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Capítulo 7 de 14
Rasgando O Véu — parte 6 de 13
O Grande Cisma · Osvaldo Polidoro
Religião que não implique no culto do bem fazer é hipocrisia mal disfarçada, é comércio de uns contra outros, é pretexto para vazações mentais doentias, é negociata política; é tudo, digamos, menos religião. A palavra deriva de ligar e tornar a ligar, ou religar, e Jesus Cristo deixou bem patente que se deve fazer isso com toda a força do coração e de toda a inteligência. Palavrórios, idolatrias, fanatismos, adulações caras ou baratas, atitudes piegas, tudo isso serve muito bem aos homens, pelo menos aos menos cultos de espírito, mas não convence a Lei. Em Deus não há lugar para favores nem para desaforos; em Deus não cabem farsas, gestos cabalísticos, liturgias, sacramentos, paliativos de qualquer ordem. Os cleros existem por suas conveniências, porque certos homens acham que devem viver à custa da ignorância de outros certos homens. As superstições são filhas da ignorância, que por sua vez, é o único diabo que de fato existe. Mas a Deus agrada a fraternidade, sendo o mais tudo uma simples questão de Ciência, de Arte, de Filosofia, etc. Por isso mesmo repetimos – andou bem quem disse que religião é o culto da fraternidade, do bem fazer. Acentuemos, porém, que isso em prática e não em retórica, ou para efeito de retórica. Fosse por este processo, e os cleros seriam todos fraternos, capazes de esgotarem todo o amor de Deus, quando em verdade são contra, pois o tempo não lhes basta senão para fazerem círculo vicioso em torno de fingimentos e salamaleques, manias e explorações temporais. Falo assim e com sobejas provas, pois vivo a catar clérigos em regiões inferiores, pois vivo a arrebanhar presumidos proprietários da Verdade em tristes lugares. Se em face de Deus prevalecessem certas importâncias humanas, prerrogativas estatucionais, veleidades convencionais, naturalmente essa gente não acabaria assim, teria melhores lugares onde dar com os costados espirituais. Não pretendo, com isto, modificar o sistema de vida de quem quer que seja; nem mesmo a fim de alertar o faço. Cada qual é o senhor de suas relativas liberdades e a Lei faz o resto. Falo porque sei que devo falar, por estar certo de que estou agindo em prol dos bem intencionados. Tanto assim que, clérigos e não clérigos, crentes e não crentes, recebem segundo o bem ou o mal feito, mas nunca segundo as crenças esposadas. A quantos espiritistas já socorri, como servo da Lei, nos lugares mais tristes! E por quê? Simplesmente porque tinham o Espiritismo apenas na ponta da língua e nas dobras da presunção sectária. Saber das leis fundamentais não significa estar, em obras, em dia com elas. Pelo contrário, pois quem sabe e não pratica é tanto mais criminoso. Por isso mesmo, repito, e o faço com absoluta consciência da realidade – melhor é não conhecer, do que conhecendo não executar! Como vou relatar um acontecimento mais, daqueles passados em minha carreira espiritista, quero chamar a atenção dos companheiros de ideais e finalidades, para que do exemplo vivo, da constatação, se tirem proveitos, se subtraiam elementos de prudência e vitória. Não foi o Divino Mestre quem afirmou ser função do Consolador informar, ilustrar, repetir e forçar no rumo da vitória final? E que estamos aqui fazendo, agarrados ao palanque espiritista, ao Consolador restaurado, senão a dar cumprimento às palavras impassáveis do cordeiro de Deus? Tudo isso que, tendo início em Wicliff e João Huss, passando por Lutero e Giordano Bruno, e culminando na grande eclosão mediúnica arrastada por Kardec, pelo preposto do Cristo, que é, que representa, sem ser a volta do Pentecoste, o retorno em maior escala do Batismo de Espírito? Eis, pois, que estamos a postos pelo menos por duas razões – uma é desmascarar o criminoso cisma levantado por Roma, adulterando a Doutrina do Cristo, liquidando com a Revelação a bem de suas traficâncias e despotismos. A outra razão implica em tornar práticos os ensinos teóricos, revelando ao rés do chão como se desempenha a Lei de suas funções, no imo das criaturas, impondo situações e condições que valem por pagas integrais. Eu fora amigo de um certo homem. João era seu nome, e por fé atendia aos desígnios de um culto mediúnico que a mim desagradava profundamente, não por cálculo, não por feição intelectual, mas a força de um invencível sentimento de repulsa, uma imposição íntima irreprimível. Ele, entretanto, era a devoção personificada, era todo adoração aos seus amigos do plano espiritual. Duas vezes estive em seu domínio de trabalhos, não conseguindo vencer aquela pronunciação tremenda que se erguia das profundidades de minha alma. E disse-lhe tudo, contei-lhe tal e qual como sentia.
Respondeu-me, com ares de mais e melhor: – Orgulho! Você não é simples nem humilde, como convém ser. Pensa que é melhor, por ter relações com espíritos de outra corrente, que não a nossa. Entretanto, saiba, alguns de nossos caboclos foram grandes homens, príncipes da Igreja, reis, generais, etc. Apresentam-se como caboclos para se fazerem iguais, para darem provas de humildade cristã. Um dia se arrependerá... Mas será tarde... Voltará, então, para reparar essa falta. E desandava a tecer comentários, a incriminar meus sentimentos, enquanto tratava de ofertar bebidas, fumos, carnes e quitutes aos seus guias, aos seus príncipes, reis, generais, etc. Por medida de prudência, falei a um de nossos amigos, um espírito que se revelava penetrante, e que de si nunca tratava. De fato, começou trabalhando, atravessou todo o nosso tempo de vida carnal em trabalhos, mas nunca se deteve a falar de si próprio. Este espírito, hoje grande amigo e categorizado servo do bem, prometeu-nos: – Não o faremos esta noite, por estarmos com o tempo contado, nós e vocês outros. Amanhã, entretanto, abriremos um lapso e faremos uma visita a certos lugares do plano espiritual. Verão o que se passa e farão o devido juízo. Pelo menos, podem estar certos de uma coisa – a humildade não exclui o bom senso, assim como a simplicidade não despreza a análise. Para que alguém seja bastante simples e humilde é necessário que seja igualmente bastante conhecedor e prudente. Aquela noite nada nos revelou. Mas a seguinte foi bastante pródiga. Fomos ver em que região habitavam e como agiam os guias daquele homem e daquela casa. Era incontestável que haviam sido príncipes da Igreja, reis, generais, etc. Podiam, de fato, reclamar aqueles direitos de encenação, tomar aquelas posturas, exigir aqueles festins baconianos. Mais do que isso, pois se valiam de certos contatos fluido-eletro-magnéticos para outras e mais animalizadas satisfações... A Terra astral em que viviam era a imagem viva da sua crosta, e um tanto a menos, pois nem todos os povos encarnados concordam com o regime ali vigente ainda, onde a truculência domina, onde tudo é medíocre. Já terão lido sobre como se escalonam as regiões astrais, a começar do centro do planeta; pois o Céu daquela gente era um lugar bastante inferior, deveras criticável, não fosse, por Lei, o correspondente ao merecido. E cidadãos daquele teor, apresentavam-se como portadores de validades altamente cristãs. Calhando, em conversa amigável e franca, falei-lhe no ocorrido. O homem dera-se a duvidar, depois concordara em admitir, culminando por fim a dizer, presa de tristeza indisfarçável: – É, mas agora não posso voltar atrás... Seria perseguido... De minha parte, aprendi mais com ele mesmo, por dizer aquilo, do que com a revelação daquele amigo do plano espiritual. E, resumindo, que diferença há entre um culto idólatra, ou pagão fantasiado de cristão pelos adicionais sacramentistas e nomenclaturas evangélicas, e o culto da Revelação em tão baixo teor? Nada vale pelo uso apenas, mas sim segundo o que se usa e como se usa, ainda quando se esteja no plano da Verdade.
É muito comum entre as criaturas esta falha – criticar a Ciência em termos científicos; falar mal das Filosofias usando as filosofias; ridicularizar os poetas apelando para a Poesia; escarnecer da Matemática fazendo cálculos, etc. Até mesmo inteligências bem nutridas cometem essas gafes, fazem essas auto-traições. O mesmo se passa com os religiosos sectários, pensam estar certos, não porque podem estar emparelhados com o culto do bem, mas sim por se sujeitarem aos preceitos formais da religião admitida. Para falar estão com as virtudes de fato, enquanto que para acreditar e praticar ficam no campo das observâncias sectárias. A Verdade serve para ser atirada contra a Verdade, simplesmente porque se lhe pode emprestar uma determinada cor, exclusivamente porque é difícil, quase impossível tomá-la por inteiro. A faceta vale mais do que o todo, a vírgula mais do que a composição e o grão de areia mais do que a praia inteira. Esse é o sistema de culto espiritual do homem terrícola. Salvam-se algumas exceções, que de bom senso não bastam para fazer regra, embora constituam a regra, porque na Terra a qualidade perde para a quantidade, o peso para com o volume e a inteligência fica devendo à astúcia, ao engodo, à malícia. Pelos séculos em fora, a chicana tem perguntado à Verdade o que a Verdade é; e a resposta é sempre a mesma, porque ao néscio não se deve resposta, que de nada adiantaria, sem ser aquela que está encerrada na própria vida, cujos ditames valem por aguilhões dolorosos. Do contrário, perguntese aos milênios, na pessoa dos Grandes Mestres, se houve jamais possibilidade para se transformar um néscio em sábio, a queima-roupa, ou de imediato. Não, que isso não é de Lei, pois esta determina a auto-reforma, a levedação íntima, o fazimento de dentro para fora, através de todos os dilemas e de quanta polêmica possa a vida requerer, até que o sujeito consiga saber e viver em sintonia com a Grande Lei. Ao cabo das ebulições interiores, multi-milenares, obtém-se a resposta comum, atinge-se o grau de consciência desejável; então se compreende que o espírito de escol, o brilhante, não é aquele que ostenta uma ou algumas tiaras ou qualquer galardão sectário e exterior, mas sim é aquele que atingiu mais em matéria de sabedoria e de pureza. Simplesmente, apenasmente, Deus não tem necessidade alguma de engodos sectários, de afeições particularistas, de rituais aduladores. O amor entre irmãos é a grande proclamação da Verdade, daquela Verdade que está acima, muito acima das pagodeiras com que certos homens se locupletam. E para complementação, levanta-se a necessidade premente dos melhores conhecimentos. Ao invés de gastar tempo em gestos e atitudes nauseantes, aplique-se-o em fazer o bem e na conquista de saberes imortais. Dois universos existem que se completam em profundidades gloriosas; esses dois universos são o chamado Criador e a chamada criatura. Toda a criatura que marcha em busca de suas próprias virtudes latentes, a fim de torná-las patentes, essa é a que mais serve a Deus. Fora disso há fanatismo, chicana, malícia. Foi assim que se disse ao padre Ladislau, depois de ter ele, do púlpito de sua igreja, brandido contra o Espiritismo todas as invectivas que lhe vieram do fundo da alma raivosa. Ele, entretanto, continuou a sua lúgubre marcha; para falar, era inimigo de tudo quanto não fosse de sua grei sectária; para realizar, pedia dinheiro, vendia tudo e comprava o que podia. Fez um grande templo, comprou terras e casas, construiu um império temporal. Ganhou o mundo! Mas, para ele, chegou também o dia da grande prova, da tremenda defrontação a que é sujeito todo aquele que nasce sobre a Terra. Deu-se isso uns dois meses e pouco depois de minha despedida do plano carnal. E como já estava servindo nas hostes do Consolador, fui convidado a observar aquela passagem. – Vamos – disse-me um companheiro – que está por minutos. – Tenho certeza que se sairá bem mal o pobre Ladislau. Fez de tudo apenas comércio, procurou avidamente ganhar o mundo. Em matéria de fé, cultivou apenas o pretexto... O companheiro atalhou-me: – Fê-lo espontaneamente?
– Claro. Ninguém o tangeu, creio eu, a querer somar tantas regalias temporais. E não se fale de como odiava os outros credos, principalmente o Espiritismo. Tive oportunidade, várias vezes, de lhe falar, e o pobre homem passava da conversação à vociferação, pairando dentro em pouco nas alturas do ódio à solta. Tornava-se agressivo, era ameaçador, lembrando de contínuo a necessidade das funções inquisitoriais. – Assim foi que semeou, não é isso? – interveio o companheiro. – Simplesmente. Sorte que não pôde consumar as intenções. – Pouco menos se comprometeu. Enegreceu o olho interno, na lídima expressão do Cristo, tornando-se trevoso por inteiro. Egoísmo, ódio, idolatria... Tudo aquilo que devia ter combatido, eliminado em si e nos seus irmãos. Entregou-se ao erro, acometido de fanatismo cruel e desesperado egoísmo. Agora, que chegou a hora da grande transição, colherá na razão direta da semeadura feita. Terá o seu e na justa medida. Nada mais. Chegados nós ao hospital em que se achava, deparamos nos corredores grande número de seus iguais, companheiros de infeliz campanha, fervilhando em comentários. Como eram do mesmo naipe, teciam-lhe encômios, gabavam-lhe os merecimentos, julgando-o um grande paladino da Igreja. Todavia, uns eram rotos, outros esfarrapados, havendo até quem fosse a expressão da tristeza. Pelo menos um velho sacerdote, de olhos esbugalhados, levantou a rouca voz para dizer: – Miséria! Miséria!... Em coro ditaram os outros, uma assembléia de uns vinte e tantos, que entre si discutiam o destino do companheiro, pelos méritos que ostentara: – Cala-te cassandra! Cala-te mau agouro! Sempre vaticinando tragédias e pecados. Qual, enfim, a função de um bom padre? Enriquecer a Igreja! Torná-la uma potência! Fazê-la dominar! Cala-te! Cala-te agourento!... O velho de rosto compungido respondeu, abanando a cabeça: – Jesus ensinou isso? Ele, o Divino Mestre, falou a linguagem dos pobres, o aramaico, andou de preferência descalço, vestiu-se com uma túnica inconsútil e saiu mundo afora a consolar os aflitos, a expelir os maus espíritos, a sarar todas as doenças... E nós, que temos feito? Ganhar o mundo! Perseguir! Matar e reclamar direitos!... Miséria das misérias!... Meu companheiro alertou-me: – Vamos fazer-nos invisíveis. Lançando mão desse recurso, entramos no meio deles, observando melhor os caracteres. De fato, eram criaturas bem mal informadas, apenas ávidas de bens mundanos, de respeitos e validades temporais. Como já se disse, satisfeitos com os próprios vícios, dominados por eles. Fomos observar o velho sacerdote, que recostado a uma parede resmungava qualquer coisa. Ele orava, pedia, clamava ao Céu. Meu companheiro avisou-me: – Merece atenção, pois se fez penitente. Iremos socorrê-lo. Uma freira, assustada, passou por nós, gritando: – Ladislau pede o confessor!... Ladislau pede o confessor!... O sacerdote amargurado, que orava, gemeu, baixinho: – Eu também apelei para o confessor... Que adiantou?... Um padre, muito jovem ainda, veio em companhia da freira. O padre dizia, presa de grande pasmo: – Ele pensa que Deus é surdo? Já o confessei umas vinte vezes em cinco dias!... Tenha confiança em Deus! Não é um sacerdote?... Seguimos os dois, indo ver o moribundo no seu leito de morte. Ladislau estava encaveirado, irreconhecível, tétrico. – Olhe para o espírito – recomendou-me o companheiro.
Apelei para minhas possibilidades e vi o que desejara não ver. Ladislau carnal era muito melhor do que Ladislau espiritual. Todo ele era uma pasta escura, cheia de manchas vermelhoescuras, sendo que aqui e ali espocavam borbulhas chagosas, fétidas. O quarto se encheu de padres e freiras. O confessor anunciou o grande momento e todos se ajoelharam, entrando em orações. Suas mentes repetiam: – Senhor! Recebe Teu servo! Pai Nosso, recolhe Teu servidor! Virgem Santíssima, acode a Teu filho!... A pasta informe foi saindo, saindo, saindo. As manchas tornavam-se mais fortes, as borbulhas mais intensas, o mau cheiro fazia-se insuportável. Dentro de alguns instantes, a pasta ganhou forma humana e começou a gemer, a gemer. Providenciaram a retirada do corpo, mas ali ficou a massa escura, gemendo, gemendo. Os do plano espiritual diziam, olhando assustados: – Ficará assim até o dia do Juízo Final! Pobre Ladislau! Centenas de comentários surgiam, pelos corredores, entre os desencarnados, enquanto nós dois forçávamos o velho padre, o amargurado penitente a sair dali. O nosso intento era falar-lhe, mas longe dali, a fim de encaminhá-lo. Vibrando sobre ele, fizemo-lo obedecer, transportamo-lo ao pátio. Fizemo-nos visíveis e dissemos-lhe de nossas condições e intenções para com ele. Mostrou-se compreensível, aceitou a oferta e acompanhou-nos. Deixamo-lo num bosque, longe daquele ambiente infecto, respirando o melhor daquelas radiações vegetais. Prometemos voltar ao anoitecer, pois o nosso intento era levá-lo ao grupo espírita onde trabalhávamos. Ele aceitou e nós partimos, e partimos envoltos em luminosidade absorvente, gloriosa, para lhe servir de encorajamento e estímulo. Vendo-nos assim, ajoelhou-se e deu-se a orar com grande fervor. Foi-lhe isso muito vantajoso, pois ao voltarmos, à noite, achava-se bastante identificado com as nossas intenções. Entramos pela casa adentro; apresentamos o velho padre aos amigos e companheiros de trabalhos; fizemos referência aos necessitados, como ele, de curas em geral, do corpo perispiritual e da alma. Ele ficou estupefato, notando os serviços que ali se prestavam, num recinto familiar, pobre, muito humilde. – A Lei manda servir de fato e não manter as aparências, padre. Ele olhou-me, com aqueles olhos esbugalhados e tristes, murmurando: – Jesus deu esse exemplo... Falou a linguagem... – Já sabemos disso, pois ouvimo-lo assim falar, no corredor, quando disputava com os companheiros de infortúnio. – E não é verdade? – tornou ele, vivamente. – É uma das verdades do Cristo. Outras existem, dignas de todo o respeito, assim como seja a missão que o Cristo trouxe. Ele balbuciou, apelando para a memória: – A missão... Falou a linguagem dos pobres... Enxugou lágrimas... Consolou aflitos... Expulsou os maus espíritos... Curou toda sorte de doenças... Recomendou o amor entre irmãos... Ressurgiu dos mortos... Subiu ao Céu... – Que mais? – consultei-o – Seriam detalhes?... – respondeu, duvidoso. – Que coisas disse Dele o Batista? – Que trazia o machado nas mãos e cortaria as árvores infrutíferas para atirá-las ao fogo. – Que mais? Fazendo um gesto de cabeça, significativo de dúvida, tornou:
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