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Capítulo 4 de 14
Rasgando O Véu — parte 3 de 13
O Grande Cisma · Osvaldo Polidoro
Minha vida de rapaz casado começou com um grande acontecimento – minha esposa começou a sofrer, dentro de alguns dias, de ausências mentais ou perda momentânea dos sentidos. Sentia qualquer coisa, mas não conseguia falar. Ficava estática, pasma, inconsciente, abstraída. Tudo nela era mudez, tristeza, esquecimento e, por vezes, alguns choros. Depois, passados alguns minutos, voltava ao natural, cheia de vida, tal como era antes, nada percebendo da ocorrência. Eu me perguntava, então: – Que será isto? Ela nada sabe do que lhe ocorre. Como se passará o fenômeno? Não serão coisas do mundo espiritual? Procurei meu mais velho conselheiro, o senhor Abrantes, recebendo dele a seguinte opinião: – Pretendo ser um bom filho de Deus. Logo, não me é lícito pretender restringir a Sabedoria do chamado Criador. Portanto, como a um filho digo – procure no Bem e na Ciência a solução para o seu caso. Se lhe puder ser útil, conte comigo. Fez um gesto de compassiva oferta, concluindo: – Eu, cá para meu uso, conheço umas tantas coisas. Sou meio espiritista... – Meio? – perguntei, respeitoso. Olhou-me com humildade, elucidando: – E quem é mais do que meio? Compreendi as entrelinhas, aceitando. Ele, todo bondade, ofereceu o de que podia dispor: – Minha casa está às suas ordens. Compareça, e mais sua esposa, que muito prazer teremos em ser úteis. – Realmente, senhor Abrantes, para cultivar essa ordem de Verdade é preciso fazê-lo com Amor e Sabedoria; e sem um conselheiro esclarecido, como poderia eu acertar? Sabe que sou ocultista, bom ledor e amigo de meditações. Mas praticamente nada sei, tudo são teorias, princípios filosóficos, cogitações. Disse-me ele: – Espiritismo é resumo, é síntese, e é análise e avançamento. Tem tudo o que já foi conhecido e avança para rumos incalculáveis, pois é a Revelação em marcha contínua. Queira estudar, Barnabé, e terá muito onde avançar. Não consente em que se tornem fanáticos e exclusivistas seus cultores; não endossa dogmatismo de ordem qualquer, não é supersticioso; não teme pretensos inimigos de Deus; não levanta questões que o bom senso humano diante delas se desespera. Espiritismo é o culto puro e simples daquela Verdade que não inventa diabos e não assusta a Deus com a sua capacidade em liberdades investigadoras. O Deus tacanho das religiões dogmáticas não lhe toma o tempo. O miraculismo e os seus mistérios valem por sandices que fazem rir. Resumindo, Barnabé, ser espírita é ser bom na medida do possível, sendo também livre para pensar e agir, em busca de toda e qualquer verdade. Fez uma pausa breve, para logo mais sentenciar: – Boa Religião é aquela que transforma o homem de ruim para bom. Boa Ciência é aquela que não lobriga fronteiras, pressupondo indispor-se com Deus. E boa Filosofia é aquela que não admite fenômenos contrários a Deus. Porque, afinal, tudo se processa em Deus, que de tudo é ORIGEM, para tudo é LEI, e a tudo determina FINALIDADE. Os contrários, fica bem entendido, valem como fenômenos relativos, transitivos, mutáveis. São fases inversas momentâneas, pois os seus agentes íntimos se acham ligados à ORIGEM, estão submissos à LEI, e é forçoso que marchem no rumo da FINALIDADE. – Compreendo, senhor Abrantes. Tenho lido e relido o Evangelho da Índia, o Bagavad Gita, cujo espírito monista é total. Uma ORIGEM, que é Deus, e tudo no âmbito dessa ORIGEM se processando. Nada há fora de Deus, e tudo quanto se passa é devido a leis que permitem e determinam. O livre arbítrio humano, que forja libelos, em contrário, que conceitua à revelia da LEI, já é por si só um poder legado, já representa uma virtude fundamental. Tudo é questão, portanto, de se acertar, de se harmonizar com a ORIGEM, através da LEI, para se alcançar a FINALIDADE.
Fez um gesto de assentimento, comentando: – As Revelações Fundamentais sempre foram monistas. O mal é que sempre se levantaram cleros, organizações exploradoras da fé, pondo tudo de pernas para o ar; de tudo fazendo comércio, politicalha, chicanismo. É isso mesmo, Barnabé; todos os Grandes Mestres ensinaram que só há um PRINCÍPIO SAGRADO, que o homem é uma partícula individualizada, portadora de virtudes em potencial, senhor de relativa liberdade e obrigado a evoluir. Evolução, em resumo, se constitui em alcançar ao máximo de Pureza e Sabedoria. A Pureza representa paz e a Sabedoria significa autoridade. Tomou um ar de gravidade, franziu o cenho e repetiu: – É questão fechada, Barnabé – sem Pureza não há paz e sem Sabedoria não poderá haver autoridade. O homem nasceu, digamos assim, para lançar-se no rumo desses poderes gloriosos. Quem nada souber, se disso der conta, muito já sabe. Quem mais puro se faz e de melhores conhecimentos se armazena, do PRINCÍPIO SAGRADO mais se aproxima. Como é na intimidade da criatura que a união se passa, tanto mais se compreende a necessidade de esforço sintônico. Jesus, sentenciando que o Reino do Céu está dentro de cada um, disse o melhor que poderia ter dito. Resta, agora, que cada um faça a sua parte de reintegração, de religião ou religação. O estado crístico é o estado de religação consumada. – Senhor Abrantes, o ocultismo ensina precisamente assim – Cristo é grau hierárquico, é estado sintônico, é religação consciente com o SAGRADO PRINCÍPIO. – Eu sei, meu rapaz. Você irá ver a minha biblioteca. Conheço um pouco de tudo quanto há sido feito pelo homem, no campo da espiritualidade, desde que o mundo existe. Conseqüentemente, conheço muitos princípios filosóficos. E afirmo, em nome daquilo que conheço, o quanto prevalecem no mundo filosofias que não são realmente filosofias. Porque finalmente, filosofia que nega a Deus não é filosofia. Ser amigo da Ciência, para negar o PRINCÍPIO TOTAL, a CAUSA PRIMÁRIA, seja como FORÇA, seja como ENERGIA, seja como queiram conceituar, isso é absurdo. – Bem, senhor Abrantes, não dizem que as filosofias passam e a Verdade permanece? Olhou-me com algum assombro, revidando: – Não! Isso não deve ser assim. A verdadeira filosofia é a Ciência dos Princípios. Logo, só pode ser filosofia aquele Princípio que esteja, de bem fundamentado a perfeitamente fundamentado. Negação do PRINCÍPIO TOTAL, ou Deus, nunca poderá ser filosofia. É mixórdia, pura mixórdia, e cessa com a evolução do espírito. Uma sua filha veio chamá-lo, pondo fim a tão agradável prosa.
Como ficara combinado, fomos visitar uma noite o senhor Abrantes e família. A sua amizade vinha de bem longos anos, mas apenas por companheirismo de serviço. O meu orgulho de ocultista, afirmo agora que era de fato orgulho, apenas me permitia aproximar dele para tratar de assuntos outros, pois ele era homem velho, bem recomendado como grande experiente da vida. De sua parte, tratava do que lhe perguntavam, exclusivamente. Naquele tempo ninguém se recomendava ao se afirmar espírita. Entretanto, ele o fazia, sempre que calhava de oportuno. Coisa que nunca soube, fora ter ele convidado alguém para seus ágapes doutrinários. Se lhe pedissem alguma coisa, estava pronto a servir; mas não convidava para assistir sessões – mandava procurar um bom lugar. Quando chegamos ao seu domicílio, disse logo: – Convidei-os para visitar-me, e para assistir ao nosso trabalho espírita. Entretanto, se não gostarem de Espiritismo, devem falar com franqueza. Não queremos constrangimento de ordem qualquer, principalmente para os serviços práticos. O bom ambiente faz o bom resultado... Deve saber que o próprio Jesus, com todo aquele poder delegado, pedia fé, o máximo de fé. E o Evangelho relata, que nada fazia em Sua terra natal, onde O conheciam, onde não Lhe davam crédito. Vejam, pois, que se faz preciso bastante sintonia vibratória ou ético-mental. Sorriu entredentes e disse, pilheriando: – Quem não atrapalha já faz bastante, não acha? – Vê-se que é investigador sincero – respondi-lhe. Tornou a sorrir, retrucando: – Nós temos consciência da realidade espírita. Portanto, trabalhamos, sem a menor prevenção. Aprendemos, com Jesus, que depois de saber é preciso fazer. Ele não mandou discutir, cogitar e apalpar a vida toda, mandou procurar a Verdade e trabalhar no seu redil. Se vier alguma coisa digna de observação, então disso se tratará, mas no conjunto da ação em geral. Deu-me uma palmadinha amigável nas costas, dizendo: – Você verá como aqui tudo é simples e apenas humano... Devo ter apresentado um semblante estranho, pois ele emendou: – Não é no íntimo do ser que está o Reino do Céu? Pois nós, sabendo isso, devemos ir a Deus através de nós mesmos. O mal dos cleros, Barnabé, é que inventam formalismos a mais não acabar. Tudo exteriorismo, tudo idolatria, tudo meio de vida, tudo para alcançar melhores postos na escala hierárquica material ou estatucional. No seio dos cleros, rapaz, trava-se uma luta contínua, desconhecida aqui fora, a bem de interesses apenasmente materiais. Seus elementos vivem do que dizem ser religião; entretanto, tudo é apenas pretexto, pois no fundo imperam a vaidade, o bolso, o estômago, o sexo, o egoísmo, etc. Encarou-me com rigoroso olhar, sentenciando: – Se, portanto, pretendemos ser de fato cristãos, tratemos de fazer melhores coisas. Pelo menos, não nos convertamos em exploradores da fé! Vivamos do nosso trabalho. Não sejamos peso nas costas de nosso próximo. – Estou de acordo consigo, senhor Abrantes. Plenamente de acordo. – Então, tomemos um pouco de café, para logo mais darmos início à sessão. E assim se fez. Etna, minha esposa, veio do interior da casa, para onde a conduzira a senhora Adelina. Éramos ao todo oito pessoas, e todos nos sentamos à mesa. Eu, e creio que também minha esposa, estávamos em grande expectativa. Apesar das muitas leituras ocultistas, ou das muitas presunções de conhecimento, o contato com o plano astral faz estremecer a arquitetura emocional. Certezas e incertezas chocam-se; a incógnita assombra; a esperança fervilha; a vaidade sectária se apresenta e serve de temível obstáculo. Tudo é início, tudo é prático, tudo deixa de ser teorias e mais teorias, sem prova alguma, sem constatação qualquer. Quando o senhor Abrantes fez a prece inicial, minha pulsação estava bem alta; mal ouvi que dizia:
– Senhor! Não estamos aqui, apenas em Teu Nome. Estamos em Tuas graças. Temos certeza de Tuas graças, Senhor e de nelas podermos agir, procurando ser úteis. Sabemos também, que Tuas graças são leis; dá-nos, pois, Senhor, o senso de verdade que nos tornará dignos de Tuas Soberanas Ordens. Orou-se em silêncio, depois do que o senhor Abrantes leu e comentou um trecho da Escritura. O trecho lido foi o seguinte:
“E aconteceu depois que Jesus caminhava por cidades e aldeias pregando, e anunciando o Reino de Deus, e os doze com ele, e também algumas mulheres que ele tinha livrado de espíritos malignos...” – Lucas, 8, 1 e 2.
Repisou ele a expressão espíritos malignos, acentuando a função de Jesus, não apenas como um simples pregador de credo deísta, mas como profundo conhecedor de verdades fundamentais. Fez um apanhado geral sobre a Revelação, a ciência do intercâmbio, como chamou, para terminar com a leitura de outro texto, depois do que comentou com grande vivacidade o seguinte trecho:
“Quando eu era menino, falava como menino, julgava como menino, discorria como menino; mas depois que eu cheguei a ser homem feito, dei de mão às coisas que eram de menino” – I Ep. Coríntios, 13, 11.
Realmente, quem não faz por avançar em conhecimentos comete ato de infantilidade. As verdades de Deus são por leis e não por estatutos ou dogmas de homens. Como é, então, que os homens inventam regrinhas e as passam avante como sendo tudo quanto Deus é, quer e sabe? Fatalmente, como muito bem asseverou aquele saudoso amigo, e hoje grande mentor astral, para Deus ser aquilo que muitos crentes pensam, ou é estulto Deus ou são por demais estúpidos certos homens. Hoje, falando de onde falo, e nas condições em que o faço, sei muito bem onde estão os erros. Há muita gente, na Terra e aqui pelas esferas inferiores, que nunca passou de menino... Ainda vive, essa gente, cheia de idolatrias, de superstições, de diabismos, de mil e uma patacoadas. Começando com o senhor Abrantes, comecei muito bem. Sua fé era uma rocha, seus conhecimentos eram vastos, seus procedimentos eram transparentes, lúcidos, admiráveis. Ao ser iniciada a sessão prática, recomendou ele toda passividade possível. Eu, no entanto, estava em grande agitação mental. As certezas teóricas, bebidas sem constatação qualquer nas obras esotéricas, pairavam sem valência alguma ante o espetáculo das provas em expectativa. A senhora Adelina teve um estremecimento, depois do que nos falou uma entidade, um guia, desejando-nos bênçãos superiores. Revelou-se pequenino, humilde servo da Lei. Falou a todos, nada disse a respeito dos males de minha esposa, razão por que o julguei um pobre medíocre. No momento pensei em fracasso, em nulidade. Todavia, foi-se ele, tendo acesso um outro, de fala vigorosa, que a todos saudou e particularmente a mim se dirigiu, dizendo-me: – Tenha fé, irmãozinho, e tudo terminará muito bem. Há muito trabalho pela frente, e trabalho que rende; trabalho que se diria ser o Reino do Céu a emergir paulatinamente, fixar-se em vocês outros, manter-se e constituir um dia o prêmio de toda uma vida. Lembrem-se, porém, que sem dedicação ninguém trabalha e vence. A ética é marcar um ponto de referência e marchar no rumo final. Aparecerão percalços e dores, mas a certeza de um final glorioso amenizará as tormentas e reforçará seus ânimos. Ele fez uma breve pausa, que aproveitei para indagar: – Que devemos fazer, irmão? Respondeu: – Estender a mão aos que sofrem. Agora, para iniciar, perdoar e servir. Quem aí se acha e quer falar é o senhor Bento, alguém que lhe fez algum mal, bem pouco, dadas as circunstâncias
imediatamente surgidas. Ele, entretanto, está sendo guiado por sua mãe, aquela que se suicidou, pelo que passou muitos anos gemendo culpas em região trevosa. Ela o guia, porque em parte teve culpa, e assim como compreende suas faltas, assim mesmo se apieda dos outros faltosos. – O que fizer eu agradeço, bondoso irmão... Ele me interrompeu: – Não quero isso, não quero isso; quero trabalho eficiente, quero atenção à obrigação. Disponham-se a trabalhar, que a vida não é teoria e sim prática. Jamais alguém se vestiu ou se alimentou de teorias, apenas. O sentido prático da vida é que deve ser encarado com todo o carinho possível. Enquanto o espírito não atinge o grau pleno, o estado crístico, quer como encarnado, quer como desencarnado, é circunscrito, é tangido por vasto campo de necessidades relativas. Há uma trama que se constitui de prementes necessidades, de intransferíveis urgências, pois é absolutamente dependente da vida de relações, da lei de permutas, seja para caminhar sobre a terra, seja para respirar, seja para se alimentar, seja para vestir, calçar, viver em geral. Creio que me compreende, pois não? E por ser assim, espero sua dedicação ao trabalho. – Não sei o que deva fazer, irmão. Farei com gosto o que estiver ao meu alcance. – Veremos – respondeu-me ele – pois são muitos os que prometem e poucos os que vencem. Os cuidados do mundo fazem que muitas promessas não passem de promessas. Não recomendou Jesus, aos que se propuserem ao arado não olhar para trás? E, no entanto, irmão, muitos são os que olham para trás e voltam correndo ao estado anterior. Porque as circunstâncias materiais forçam o homem no sentido inverso; porque os bens físicos iludem e atraiçoam; porque o Céu pleno parece distante, parece longínquo, enquanto os bens materiais são presentes, são imediatos. – Terei tanto assim para fazer?! – inquiri assustado. – Não – redargüiu ele – pois ninguém tem muito para fazer, mas apenas aquilo que lhe compete. Nem o Cristo teve muito a fazer, porque o devido estava em relação direta aos Seus poderes. Cada qual tem o seu dever a cumprir, e o dever é relativo ao poder. Assim, portanto, a falha, o fracasso, pode ser apenas relativo ao dever e poder. Cada um encontra, no seu caminho, as dificuldades naturais, os percalços devidos. Afora isso, todas as funções se parecem, porque são distribuídas relativamente aos poderes individuais. – Compreendo, irmão. Nem poderia ser em contrário, partindo tudo, como parte, de uma Suprema Lei. Se um homem sensato não pede a uma criança o que não lhe é do alcance, como exigiria Deus muito mais de um espírito que só pode dar muito menos? Entretanto, compreende-se, também o pouco se torna muito, para quem ainda é bastante fraco. O montante do erro só pode ser relativo à função; uma vez que a função é relativa ao poder individual, o montante do erro é relativo aos propósitos individuais. Logo, ninguém deve propor-se a mais daquilo que de fato possa dar conta. – Isso mesmo – emendou o espírito. – Mas eu não sei o que terei prometido, antes de reencarnar. Observou-me ele: – Pelo fruto não se conhece a árvore? – Assim ensinou o Cristo. – Então, pelo que lhe for surgindo pela frente, poderá deduzir das promessas feitas. A muito poucos é dado conhecer o passado, sendo que muito menor ainda é o número dos que têm certeza de suas missões ou provas. Prossiga com bastante lucidez, que muito já tem lido, e pela bulha conhecerá o tamanho do bicho. Demais, se for necessário, e se houver merecimentos, aqui estaremos para a orientação devida, na medida indicada de mais alto. Como deve ter lido a respeito, nós também estamos enquadrados num plano de leis, hierarquias e ordens. Nossos chefes esperam de nós, assim mesmo como nós aguardamos de vocês outros. Todavia, aqui se erra menos, porque o grau de consciência é superior e as necessidades não são grosseiras. A não ser nas zonas muito inferiores, onde seres culpados se redimem através de árduos trabalhos, tudo se faz e se vence, contanto que se ponha atenção nos deveres a cumprir. Como deve perceber, o programa humano avança para estes lados, sem favores nem desaforos. Deus é sempre o mesmo e o programa das almas é um só. Aí ou
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.