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Capítulo 19 de 48
O Espírito De Duas Obras — parte 14 de 17
A Biblia dos Espíritas · Osvaldo Polidoro
mundos embrionários em evolução. É e não sabe o que é, nem sonhar poderia, porque nenhum recurso íntimo está desperto para lhe assegurar esse direito. Vem atravessando escalas de que a Ciência humana está longe de conceber, trilhando a estrada evolutiva no seio da Terra, da Água, das Florestas e do Ar, sempre caminhando para a separação, para a individuação. Nessa Mesologia é que evolui, forçando sem querer, movida por forças intrínsecas e Inteligências Vigilantes, e, aos poucos, nos milhões de anos, penetra os primeiros seres filamentosos e as larvas, subindo lentamente nas espécies, invadindo as famílias de répteis em geral. Dos anfíbios vem surtindo, lentamente, para habitar corpos rudes, perambulando as matas e os campos, lutando pela subsistência, pelo sexo e pela cria. E atinge, muito lentamente as espécies superiores do reino animal, marcando, passo a passo, vinco a vinco, as diferenças no corpo astral, no perispírito. Ao atingir a espécie hominal, depois de viver longas jornadas como elemental ou habitador do plano etérico, dos duplos etéricos do mundo sólido, muito lentamente sobe e vem sendo cada vez mais um homem civilizado. O termo civilizado, aqui, pertence ainda aos violentos, negadores de Deus ou idólatras, tanto podendo ser os trucidadores de Profetas ou crucificadores de Cristos, como aqueles que deles se aproveitam e falam, para corromper a Verdade a bem de seus interesses imediatos. A civilização, neles, é apenas de fachada. Entretanto, cair e levantar é de lei comum, e a mônada aproveita mais dos embates agora, porque as ações forçam as reações, obrigando a mente a funcionar, exigindo concentrações do intelecto, impondo a obrigação de discernir e de classificar. Na multimilenária jornada, um tremendo movimento se operou no corpo astral ou perispirital, pela evolução da mônada em geral e do cérebro em particular. Tudo, podese dizer, deu-se em função da marcha para o homem, a fim de que, do homem venha surtindo, lentamente, o Cristo Interno Manifesto. Cada centelha, lá para os confins da Origem, já era um Cristo em fazimento; cada homem dito civilizado, por mais errado que o seja, está milhões de anos mais perto da Sagrada Finalidade, do Grau Crístico.
- 218 - “Todas as grandes iniciações da Índia, do Egito, da Judéia e da Grécia; as de Crisna, de Hermes e de Moisés, de Orfeu, conheceram sob formas diversas esta ordem dos princípios, das potências, das almas, das gerações, que descendem da Causa Primária, do Pai Inefável.” - G. I. Nada criado por milagre. Tudo emanado da Essência Divina. Tudo sujeito à lei da evolução normal e necessária. Como Deus não falha em Seus Desígnios, todas as almas atingirão a Sagrada Finalidade, o Grau Crístico.
“O que nasceu primeiro foi a luz.” - G. I. Muito bem pensado, sem dúvida, pois é na Luz Divina, no Segundo Estado de Deus que tudo começa a existir - parte da Luz Divina se vai adensando, convertendo em matéria, e as mônadas vão mergulhando nela, para a seguir movimentar mais e descrever na sua história as marcas da evolução. A volta da centelha ou mônada, em estado de gloriosa expansão, corresponde ao corpo astral ou perispírito elevado ao grau de Luz Divina, mas agora estando, esta Luz Divina, por assim dizer psiquizada. É o corpo astral dos Cristos.
- 220 - “Eu sou aquele que sou.” - G. I. E tendo o Emanador assim falado, através de Seu Mensageiro, disse para sempre ou eternamente, que Seus filhos são de Sua Essência, ou Semelhança, por evolução vindo a ser Luz Inteligente, Glória e Poder, sem necessidade de saber explicar a Origem de Deus e a Sua Essência. Porque a parte de Deus é Eterna, Perfeita e Imutável, enquanto que a parte de cada filho, à custa de suas atividades é que será levada a termo. Em lugar de discutir a Origem, digamos assim, muito mais rende saber usar o Processo Evolutivo, para mais depressa atingir a Sagrada Finalidade. Infelizmente, porém, muitos mais vivem querendo ensinar a Deus do que aprender com Deus. As religiões, então, fabricam pílulas e engarrafam coisas ridículas, querendo que tais chicanismos valham por Deus. E o pior de tudo é que havendo quem fabrique tais erros e monstruosidades, não faltam os que os comprem. É por isso que a Terra ainda é um mundo, onde o Cristo Externo, ou Divino Molde, permanece na cruz. Quem vive a crucificar o Cristo Externo, como poderá desabrochar o Cristo Interno? Entretanto, o Cristo Externo é a Lei de Deus apresentada Viva, sendo que cinco palavras o revelam perfeitamente - Moral, Amor, Revelação, Saber e Virtude. Estas palavras definem o que é acima de Mundos, Formas e Transições. Elas ensinam a usar tudo quanto é menos do que o espírito, para que nenhum filho de Deus faça traição aos Dez Mandamentos. O Primeiro Mandamento, somente ele, contém a chave da Verdade; porque ninguém virá a amar a Deus em Espírito e Verdade, a menos que tenha feito toda a escalada evolutiva ou biológica, a menos que se tenha elevado à condição de Espírito e Verdade. Eis a razão, para quem possa entender, de ser o Cristo, o Molde, a Mensagem Integral, a Revelação Total, Eterna, Perfeita e Imutável. Com o evolvimento íntimo, com a subida de cada um aos Altos Planos da Vida, o Cristo irá sendo conhecido. Somente ao que for em si mesmo realizando o Cristo Interno, será dado de fato conhecer o Divino Modelo Externo. Muitos raros serão aqueles que, ainda encarnados, poderão sintonizar com o Cristo ou Modelo Integral. A carne é barreira tremenda, limitando a criatura de modo terrível. Entretanto, assim o é por força da Soberana Vontade, para que cada um tenha na encarnação o seu caminho purificador. Cumpre saber usar a matéria em geral, porém, muito mais aquela que é ligada, que é o corpo carnal.
Sintonizar com a Essência Divina, por atingir o Grau Crístico, somente conhecendo e aplicando as leis regentes do Universo. As religiões clericais fabricam ignorantes e errados, porque pretendem substituir o Processo Divino pelas suas manobras simiescas e idólatras. Outros há que, viciando-se no contemplativismo, ou nos discursozinhos falazes, acreditam com isso estar obtendo a GRAÇA DA SALVAÇÃO. A Graça trazida por Jesus não foi a SALVAÇÃO DE FAVOR; leiam nos Atos, capítulo dois, que a Graça trazida por Ele foi o Batismo de Revelação, foi tornar generalizada a comunicabilidade dos espíritos instrutores.
- 221 - “O Deuteronômio fala de uma visão colossal, de milhares de santos aparecidos no meio da tempestade, sobre o Sinai e à Luz de Iévé. Os sábios do ciclo antigo, os antigos iniciados dos árias, da Índia, da Pérsia, do Egito e todos os nobres filhos da Ásia, a terra de Deus, teriam vindo auxiliar Moisés na sua obra e exercer uma pressão decisiva sobre a consciência dos seus associados?” - G. I. Quem viria à carne, para fazer uma obra tamanha, sem contar com as Potestades Espirituais? Jesus não disse que teriam de ver os anjos subindo e descendo sobre a cabeça do Filho do homem? Atrás de Elias, ou Kardec, não estiveram e estão as Falanges da Verdade, ou a Mensageiria do Senhor?
- 222 - “Como quer que seja, Moisés contagiou aos setenta o fogo divino, a energia da sua própria vontade. Eles constituíram o primeiro templo antes de Salomão, o templo vivo, o templo em marcha, o coração de Israel, luz real de Deus.” - G. I. Importa conhecer o seguinte: 1 - Não foi o fogo da sua vontade e sim o primeiro Batismo Coletivo de Revelação ou Espírito, da História Humana; 2 - A Igreja de Jesus é viva, porque foi um novo Batismo de Espírito, de Revelação, como o provam os capítulos um, dois, sete, dez e dezenove dos Atos, bem assim como os doze, treze e quatorze da Primeira Epístola de Paulo aos Coríntios; 3 - Ninguém sabe, melhor do que nós, que à Restauração foi dado o nome de Espiritismo, por ser o revivescimento do Batismo de Espírito, levado a termo por Jesus.
- 223 - “O canto místico da sacerdotisa de Delfos aludia a um dos numerosos segredos guardados pelos sacerdotes de Apolo, e que eram ignorados pela multidão. Orfeu foi o gênio vivificador da Grécia sagrada, o despertador da alma divina, cuja lira de sete cordas, cada uma das quais correspondia a uma feição da alma humana e continha a lei de uma ciência e de uma arte, abraçava o universo.” - G. I.
Há que considerar o seguinte: desde que a Raça Adâmica veio para a Terra, reencarnando no seio de Eva ou Raça Primitiva, constituída de diferentes nações e estendida sobre os vários Continentes, foram vindo Profetas ou Missionários. O caráter de cada Missionário era compatível com os caracteres psicológicos do povo no seio do qual devia desempenhar a sua tarefa. A Sabedoria Antiga, ou assim chamada, ou era totalmente Ocultista ou revelava-se de modo ultra-alegórico ou simbólico. Este livreco não foi feito para liquidar o assunto, mas para fazer pensar, para fazer cada um de seus leitores meditar sobre a sua própria trajetória. Porque a Humanidade é a mesma, caminhando muito lentamente na Estrada Crística, de sorte que ignorar ou negar corresponde a ser muito ridículo. Um milhão de vezes melhor, portanto, é sondar os esoterismos antigos, com os seus alegorismos e simbolismos, do que essa porcaria que foi surgindo no mundo, a partir do quarto século, quando na cidade dos sete montes, que é Roma, foi a besta apocalítica se erguendo, para adulterar o Caminho do Senhor, a Excelsa Doutrina, cujos fundamentos são a Moral, o Amor, a Revelação, o Saber e a Virtude. “Chamava-se agora Orfeu, que significa - Aquele que cura pela luz.” - G. I. Sempre as mesmas bases iniciáticas, sempre os Emissários do Senhor, sempre o encaminhamento aos Sagrados Páramos da Essência Divina. Sem dúvida que os gregos estavam preparados para receber as Epístolas de Paulo, sobre como cultivar a Revelação; e se de Roma não tivesse saído a traição contra o Batismo de Revelação, quanto não teria feito a Grécia pelo desenvolvimento da espiritualidade no seio da Humanidade? Orfeu foi, na Grécia, o assessor do Cristo.
- 224 - “Os amores do Céu e da Terra não são conhecidos pelos profanos. Os mistérios do Esposo e da Esposa só aos homens divinos são revelados.” - G. I. O Esposo e a Esposa significam Deus e a Luz Divina, como é facílimo conhecer, penetrando as Altas Esferas da Vida. Os chamados homens-divinos são aqueles cujo perispírito tenha se elevado à Luz Divina ou suas aproximações. Eles encarnam e cumprem missões elevadíssimas no seio dos povos. Importa saber que as gradações variam ao infinito, em matéria de luzes e vibrações, variando assim as diferentes possibilidades missionárias. Nas sessões espíritas medíocres, feitas em escuridão e para a doutrinação de espíritos sofredores através de médiuns, a expressão Espírito de Luz toma a feição de generalidade. Entretanto, encarnados ou desencarnados, cada um tem lá o seu grau ótimo, ou matiz de grau, pois a variação é muito mais extensa do que parece, sendo certo que os poderes decorrerão do grau de luz, que corresponde ao grau de intensidade vibratória. Nos ambientes melhores, onde as faculdades superiores se evidenciem, como por exemplo a vidência, a psicometria, o desdobramento consciente, etc., todo o trabalho pode ser feito no plano astral e com as luzes acesas, o que muito recomendará. As práticas mediúnicas terão que evolver, pois, no porvir, ninguém irá importar sofredores
de outros Planetas, para agradar aos medíocres que pensam a isso se reduzir o Espiritismo. Muitos já são os que fazem sessões a plena luz, sessões de estudos e de radiações, curas e operações no perispírito, tudo à base de vidência e psicometria; e, de fato, estas sessões fazem muito mais e melhor, para os sofredores e necessitados do mundo espiritual, do que as acanhadas sessões comuns, cheirando a sarcófagos e defuntismos, levadas a termo em ambientes que desgostam pela escuridão. Sob todos os pontos de vista, importa que se faça tudo a bem da iluminação, da elevação em geral. Até mesmo as sessões de efeitos físicos, quando todos os presentes são conscientes, mentalizam fortemente, e os médiuns são de fato suficientes e eficientes, com muita luz, verde ou azul, as materializações se podem dar e se dão realmente. O mal é que bem poucos terrícolas sabem o que valem o Conhecimento, a Vontade e o Pensamento postos a funcionar conforme a Soberana Vontade de Deus.
- 225 - “A Unidade é a lei de Deus. O Número é a lei do Universo. A Evolução é a lei da Vida.” - G. I. Entrando em Pitágoras, seria possível deixar de entrar na mística dos números? Sendo certo que em Deus tudo é Lei e Justiça, logo se conclui que em Deus tudo começa no UM, desdobrando-se ao Infinito. O UM é Deus Imanifesto e o Múltiplo é Deus Manifesto. Entre a Unidade e a Multiplicidade está tudo, porque essas palavras querem dizer Emanador e Emanação, o Todo e a Sua Manifestação. Como todas as Iniciações tinham uma mesma Chave, temos aí o Estático e o Dinâmico, o Pai e os Filhos.
- 226 - “Todos esses mestres lhe tinham revelado horizontes novos, mas nenhum o satisfazia. O que ele procurava interiormente, no labirinto dos ensinos contraditórios, era o laço, a síntese, a unidade do grande Todo.” - G. I. Os grandes espíritos sempre revelam apego ao que é Eterno, Perfeito e Imutável. Os maiores ensinos do Cristo estão nas sentenças curtas e concisas. Somente aquele que está deveras alicerçado, fundamentado, pode movimentar-se à vontade e sem o perigo de sofrer abalos e quedas. O mal dos religiosismos é este - chafurdar as criaturas no exteriorismo, fazê-las mergulhar nas simulações, afastá-las do conhecimento das leis que regem os fenômenos. O sentido Moral da Vida é mais do que a mesma vida, porque é a Vida elevada em Dignidade. Só poderá encarar a Vida por um ângulo, pelo menos por um ângulo superior, aquele que se tenha elevado em Moral.
Nenhum espírito elevar-se-ia ao grau de Cristo Cósmico, antes de se realizar como Cristo Anímico; e sem Moral, como seria isso tudo possível? Nas Altas Esferas da Vida é que se sabe o que representa a Moral, como Hierarquia e como Autoridade. Estas realidades, entretanto, não poderão jamais ser vazadas através das palavras. Aquele que subir mais, de cima poderá ver tudo muito melhor. Transferir palavras, portanto, será sempre transferir palavras. Todavia, cada filho de Deus tem a Verdade dentro de si mesmo.
- 227 - A CIÊNCIA DA UNIDADE As tradições esotéricas ensinavam a Verdade, Uma chave tendo elas, uma linha fundamental; Essa linha era a grande e pura lei de Unidade, O Manifesto e o Imanifesto, a síntese geral. Não sendo a Sabedoria Antiga uma idolatria, Mandava procurar Deus na intimidade em geral; Sabia que, por evolução, a isso se chegaria, Descobrindo o homem, em si mesmo o Pai Divinal. Partindo de si, marcharia rumo ao Infinito, A conhecer Deus, na presença do Cosmo glorioso; Ele sentia a Deus, no grande e no pequenito, Reconhecendo em tudo, Aquele Gerador Majestoso! Após, vieram as corrupções, surgiram religiões, Inventaram-se formalismos, puseram Deus distante; Aviltaram a Verdade, vendendo tantas simulações, Que em lugar de adulto, o homem deu para infante. Agora, na estrada que o mundo em si representa, Guerras, pestes e fomes vigiam a pobre gentalha; A idolatria pensou, criou, sustentou a tormenta, E assim fazendo, entregou-lhe a negra mortalha!
- 228 - “Era na síntese dos três mundos que estava o segredo do Cosmo.” - G. I. Material, Humano e Divino, para encarar o problema da Verdade a começar da Terra; e Divino, Humano e Material, para começar de Deus. Repetimos estas palavras - Essência, Existência, Movimento, Evolução, Imortalidade, Responsabilidade, Reencarnação, Revelação, Habitação Cósmica e Sagrada Finalidade. Qual a Essência de Deus, do homem e da matéria? Qual a extensão da Existência, de Deus, do homem e da matéria? Qual a intensidade do Movimento, de Deus, do homem e da matéria? Qual o sentido total da Evolução, da matéria e das mônadas espirituais?
Por que tudo é Imortal, a matéria e o espírito? Quantos são os graus de Responsabilidade? A Reencarnação só existe no reino animal? Até onde se eleva a Revelação? Qual a extensão da Habitabilidade Cósmica? Conhece perfeitamente a Sagrada Finalidade? Responder isso totalmente é o mesmo que ser Infinito como Deus; é possível uma tal realidade, para os filhos de Deus? Por que sim ou por que não?
- 229 - “Foi no Egito, portanto, que Pitágoras adquiriu essa vista de alto que permite aperceber as esferas da vida e as ciências numa ordem concêntrica; compreender a involução do espírito na matéria pela criação universal; e a sua evolução, ou ascensão para a Unidade, por essa criação individual que se chama o desenvolvimento de uma consciência.” - G. I. Tal e qual a lição do Cristo, cuja essência é a ascensão do espírito, até ser vibratoriamente Uno com o Pai. Tudo, desde os mais remotos tempos, em matéria de Iniciação, resumiu-se na Sagrada Finalidade do espírito. Tudo quanto diz respeito a Mundos, Formas e Transições, ainda que nos planos erráticos ou etéricos, tem por exclusiva finalidade a libertação total da alma. Filha do AMOR, em AMOR terá que se converter, custe mais ou custe menos; e as contingências dos planos erráticos, suas imensas alternativas, segundo o grau de merecimento de cada uma, bem prova a Unidade da Lei de Harmonia. Os mundos materiais, que se estendem dos sólidos aos etéreos, nada mais representam do que ambientes, onde segundo a lei do peso específico as almas sejam obrigadas a movimentar, para atingir o píncaro da Liberdade. Durante a romagem evolutiva, no Cosmo, tanto pode ser que andem mais depressa ou menos depressa, mas o certo é que um dia se terão feito livres, a cavaleiro de tudo quanto é transitório. E Jesus, o Molde Divino, o Homem-Amor, no Amor fez residir a Chave da Liberdade. E, afinal, sem Amor, em que dariam as Artes, as Ciências e as Filosofias?
- 230 - “Buscai o Reino de Deus e sua Justiça, e tudo o mais tereis por acréscimo.” - Jesus. Assim como o peixe não poderia viver fora d'água, assim mesmo o espírito filho não poderá viver apartado do Espírito Pai. E quanto mais se infusar com o Pai Divino, tanto melhor. O Pai, entretanto, significa Lei e Justiça. Fora do Equilíbrio não poderá haver felicidade real, essa felicidade que é a espiritual.
“Sede perfeitos, como é perfeito vosso Pai que está no céu.” - Jesus. O Pai não é Pessoal e sim Impessoal. O Céu não é restritamente local, e sim divinamente universal ou onipresente. A perfeição significa sintonia vibratória, unicidade levada a termo na intimidade profunda de cada filho de Deus. Sendo a Evolução a lei da Vida, por ela é que se atinge a Unidade ou Paridade Vibratória. Quando é que o filho sabe que tem o Reino do Céu dentro de si mesmo?
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.