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Capítulo 11 de 17

Vi. Relacionamentos Espirituais — parte 6 de 11

A Vida nos Mundos Invisíveis – Volume 3

‘Então, se quiser fazer algo, você tem que aprender a fazê-lo; é isto, Monsenhor?' ‘Bem assim. Você acha que poderia fazer uma mesa desta, neste minuto?' 'Eu estou seguro que não.' 'Não, nem Ruth nem eu podemos. Ruth faz tapeçarias, você viu algumas delas por aqui, Roger; mas ela as tece em uma máquina, a qual é construída por um perito, com materiais também feitos por peritos. Mas elas não são menos reais por causa disto. Como você supõe que as ores e as coisas surgem?' ‘Não tenho a menor noção.’ 'Você gostaria de ver alguma coisa sendo feita?' ‘Claro, gostaria muito, realmente.’ 'Então vamos chamar um homem - ou um deles - que faz algo.' Enquanto caminhamos, explicamos a Roger que o amigo aonde estávamos indo mantém o que na terra seria chamado de viveiro de mudas; quando ele era encarnado, tinha feito trabalho semelhante. 'Eu imaginava,' disse Roger, 'que as ores cresciam aqui do mesmo modo que na terra – de sementes, e assim por diante. Não parece ser assim, pelo que você diz. O que acontece, então?' 'Espere até chegarmos lá, Roger, e nosso amigo lhe falará sobre tudo isto. Olhe, agora; veja onde estão os jardins.' À nossa frente, podíamos perceber grandes áreas de cores brilhantes, uma de cada cor, estendendo-se ao longe, um campo após outro. Havia árvores de todos os tipos, em todas fases de crescimento, desde rebentos a verdadeiros patriarcas. Nós seguimos por um caminho que ia diretamente para uma casa grande. Como eu já tinha enviado uma mensagem para o 'proprietário' do viveiro, ele já estava esperando pela nossa chegada. Roger cou então surpreso quando viu que, claramente, nosso amigo indicava já saber de nossa visita iminente. Ruth explicou ao Roger sobre o processo de enviar mensagens por pensamento, pelo que ele respondeu dizendo que era algo que mais adiante teria que ser investigado! Nós apresentamos Roger a nosso antrião como um recém-chegado que estava seguindo o procedimento habitual de ver as coisas por si mesmo. ‘Assim você veio ver as ores serem feitas, jovem amigo. Bem, você veio ao lugar certo,' disse ele com uma piscadela alegre.’ Roger agora já tinha superado completamente qualquer timidez que pudesse ter tido, e enchia as pessoas de perguntas com um correto desejo de saber. Ele começou a agir imediatamente juntamente ao nosso amigo jardineiro. 'Você provê de ores todas estas terras?' exclamou. 'Oh, não. Somente para esta área, como você a chamaria. Há muito mais pessoas que fazem o trabalho em outras partes. Isto é justo. Agora, por onde nós começaremos? Primeiro venha e veja alguns de nossos produtos.' Havia centenas de canteiros cercando-nos, cada um contendo um tipo de diferente de or, e organizados em leiras ordenadas. 'Nós não fazemos qualquer tentativa de sermos propriamente artísticos no que chamamos de canteirosestoque, entretanto, preste atenção, as cores deles causam grande admiração, como também as longas leiras de ores e plantas. São as massas de or e as cores que deixam as pessoas tão fascinadas. Nossos próprios jardins, lá em cima, foram dispostos para o puro propósito de dar prazer.' Nós notamos particularmente o número enorme de ores que cresciam em um único talo de cada planta. ‘Veja,' explicou o jardineiro, 'nas plantas da antiga terra, as ores enfraquecem no tempo devido, e formam vagens de sementes, de forma que você tem metade do galho com ores e metade com sementes. Você pode ver que aqui isso não acontece, e o galho ca inteiro cheio de ores em todo o seu comprimento, por isso não há nenhuma comparação. Não há nenhuma outra parte a não ser aqui - quero dizer, no mundo espiritual - onde podem crescer ores como estas.' 'Foque seu olhar nessas rosas malva. Já tinha visto belezas como essas - com ores saindo desde o topo até embaixo, deste modo? E nenhuma murchando ou morrendo. Assim é como nós as fazemos e é assim que elas cam.' Até onde pudéssemos ver, havia canteiros e mais canteiros de tais ores, perfeitas como o olho encarnado jamais viu. Ruth e eu visitávamos frequentemente este lindo lugar, mas para Roger era novo, e de revelação tal que o deixava quase estupefato. Havia ores de todas as variedades conhecidas na terra, todas as antigas ores apreciadas que eram familiares ao povo da terra, para que lembrassem das 'antigas' ores, como gostavam: malva rosa e amoresperfeitos, boca-de-leão, campânulas, e goivo-amarelo, ocos, e cem outros tipos. Como pode se imaginar, o cheiro desta grande coleção era soberbo; não dominante, mas suciente para fazer-se agradavelmente presente, suave e sutil. 'Você pode entender que este trabalho está mais para lazer, quando o compararmos com o labutar que seria requerido na terra para jardins tão grandes como estes. Eu duvido que haja qualquer jardim tão grande quanto estes na terra, e estes não são os maiores, de qualquer forma. Ainda, temos tudo o que pode ser necessário.' 'Como estava dizendo, isso aqui é mais como um feriado. Não nos aborrecemos com todas as diculdades da terra, o tempo, por exemplo - principalmente o tempo; ou a terra certa; e tudo a ver com a plantação, e assim por diante. Na terra é um processo longo, desde o momento em que a semente é plantada até o tempo da escolha das ores para o mercado. Mas aqui, abençoadas, nós fazemos nossa planta já com suas ores, em todas as variedades e mesclas de cores. Nós podemos ter ores únicas, ou dobradas, como imaginarmos, ou como outros imaginem. E uma vez que as tenhamos feito e as plantamos lá fora, bem, não há nada mais a fazer, como se diz. Mas não camos ociosos de tudo – nem que seja para mostrá-las às pessoas.' ‘Você acha, Roger,' disse eu, 'que nosso jardineiro aqui não tem quase nada a fazer?. Não se engane. Ele é o gênio por trás de todos nossos jardins, o paisagista-chefe. Ele e seus colegas, irmãos na arte, são responsáveis pelo encanto dos muitos jardins você viu.' Seguimos nosso guia por caminhos e mais caminhos, de canteiros de or a avenidas de árvores e arbustos. A super abundância parecia demasiada, mas nosso amigo nos assegurou que tudo o que víamos seria posto em bom uso, e nada estava lá meramente para exibição.

Roger fez-lhe uma pergunta: 'Se as ores e árvores nunca denham e morrem,' perguntou, 'como é que tantas são necessárias? A demanda deve ser enorme!' 'Você tem razão; a demanda é enorme. Algumas pessoas gostam de ampliar os seus jardins, ou de fazerem canteiros novos. É aí que entramos. E também há os jardins na cidade. Eles são reconstruídos frequentemente ou, caso contrário, reformados. Aí entramos novamente. Há pessoas que têm o desejo de mudar o que está nos seus jardins, e nós os provemos com materiais novos, enquanto trazem para cá o que descartaram. Quando der uma olhada ao redor, você pode ver que ainda há bastante lugar para arrumar mais canteiros - e enchê-los. Agora venha à sala, e veja alguns de nossos tesouros.' Mostraram-nos um local espaçoso que contém muitas prateleiras cheias de volumes grandes. Nosso amigo tirou um volume e abriu ao acaso. Mostrou um quadro de uma tulipa, perfeitamente colorida. Não era uma reprodução artística no sentido restrito do termo; era puramente um quadro botânico, sem fundo, e revelava pequenos detalhes da or e de sua folhagem, de forma que qualquer um saberia, vendo o desenho, exatamente como a or era composta. Especialmente verdadeira era a coloração dela, assim fomos informados. 'É com estas pinturas que nossos alunos aprendem todos os detalhes das ores antes de começarem o processo real de criação. Antes de poder começar a construir uma or, ou qualquer outra coisa, se vier a fazer isso, você tem que conhecer precisamente todos os detalhes necessários para uma reprodução el. "Quase igual" não é o bastante. Tem que estar perfeito. E o único modo de se fazer isto é saber de cor cada torção ou volteio do objeto que será criado. Você poderia tirar direto do desenho, como se diz; na realidade, é o que o novato sempre faz. Mas depois, ele estudará o quadro - ou um original, se preferir - e isso o deixa livre para, quando o trabalho começar, dedicar a sua mente totalmente ao objeto em mão.' 'Em todos estes volumes você achará quadros coloridos de todas as ores que fazemos aqui, os tipos terrestres e esses que pertencem só ao mundo espiritual.' 'Além destes livros, nós temos quadros pendurados em separado, nas paredes de outra sala. Fazemos isso para a conveniência de qualquer um que deseje vê-los sem buscar nos volumes. Vamos pelo corredor até o salão.' Nós entramos numa sala muito grande onde, pendurados nas paredes, estavam quadros magnícos de todos os tipos de jardim que podem ser vistos nestes planos. Era impossível avaliar qual teria maior beleza que outro. Eles eram todos, igualmente, maravilhosos. 'A maioria destes jardins,' explicou nosso antrião, 'foram construídos de fato, em algum lugar ou outro nesta área. Nosso inventivo corpo docente não parece ter qualquer limite, como você pode ver.' ‘Alguns esboços vieram de outros jardins-viveiros, da mesma maneira que nós passamos desenhos e esboços que retratam alguma novidade particularmente feliz. Acontece uma troca regular pois, saiba, jovem amigo, nestes planos estamos sempre movimentando as coisas. Nós não “grudamos na lama"! ‘ Finalmente nosso amigo jardineiro nos conduziu a uma sala menor, onde havia várias pessoas jovens bastante ocupadas, e nos contaram que eram os alunos da arte da horticultura. Nós percebemos que Roger estivera todo o tempo imensamente atraído e interessado pelo que lhe estava sendo mostrado. Não que ele tivesse exibido, até então, qualquer sinal de enfado, mas aqui houve uma atração especial que, aos olhos de Ruth e meus - e aos do jardineiro - indicava plenamente que ele gostaria de fazer este trabalho. Nosso amigo nos trouxe, anal, ao clímax de nossa visita: a criação real de uma or. Para este propósito ele nos sentou em seu redor, enquanto colocava numa mesa um vaso pequeno, semelhante a um vaso comum. Verteu ali um pouco de 'terra' e nos pediu que olhássemos o vaso na mesa, sem mais preliminares. No princípio havia pouco para ser visto, além de uma neblina leve de luz em torno do vaso. Porém, gradualmente, formou-se uma forma distinta, que se podia ver era o esboço de um talo com uma or. Foi cando mais rme, até aparecer o esboço completo de uma or, até mesmo com a cor, entretanto esta ainda era bastante pálida. Havia, entretanto, forma suciente para se poder observar inequivocamente o tipo de or que era, uma tulipa. O jardineiro saiu de sua cadeira, pegou o vaso e o examinou acuradamente antes de pronunciar sua satisfação, e então o passou a nós, para inspecionarmos também. Era um objeto bonito, bem formado, contudo tênue de forma que uma pessoa poderia ver claramente através dele. Eu o devolvi a seu criador que o colocou mais uma vez na mesa e, com um esforço nal de pensamento concentrado, trouxe a or até sua solidez e colorido completos com, aparentemente, pouco esforço. ‘Aí está, Roger. Há uma linda or para você. Você pode ver qualquer coisa errada nela?’ O menino respondeu que não ver podia nada, absolutamente nada, de errado nela. 'Há uma coisa, entretanto. O Monsenhor e Ruth sabem o que é, mas nós não a deixaremos em segredo.' Roger reexaminou a tulipa, mas novamente se confessou incapaz de descobrir qualquer coisa fora do normal. 'Como uma or para ser olhada, é o melhor que podemos fazer, mas há algo que lhe falta: não há nenhuma animação que a preserve. Nós não podemos lhe dar isto - ou a qualquer or. Terá que vir de outro reino, e nós não pedimos nada até que estejamos seguros de que o que zemos esteja pronto para receber. 'Oh, nós cometemos nossos erros, você sabe; especialmente meus meninos, jovens meninos e meninas. Sempre se espera que aconteçam alguns erros quando se está aprendendo, mas isto não causa nenhum dano. Nós devolvemos os elementos à sua fonte, e começamos novamente.' 'Às vezes achamos uma pétala, por exemplo, que não foi amoldada verdadeiramente; talvez um lado da or tenha uma nuance mais forte que o outro, ou a cor pode não estar exatamente como queremos. E assim, temos que começar novamente. ‘Meus estudantes têm muito prazer na aprendizagem, mas a maior satisfação vem quando eles cam totalmente ecientes e podem mostrar ou plantar uma or tão perfeita quanto à do quadro.' 'Como vem a animação?' perguntou Roger. 'Tem que se executar algum tipo de cerimônia para isto?' ‘Você quer dizer um serviço religioso?' 'Sim, algo desse tipo.' ‘Ah, não. O que nós fazemos é enviar o pedido àquele reino mais elevado que eu mencionei, onde alguém recebe nossa mensagem; depois disso, tudo o que sabemos é que há uma descida rápida do poder que pedimos. Claro que, originalmente, vem da Fonte, mas é passado para nós vindo de outro personagem. É um processo e um

procedimento natural, e o fato de criarmos a or ou planta é suciente. O nosso desejo de sua animação completa é cumprido; nosso pedido é respondido sem falta, e sem dúvida. Nós não poderíamos pedir vida para um artigo inferior, apesar de que até mesmo para isso obteríamos, mas nosso orgulho natural não nos permitiria fazer isso.’ ‘No começo eu examino o trabalho de todos meu alunos. Se qualquer um deles tiver necessidade de ser desprezado, modicado ou melhorado, isso pode ser feito, mas se estiver ruim demais para ser consertado, então se começa novamente, e o trabalho deformado é descartado.’ 'É muito simples quando se começa, como se diz. Como com muitas outras coisas, é fácil quando você sabe como se faz'. 'Eu não deveria dizer isso, mas - até onde me concerne,' disse, 'estou convencido de que faria uma or como nunca se viu antes, e nunca mais será vista novamente'. ‘Oh, venha, Monsenhor. Gostaria de tentar por si mesmo?’ 'Realmente, não devo. Ficaria muito nervoso, especialmente com vocês três me olhando e esperando pelos erros'. Eles riram de minha expressão honesta de pura covardia. 'Em matéria de prática, não procedemos assim. Todo aluno novo se isola comigo em nosso pequeno gabinete privado, onde, afastados, fazemos nossas experiências e os primeiros ensaios para a composição de criações. Assim não há nenhum embaraço por nada'. 'Claro, meu querido amigo, eu sei disso, mas não acho, de maneira alguma, que eu faria grande sucesso nisto,' armei. 'Você acha que haveria uma vaga qualquer para outro estudante?' perguntou Roger, 'porque, nesse caso, eu gostaria muito de..'. '. .. se tornar um,' disse o jardineiro, terminando a sentença de Roger por ele. 'Há bastante espaço, e vagas. Mas antes de disso, deixem-me acabar esta tulipa. Não levará nem um momento. Assim'. Ele segurou a tulipa na mão e, imediatamente, vimos um ash de luz descer sobre ela. Veio e se foi antes das pessoas perceberem. 'Agora,' disse ele, 'nós temos algo muito diferente. Cheire'. Ele suavemente sacudiu a or para lá e para cá diante de nós, e logo percebemos um perfume muito sutil. 'Coloque suas mãos em torno da or, amigo Roger'. Roger assim o fez. 'Ora!,' disse, 'está viva! Eu posso sentir o... - o que é, um tipo de eletricidade? - correndo para cima em meus braços!' 'Não, não é eletricidade, mas é poder. Isso é, de fato, a vida que você está sentindo, e está passando um pouco para você, para seu benefício. Nós ainda não terminamos. Ponha o vaso na mesa, pegue então o talo da planta, e dêlhe um pequeno tremor, como se estivesse tentando tirar uma gota de água para fora das pétalas. Desse jeito'. Assim que Roger executou esta ação simples, um som perfeito foi emitido, como o dobrar de um pequenino sino prateado, de tom claro e doce. Ele repetiu a experiência inúmeras vezes, tão deliciosa era a sua surpresa. 'Todas as ores emitem som quando fazemos assim com elas?' perguntou. ‘Todas as ores, e muitas outras coisas também. A água, por exemplo. Você pode produzir alguns sons adoráveis quando mexer nela. Mas antes que a tulipa tivesse vida, ela estava calada.’ ‘Bem, agora, você gostaria de se unir a nós. Ficaremos felizes de estarmos com você sempre que se sentir disposto a vir. A Ruth e o Monsenhor estão lhe mostrando as vizinhanças por agora. Há bastante tempo. Veja o mundo – o nosso mundo – primeiro, não é, Monsenhor?‘ ‘Assim é, Roger,' eu disse. 'Você acha que quer começar aqui imediatamente?’ 'Oh, não, não neste momento'. ‘Bom; então podemos continuar nossa perambulação e ver um pouco mais, e então nosso amigo cará contente em fazer de você um dos alunos dele. Eu posso lhe dar detalhes que você poderia querer saber, sem tirar muito do tempo de nosso amigo'. E desta forma o assunto foi resolvido agradavelmente, e outra alma feliz se fez ainda mais feliz. XII. O HOMEM DO CHALÉ 'Você mencionou outros lugares, Monsenhor,' observou o Roger, 'lugares que não são agradáveis, como estes'. 'Isso mesmo, Roger,' respondi. 'Onde são?' 'O local preciso deles, bem, isso não é tão fácil de se denir. Como espero que tenha notado, os quatro pontos da bússola não têm nenhuma signicação nestes reinos, ou em qualquer outro lugar no mundo espiritual. Essa, como se lembra, era uma questão que poderia ter aparecido quando você perguntou uma vez se seria possível alguém se perder por aqui. Ainda assim, nós poderíamos levá-lo logo para esses lugares desagradáveis. Você realmente deseja vê-los?' O menino cou calado por um momento. 'Talvez seja melhor que seja guiado pela Ruth e você; quero dizer, guiado por seus conselhos'. ‘Então, meu querido menino, se você deseja nossas sugestões, estou certo de que Ruth concordará comigo com que será muito melhor que você se mantenha longe das regiões escuras, apenas durante algum tempo.’ ‘Monsenhor tem razão, perfeitamente, Roger. Não vá lá. Você sabe que nós faremos qualquer coisa para você, que seja possível, mas essas regiões bestiais não são para você ainda. Mais tarde, talvez. Aceite nossa palavra quanto a isto - há milhares que poderiam conrmar o que dizemos - que você não sentiria feliz quanto a isto. Você sabe que, na terra, muita curiosidade nos leva a procurar algo que, depois, com certeza nos lamentaríamos de ter visto. Faríamos, mas nossas primeiras impressões seriam conrmadas. Aqui está um exemplo'. ‘Há algo que pode ser dito, Roger. Esses reinos escuros não são o inferno teológico no qual as pessoas cam uma eternidade: uma vez condenadas a ele, nunca mais saem novamente. Toda pessoa que, momentaneamente, é um habitante desses lugares terríveis tem a livre escolha para emergir deles sempre que mudar seu modo de pensar. Ele

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.