terra. Muitos de nós, desde que chegamos aqui, tivemos oportunidade para reconhecer e agradecer o que nos foi dado por esses dias na terra. Não é que assim, Franz, velho amigo?' 'Realmente, é assim. Nós na terra pouco sabíamos de onde nossas ideias estavam vindo.' Ruth, enquanto isso, tinha colocado uma poltrona bem bonita na sala principal, uma tarefa que ela sempre teimou em assumir em todas as ocasiões. Assim que nos reunimos diante da casa, pudemos perceber um distinto avivamento da luz nos arredores de nosso pequeno 'estado', e nós conhecemos isto como sinal inconfundível de que nossas visitas estavam próximas. Caminhamos, então, descendo o caminho largo que é anqueado de largos canteiros cheios de ores de muitas cores, e que conduzia diretamente de casa até onde deveríamos receber nossas visitas. Mais um momento, e nós os vimos se aproximando. Nosso convidado estava caminhando com Omar e o egípcio ao seu lado, o último levava um grande buquê de soberbas rosas brancas. Este, como descobrimos depois nós, era composto de vários buquês pequenos. Omar foi o primeiro a falar. 'Bem, meus queridos amigos,' disse ele, 'aqui estamos nós novamente, e Franz está aqui, e Peter. Isso é bom.' Nossa visita pegou as mãos de cada um de nós, e falou uma palavra amável em saudação. Franz e Peter enlaçavam o braço de Roger para lhe dar garantia, e o quadro apresentado imediatamente divertiu nossa visita, por que parecia que nossos dois amigos estavam segurando rme os braços de Roger. 'O que é isto, meus lhos?' ele riu. 'Parecem estar segurando o menino para prevenir que não fuja de nós.' Ruth explicou que Roger estava um pouco nervoso, já que a experiência dele era bastante limitada. 'Venha, agora, Roger, minha criança,' ele disse, 'o que há para temer? Você está com medo de mim? Dê-me sua mão - assim. Agora elimine todos os medos, para nunca mais. Parece um encantamento, não é?' A conança de Roger restabeleceu-se imediatamente, e ele era ele mesmo de novo. 'Penso que estará seguro agora se libertarem seu prisioneiro, Peter e Franz.' Os dois pareceram algo confusos, porque nenhum deles tinha percebido, nem Roger, que eles ainda o mantinham preso pelo braço. O resto de nós desfrutou este pequeno episódio, insignicante em si mesmo, mas cheio de bondade e humanidade, e revelando, tão claramente quanto o sol do meio-dia, que nenhum sequer dos personagens mais altos dos reinos mais elevados do mundo espiritual são seres impossíveis, severos e proibitivos, de mau humor e sérios, mas que exalam a mesma essência de tudo que é afetuoso e humano. Roger nem por um momento tirava seus olhos de nosso convidado ilustre, que estava vestido como normalmente está sempre em tais visitas, ou seja, uma leve túnica branca, orlada com uma larga faixa de ouro, por cima usava um manto rico na cor azul brilhante, preso por uma grande pérola rósea. O cabelo dele era dourado, entretanto quando é visto no reino elevado onde ele habita, a cor dourada se torna luz dourada. O que mais parecia atrair Roger acima de tudo era o rosto de nosso visitante, por causa do que tínhamos lhe contado sobre a idade dele, grande se medida em tempo terrestre, seriam milhões de anos, contudo Roger não pôde perceber nenhum sinal da passagem do tempo. Mas, seguramente, quando ele conversou com Roger, este soube que atrás dele há eons de tempo, apesar de que apresenta a aparência externa da juventude eterna. Finalmente entramos; nosso convidado sentou-se na poltrona especial enquanto nós zemos um meio-círculo em torno dele, sentados também, - quase não seria necessário acrescentar, mas em todas as ocasiões nós nos comportamos como seres humanos racionais!
Nosso convidado falou com cada um de nós, e aqui novamente, para que não seja mal entendido, rapidamente armo que nossa conversação também se processa em linhas racionais. Nós não éramos, certamente, um grupo de escolares que estávamos sendo submetidos a uma inquisição terrível por parte de algum inspetor desalmado! Éramos livres para falarmos quando quiséssemos, sujeito às demandas da educação normal. E o que é muito importante, nós tivemos muitas ocasiões para grandes risadas - e nós rimos. Nenhuma conversação pode acontecer sem bom humor quando Omar está presente, e ele era bem ajudado e auxiliado por Franz e Peter. Roger cou muito maravilhado pela coragem aparente deles, mas aprendeu logo que se desejasse expressar os seus próprios pensamentos sobre qualquer assunto, era esperado que assim o zesse. Nosso convidado agradeceu os dois compositores por todo o seu trabalho, como também o dos seus colegas, e assegurou-lhes a ajuda e a inspiração continuada vinda dele. Era interessante - e para Roger uma revelação; outro entre tantos! - ouvir os três discutindo vários detalhes técnicos musicais com bastante vigor. Anal ele falou diretamente com Roger sobre o futuro dele, e surpreendeu o menino exibindo muito interesse por ele, e especialmente por seu conhecimento sobre os problemas dele. 'A informação vem a mim de muitos locais,' disse ele; 'e foi Omar que me falou, e foi o Monsenhor que contou para Omar, que você mostrou grande interesse na criação de ores.' Roger explicou que tínhamos visitado o viveiro de ores e seu responsável cordialmente o tinha convidado a unir-se aos alunos dele sempre que desejasse. 'Isso é bom, meu lho. Como você viu por si mesmo, há uma abundância de coisas úteis para você fazer, e esse fazer lhe trará grande felicidade, e promoverá seu progresso e avanço pelos reinos deste mundo. Também você já viu, meu lho, como todos nós executamos nossas diferentes tarefas visando o bem-estar geral sem pensar em recompensa pessoal. Ainda assim, as recompensas não deixam de vir, pródigas recompensas - e isso você mesmo descobrirá.' 'Sempre que se sentir disposto, o trabalho o espera, mas isso não dizer que terá que reduzir suas atuais explorações. Ninguém, nestes ou em outros reinos, vai desejar pôr – nem mesmo têm o direito, de fato - um termo denido nos seus desejos de conhecimento expressos desde o princípio deste modo. Mas chega um momento em que a atividade da mente é tal que há um desejo constrangedor de se estar ativamente fazendo algo, em lugar de ser passivamente uma mera testemunha do que acontece ao seu redor.' 'Você nunca precisará de amigos dispostos e sábios para ajudarem em qualquer coisa de que necessite. Você já alcançou, neste período breve, amigos em torno de si, de quem nada pode separá-los, pois agora vive em um mundo onde tais separações não podem acontecer. Nós sempre estamos aqui, como você mesmo está. 'Se deseja estudar música, ou aprender quaisquer das outras artes, podemos lhe prometer professores tais que a terra não pode prover, porque aqui temos os mestres, os reais mestres, dois dos quais, co feliz em vê-los, estão conosco aqui'. 'Então, Roger, meu lho, conduza seu novo trabalho sempre para onde sua inclinação o levar, com o conhecimento pleno de que o trabalho executado neste mundo nunca é esforço perdido'. 'Agora, meus amigos, chegou o tempo de nós partirmos. Antes disto, eu gostaria de deixar uma pequena recordação de nossa visita.' Dito isso, o egípcio passou para as mãos dele o buquê de rosas. 'Aceitem-nas, meus amigos, com meu amor e bênçãos. Talvez, Roger, você ajudará criar algumas rosas tão adoráveis quanto estas. Lembre-se de mim quando as zer, e terá meus pensamentos, pois a rosa branca é minha or favorita. Nossos amigos aqui as viram orescendo em meus próprios jardins. Acho, Omar,' concluiu ele, 'que voltaremos logo. E assim, minhas queridas crianças, as bênçãos do Pai a vocês, e meu amor permanece com vocês.' Dizendo assim, nossos convidados acompanharam sua partida. 'Bem, Roger, meu querido companheiro,' disse eu, depois de passado um momento, 'você não cou alegre por ter cado por aqui?' Você não cou feliz por não termos deixado você escapar?' disserem juntos Peter e Franz. Mas Roger cou incapaz de 'voltar à terra' durante um tempo. Quando conseguiu, cou bem selvagem com sua excitação a ponto de nos fazer 'valsar' em volta da sala. Franz e Peter, que são igualmente soberbos, sentaram-se ao piano onde tocaram imediatamente um dueto com grande vivacidade, enquanto a Ruth e Roger continuaram dançando pela casa. Finalmente, camos um pouco menos tumultuosos, apesar de que o sentimento de júbilo é tal nestas ocasiões que de alguma forma torna-se uma necessidade positiva colocá-lo para fora. O que nós tínhamos desfrutado não era nenhuma 'experiência espiritual', como podem considerar as mentes religiosas da terra . Uma experiência extasiante, seria tolo negar, e seu valor espiritual seria igualmente tolo ignorar, mas as emoções que sentimos eram emoções delirantemente luminosas, alegres, felizes, divertidas; nunca piedosas ou santarronas, nem tão inspiradoras de temor que nos roube todo o senso de completo gozo - pois para nós, isso é o que foi planejado pelo visitante, e não algo feito somente para o 'bem de nossas almas imortais'. Essas mesmas almas imortais derivariam benefícios de forma superabundante, de um modo natural, sem revestir isto com uma religiosidade antinatural, impossível. Consequentemente, então, nossa 'exuberância de espírito' - em mais de um sentido - e consequentemente, também, o modo pelo qual a demonstramos, nos deixava completamente desavergonhados por estarmos agindo assim. Nós continuamos falando por ainda um bom tempo depois que nossos três visitantes tinham partido, e discutimos com Roger o desejo dele, agora expresso, de começar o trabalho com o jardineiro, enquanto isso, nos tempos em que pudesse, continuaríamos com as suas explorações, conforme se sentisse inclinado. Nós asseguramos a ele que se Ruth ou eu estivéssemos ocupados em nosso próprio trabalho em tais períodos, não lhe faltaria cicerones para acompanhá-lo. Realmente, Franz e Peter ofereceram-se a nos substituir sempre que fosse exigido. Nada restava a ser feito a não ser noticar nosso amigo jardineiro da chegada de um aluno novo. Isto foi feito imediatamente, em mãos, simplesmente com a nossa deslocação em corpo para o viveiro onde uma grande acolhida esperava o Roger, junto com muitas garantias de que, em um curto espaço de tempo, ele aprenderia criar muitas ores bonitas em geral e, em particular, as rosas brancas que agora eram seu único e grandioso desejo.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.