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Capítulo 14 de 17

Vi. Relacionamentos Espirituais — parte 9 de 11

A Vida nos Mundos Invisíveis – Volume 3

‘Não soam tão terríveis estas palavras,' exclamou Ruth. 'Não mesmo! E milhares na terra também estão levando vidas dobradas, se for esse o termo. O tempo deles, enquanto acordados, gasto na terra, e o tempo deles, enquanto dormem, gasto no mundo espiritual. É desta forma que acontecem grandes reuniões de amigos e parentes, Roger. Mas isso é outra história.' Nós já tínhamos andado uma certa distância quando alcançamos uma parte do país que era bem arborizada, e entramos numa oresta de pinheiros muito agradável. Finalmente chegamos a uma clareira, e diante de nós havia uma casa muito atraente, não muito alta, mas ampla, como se tivessem colocado vários bangalôs juntos para formarem a estrutura. Havia vários canteiros grandes de ores para se ver, mas não tinham feito nenhuma tentativa para cultivar o terreno em torno da casa com jardins formais. Havia um certo elemento selvagem no lugar, sem, porém, qualquer sugestão de desordem. Ao observador parecia um porto de repouso e quietude, entretanto isto não seria, de forma alguma, excepcional, já que são possíveis o descanso absoluto e a quietude até mesmo no coração da cidade, sem a menor diculdade. Ruth e eu já tínhamos visitado esta casa em muitas ocasiões, mas tudo era novo a Roger, e assim, em respeito, nosso antrião estava esperando por nós à porta de sua casa. 'Bem, meu querido Monsenhor, e Ruth, também,' disse ele; 'vieram no momento certo, porque tenho algo, pelo menos para você, Ruth.' Nós apresentamos o Roger, e brevemente explicamos nossos procedimentos e nossa missão. Houve uma terna troca de saudações entre nosso amigo e Roger, e fomos convidados imediatamente para entrar. 'Chame nosso amigo Peter Ilyitch(*),' sussurrei a Roger, 'e procure por surpresas.' Uma delas não demorou a aparecer. Mostraram-nos um aposento espaçoso que era sala de estar e de trabalho ao mesmo tempo. Perto de uma ampla janela havia uma mesa grande na qual estavam espalhadas muitas folhas para música manuscrita - algumas já escritas, e uma quantidade adicional de papel novo esperando, e era evidente que um trabalho estava sendo desenvolvido. Encostado numa parede havia um sofá espaçoso no qual estava sentado um velho amigo nosso, que se levantou quando entramos. Ele foi apresentado a Roger como Franz Joseph (**), e então voltou ao seu lugar. O que imediatamente chamou a atenção de nosso jovem foram os companheiros de Franz. Sobre o sofá estava um nosso indubitavelmente velho conhecido, o puma, com quem Franz Joseph brincava agora, enquanto que no braço do sofá podia ser visto o pequeno pardal cinzento, empolgado, exercitando os seus pulmões numa intensa atividade de cantar. 'Vocês já se encontraram antes, dá para ver,' disse Peter Ilyitch, porque o pássaro imediatamente voara para empoleirar-se no dedo estendido por Roger. Perguntamos ao Peter o que esta dupla estava fazendo ali, na casa dele. 'Ora,' disse ele, 'eu estava na casa deles um dia desses, e testemunhei as suas travessuras divertidas. Enquanto eu os via, uma música passou pela minha mente, precisamente vinda das artimanhas deles. Pensei que era boa demais para se perder, e assim pedi a dupla emprestada a Asa Brilhante, de forma que poderia tê-los – e suas premissas - aqui, e assisti-los para meu lazer. Eles me dão, amavelmente, uma espécie sensação de tempo indenido. As brincadeiras deles nunca são exatamente as mesmas. Eu acho que você sabe, Roger, que Asa Brilhante é Curador-chefe e Grande-Amigo deles, agindo através de comissão especial para dois amigos dele que estão na terra e que têm, em comum, estes dois amigos "fazedores de diabruras". Eu trabalhava naquela música quando vocês chegaram.' 'Fizemos mal em interrompê-lo?' perguntou Ruth. 'De jeito nenhum, querida Senhora,' respondeu Peter. 'Quando eu disse que tinha algo a você, estava me referindo a esta peça musical. A versão para piano já está completa. Eu pensei que talvez você gostasse de tê-la. Estou trabalhando agora no arranjo orquestral que, acredito, está decididamente pronto. Só diferirá ligeiramente da versão para piano. Será mais completa, e com algumas evoluções a mais e assim por diante. Roger se interessa por este tipo de coisa?' ‘Sim. Eu toquei, no órgão, o scherzo que você escreveu para mim - a esfera, você sabe, e ele se deliciou, e fez perguntas. Essa é um das razões para nossa atual visita, fora o desejo de que o conhecesse. Ele não suspeita - pelo menos penso que não – de quem são vocês, entretanto o Monsenhor o preveniu para esperar surpresas. Ele já teve uma com os dois. Estou segura de que ele não sabe quem é Franz também.’ 'Bem... sabe, meu querido, que nós mudamos um pouco desde que nós viemos para cá.' Roger estava se divertindo com Franz, o puma e o pássaro, e estava desligado de nossa conversação. Ruth o chamou: 'Roger, querido,' disse ela, 'você se lembra da peça que toquei para você na igreja? Peter escreveu outra para mim.' Roger se uniu a nós na mesa, e estava contemplando seriamente Peter Ylyitch e um busto que se encontrava em uma mesa auxiliar. Era de um homem de meia-idade, usando uma barba nitidamente aparada. Peter se divertia com a tentativa óbvia de Roger para parear os dois. 'Você acha que pode fazer alguma relação, Roger?' examinou Peter. 'Você está perfeitamente certo. Assim eu era quando estava na terra. Não é por vaidade que mantenho aquele busto aqui, mas somente pela beleza do artesanato.' Era uma peça de escultura perfeitamente forjada. ‘Foi feita por alguém que me conheceu como eu era, e preferiu modelar nessas linhas,' Peter continuou. 'Você acha que melhorei, Roger?' ‘Meu Deus, senhor,' respondeu Roger, 'é uma pergunta difícil. Se eu disser que sim, insinuaria há espaço para melhorias. Se eu disser que não, você não tem mais o que melhorar - oh, céus!' O menino estava perdido na confusão, e nós estouramos em gargalhadas, não menos que o próprio Peter. Ele agora estava, claro, como no início da vida, do mesmo modo, precisamente, como Franz tinha revertido também a um período semelhante de juventude exterior. Roger se desculpava muito por sua curiosidade, mas não pôde resistir a perguntar ao Peter o que estaria contido nos muitos volumes grandes que eram vistos nas estantes. Para quem não conhece manuscritos de peças orquestrais, os volumes pareciam ter um tamanho incomum. Foi-lhe explicado que eles continham os trabalhos de nosso antrião. Roger surpreendeu-se com a quantidade enorme deles.

‘Não há nada notável nisso, meu querido amigo,' disse Peter. 'Você vê, faz um tempo considerável desde que cheguei aqui para viver, e não quei exatamente inativo neste meio tempo. Diverte-nos muito quando ouvimos o anúncio feito na terra, antes de um desempenho de radiodifusão, que este é o último trabalho composto por fulano. "O último trabalho”. Naturalmente, as pessoas sabem o que signica, mas soa tão engraçado a nós, especialmente quando alguém olha essas estantes. Acreditam, verdadeiramente, isso eu queria saber, que uma vez que tenhamos deixamos a terra, deixemos de compor?' Apressei-me em assegurar que era assim. 'É por isso que eles fazem estátuas e monumentos a nós, meu querido amigo,' disse Franz Joseph. 'Eles pensam que estamos acabados e terminamos; nunca mais uma nota partiu de nós. E agora eles têm perfeita certeza de que sabem o que estava em nossas mentes quando escrevemos qualquer peça, grande ou pequena. Se qualquer um de nós tivesse dado a razão clara, que era para evitar morrer de fome, eles não aprovariam. Não seria quase místico o bastante. Ah, bem. Esta é a vida. O que dizem vocês, meus amigos? ' Havia nenhuma necessidade para rearmarmos que estávamos completamente de acordo! 'Agora, Peter,' acrescentou Franz, 'toque sua nova peça. Eu gostaria de ouvi-la novamente.' Peter foi para um piano de cauda que estava num canto - um bonito instrumento - e começou a tocar. Eu não ensaiarei o impossível ao tentar descrever o que nosso amigo tocou. Dar uma descrição de qualquer parte da música em meras palavras é uma tarefa inútil e infrutífera, e não traria nada ao leitor. O que mais pode ser feito é dar uma série de detalhes técnicos musicais e detalhes que, no m, descrevem quase nada. Basta dizer que a música que foi tocada seguia no tema principal os movimentos físicos dos dois animais de estimação, o pássaro e o puma, na performance divertida que testemunhamos quando visitamos Asa Brilhante. A música subia e descia, ou seja, em imitação, ou transcrição do que estava acontecendo entre os dois, juntamente com as muitas torções súbitas e volteios, primeiro deste jeito, depois daquele outro. Além disto, não é possível seguir, em palavras, a não ser que o pedaço era, sob todos os aspectos, um scherzo, como poderia se supor justamente pela da natureza de seu 'tema'. Ao término da récita, Ruth jogando expressou seu encantamento, assim como todos nós, especialmente Franz, que prestou ao seu compositor um tributo muito sincero de um irmão da arte. 'Agora sobre o arranjo orquestral,' disse Ruth; 'quando poderemos ouvi-lo?' 'Muito brevemente, espero,' respondeu Peter. 'Estará incluído em um programa de outros trabalhos, claro. Quer que o avise?' 'Certamente, por favor!' Roger tinha encostado suas costas nas estantes enquanto a música estava sendo tocada; agora ele se virou, e nós o observávamos enquanto lia os títulos nos volumes. Ruth e eu nos aproximamos, sentindo que em qualquer momento ele faria uma descoberta interessante. Os trabalhos foram organizados em ordem de acordo com a sua natureza, com todas as composições escritas enquanto Peter estava na terra agregadas. Ele correu o seu dedo indicador ao longo dos títulos, enquanto lia os nomes para si mesmo. Suite em G, ele leu; Sinfonia Nº 6, e aí Peter disse: 'Esse trabalho é sempre anunciado como sendo "o último trabalho que o compositor escreveu". Essa é a linha de demarcação, Roger, entre o que eu escrevi na terra e o que z desde então.' Estava claro ver que os posteriores excediam em muito aos anteriores por volumes incontáveis. 'Contudo isto não é nada,' continuou; 'acontece o mesmo com todos nós. Veja Franz Joseph lá, ele escreveu volumes e volumes de músicas. A numeração das Opus correm em quatro guras aqui, Roger, e se nós não tivéssemos memórias maravilhosas, teríamos perdido o tanto que compusemos de fato.' 'É mais fácil compor música aqui ou na terra?' perguntou Roger. 'Oh, aqui, sem uma sombra de dúvida. Considere como somos livres de tudo o que pode ser - e tão frequentemente é - um obstáculo. Franz mencionou passar fome, por exemplo. Chame claramente de fome completa neste caso, e tudo aquilo que signica. Em outras palavras, preocupar-se com as necessidades do corpo básicas. Nós aqui estamos completamente livres disso. A apatia do público é outra coisa que é, ainda bem, ausente por aqui. Diculdade de arrumar quem nos ouça ou reconheça. Não há nenhuma diculdade sobre isso - aqui. Algum lugar agradável para se viver: este pequeno lugar é um exemplo. Franz vive numa casa encantadora onde ele é tão feliz "quanto o dia é longo" - e um dia é muito longo por aqui, Roger, como espero que tenha notado. Agora, o que há mais?' 'Nenhum crítico de música,' disse Franz rindo, 'apesar de que, afortunadamente, não sofri muito com essas pessoas estranhas. Não, quero que entenda, que minha música seja tão perfeita, mas porque vivi um período em que crítico musical não era de todo ignorante no assunto e que pensava que sabia algo sobre música, como acredito que agora seja o costume na terra. Sua terra natal foi muito bondosa para comigo, meus amigos, e ainda é,' disse, enquanto nos levava, a nós três, a passear pelas estantes. 'E comigo também,' disse Peter, 'entretanto nos encararão como mortos. Pense somente nisso, na sensação que causaríamos, meu querido Franz, se nós pudéssemos chamar os demais, e marchássemos para algum palco de concertos da terra, um depois do outro, ou braço a braço. Haveria uma revolução. Pense no dinheiro que nós ganharíamos, ou alguém o faria por nós.' ‘O segundo é mais provável,' exclamou Franz. ‘Então os críticos começariam a operar. Eles cortariam nossas sinfonias e peças em pedaços pequenos, e as poriam debaixo do microscópio musical; mostrando a nós exatamente onde nós erramos, o que nós deveríamos ter feito, e o que nós estávamos pensando aproximadamente quando as escrevemos. E ninguém poderia entender uma só palavra, menos ainda eles mesmos. Mas eles todos cariam completamente satisfeitos, e se imaginariam pessoas imensamente superiores. Não, não acho que seria tão divertido, anal de contas. É mais seguro aqui. Nós estamos entre amigos, nós estamos livres de todos os problemas e cuidados, especialmente aquele bicho-papão terrível, o medo de escrever fora de nós mesmos. Podemos ter uma audição sempre que desejarmos, sem ter que sair pedindo, de chapéu na mão, a algum companheiro que, inquestionavelmente, queira nos explorar. E é agradável estar entre nós mesmos sendo compositores e músicos, e sendo agradavelmente rude aos que tenham os maiores testamentos no mundo, e sabendo que não há nenhuma intenção desagradável envolvida. É uma pena que não há nenhum compositor na terra, no momento, para se falar dele.' 'Há algum?' perguntou Franz. 'Parece que já se passaram uns bons anos desde que algum deles veio para cá,' respondeu Peter; 'o que diz você, Monsenhor?'

'Bem...' comecei, mas Ruth interrompeu. ‘Você sabe, Peter,' disse ela, 'se derem meia chance, o Monsenhor começará. Desde que ele foi se familiarizando com todos vocês, e ouviu suas instruções combinadas para propósitos práticos, alguns dos propósitos práticos tomaram a forma de palavras francas sobre os compositores da terra atual.' 'É assim,' expliquei entre as risadas que a Ruth provocou, 'se eu for formar um quadro verdadeiro deste mundo, tenho que falar a verdade. Óbvio e elementar, mas assim é. O fato é que não há nenhum mestre - compositor neste momento na terra. Digo isso avisadamente e sem qualicação. Os compositores que vivem lá no momento não são merecedores do nome. Você verdadeiramente observou, Peter, que passaram muitos anos desde que qualquer um dos verdadeiros compositores veio para cá. Compositores vieram para cá, indubitavelmente, mas foram compelidos a deixarem as suas monstruosidades musicais para trás. E há outros, contudo, que virão e a mesma coisa acontecerá a eles.' 'Você sabe que dizem na terra que toda a revelação espiritual cessou. As mesmas pessoas estariam falando a verdade se dissessem que a composição de pura música cessou.' 'Nós ouvimos falar disto,' disse Peter, 'mas realmente é tão ruim tudo aquilo? A música, eu quero dizer.' 'Realmente é. Eu não exagerei. Ruth me conrmará; ela ouviu alguns deles. E Roger recentemente partiu da terra. Você já escutou aquilo que as pessoas da terra chamam de "música moderna", Roger?' 'Já, - mas não por muito tempo. Era mais do que eu pudesse aguentar.' 'Nós ouvimos falar de vez em quando disto,' Peter observou, 'mas nunca suspeitamos que era tão terrível quanto você diz. O que dizem os críticos amados sobre isto? ' 'Coisas bonitas: eles saúdam isto como sendo o trabalho de grandes gênios, e enganam o público para que pensem que a peça em particular que eles estão revisando está cheia de melodias adoráveis, quando seria necessário mais que um holofote - se você sabe o que isso é, meu querido amigo - e um microscópio para achar o rastro mais leve de até mesmo uma. É impossível descobrir o que não está lá. Acontece o mesmo com a arte. Você tem nenhuma noção possível dos emplastros intimidadores que são comprados a preços os mais fantásticos nas mostras públicas. Dizer que eles são pesadelos é pôr isto em suaves palavras.' 'Mas o que você nos diz de sua aceitação?' 'Talvez em dois planos: ou é uma forma de loucura, ou é uma brincadeira enorme. Mas a mesma aceitação é encontrada para os quadros revoltantes como também para a música indignante. Essa é a moda da terra no momento - o culto ao horroroso, ao monstruoso, o gigantescamente feio. O veneno vazou por todas as nas artes.' 'Queridos,' disse Franz, 'estou alegre de estarmos fora disto, e não saímos tarde, pelo que você diz, Monsenhor!' Nós nos divertimos pelas observações de Franz, já que ele está há muitos anos no mundo espiritual, bem antes que esta atual decadência começasse a assaltar as artes. Peter Ilyitch também está há um tempo considerável por aqui. Peter veio e cou ao lado de Roger, que tinha retomado a leitura dos títulos ordenados das músicas. 'Posso pegar um?' 'Claro, meu querido companheiro. Faça o que você gosta aqui,' Peter respondeu. 'Nenhuma formalidade, você sabe.' 'Eu sei, senhor. Monsenhor e Ruth sempre estão me falando, mas não entrou completamente no meu modo de ser, contudo.' 'Virá com a prática, Roger,' sorriu Peter. 'Comece agora.' 'É muito maravilhoso. Tudo, eu quero dizer. Você sabe que eles têm me mostrado tudo em volta, e todo o mundo é tão decente. Bondosos, quero dizer. Você acha que é a pessoa mais importante quando estão lhe mostrando qualquer coisa. E a Ruth e o Monsenhor parecem ter desperdiçado um monte de tempo comigo.' ‘Desperdiçado, não, Roger; desperdiçado não,' disse Peter. 'Nunca diga isso. Ninguém jamais desperdiça tempo aqui, porque não há nenhum tempo para desperdiçar! Isso soa ambíguo, não é? Pode não signicar nada.’ 'Aqui está algo que você tem que saber, Roger,' eu disse, enquanto levantava um dos volumes da estante. 'Você lê música?' 'Não muito bem, temo.' 'Bem, então, veja se reconhece esta melodia.' Eu assobiei um trecho conhecido no mundo inteiro, para a diversão de Peter. 'Minha nossa,' corou Roger, 'isso é do - ' 'Do livro que o Monsenhor está segurando,' disse Peter. Eu passei então o volume a Roger que passava os olhos da música a Peter, então voltou à primeira página onde ele leu o título e o nome do compositor, e cou bastante ofegante. Franz, do assento dele no sofá, assistia o que acontecia. 'Assim, Roger,' disse ele, 'você descobriu o segredo terrível dele anal. Você acha que ele está acima de sua expectativa? Ou esperava alguém tão lindo como eu, por exemplo?'. ‘O ponto é, alguém pode ser bonito e inteligente?' perguntou Peter. 'Oh, sim, não há nenhuma dúvida sobre isso,' devolveu Franz. 'Eu não preciso lhe dizer onde olhar. Apenas use seu próprio julgamento. Eu não me ruborizarei.' 'Bem, Roger. Nós dissemos que teria algumas surpresas, e mantivemos nossa palavra. Agora, penso que devemos ir. Chegou uma mensagem que alguém está a caminho para me ver. Assim, voltemos à casa.' Nós agradecemos calorosamente ao Peter por sua 'hospitalidade', e a Ruth fê-lo lembrar-se do scherzo novo. Ele prometeu nos contar quando seria executada por uma orquestra, e disse que nos chamaria, assim todos nós poderíamos ouvir e ver juntos o primeiro desempenho público. Enquanto caminhamos pelos bosques, o Roger expressou estar deliciado e assombrado por ser um assunto tão simples poder falar e brincar com um homem cujo nome é uma palavra tão conhecida no reino da música, em ambos os mundos. ‘Franz Joseph tam bém é bem conhecido, Roger,' disse Ruth. ' Ele é um homem surpreendente. Ele escreveu mais de cem sinfonias quando estava na terra.'

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.