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Capítulo 6 de 70
Verdades Inamovíveis — parte 1 de 20
O Novo Testamento dos Espíritas · Osvaldo Polidoro
Existem algumas verdades que são inamovíveis, que são o ponto de partida de todas as concepções, de todos os conhecimentos; ou, para dizer mais simples, verdades sobre as quais as demais verdades têm estabelecimento. Assim sendo, por exemplo, da Unidade Divina tudo parte, Nela tudo se movimenta e Nela tudo atinge a sagrada finalidade. Entretanto, como o faz? Não é certo que o universo dito criado se desdobra ao infinito e que nele tudo é parte e relação? Estas dez verdades representam as matrizes de tudo quanto podemos considerar essencial - Essência, Existência, Movimento, Imortalidade, Evolução, Responsabilidade, Reencarnação, Revelação, Habitação Cósmica e Sagrada Finalidade. Antes de entrar para o comentário evangélico, vamos dizer delas alguma coisa, porque elas entrarão sempre nos assuntos, como essenciais que são. Aquele dos filhos de Deus que souber penetrar o sentido que comportam, saberá pensar como se deve sobre a Origem Divina, o Processo Evolutivo e a Sagrada Finalidade. Saberá, por conseguinte, alcançar a alma do Evangelho, porque outra coisa ele não faz, sem ser evidenciar a paternidade de Deus, a movimentação que força à evolução e o fim da evolução, que é atingir a meta final. ESSÊNCIA - Deus ou Espírito, a Quem a palavra hebréia chama INFORME, pois isso quer dizer IÉVÉ. A Divina Essência é infinita em todos os sentidos, jamais podendo ser sondável pelo que é relativo. Sempre foi reconhecido pela mentalidade humana como Onipresente, Onisciente e Onipotente. E dos grandes iniciados ou místicos, Quem mais se achegou ao SER ESSENCIAL, somente pôde dizer que é LUZ, GLÓRIA, PODER, SABEDORIA, LEI, JUSTIÇA, AMOR, tudo porém de todo infinito, facultando, outrossim, a quem a Ele se chegar, os poderes maravilhosíssimos da Divina Ubiqüidade, que é a virtude de estender ao infinito os poderes dos sentidos, coisa que, por ora, bem difícil será poderem conceber. Todavia, cada qual saiba sentir Deus em si mesmo, porque aquele que pensa estar Deus longe, por certo se coloca longe de Deus. EXISTÊNCIA - Existir decorre de ser emanado da Essência Divina. Entretanto, se é impossível conhecer objetivamente a extensão do que existe, muito mais importa, entretanto, ter a mais plena consciência da EXISTÊNCIA. O mais civilizado homem do Planeta, por certo que ignora seus dotes de espírito, por certo que desconhece as virtudes de que é senhor, pelo fato de não tê-las despertado ainda. O Cristo Anímico, para ser conhecido, deve primeiro ser exposto. Antes de lá chegar, tudo são apenas conjeturas. Não adianta falar mais. MOVIMENTO - Tudo no universo emanado é movimentação. A linguagem de Deus é a lei dos fatos, prova a Origem, a Evolução e a Finalidade. O MOVIMENTO força no sentido da finalidade, porque Deus nada faria sem objetivo absoluto. Onde está o homem terrícola que conheça o movimento de tudo e de todos, no universo emanado? IMORTALIDADE - Somente nos mundos inferiores é que se fala sobre a IMORTALIDADE. A morte não existe essencialmente, é apenas mutação de forma. De
tudo, espírito ou matéria, sobrará sempre a essência, por mais que a forma possa mudar ao infinito. Deus não sofre solução de continuidade em Seus Santos Desígnios. EVOLUÇÃO - Nem se poderia pensar na LEI e na JUSTIÇA de Deus, integrais e acima de todas as cogitações humanas, querendo que houvesse diferença de uns para outros de Seus filhos. Quando forem bem conhecidos os fenômenos de Origem, de Processo Evolutivo e de Sagrada Finalidade, os absurdos religiosistas terão desaparecido. Porque os falsos conhecimentos, que os religiosismos possuem, é que movimentam os falsos conceitos em que vivem mergulhados os homens. Espiritual e materialmente, tudo se move e evolui. Embora o infinito caracterize a Obra Divina, e por isso se torna difícil ao homem penetrar recônditas extensões, o certo é que uma lei geral rege tudo, facilitando a visão intuitiva dos mais adiantados na escala evolutiva. RESPONSABILIDADE - Ela cresce com o grau de conhecimento de causa do indivíduo. Nos planos inferiores da vida tudo são automatismos inconscientes e instintivos; o sexo, a pança e a cria movimentam o campo das reações anímicas ainda embrionárias; movimentam de modo violento, e, quem quiser observar notará nos seres humanos inferiores, os mesmos fatores a se imporem ainda de maneira imperiosa. Somente a evolução, a conscientização, a noção das verdades sublimes do espírito é que pode fazer com que o ser renuncie, sofra por seus irmãos, deixe de revidar violentamente. A Responsabilidade não é apenas subjetiva, como quer o religiosismo formalista ou mercenário; a Responsabilidade é de todo objetiva, prende-se às obras sociais, mede-se pelo montante de Sabedoria e de Virtude que o ser ponha em prática, no trato para com seus irmãos. Lembrando que o Divino Modelo renunciou à própria vida, tudo fica dito. Bolso, estômago, sexo, orgulho e egoísmo, tais são os maiores inimigos do homem; é com muito custo que vai aprendendo a controlá-los. REENCARNAÇÃO - O Cristo bastaria para tudo, se não fossem os fanatismos religiosistas a fomentarem os erros e suas conseqüências. Porque o Cristo era de antes do corpo com o qual Se apresentou diante do mundo; porque o Cristo Se sujeitou à encarnação; porque Se sujeitou à desencarnação; porque Se sujeitou à comunicação, em seguida ao desaparecimento do Seu corpo. A lei que existe é a de encarnar, de tomar novo corpo, sendo que a repetição significa reencarnar. Se o processo de encarnação não houvesse, ninguém reencarnaria; mas como o processo é normal na ordem biológica, a reencarnação é simples conseqüência. As iniciações antigas sempre souberam disso, porque sempre foram experimentais e não formais; e se ninguém tivesse adulterado a Doutrina do Senhor, edificada no Pentecoste sobre a Revelação, todos saberiam disso. Porque o Cristo, sabendo que a linguagem de Deus é a lei dos fatos, a eles prestou culto, lembrando os fatos, os Seus atos, e não os discursozinhos falazes do religiosismo rançoso e comercialista. REVELAÇÃO - A Revelação é o Consolador Eterno, funciona simplesmente na Ordem Divina, que é a dita Criação. Anjo, espírito e alma, tudo quer dizer a mesma coisa, sendo certo que todos os chamados Livros Sagrados estão fartos de lembrar os fenômenos proféticos ou mediúnicos. Enquanto estiverem de pé os religiosismos, as clerezias comercialistas, todos os erros serão cometidos contra as leis de Deus, sendo exato que a Revelação será chamada “coisa de Belzebu.” Entretanto, a evolução é a lei da vida, e tudo ficará esclarecido. Quem transforma as coisas do espírito em meio de vida, por certo que dificulta a marcha evolutiva da humanidade. HABITAÇÃO CÓSMICA - Desde os mais remotos ensinos iniciáticos que foram transmitidos aos homens, foram lembradas as realidades cósmicas. É absurdo que intencionem, certos elementos com pretensões a mestres espiritualistas, afirmarem-se os
criadores de tais conceitos. Os mundos e as vidas, as condições e as situações, estão lembrados em todos os Testamentos da humanidade. Muito mais do que lembrar o Cosmo, importa lembrar que o espírito é destinado a ser acima de mundos, formas e transições. Para chegar a ser Cristo Cósmico, importa primeiro que realize no imo o Cristo Anímico; isto é, para conduzir mundos e humanidades, importa ser acima de mundos e de humanidades! Mas para isto ainda é cedo, de longe em longe aparecerá alguém que entenda por alto alguma coisa. SAGRADA FINALIDADE - É o Grau Crístico. As marcas do Grau Crístico estão no perispírito, pois quando este atingiu o estado de LUZ DIVINA, o chamado Segundo Estado de Deus, significa que o seu dono penetrou ao máximo na DIVINA UBIQÜIDADE, na capacidade de estender seus poderes e suas virtudes de modo quase que infinito, ou talvez de fato infinito. Como a LEI DE UNIDADE, que rege a chamada Criação, é onipresente, fica certo que aquele que atingiu a um tal estado vibratório, tem por isso mesmo, nesse fator, o elemento de sintonia ou penetração. Ao tratar de Jesus, como Selado, Ungido ou Cristo Planetário, disso falaremos. Quanto ao mais, para saber bem é necessário atingir o Grau Crístico. Lembramos ao leitor a necessidade de não esquecer os dez pontos fundamentais de doutrina, porquanto não há verdade alguma relativa que não esteja formando ao seu derredor. Elas são os axiomas, em torno dos quais os corolários movimentam. São as verdades-chave, porque partindo da Essência Divina ou Deus, encabeçam os movimentos gerais da Ordem Divina ou dita Criação. Vamos aos comentários evangélicos por dois motivos. O primeiro, é que no Cristo Anímico o problema das almas encontra a síntese geral. O segundo, é que no Cristo Cósmico ou material o problema da matéria encontra a sua síntese geral. E com os esclarecimentos espirituais e materiais embasados no Divino Modelo apresentado pelo chamado Criador, teremos como aprender sobre a origem da matéria e a sua finalidade. Porque em todos os mundos o Cristo é a síntese de todas as verdades. E estas verdades pertencem a Deus, não são de fabricação humana.
- 1 - “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele; e nada do que foi feito, foi feito sem ele” - João, cap. 1. Tudo no princípio era apenas Essência Divina. Depois houve a emanação da centelha espiritual. Depois o processo evolutivo e, com ele, a chegada ao Grau ou Estado Crístico. Os espíritos cristificados são os construtores de mundos e condutores de humanidades. Eles guiam legiões de seres ainda menores na escala evolutiva, sendo que estes, por sua vez, guiam a outros ainda mais inferiores, sendo que, assim, tudo é conduzido por Eles, através de escalões hierárquicos. Para saber o que é Cosmo, a matéria densa, basta saber que tudo parte do Segundo Estado de Deus, que é a muito conhecida LUZ DIVINA, a primeira energia conhecida. E tudo se resume em condensação e descondensação. Em Deus tudo começa, tudo movimenta e atinge a sua finalidade.
- 2 - “Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandeceu nas trevas, mas as trevas não a compreenderam” - João, cap. 1. O Divino Exemplo de um espírito elevado à categoria de Verbo ou Delegado de Deus, não tem nem poderia ter fim, porque é a síntese da Verdade Total, que em Si encerra todas as verdades relativas. As trevas não O entenderam porque a diferença entre ambos era muita. Aqueles mesmos que O entenderam, ou pensaram entender, como os de agora também o fazem, pensaram outras coisas, viram outras e outras coisas, mas não a síntese geral da Verdade. Ainda hoje, vinte séculos depois, multidões pensam que o Cristo foi um filho especial de Deus, feito em um tempo da Eternidade, pelo fato de estar Deus desesperado com os homens, carecendo de um recurso intermediário especial e com feição de mártir. O Seu Divino Exemplo está de pé, nunca deixará de estar, sendo certo que aos poucos todos virão a compreendê-Lo. Andando melhor ou piormente, ou rastejando, mas todos O reconhecerão, porque Ele é o Modelo, e todos terão que um dia igualá-Lo.
- 3 - “Houve um homem enviado por Deus, que se chamava João. Este veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele” - João, cap. 1. Algumas vezes fala o Velho Testamento, sobre a vinda de Elias, para servir de Assessor do Cristo; e o Velho Testamento termina, para efeito de prova, com esta assertiva reencarnacionista:
- 4 - “Eis aí vos enviarei eu o profeta Elias, antes que venha o dia grande e horrível do Senhor; e ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais, para não suceder que eu venha, e que fira a Terra com pragas” - Malaquias, cap. 4. Assim termina o Velho Testamento, para salientar que devia logo mais vir Elias, servindo de Assessor do Cristo, para que Este cumprisse a Sua função missionária. Adiante, como é sabido, toparemos outras afirmativas do gênero e com as devidas explicações.
- 5 - “Mas a todos que o receberam, deu ele poder de se fazerem filhos de Deus, aos que crêem no seu nome...” - João, cap. 1. A primeira consideração a fazer, é que tudo emana de Deus, tudo sendo normalmente filho de Deus. Conjuntamente, importa saber que os santos desígnios de Deus não voltam atrás. A segunda consideração, mormente observando o seguimento do texto, é que sobram nele erros de conceito, porque se o espírito vem de Deus ou da Essência Divina, também a matéria, a carne e o mundo, não vêm de outra Fonte. O espírito mergulha na matéria ou no Cosmo, fazendo disso instrumento evolutivo, arma de vitória, nada mais. Tudo é questão de ter consciência da Origem, do Processo Evolutivo e da Sagrada Finalidade; tudo é questão de ir vencendo o mundo; mas filho de Deus não há o que não seja. Desconhecer pouco ou muito, por falta de evolução, não é que faz alguém deixar de ser filho de Deus. E conhecer mais ou menos, nem por isso torna alguém especial perante as leis de Deus. Como o Divino Exemplo de um Cristo ultrapassa o poder conceptivo dos Seus contemporâneos, os Cristos não escrevem, mas vivem a Verdade! Com o passar dos tempos, a evolução fornece os elementos de reconhecimento. Encarece, também, reconhecer que os interesses subalternos das clerezias andaram adulterando os escritos, não sendo os Apóstolos evangelistas os responsáveis por certos absurdos que os Evangelhos comportam.
- 6 - “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós; e nós vimos a sua glória, glória como de Filho unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” - João, cap. 1. Não se fez carne, mas tomou carne ou encarnou, porque era de antes de haver este pobre mundinho. A glória revelada foi a de um filho cristificado e posto como Diretor de um Planeta, e não filho unigênito do Pai. Filho Ungido é que corresponde à realidade. Cheio de Graça e de Verdade, como soem ser todos os espíritos assim evoluídos e armados de poderes delegados. E Divino Molde acima de tudo, porque todos os filhos de Deus devem chegar lá, custe mais ou custe menos.
- 7 - “O que há de vir depois de mim foi preferido a mim, porque era antes de mim” - João, cap. 1. Os dois, João Batista e Jesus, eram de antes de seus respectivos corpos, havendo encarnado para cumprir missão. De João estava dito que era Elias a vir de novo, para
aplainar o caminho do Senhor, endireitar as suas veredas. E com isso temos ambos a se submeterem ao processo de encarnação, cuja reincidência chamamos reencarnação. Se o processo é simples, também simples são os motivos e as conseqüências, porque em Deus e Suas leis tudo é divinamente simples. Os tais de pretensos “mestres em Israel” é que tudo corrompem e negam, porque, de estultos que são, mais querem ensinar a Deus do que aprender com Deus.
- 8 - “Porque a lei foi dada por Moisés, a graça e a verdade foram trazidas por Jesus Cristo” - João, cap. 1. A Lei não foi dada por Moisés; mas por Deus, e transmitida por meio de anjos, espíritos ou almas a Moisés. Moisés recebeu os Dez Mandamentos por meio de espíritos ou anjos, tendo escrito nas pedras. Na cadeia do Sinai, precisamente no Monte Orebe, havia furnas cavadas, para o retiro de iniciados; foi ali que Moisés teve colóquios com anjos, espíritos ou almas, recebendo a Lei e muitas outras informações. A Graça trazida por Jesus foi o derrame de Revelação ou espírito sobre toda a carne, sendo que da Revelação viria o conhecimento da Verdade. A Verdade era chamada fogo, por alegoria, pelo fato de responsabilizar os seus possuidores.
- 9 - “Ninguém jamais viu a Deus; o Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse é quem o deu a conhecer” - João, cap. 1. Deus é impessoal e não se revela pessoalmente a ninguém; porque Deus é Espírito e Verdade, Todo Luz, Glória, Poder, Amor, Ciência, Lei, Justiça, e, acima de tudo, Infinitamente Presente. Se está dito que Moisés falava com Deus, é porque chamavam deuses aos espíritos, naqueles dias. Dentre os chamados Grandes Iniciados dos antigos ciclos, muitos foram os que apresentaram ao mundo os esplendores de Deus; mas como Jesus, o Cristo Planetário, ninguém o fez. Ademais, além de vir para derramar do espírito sobre a carne, ou generalizar a Graça da Revelação, viria, como veio, para testemunhar eternamente a ressurreição final do espírito.
- 10 - “Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías” - João, cap. 1. Quem ler o que vai escrito no Velho Testamento, fica sabendo que Elias devia vir na frente, anunciando a chegada do Cristo, que estava sendo esperado há trinta e seis séculos. Mas os corruptores da Excelsa Doutrina, no quarto século, fizeram tremenda obra de contradição, fazendo com isso parecer que o mesmo João tenha caído em contradição. Pelos textos, João nega e afirma tudo ao mesmo tempo, até mesmo negando ser profeta, quando Jesus o disse o maior nascido de mulher. Queremos ir pelos capítulos; por isso lembramos aos leitores que aguardem a chegada de textos correspondentes a tais assuntos, para elucidar melhor. Trataremos de cada evangelista, capítulo por capítulo, para melhor tratar dos assuntos, quando haja necessidade. Quanto a detalhes ou pormenores, ficam por conta de cada estudioso, pois ficaria muito longo transcrever e comentar verso por verso.
- 11 - “Eis aqui o Cordeiro de Deus, eis aqui o que tira o pecado do mundo” - João, cap. 1. Ninguém nasceu ainda, nem jamais nascerá, para tirar o pecado do mundo, como parece dizer o texto, a quem pretenda assim interpretar. Servir de Divino Modelo e derramador do espírito sobre a carne, e também para testemunhar a ressurreição final do espírito, isso foi para o que Jesus veio. De resto, a cada um será dado segundo as obras que praticar. Quando chegarem os textos, faremos os devidos comentários, fazendo ver que as adulterações dos textos fizeram Jesus cair em contradição muitas vezes. Como, porém, em Jesus não houve contradição, descubram os estudiosos quem os fabricou e distribuiu ao mundo religiosista.
- 12 - “Aquele sobre que tu vires descer o Espírito, e repousar sobre ele, esse é o que batiza no Espírito Santo” - João, cap. 1. Trazer a Graça da Revelação para toda a carne, tal fora a função missionária de Jesus. Claro que Jesus não iria generalizar a comunicabilidade do espírito imundo. Porém, cumpre saber, usaram os corruptores da Excelsa Doutrina do adjetivo “Santo”, para significar uma terça parte de Deus, que é absurdo, além de eliminar o cultivo da Revelação. Na hora daremos as explicações, concitando também à leitura de outros livros nossos, que bem estudam esta questão.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.