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Capítulo 17 de 17

Xvii. Epílogo

A Vida nos Mundos Invisíveis – Volume 3

Nossos passeios e visitas pararam temporariamente quando Roger se tornou um estudante no viveiro-jardim, e no princípio nós o vimos muito pouco. Ele ganhou prociência depressa, como testemunham duas roseiras brancas que estão em cada lateral do amplo caminho diante de nossa casa, testemunho eloquente. Depois disso, relaxou um pouco seus estudos, e pudemos nos reunir mais frequentemente, sujeitos às exigências de nosso próprio trabalho. Ele instalou um estúdio para si no piso superior de nossa casa, repleto com volumes técnicos onde, no momento presente, está comprometido com um estudo profundo de uma particularidade complicada de uma formação oral. Ele também está ocupado com alguns planos horticultores baseados em medidas cuidadosas que fez em nosso próprio domínio, de onde Ruth e eu deduzimos que os jardins em torno de nossa casa vão, na estação devida, sofrer uma alteração considerável ou um rearranjo, uma realização que estamos esperamos com prazer antecipado. Os amigos que ele fez se beneciaram de muitas formas com a habilidade recentemente adquirida de Roger. Asa Brilhante relata que uma grande quantidade das mais coloridas e perfeitamente formadas ores estão cobrindo os seus próprios jardins agora, e várias sugestões feitas por Roger foram cumpridas, com muito sucesso, tanto dentro dos jardins, como para a grande satisfação de seus donos. Franz Joseph e Peter Ilyitch estão sempre recebendo primorosos buquês de ores para adorno adicional das suas respectivas casas, enquanto Peter declara que as aléias ao redor da casa dele na oresta ultimamente caíram na mira do olho especulativo de Roger e, para sua delícia, Peter convidou-o para que aceitasse carta branca para fazer todas as 'melhorias' que ele deseja fazer. Nosso amigo que mora na cabana não foi negligenciado, e Roger, lá, é uma visita frequente, os dois caram amigos rapidamente. Eu gostaria de deixar isto perfeitamente claro, para que não surja um mal entendido: nosso jovem amigo Roger, cuja vida nestes planos do mundo espiritual deram esta crônica breve, não é nenhuma pessoa imaginária, somente criada com um caráter em quem se possa pendurar certos fatos espirituais. Ele é uma pessoa real, cuja passagem e história imediatamente subsequente foram precisamente aqui recontadas. Esta história é uma história excessivamente simples, como poderia ser narrado por milhares incontáveis de outros jovens, de qualquer sexo, como também por pessoas mais velhas. Não é, de nenhuma maneira, excepcional ou incomum, e embora pudesse ser dito que o Roger tipica outros inúmeros jovens, nenhum deles é Roger, um homem jovem de grande charme, e de quem todos nós tornamos cada vez mais acionados. As brincadeiras alegres dele e sua leveza de coração são nossa alegria constante, já que atrás da sua alegria há uma grande bondade, uma determinação rme, e uma mente que é capaz de pensamentos profundos. Ele se sente igualmente em casa com esses que já podem contar muitos 'anos' como com os bem jovens; pois em numerosas ocasiões ele acompanhou Ruth ao reino das crianças onde ela é sempre ansiosamente esperada, tanto por si mesma como por seus dotes musicais, e onde ganhei alguma reputação como contador de histórias. Aqui, nesta região encantada, Roger está em seu elemento, cando entre os pequenos. Tal é o entusiasmo do rapaz pelo trabalho dele que ele julga seu dever atrair a Ruth e a mim para o estudo de oricultura, além de nossas outras ocupações. Se ele tiver sucesso nos seus esforços, insistiremos para que o próprio Roger nos tome como seus alunos e nos ensine a arte da qual ele é agora um expositor capaz. Uma última palavra restou: é quase inevitável que se façam avaliações sobre as experiências modestas e as conversações simples que foram registradas aqui e que não sejam consideráveis por serem apenas um momento de todo o grandioso esquema da vida “do após” no mundo espiritual, e que em todas as ocasiões apenas assuntos da mais alta importância e de maior aplicação seriam levadas em conta pelos 'seres desencarnados’ O mundo espiritual é, a toda hora, um lugar onde os seres humanos podem viver no conforto e felicidade que sempre quiseram ter desde o princípio. Então, nós não gastamos nossa eternidade em constante 'oração e reverências', porque que, como um modo de vida, não seria nenhuma vida, nem mesmo uma mera existência. Nós não ocupamos nosso tempo - ou o desperdiçamos - em discussões teológicas profundas, nem em teorias obscuras, nem nas mais comuns, pela razão simples que nós temos algo muito melhor a fazer, em todos os sentidos mais lucrativo, e innitamente mais divertido e agradável. Nossa conversação é sempre racional, natural, e normal. Nós não falamos um ao outro em termos de textos religiosos e cotações bíblicas, nem somos dotados de amplo conhecimento e percepção intelectual aguda a partir do momento que pomos o pé no mundo espiritual com a nossa dissolução. Nós somos profundamente gratos por sermos nós mesmos, e não como os outros gostariam que fôssemos. E assim, para concluir: os amigos que passaram antes de você por estas páginas imploraram para estarem comigo quando eu digo a você: Benedicat te omnipotens Deus. (Que Deus Onipotente o abençoe!).

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.