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Capítulo 3 de 14

Feesp — parte 3 de 14

A Loucura Sob Novo Prisma · Bezerra de Menezes

círculo dos fatos conhecidos, sem se procurar uma causa, qualquer que ela seja?" Não; não é natural parar-se em meio do caminho, e dizer-se: - Não passemos daqui. A invencível curiosidade humana nos impele a transpor os limites, mesmo que no-lo proíbam, e, voluntariamente ou não, o homem de ciência é chamado a pronunciar-se num ou noutro sentido. O próprio Littré, que recomenda a abstenção, é o primeiro que a quebra, como o têm feito seus discípulos e companheiros. Eles se manifestam francamente materialistas, como o prova a seguinte passagem do mestre, no prefácio do Leblais sobre o materialismo: "O físico reconhece que a matéria pesa; a psicologista, que a substância nervosa pensa; sem que, nem um nem outro, tenham a pretensão de explicar por que uma pesa e a outra pensa." Afirmar que o psicologista reconhece que a substância nervosa pensa, não é destruir a recomendação de Littré, acima transcrita? Entretanto, esta afirmação é do próprio Littré! E que prova lhe deram, os psicologistas, de que a substância nervosa pensa?

Ninguém, jamais, o conseguiu provar, principalmente a um positivista, cuja senha é: afastar toda a imaginação na explicação das coisas. E, pois, Littré renegou seu programa e seu método, aceitando a tese materialista na fé dos padrinhos. É que estreitíssimos são os laços que unem as duas escolas. O positivismo, embora proclame sua isenção, aceita sem reservas os princípios fundamentais do materialismo, e nega uma gota de água ao espiritualismo. Littré não aceita somente a substância nervosa pensante; examinando o Universo e as leis que o regem, diz que ela tem em si

mesma sua própria causa; princípio fundamental do mais puro materialismo. Como logrou o ilustre filósofo este conhecimento pelo método positivista? Não há quem o possa descobrir. O positivismo é, pois, consciente ou inconscientemente, materialista. E, uma vez que demonstramos que o materialismo não prevalece contra a verdade da existência do mundo imaterial, é ocioso repetir argumentos para casos idênticos. A questão em relação ao positivismo é esta: Se se limitam ao seu programa de não afirmar nem negar o que lhes escapa à experiência material, nada têm com a alma, que está fora do círculo de suas indagações. Se, porém, abandonam aquele programa e abraçam, sem as suas rigorosas experimentações, as teses materialistas, como as citadas, está dito o que deveremos dizer-lhes. Nem os conhecimentos químicos de Moleschott, nem a inteligência de Buchner, de Carlos Vogt, de Luys podem abalar o princípio da existência da alma, provado racionalmente e atestado pelas legiões dos maiores vultos de todo o mundo, em iodos os tempos.

Não é, pois, tal princípio um produto de imaginação, pois emana da razão e da consciência universais, de um modo tão veemente, e firma-se na crença da Humanidade: vox populi. Até aqui, temo-lo tratado racionalmente - pela autoridade dos sábios de todos os tempos - e pela destruição do castelo materialista, que pretende assentar sobre suas ruínas. Cabe-nos, agora, a tarefa de provar experimentalmente a verdade de seu ser, o que será o trabalho do § 2.° do presente capítulo.

Demonstração experimental da existência da alma

As provas diretas da existência, no homem, de um princípio distinto do corpo, podem ser divididos em duas ordens: a das que resultam da dedução, e a das que afetam os sentidos. As primeiras são um meio termo entre as racionais e as verdadeiramente experimentais, e consistem nas manifestações anímicas, por anestesia e por sono magnético. Anestesia e sonambulismo, pois que produzem idênticos efeitos, devem operar do mesmo modo sobre o organismo; e assim é. Os meios químicos, empregados como anestésicos, produzem o sono, que traz a inconsciência e o esquecimento, atuando sobre o aparelho nervoso do sentimento, cuja ação suspendem; donde a insensibilidade produzida pelo éter, pelo clorofórmio, etc. O sonambulismo hipnótico atua, por força da vontade, sobre o mesmo aparelho nervoso, produzindo o mesmo efeito do sono e da paralisia, como o clorofórmio; donde a inconsciência, o esquecimento, a insensibilidade. Os mesmos fenômenos, pelo mesmo modo produzidos, resultam do sonambulismo magnético.

Em cada um dos três processos, o corpo cai em colapso, ao passo que o indivíduo, apesar de não se achar em seus sentidos, está vivo, e goza a faculdade de ver, perto ou longe, de descrever tudo o que vê, e de falar, até, de coisas que não conhece. Se o homem fosse exclusivamente matéria, e se o maquinismo humano se compusesse exclusivamente de órgãos materiais, desde que se desse a suspensão da vida de relação, impossíveis seriam manifestações daquela ordem. A matéria dorme; logo, dorme o homem!

Entretanto, não somente os anestesiados, como os sonambulizados, hipnóticos ou magnéticos, dão mais brilhantes manifestações daquela ordem de fenômenos, do que no estado ordinário. A matéria dorme; não, porém, o homem! É prova dedutiva do fato experimental, de que o homem não é só matéria, de que há nele outro elemento, cuja atividade subsiste enquanto se suspende a dos órgãos corporais, e de que esse elemento, desprendido da matéria corpórea, estende a vista infinitamente além do espaço, além da que pode alcançar a do corpo. Ora, o alongamento de nossa intelectualidade, nos três casos de inação do corpo, de que falamos, coisa é de que não se pode duvidar, em vista de fatos provados; logo, aquelas três ordens de experiências demonstram, à saciedade, a existência, do homem, do princípio distinto do corpo, e tão distinto que, enquanto este cai em colapso, ele ostenta mais nitidamente a pujança de suas faculdades especiais. Quereis as provas?

Ei-las: O venerando Velpeau, em relatório apresentado à Academia de Ciências de Paris, no ano de 1842, refere o seguinte: Tratava-se de uma senhora que o sábio professor cloroformizou, para operar de um câncer no seio. Efetuava a operação, quando foi surpreendido por dizer-Ihe a mulher, em completo sono anestésico, o que se passava em casa de uma sua amiga, bem distante do lugar da operação. E subiu de ponto sua estupefação, quando soube da dama, a quem se referira a operada, que era real o que ela relatara. A respeitabilidade do professor Velpeau garante a veracidade do fato, tanto mais que era ele adversário intransigente do Magnetismo e de tudo o que se lhe pudesse referir. No Hipnotismo, nome com que a ciência hodierna envernizou o Magnetismo, para poder aceitá-lo, sem cantar a palinódia, dá-se, como já foi dito, o fenômeno da paralisia da sensibilidade física, de par com

a inconsciência e com a clarividência, observada por Velpeau na anestesia. O célebre médico inglês Braid refere, baseado em inúmeras experiências, que os hipnotizados, não doentes, escrevem, desenham e descobrem objetos ocultos, tendo os olhos fechados, e ouvem a longa distância, chegando a predizer fatos. O Dr. Bremaud, tão respeitável pelo saber como pelo caráter, refere o seguinte caso: Um de seus parentes, em sono hipnótico, resolveu facilmente um problema de trigonometria que, despertado, Ihe foi impossível resolver. As experiências de Braid, de Donato, de Bernheim e, ultimamente, de Charcot, confirmam aquele fato por outros não menos surpreendentes. Aqui, temos mais que no caso de Velpeau, porque temos a manifestação de conhecimentos, ou de capacidade, que a pessoa não possui no estado normal. Este fato é inexplicável aos homens que acreditam no exclusivismo de nossa composição material, tanto como aos que, embora admitindo a alma, entendem que é ela criada, ao mesmo tempo em que o corpo, para esta vida única.

Este fato só pode ser explicado pela dupla natureza do ser humano: corporal e espiritual - e pela preexistência da alma. Com efeito; o parente de Bremaud não vê como a operada de Velpeau, fatos que se dão na ocasião; ele resolve um problema, que exige ciência de que é ignorante. Como é isto? A menos que se dê ao Hipnotismo o poder de plantar ciência em cérebros vazios dela, só pelo princípio espírita da preexistência da alma poder-se-á explicar semelhante fato, impossível em qualquer outra hipótese.

Aquele Espírito (alma) conhecia, de passadas existências, a trigonometria - e, por lei das reencarnações dos Espíritos, seu conhecimento ficou latente, como todos os que, na nova existência, não são cultivados. Latente, mas nunca perdido para o Espírito, que, deixada esta vida, os tira de seu seio. Desprendido, pois, por momentos, da matéria que lhe servia de véu, o Espírito enfrentou uma questão que lhe era conhecida, e facilmente a resolveu. Voltando, porém, ao corpo, corrido novamente o véu, o esquecimento do passado trouxe-Ihe a impossibilidade de resolver a questão, agora desconhecida. E, pois, evidente que este fato tem, como forçada dedução, a prova real da existência e da preexistência da alma. O sonambulismo magnético, ou, vulgarmente, o sonambulismo, afirma tanto quanto a anestesia e o hipnotismo a dualidade do ser humano. Voltaire confessou que, dormindo, isto é, em sonambulismo natural, corrigiu um dos cantos de La Henriade, que muito sobrelevou os que compôs acordado. Massillon compôs, dormindo, muitos dos seus monumentais sermões.

E Burdach refere que, no dia 17 de Junho de 1882, dormindo à sesta, sonhou que o sono não passa da supressão do antagonismo muscular, entre a distensão e a retração. Contente com a luz que este pensamento lhe parecia derramar sobre os fenômenos vitais, despertou; porém, súbito, aquela luz desapareceu, par ser aquele pensamento alheio às suas idéias. "Entretanto, tornou-se ele, diz o sábio, o gérmen de minhas futuras concepções."

Os casos de Voltaire e de Massillon poderão ser atribuídos ao hábito; o de Burdach, porém, nunca; porque o sábio fisiologista confessa que estava fora do círculo de suas idéias. Este fato, pois, revela, como uma experiência material, a existência, no homem, de um princípio, que não dorme enquanto dorme o corpo, e que, desprendido do corpo, vê mais claro e mais longe; recorda conhecimentos de outras eras, que jazem latentes, no ser misto, na presente existência. O que, porém, é mais significativo, em nosso caso, é o fato referido por Esquirol: de um farmacêutico que se levantava todas as noites, em estado sonambúlico, para aviar as receitas que lhe ficavam do dia. Para verificar se o fazia automaticamente ou por força do hábito, um médico meteu, entre as receitas que ficaram por aviar, a seguinte: Sublimado corrosivo... 2 oitavas Água destilada... 4 onças Para tomar de uma vez. O farmacêutico, como de costume, foi ao trabalho, que executou sem embaraço, até que chegou àquela receita. Leu-a muitas vezes, e, por fim, monologou em voz alta, de ouvida pelo doutor, oculto.

"É impossível que não se tenha enganado! "Dois grãos já eram demais, quanto mais 2 oitavas! "Duas oitavas são quase 150 grãos. É mais do que o necessário para envenenar vinte pessoas! "O doutor enganou-se, e eu não preparo isto." Eis o que corta todas as dúvidas, porque, nem de leve, pode ser atribuído ao hábito, e, pelo contrário, dá testemunho irrecusável de que o Espírito, sem o concurso da matéria, raciocina, compara e resolve. O que aí fica exposto, parece-nos prova cabal de que existe no homem a dualidade reconhecida de todos os tempos, cujos elementos são de naturezas diferentes, por lei suprema unidos e harmonizados,

em suas funções, para a vida terrena, e, por esta, para o progresso do ser imortal. Corpo e alma, ou Espírito e matéria, entram para a constituição humana, cada um com seu contingente de meios. O corpo entra com os elementos necessários à vida num ambiente material. O Espírito entra com os que devem vivificar o corpo, para dar vida comum e transitória, haurir o néctar da vida espiritual, eterna e eternamente perfectível. Da união resulta uma modificação das propriedades do corpo, como das faculdades da alma, e esta modificação e conseqüente distinção parecem-nos patentes, no raso de Esquirol. Entretanto, a cegueira materialista contesta estas coisas tão claras, atribuindo ao cérebro o que se passa na anestesia, no hipnotismo e no sonambulismo. Enquanto o sono paralisa os sentimentos, dizem, as funções presididas pelo grande simpático continuam em seu exercício. Pelo mesmo modo, deduzem, as funções do cérebro continuam em exercício, e é ele que faz tudo o que se atribui ao princípio anímico, nos casos de anestesia, de hipnotismo e de sonambulismo.

Podíamos, com os fatos de Velpeau, de Bremaud e de Esquirol, rebater a estólida pretensão que deu azo a Debay para imaginar a teoria vesânica da ramificação do nervo óptico, pela qual se fazem órgãos da visão o epigastro e os dedos. Podíamos com o que temos exposto, varrer da liça a ação cerebral, como órgão gerador do pensamento, e destruir por seus fundamentos a ridícula teoria, contra a qual se levantam o bom-senso e a Ciência. Preferimos, porém, bater o adversário, de reduto em reduto até fazê-lo render-se à discrição. O doutor Charpignon refere um fato que esmaga as pretensões do materialismo em desespero.

"Certa noite, uma sonâmbula a serviço do doutor, em suas indagações científicas, achando-se em sono magnético, pediu para ir visitar sua irmã, em Blois, cujo caminho lhe era conhecido. "De repente, exclamou: Aonde vai, Sr. Jeanneau? "Onde vos achais? perguntou o doutor. "Em Meung, onde encontro o Sr. Jeanneau em trajes domingueiros, sem dúvida para visitar algum castelão. "Uma das pessoas presentes conhecia Jeanneau, e escreveu-lhe imediatamente, pedindo-lhe que lhe dissesse se realmente passeava àquela hora. "A resposta confirmou, em todos os pontos, o que a moça vira de Orleans." Raciocinemos. Primeiramente, a teoria de Debay cai por terra, pois, nem pelos olhos, quanto mais pelos dedos e pelo epigastro, pode-se, de Orleans, ver uma pessoa em Meung, a léguas de distância. Debay imaginou sua teoria para os casos de verem, os sonâmbulos, com os olhos fechados, mas numa distância de se poder ver. Nunca, porém, cogitou de casos como o de Charpignon.

A Ciência marchou, e eis que se prova hoje que os sonâmbulos vêem a léguas de distância, verificando-se o fenômeno até mesmo entre antípodas, do que resulta despedaçar-se de encontro à rocha da verdade mais um argumento do materialismo. E perguntaremos aos que se valem de qualquer pau podre, para se baterem contra os que sustentam a existência da alma, como explicarse a transposição dos sentidos, isto é, a desnecessidade dos órgãos dos sentidos, para termos as impressões que, naturalmente, por eles é que recebemos? Como explicar-se este fato de ver-se com os olhos fechados e a distância que, nem com eles abertos, nem com eles auxiliados, poderse-ia ver?

É o cérebro, é a matéria, que vão a muitas léguas ver o que aí se passa? Dizem que é a força visual, que aumenta pelo sonambulismo. Aceitemos; mas, qualquer que seja o grau de aumento da força visual, jamais se poderá fazê-la trazer à retina a impressão de um objeto, por exemplo, que está além de uma parede. O sonambulismo, assim como tem o poder de aumentar descomunalmente a força visual, terá também o de suprimir as leis da óptica, que requerem, como essencial, a relação do objeto com a retina, pelo raio luminoso? Se não lhe cabe tão estupendo poder, saiba Debay que o médium de Charpignon viu de Orleans a Meung através da parede do gabinete onde o sábio trabalhava, e, portanto, em condições de serem impossíveis as leis da óptica.

É, pois, se o fato se deu em tais condições, é porque, não o órgão visual, mas um outro, para o qual as leis que regem o fenômeno material da vista nenhum poder têm, foi o que o determinou; é porque esse outro é de natureza a desprender-se do corpo, no estado sonambúlico, como no sono natural, e ir ao longe, no espaço, espraiar sua vista imaterial, espiritual; é porque quem vê não são os olhos, mas, sim, a alma, e a alma, desprendida do corpo, não precisa deles para ver. Tão irracional é, portanto, explicar a visão, nas condições expostas, pelos órgãos do corpo, e em contravenção com as leis naturais, reconhecidas pela Ciência, quanto é conforme com a razão e com a Ciência explicá-la pela ação direta do principio vidente, parcial e momentaneamente independente dos órgãos materiais, que a põe em relação com o mundo externo, nas condições ordinárias. Ainda, com isto, não se rende o materialismo, e diz: O cérebro é uma pilha de fluido nervoso, o qual tem as propriedades dos fluidos elétrico, calorífico e luminoso, e, por isso,

sob o impulso da vontade rompe os espaços e vai, ao longe, receber as impressões que transmite ao cérebro. Foi, pois, não o cérebro em si mesmo, que viajou de Orleans a Meung, mas, sim, o fluido nervoso, que possui a propriedade de transferir-se ou prolongar-se, como um raio luminoso. Esquecem-se os sustentadores desta sublime descoberta de que o fluido nervoso não é livre, como o elétrico, o calórico, e a luz; mas que, mesmo no corpo humano, ele existe enclausurado nos canalículos que constituem a rede nervosa. Como, então, poderão tais canalículos prolongar-se de Orleans a Meung? Douta ignorância! Desenganem-se. Os fatos citados só podem ser explicados pela ação da alma. Se considerarmos a homem composto de corpo e alma, tendo cada um suas qualidades especiais, que se modificam pelo fato da união, tudo será claro, até à evidência.

A alma é que vê, ouve, cheira, gosta e apalpa, isto é, a alma é que recebe as impressões que vêm do exterior e se condensam no cérebro; achando-se, porém, encenada no corpo, não as pode receber diretamente, e sim por intermédio dos órgãos corporais. Enquanto subsiste o enclausuramento, ela não pode dispensar o concurso do corpo, para isto dotado dos convenientes aparelhos. Eis por que é essencial à visão a integridade do olho e do nervo óptico. Desde, porém, que se desprende, mesmo temporariamente, do invólucro carnal, como acontece nos sonos, desde que vive a vida própria, sem restrições às suas faculdades, exerce-as sem dependência dos respectivos órgãos: vê, sem olhos. É por isto que o sonâmbulo vê com olhos fechados, e vê a léguas e léguas de distância. Os materialistas hão de confessar que, teoria por teoria, esta é mais racional e conforme com a Ciência e com os fatos.

Explica por que é indispensável o aparelho material, no estado normal, e por que é desnecessário, no sonambúlico. Explica a visão ao longe, sem precisar derrogar as leis conhecidas da Ciência, fazendo os órgãos saírem à procura das impressões. Com efeito; no caso de Charpignon, a doutrina materialista inverte toda a ciência fisiológica, fazendo o fluido nervoso, por fora do aparelho visual, ir a Blois. A Doutrina Espírita explica, enfim, a segunda vista, de acordo com a verdade, como vamos ver, passando às provas experimentais da existência da alma, pelo concurso dos sentidos.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.