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Capítulo 10 de 17
Vi. Relacionamentos Espirituais — parte 5 de 11
A Vida nos Mundos Invisíveis – Volume 3
'Mas você não parece nem estar perto disto'. 'Espero que não. De fato, não pareço nada diferente do que era quando cheguei aqui. Algumas mudanças para melhor, talvez, mas caso contrário, nenhuma mudança'. 'E que idade me daria, Roger?' perguntou a Ruth. 'Cuidado, Roger', interpus, mas ele não se aventuraria numa suposição. 'Se você tivesse dito cem, não me teria transtornado em nada. Mas não é a minha idade. Dê-me aproximadamente sessenta e dois, e você terá razão'. 'Você não parece nem um minuto mais velha que aproximadamente vinte e cinco', retrucou Roger. 'Que era a minha idade quando eu vim para cá'. 'Então, que idade da terra devo parecer?' 'Quase nada além de uma criança de colo', riu Ruth. 'Não, Roger, você está igual ao que era na terra, falandose em idade. Em saúde, claro que está imensamente diferente, de todas as formas, desde esses últimos dias. Pobre querido, você estava mesmo doente, Roger, mas não há nenhuma comparação com o agora. Sua mãe veria em você, agora, o rapaz que ela conheceu'. 'Você vê como é', eu disse. 'Em espírito não se conta a idade terrena em anos. O que acontece é que o período conhecido como início de vida é a nossa idade normal e permanente. Se a pessoa chega aqui antes daquele tempo, como você e como muitos outros fazem, até mesmo as pequeninas crianças, então passa gradualmente para aquele estado de juventude, e lá permanece. Se você chega aqui depois de alcançar esta idade – e que pode ter ido muito longe, para além disto, com seus oitenta e tantos - então você reverte, volta ao início de vida. Em outras palavras, ca mais jovem'. 'Isso parece uma ideia sã'. 'É uma ideia saudável, pois todas as ideias aqui são saudáveis'. Nós nos unimos numa risada em nossa aprovação condescendente quanto ao mundo espiritual. 'Ainda, Roger', continuei, 'para nossa alegria, a lei que age sobre isso é uma lei justa, e isso é o que você realmente quis dizer. É assim em todos os sentidos: para esses que passaram um curto período na terra e para esses que a deixaram na tenra infância, ou muito cedo, ou quando tinham a sua idade, ou a de Ruth - e se vierem a isso, quase como a minha. 'Mas vou lhe contar uma coisa: você achará extremamente difícil adivinhar a idade certa de uma pessoa, o que quer dizer quanto tempo estão no mundo espiritual, acrescentando-se os poucos anos que estiveram na terra.' 'Quanto mais você mora nestas terras, menor parece o período terrestre, em comparação. Leve Asa Brilhante por exemplo. Você possivelmente não pôde adivinhar quanto tempo ele está por aqui. Se você tivesse mais um tanto de conhecimento - que, claro, virá conforme vá se acostumando – você teria certas indicações que o ajudariam em sua suposição'. 'Não, não posso adivinhar quanto tempo ele está aqui. Ele parece estar na juventude - um homem jovem. Quando ele fala, e quando se olha de perto, pode-se ver que, sem parecer velho ou ancião, há algo que sugere o peso de seu conhecimento, ou algo assim'. 'Muito difícil de denir, Roger. Há muitas ocasiões, ao se ver alguém daqui, em que você poderia dizer sem ser tão desrespeitoso - "ele não é nenhum jovenzinho". Mas não haveria nada que indicasse a idade positivamente, como os sinais externos de rugas e linhas, e todos os outros traços familiares da passagem dos anos. Que idade daria a Asa Brilhante?' 'Nem penso em adivinhar'. 'Ele já ultrapassou seiscentos'. 'É de espantar, não é?' 'Na realidade, não. Lembre-se de que Omar tem dois mil anos como se fosse um dia. O ajudante egípcio dele é até mesmo mais velho – na faixa dos cinco mil anos. É o que diz o salmista? Longitudine dierum replebo eum: Eu lhe darei longos dias. 'Este é um mundo imutável, Roger, e alguns de nós, de qualquer modo, pareceríamos ser os mesmos. Nenhuma face vincada, nenhum cabelo branco ou se tornando grisalho, nenhuma sugestão daquele peso adicional com que nos forramos na terra, ou, por outro lado, nenhuma indicação de emagrecer demais e se esvair; nada reduzindo a velocidade de nossos movimentos, ou alterações no timbre de nossas vozes; nenhuma perda de vigor mental. Nenhuma segunda infância. Elimine este catálogo melancólico e você saberá como somos nós, retornados a uma segunda juventude, para os que precisam disto, em vez de avançar a uma segunda infância'. 'Que idade você diria que o mundo espiritual tem, Monsenhor?' 'Meu querido companheiro, isso é que é pergunta! Você sabe o que se diz: a eternidade não pode ter nenhum começo. E a eternidade, como a imortalidade, é algo que não pode ser provada. A única coisa que você pode fazer, neste exemplo em particular, é tentar descobrir qual é o consenso nas opiniões sobre o assunto, e aí verá que temos a mesma opinião, de que este mundo, e nós mesmos, somos eternos. Nós temos o sentimento absoluto de eternidade. Se não fôssemos eternos, então qual seria o uso de tudo isso? Qual seria a continuidade de tudo? 'Não, meu menino, tudo aqui neste lugar grita contra o fato de haver um m para esta vida gloriosa, para uma vida melhor que há à frente de todos nós. E nós, nestes reinos, temos a garantia – como se a necessitássemos - dessas estupendas almas dos reinos muito mais elevados. Se eles não nos estão falando a verdade, o que é uma suposição infame e irracional, então não há nenhuma verdade.’ 'Mas nós temos nossos próprios poderes, Roger. Há isso para ser considerado. Nós podemos, por nós mesmos, criar. Você realmente ainda não nos viu no trabalho, fazendo isso. Espere até ver um dos peritos que constroem casas para se viver, e do mesmo jeito que fazem com uma casa, fazem um palácio ou qualquer coisa ainda maior. Nós mesmos fazemos tudo isso com aquele poder que vem da Grande Fonte. Indubitavelmente, você poderia discutir comigo: suponha que a grande Fonte tivesse cortado o seu poder, retendo-o, então o que aconteceria? Essa ideia é igualmente irracional. O poder tem sido enviado desde que o mundo espiritual existe. E isso nos traz de volta aonde começamos.'
'Chega um momento em que a representação deixa de ter muita signicação para as pessoas. Quando você contempla as proporções astronômicas a que chegaram as economias das nações, quando o dinheiro se conta em milhares de milhões, esta representação não signica muita coisa para a mente comum. Duvido que signiquem muito às pessoas que são responsáveis por elas. De qualquer modo, o povo da terra agora está acostumado a uma quantia de dígitos quase interminável, e quando idades universais são pronunciadas, não lhes deveriam causar nenhuma surpresa.’ 'O mais que se poderia dizer, Roger, em resposta a sua pergunta sobre a idade do mundo espiritual, é que ele existiu antes do mundo terreno. Isso sabemos de altas fontes. Bem, então, se a terra começou a existir há algo entre três mil e cinco mil milhões de anos atrás, como foi computado, então aquela ordem de grandeza pode signicar algo em sua mente. Temo que não. Não signica nada a mim'. 'Nem para mim', disse Ruth. 'Bem assim: Tudo o que pode fazer é sugerir um número colossal de anos. Se o mundo espiritual tivesse todo esse tempo de existência, - e temos toda garantia de que tem - então há pessoas existindo nestas terras, em algum lugar, que podem reivindicar aquele número gigantesco de anos como sendo a idade deles. E isso faz o resto de nós parecer como - o quê? Um grão de areia em um deserto vasto, comparando-se a estatura espiritual.’ 'Isto é chocante, Monsenhor'. 'Sim, Roger, se você permite que seja, mas a verdade neste assunto é chocante, na prática, não nós. Tira a respiração quando se considera a ordem de grandeza, em milhares de milhões, mas o que me que parece mais chocante e esmagador de tudo, é o conhecimento, nas proporções universais, desses personagens de quem falei. Você ainda não se encontrou ou falou com um deles, Roger. A Ruth e eu já o zemos, em conversas em comum e em companhia com muitos outros nestes planos. Nós visitamos a grande residência do maior deles. Tempo virá, certamente, quando você terá o mesmo privilégio também, Roger, aqui nestes mesmos reinos, até mesmo nesta mesma casa. Omar é sua companhia pessoal frequente; é, na realidade, seu braço direito.’ 'Veja o que trouxe para a sua cabeça jovem ao fazer uma pergunta simples!' 'Percebo agora que era uma coisa tola para se perguntar'. 'Oh, não, meu querido companheiro; de forma nenhuma. A diculdade está em achar uma resposta, e direito seu satisfazer sua mente, até onde possível, com as coisas da forma com que lhe ocorrem.' 'Há, como imagina, uma quantia enorme de coisas que não nos são faladas porque são altos segredos, mas a causa disto é que nós temos muito para aprender primeiro. O fato é que nós não entenderíamos por causa de nosso estágio de avanço de nosso conhecimento e os poderes de compreensão, necessariamente limitados. 'É como em seus livros escolares, Roger. Obrigaram-no a começar no princípio. Uma espiada no término deles revelaria coisas além de sua capacidade atual, e assim nada teria signicado. Nós não estamos num caso diferente aqui, quando formulamos problemas inumeráveis ou perguntas. Assim nós nos sacudimos, e vemos que não somos os piores por não sabermos as respostas. Tudo se ajusta em seu próprio lugar nestes planos, e nenhum de nós teria diculdades na nossa progressão por falta de conhecimento. O conhecimento estará lá, no momento certo. Enquanto isso, não faz mal termos nossas discussões, das quais gostamos tanto - como estamos tendo neste minuto. Se é possível se fazer luz nos assuntos - sujeita às limitações que mencionei – então ela se fará, pode estar seguro disso. 'Este é um mundo sensato, Roger, como você percebeu; entretanto se a gente da terra fosse conar, ou acreditar, nas selvagens noções fantásticas deles, este seria um dos lugares mais tolos no universo. Você trocaria esta vida por uma que tenha toda a aparência de um domingo ininterrupto?' 'Eu odiaria isto'. 'Também todos nós. Mas há as pessoas na terra que consideram que esse modo de viver seria a verdadeira felicidade espiritual; o Paraíso, de fato'. 'Há outro ponto sobre esta longevidade do mundo espiritual e juventude da vida. Vejamos, alguns de nós tenderíamos a mudar bastante na aparência externa se, por casualidade, fôssemos velhos ou anciãos quando viemos para o mundo espiritual. Por outro lado, houve muito pouca mudança em Ruth e mim, por causa de nossas respectivas idades na transição. Você, Roger, envelhecerá naturalmente para o período jovem da vida, e alguma mudança acontecerá indubitavelmente. Não muita, mas alguma'. 'As modas terrestres prevalecentes ou os modos teriam um pouco de efeito, mesmo em homens, pois houve tempos na terra em que a pequena nobreza barbuda era a regra. Agora você pode ter notado que nós não nos viciamos em tais adornos faciais aqui, entretanto se você desejasse cultivar uma barba patriarcal até sua cintura, ou qualquer outro tipo, não haveria nada que o impedisse. Não há nenhuma lei "envelheça isto". Poderia requerer uma coragem considerável. Alguns de nossos amigos poderiam fazer observações muito agudas se cultivasse qualquer decoração facial'. 'Eu faria, eu seria uma delas', disse Ruth. 'O que eu chamaria imediatamente de pura inveja! Você pode ver, Roger, como é. A identidade não ca perdida, mas pode ser obscurecida, certamente, como você poderia dizer. O homem - ou mulher - sendo velho, ca muito diferente de quando era jovem, e o homem com barba parece muito mudado sem ela. E essas mudanças estão acontecendo há tempos. A pessoa joga logo fora as características físicas que pertencem ao lado terrestre da vida, e veste a personalidade do mundo espiritual. E também, a longevidade dá no mesmo'. 'Compare as idades de Omar e do ajudante dele: há uma diferença entre eles, pode ser considerada como de três mil anos do tempo terrestre. Você poderia dizer, honestamente, qual dos dois é o ancião?' 'Não, Monsenhor; impossível'. 'Acontece o mesmo com milhões de nós'. 'O que aconteceria no caso das pessoas cujas características são muito conhecidas na terra?' 'Você quer dizer as guras históricas ou contemporâneas?' 'Eu estava pensando em ambos'. 'No caso das pessoas históricas, há todos os tipos de fatores. Pode acontecer que não haja nenhum quadro preciso deles na terra, pelo qual uma referência possa ser feita. Artistas tentaram, em tempos diferentes, construir algo semelhante a registros que contivessem uma descrição de uma pessoa em particular. A maioria deles é inexata - os quadros, eu quero dizer.'
'De forma que você poderia estar falando com pessoas daqui, e elas nem saberem do fato que na terra foram pessoas muito famosas. A identidade delas, em tais casos, ca completamente obscurecida, até a parte exterior. Claro que a própria pessoa ainda é aquela pessoa, embora grandemente melhorada, como nós todos temos a esperança de ser! Os antigos pintores zeram o seu melhor, e mostraram faces que eram, pelo menos, humanas - o que é mais do que pode ser dito de tantos pintores recentes da terra! Mas os originais mudaram para além de todo o reconhecimento'. 'O que é, anal de contas, a fama terrestre, de um tipo ou outro? Depende de onde repousa a fama. É possível ver, no momento, na terra, muitos cuja fama está baseada numa reputação de fatuidade absoluta. Isso não é tanto culpa deles, mas das pessoas de cabeça vazia que lhes dão total apoio'. ‘Há pessoas, também, cuja reputação terrestre e sua fama eram de mau gosto, mas eles subiram desde então aos reinos de luz, e cam profundamente alegres por seus retratos na terra terem delineação inexata. Sendo assim, reconhecê-los não será fácil nestes planos'. XI. UMA LIÇÃO DE CRIAÇÃO 'Como, perguntei ao Roger', você encara esta casa e tudo o que está nela, e ainda tudo que vê desta janela? Como algo bem sólido?' 'Certamente', respondeu'. Por que pergunta?' 'Porque, meu querido companheiro, há pessoas na terra que consideram tudo isto como uma condição construída pelo pensamento; não tendo nenhuma existência concreta, diriam eles. Estranho, não é? ' 'Penso que posso entender isto, de certo modo', disse Roger', porque quando eu acordei em seu sofá, ocorreume que poderia ser um sonho'. 'Então o que aconteceu?' 'Bem, eu o vi sentando perto do sofá, e lá estava a Ruth a meu lado, e você falou-me sensatamente'. 'Graças a Deus!' 'Você sabe o que quero dizer'. Rimos pela confusão do menino'. Claro, Roger, que você quer dizer que a situação inteira era sensata, e não o tipo de coisas loucas que normalmente acontecem em sonhos'. 'Sim, é isto. Imediatamente era tudo muito real. Você se lembra que eu pus meu pé no chão. Depois disso, não poderia haver nenhuma hipótese de que tudo por aqui não seja real e sólido'. 'Real e sólido, Roger; esse é o ponto vital. A confusão parece ser que o povo da terra não tenha percebido ainda a verdadeira signicação do poder de pensamento. Dentro de limites eles têm alguma ideia, e boa até, mas é minha opinião que eles não levam o assunto adiante'. 'Volte sua mente ao tempo em que a Ruth e eu estávamos em seu quarto na terra. Nós só entramos, por assim dizer. Nada era sólido a nós. As paredes não signicaram nada. E nós não signicamos nada para você – até então. Até mesmo quando você nos viu, nós éramos bem não-substanciais. Todos estes planos eram como invisíveis para você, entretanto você começou vendo nós dois.' 'Então o que aconteceu? Uma vida terminou lá para você, e outra começou - em seu quarto, ou, para ser preciso, no local em que seu quarto está situado, e nós nos encarregamos, por momentos, de você. Se você tivesse cado acordado - foi a Ruth que o colocou num agradável cochilo - teria visto o que vimos - um quarto etéreo, com bastantes pessoas etéreas nele. Nós poderíamos dizer, com justicação semelhante, que o quarto era só uma condição, e não um estado. Mas nós sabemos que é diferente. Aquele quarto estava lá, real e sólido, à sua gente. Você tinha mudado sua condição, de terrestre à vida espiritual, mas, em si mesmo, ainda não tinha mudado de estado, nem nós tínhamos feito isto para você. Percebe o que quero dizer?' 'Agora, você sabia alguma coisa sobre uma vida futura? Não, você nos falou que não sabia, de forma que não poderia ter achado dentro de si nada para a criação por pensamento, baseado no que você supunha que o mundo espiritual era'. 'Não, mas eu não poderia estar em alguma espécie de estado ou condicionamento que outra pessoa tenha criado?' 'Bem dito, meu rapaz. Isso foi precisamente o que aconteceu. Só que, para usar palavras denidas, deveria ser um tipo de lugar bem sólido, e que outros pudessem ver, sentir e experimentar - e desfrutar!' 'Então onde está a diferença entre isto e a terra?' 'A diferença reside no fato de que aqui não há nenhuma condição terrena sólida para se interpor entre nós e nossos pensamentos. Tudo que é criado ou feito na terra tem que ser pensado em primeiro lugar, planejado, talvez desenhos tenham que ser feitos, se o tema for um pouco mais elaborado, e então construído através de maquinaria ou à mão, conforme o caso. Aqui nós dispensamos os intermediários, e deixamos o pensamento fazer o trabalho, o que ele faz com muita capacitação.' 'Pensamento tem ação direta aqui. É aí onde está a verdadeira confusão. Só porque o pensamento tem tal ação direta, o povo da terra pensa que os resultados devem ser intangíveis, como num sonho, e capazes de ser, ou sujeitos a serem, desmanchados com a mais leve provocação, ou até mesmo com nada. Nossos pensamentos nestes planos têm bem mais poder e extensão que na terra. Para fazer coisas solidicarem na terra, a pessoa tem que passar da fase de pensamento. Aqui a pessoa sempre está na fase de pensamento porque esta é a última fase, se me compreende'. 'Imediatamente ao pensamento, segue-se o artigo concreto. Não quero dizer, nem por um momento, que nós somente pensamos no que precisamos ou desejamos, e ei!, presto, lá está! Querido, não, não é assim. Esta casa, Roger, foi pensada cuidadosamente, planejada, e então os pedreiros e construtores começaram trabalhar. Mas o seu trabalho foi executado só através de pensamento. Não houve nenhum intermediário para obtermos os materiais, ou para subirem os andaimes, e assim por diante. Esses amigos pensaram, e pensamento produziu esta casa, muito real e sólida. E aqui permanecerá.' 'Nós não estamos sentando em nada. Estamos sentados em cadeiras confortáveis, e elas estão apoiadas no chão. Esta não é uma condição de pensamento em que estamos vivendo - e uma coisa boa, também!'
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.