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Capítulo 13 de 17

Vi. Relacionamentos Espirituais — parte 8 de 11

A Vida nos Mundos Invisíveis – Volume 3

‘Eu não vou aborrecê-lo com todas as lutas, lutas duras, que tive de vencer para compensar tudo aquilo do passado. Foi um trabalho duro, mas nunca faltaram os amigos. Não precisei olhar para mais longe que este quarto para ver, pelo menos, dois.’ 'Bem, Roger, você me vê agora tão diferente do que eu era como são diferentes o dia e a noite, ainda trabalhando duro, e feliz por isto. Meu trabalho? Ora, fazendo para outros o que Edwin fez por mim - e para o mesmo tipo de pessoas! É mais fácil de controlá-los quando você foi um deles,' nosso antrião acrescentou, com um sorriso. ‘Há um consolo,' continuou ele; 'eles já se esquecerem de mim na terra. Caso contrário, eles estariam pensando que estou pior que o velho Scrooge que fui, e isso salientaria, por m, o Scrooge que se reformou e se tornou um cidadão decente, em vez de terminar seu caminho sem se arrepender. Perfeitamente verdadeiro, mas eles não sabem que eu mudei meus pontos de vista desde então, e não me reconheceriam por causa do homem que eu fui.’ ‘Mesmo assim; talvez um dia descubram, e, palavras minhas, haverá surpresas por todo lado!’ XIII. A INSENSATEZ DOS FILÓSOFOS 'Você, Roger, descreveria estes reinos do mundo espiritual como uma triste imitação da terra'? perguntei ao nosso jovem amigo. 'Minha nossa, não! Quem disse isso?' 'O senhor em particular que tenho em mente, apesar de não ser o único deste tipo, vive na terra, e é considerado pelos seus amigos, e uma ou duas pessoas que ganham dinheiro fora dele, como um lósofo. A verdade é que ele sabe pouca coisa e nunca hesita em dizer muito sobre tudo isso. Seus amigos e admiradores o consideram naturalmente um oráculo perfeito, e se apóiam em todas as suas palavras - creio que é essa a expressão. Ele sempre está pronto para suas declarações ponticais em todo os assuntos da terra. Mais cedo ou mais tarde, um assunto que não é ligado à terra vai ser semeado. Alguém lhe perguntará se ele acredita em um "futuro depois daqui" e, se acredita, que tipo de lugar ele pensa que é. Esse é o momento em que os problemas começam.' 'O grande lósofo - e há muitos cujo título é lhes outorgado assentado em solo raso - sabe nada sobre todo esse assunto, mas isso ele não considera obstáculo, e assim recorre à literatura sobre o assunto que ele nunca leu, mas só ouviu falar, e supercialmente. Uma das declarações mais insensatas deles decorre da pergunta que lhe z um momento atrás: o mundo espiritual é uma triste imitação da terra, a qual, na opinião deles, é um lugar bem melhor para se viver. 'Outra objeção que surge é concernente à qualidade e ao conteúdo dos ensinos espirituais que são enviados de vez em quando para a terra.' 'Você se lembra daquele texto bíblico, Roger, sobre amar um ao outro? Soa bem, não é?' 'Oh, sim. Eu ouvia sermões sobre o texto, às vezes, quando eu ia para a igreja.' 'O que, creio, não era muito frequente. Eu estou me referindo ao fato de ir igreja, não aos sermões sobre o texto.' Roger e Ruth riram. Nossa inteligência e humor podiam não ser de alto e cintilante teor, entretanto nem eram para ser. Entre nós, proferimos o mesmo tipo de piadas que seriam, e são, habituais entre amigos no nosso próprio círculo doméstico da terra. E, gostaria que soubessem, gostamos de ter nossos círculos íntimos de amizades aqui nestes planos do mundo espiritual. Nós preferimos continuar com nossas piadas simples, por mais pequenas que possam parecer. Humor é a essência desta vida. Temos prazer em fazer nossos amigos e companheiros sorrirem, assim como nós mesmos damos risadas com suas brincadeiras. Em outras palavras, somos humanos, apesar das ideias terrenas ao contrário. Sem dúvida, muito do que estou lhe declarando será considerado como simples lixo. Pelo menos há isto para ser dito para isto: não é simples lixo, ou nem é lixo, como a maioria das grandiosas declarações de lósofos da terra, quando dão suas opiniões sobre o mundo espiritual, e de nós que vivemos aqui. O que esses senhores pensam sobre tais assuntos quando vêm para cá, é completamente outra coisa.' 'Agora, Roger; quando você ouviu esses sermões sobre amor fraterno, pensou que era ensino que soava bem, e que estava fora de cogitações, não é?' 'Sim, certamente.' 'E você tinha razão. O preceito original veio de um homem que sabia o que estava falando. E nosso grande lósofo estaria completamente de acordo com o pastor neste caso, que o amor fraterno é essencial, e assim por diante. É essencial, e os mentores espirituais “inspiram sobre o tema” às mentes, e eles continuarão fazendo isso, contanto que haja alguém na terra para que eles falem. Mas qual você supõe seja o comentário sobre tais ensinos do mundo espiritual quando considerados por pelo menos um destes cavalheiros lósofos renomados?' 'Não tenho ideia.' ‘Isto é "exaltação religiosa desgrenhada”. Elegante, não é? Consegue observar a mente estupenda trabalhando? O pároco lhe fala de amor fraterno do seu púlpito, e ele ca corretamente impressionado, concordando por completo. O mentor espiritual lhe fala sobre isto, e vira “exaltação religiosa desgrenhada”. ‘O Monsenhor sente intensamente o assunto, Roger,' observou a Ruth, 'como todos nós daqui, porque, cedo ou tarde, um destes cavalheiros é designado para vir a nós, e isso signica trabalho duro, e trabalho muito tedioso para quem for escolhido para cuidar dele.' ‘Você vê, Roger, a diculdade não está só com estes senhores. As visões perniciosas deles são lidas e absorvidas pelos esfarrapados partidários deles, e tratadas como verdades profundas, de forma que, se nada intervier para os fazer alterar suas opiniões, haverá outros chegando aqui em estado semelhante de ignorância.' ‘Em outras palavras,' disse Roger, 'os enganos da terra têm que ser corrigidos aqui mesmo.' 'É exatamente isto. O seu caso é um descanso para a Ruth e para mim. O que complica as instâncias individuais não é quando o recém-chegado não sabe nada sobre esta vida, mas quando tem ideias erradas sobre ela. Você não sabia de nada e, felizmente não tinha absolutamente nenhuma ideia. Eu não digo isso depreciando-o, você sabe disto, meu querido companheiro. O que você trouxe foi uma mente limpa, livre de todas as noções tolas - até mesmo sobre as harpas e as asas.' 'Uma das exortações mais insensatas trazidas por estes senhores instruídos é que todos os comunicantes do mundo espiritual são ingleses, de forma que, com efeito, o mundo espiritual é completamente inglês, com exclusão total de todas as outras nações.'

‘As pessoas dos outros países podem dizer o mesmo.' 'Exatamente. Por exemplo, o francês poderia dizer que o mundo espiritual inteiro parece ser francês, porque na França todos os espíritos comunicantes são franceses. Exatamente a mesma coisa poderia ser dita ao longo do mundo inteiro. Você pode imaginar o que aconteceria se um grupo destes lósofos altamente inteligentes e céticos se encontrasse, um de cada nação? Cada um deles estaria com problemas, pois cada um desejaria fazer valer o clamor do país dele em bases patrióticas, como se diz, mas ao mesmo tempo receberia a reclamação de que o mundo espiritual parecia pertencer só ao país dos outros. Os procedimentos possivelmente teriam aquela aparência familiar que se observa nas conferências internacionais para a preservação da paz.' 'Suponho que as pessoas de outras nações morram da mesma forma que nós morremos.' 'Você supõe muito acertadamente, meu menino. Uma declaração óbvia, mas não tão óbvia que nossos grupos de lósofos possam perceber isto.' 'Esta parte do mundo espiritual é inglesa, então?' 'O que pensaria, baseado apenas nas aparências?' 'Eu diria, sujeito às diferenças entre este mundo e a terra, que há uma grande parecença com a paisagem do antigo lar.' 'Há; e as casas são bem semelhantes. Nós não viajamos muito longe pelos campos ainda. Portanto você não viu as colinas de grandes alturas, nem você viu montanhas. Mas elas estão por aqui. Sobre as pessoas, quem você encontrou até agora?' 'Bem, a Ruth e você, e falaram de Edwin.' 'Todos os três ingleses como você.' 'Então há Asa Brilhante, e Omar e o amigo dele.' 'Exatamente. O primeiro é um índio americano; o segundo, caldeu; e o terceiro, egípcio. Isso é quase internacional por si mesmo. Você omitiu nosso amigo da cabana. Ele é outro inglês. 'A pergunta é: em que nação você se encontrou - esperaria se encontrar - depois de deixar a terra?' 'Ora, isso nunca me ocorreu. Entre pessoas inglesas, suponho eu.' 'Você fala algum outro idioma além de seu próprio?' 'Nenhum. Um conhecimento supercial de latim, talvez.' 'Teria sido decididamente desastroso se você tivesse despertado entre os chineses, por exemplo.' 'Provavelmente me assustaria a vida lá longe.' 'Meu querido, por quê? Os chineses são pessoas encantadoras, bondosas e pensativas, e sempre prontas a ajudar. Veja, meu querido companheiro, que o que você diz leva à estupidez destes senhores lósofos, com suas falsas noções sobre um mundo espiritual que deve ser exclusivamente inglês. Não há nenhum deles que não diria o mesmo que você acabou de dizer neste minuto.' ‘Ruth e eu conhecemos alguns deles, e eles caram muito felizes em ouvir a sua própria língua, a língua inglesa, falada da mesma maneira como nós falamos com você. E a mesma coisa se aplica ao francês, e ao chinês, e a todos os demais.’ 'Como você sabe, a comunicação pessoal pelo processo de pensamento elimina qualquer diculdade na questão do idioma. Este processo não tem nacionalidade. Mas quando as pessoas despertam nestes planos, usam os seus órgãos vocais, e assim fazemos nós também. Isso é natural.' 'Quais foram as suas impressões quando você abriu seus olhos em nossa sala, ao lado da janela aberta?' 'Bem, tive um certo sentimento de familiaridade. O ambiente era do tipo ao qual eu estava familiarizado, e a visão pela janela também me era familiar.' 'Precisamente. Assim deveria ser. Veja, então, que há leis e argumentos atrás de tudo isso, e nada que o "povo sábio" da terra possa dizer ou pensar alterará isto.' 'Então, as outras nações têm que estar vivendo em outro lugar - que coisa tola para se dizer. Claro que estão.' ‘Estão, Roger. Toda nação da terra tem alguma posição e local no mundo espiritual. Pessoas gostam de estar entre os seus, e não há nenhuma razão por que elas não deveriam estar. Seria certo, pense, ou de boa política, impor pessoas de uma nação em particular, ou de sentimento nacional, sobre outras? Por princípio, não, de jeito nenhum.’ 'Então, quanto aos países: Os povos preferem o seu próprio país, por mais encantadores que os outros possam ser. Aqui, eles podem achar isto. E isso também é certo e natural.' 'E sobre Omar e o amigo dele?' 'Ah, eles entram em outra categoria. Onde eles vivem, as nações não têm nenhuma signicação, pois as pessoas estão acima, ou além, de nacionalidades. Asa Brilhante é outro deles. No seu próprio reino, perde-se a nacionalidade, apesar de não perderam as individualidades raciais, se entende o que quero dizer.' 'Temo não ter entendido.' ‘Não é sua culpa. É minha! O que quero dizer é que Asa Brilhante reterá suas características particulares, da mesma maneira que Omar, mas a nação à qual pertencia anteriormente não terá mais nenhuma signicação para ele, o que se conclui que Asa Brilhante e Omar não se consideram de nenhuma nação e de todas as nações. 'Não terão m estas objeções que os gênios de losoa levantam sobre este assunto, ou outros.' ‘Eu notei que Omar e o amigo dele ambos falaram o inglês, e sem nenhum sinal de sotaque também.' ‘Isso é uma das objeções às quais recorri. Você pode pensar em alguma razão por que Omar não deveria falar o inglês, ou qualquer outro idioma?' 'Nenhuma, se ele desejar...' 'Se ele desejar. Aí está, Roger. Se seu trabalho particular car mais fácil, ou, na realidade, for possível, agindo assim, então assim ele agirá'. 'Acontece que Omar tem os amigos na terra, amigos mútuos, de fato. Era necessário que ele falasse com esses amigos. No princípio, ele não falava inglês, e eles não sabiam nenhuma palavra de caldeu, certamente. O que fazer? Era óbvio, desde o início, que eles não poderiam aprender o caldeu, mas era igualmente óbvio que ele poderia, com a maior facilidade, aprender o idioma inglês. Ele assim fez, sem a menor inconveniência'.

‘Você já sabe o que a memória pode fazer aqui, Roger. Uma vez que algo entra na mente, lá ca. Ora, Omar poderia aprender bem qualquer idioma, e falar uentemente, enquanto o povo da terra ainda estivesse pensando nisto. Lembre-se de que Asa Brilhante conhece o suciente de nossa língua nativa para se fazer bem entendido para os ns de seu trabalho na terra. Omar também quis se fazer compreendido, mas de um modo diferente, e mais extensivamente. Ele desejou cobrir uma gama extensa de assuntos tão lucidamente quanto possível, e assim dedicou-se profundamente na tarefa de aprender o inglês. O mesmo se aplica a todos nós aqui. Se você, meu menino, desejar aprender qualquer idioma, se usá-lo ativamente, - quero dizer, em conversação - bem como na literatura erudita naquele idioma, não há nenhum poder que possa pará-lo. Você tem liberdade de começar neste momento. Milhares de nós não o fazemos, entretanto, porque não há nenhuma razão para tanto'. 'Você sabe, Roger, quanto mais alto você sobe a escada espiritual, menos você pensa em nacionalidades - e idiomas, a menos que haja trabalho para ser feito na terra que envolva o uso de outra língua que não seja a sua.' 'Como se vai para outro país por aqui?' 'De vários modos. Usando as canelas de uma égua é um deles.' 'Monsenhor; o que é isto? Como você pode reprovar o Roger por usar gíria, quando usa uma destas, tão ruim?' exclamou Ruth rindo. 'Você vê, Roger, a inuência ruim que você é. Aqui eu tenho escolhido cuidadosamente meu modo de falar para não usar uma única palavra ou termo que seria desaprovado pela gente da terra que pensa que nós falamos como se estivéssemos nos endereçando a um conselho ecumênico ou algo igualmente enfadonho. Ah, bem. “Más inuências corrompem as boas maneiras", suponho.' 'Não há nenhuma diculdade para se chegar em outros países nestes reinos, ou, para ser mais exato, para as partes onde os outros povos da terra têm as suas habitações.' 'Você estava pensando principalmente em fronteiras, não é? Não há nenhuma fronteira. Você pode vir e ir como quiser, e mais, você será acolhido como os habitantes daquelas regiões são bem-vindos aqui. Na realidade, se você vagar por aí, quase não perceberia que chegou «lá», com exceção de alguma diferença desprezível na paisagem talvez, e nas casas.' 'Há somente um tipo de barreira que encontrará neste mundo, e é a barreira entre um reino e outro, e essa é invisível, ou praticamente. Um aumento ou diminuição da luz, pode ser o caso. Se não houvesse essas barreiras, de certa forma desagradáveis, extremamente desagradáveis, elementos seriam tentados a invadirem as regiões próximas às deles. E talvez alguns de nós seríamos tentados a desenvolver ideias sobre nossa estadia, como diz o provérbio. São leis naturais que trabalham desta forma, e como todas as leis, trabalham sem qualquer falha, exagero ou diculdade. Essa é a beleza disto tudo. Não questiona diferenças de opinião, ou insistências em direitos. Não há ninguém discutindo com uma lei natural. Eu ouvi falar de alguém discutindo com a lei de gravidade na terra. Seria, em todo caso, um argumento unilateral, e provavelmente terminará em desastre.’ 'No que concerne a estes reinos em particular, você poderia chamá-los de Cosmópolis, com todas as justicativas, pois encontrará pessoas de todas as nacionalidades que se encontram debaixo do sol, alguns deles vindo e indo, e outros cando por aqui.' 'Eu posso entender o vindo e indo, mas o que quer dizer cando?' Roger perguntou. ‘O melhor modo de responder isso é dar-lhe uma demonstração prática, mas você já conheceu a pessoa, sem saber disto.' 'Conheci?' 'Sim; nosso velho amigo Asa Brilhante.' 'Ele não pertence a este plano, então?' 'Não, de jeito nenhum.' 'Isto confunde bastante.' 'É chocante.' 'O Monsenhor é um tormento terrível para você, Roger. Não o leve em conta. Eu sei o que ele quer dizer. Venha, vamos fazer outra visita. ' ‘Está bem. Uma visita que valeria uma fortuna se pudesse ser feita na terra.' Com ares de segredo, levamos nosso jovem companheiro a um compromisso social num local um tanto distante de nossa casa. XIV. UMA CASA NA FLORESTA 'Agora, Monsenhor, por favor, explique-me, em palavras simples se quiser, o que queria dizer com "alguns cando por aqui", quando falou sobre as pessoas de outras nacionalidades?' 'Isso, Roger, ' disse Ruth; 'seja rme.' ‘Claro, meu querido companheiro. Não há nenhum mistério. O que eu quis dizer era que, às vezes, é o caso de pessoas morarem em certos reinos daqui, quando, em virtude do progresso espiritual, foram chamados para viverem em um plano mais elevado.' 'Então, por que eles cam por aqui?' ‘Porque, Roger, pode haver muitas razões boas para carem. Alguns podem escolher suportarem car aqui por razões puramente privadas, razões de afeto entre dois indivíduos. Pode acontecer que duas pessoas, entre as quais há um laço forte, possam pertencer a planos diferentes de progressão, e então habitariam reinos diferentes. Em tais casos não é incomum que a pessoa chamada para viver num reino mais elevado permaneça com o que não progrediu ainda, até que chegue o tempo de seu progresso e então, juntos, os dois subirão para o seu novo reino, e assim continuarão inseparáveis. Isso é um exemplo.’ ‘Há outro, e creio que mais comum, onde uma certa ocupação mantém as pessoas tão absorvidas que elas preferem trabalhar em reinos menos elevados. Nosso amigo Asa Brilhante é um caso destes. Eles ainda estão trabalhando para humanidade encarnada, Roger, e, embora passem muito tempo por aqui nestas regiões, constantemente viajam para as suas próprias casas nos reinos mais elevados, e assim são residentes de ambos os reinos. Eles estão conduzindo vidas dobradas!'

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.