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Capítulo 18 de 48

O Espírito De Duas Obras — parte 13 de 17

A Biblia dos Espíritas · Osvaldo Polidoro

- 202 - “A ciência dos sacerdotes caldeus era profunda, mas menos pura, menos elevada e menos eficaz do que a dos sacerdotes egípcios” - G. I. Não querendo discutir aqui as tendências, pois os caldeus tenderam mais para outros ramos, enquanto os egípcios tenderam sempre muito mais para as coisas do espírito. Os caldeus ligaram-se mais às coisas astrológicas e astronômicas, havendo da parte dos egípcios mais afeição à espiritualidade. Os primeiros devotados a formas e números; os segundos à fenomenologia agora dita mediúnica. Entretanto, de modo genérico, com mais ou com menos caldeus e egípcios, a espiritualidade é sempre mais, muito mais, razão por que os egípcios tinham uma ciência esotérica bastante mais avançada do que os caldeus. E cumpre assinalar a importância da coisa em si, da Verdade Essencial, que reside em cada filho de Deus, na Terra ou no Infinito, agora ou na Eternidade. Porque são muitos os que se acreditam espiritualistas, pelo fato de andarem repetindo palavras, acreditando em cabalismos, depositando confiança nos outros e vivendo como se fossem duendes ou meros reflexos de segundos e terceiros. O Reino do Céu cada qual o tem em si. O Saber e a Virtude não foram e nunca serão propriedade privada de quem quer que seja. A Moral, o Amor e a Revelação, bases da Excelsa Doutrina, nunca ficarão velhas ou novas, nacionais ou estrangeiras, porque pertencem ao Infinito e à Eternidade. Tais fatores são intrínsecos ao chamado Criador e à chamada Criação. O dever de autocristificação pertence a cada filho de Deus, sem acepção de tempo e de local.

- 203 - “Sacerdotes caldeus e egípcios” - G. I. Pedimos ao leitor o favor de não fazer confusão; porque aqueles antigos sacerdotes não eram como os padres dogmáticos, idólatras e mercenários de agora; aqueles eram

iniciados na Ciência dos Mistérios, sabiam das verdades mediúnicas e usavam-nas, embora de modo oculto. Os padres modernos falam em Deus, na Verdade e no Cristo, a fim de poderem mercadejar e blasfemar contra o Profetismo, contra a Alma da Verdade, que vive em processo de Revelação. É estultícia falar em Verdade Revelada, porquanto a Revelação ficou sendo o fundamento da Excelsa Doutrina. Importa voltar ao Pentecostes. Importa cultivar a Revelação, assim como o faziam os Apóstolos. Vide o capítulo quatorze da Primeira Epístola de Paulo aos Coríntios. A Verdade não foi Revelada; ela continua em ativa Revelação.

- 204 - “A religião universal da Humanidade, eis a verdadeira missão de Israel, que poucos judeus, exceto os seus maiores profetas, compreenderam.” - G. I. Dentre o Profetismo Total ou Histórico, o Profetismo Hebreu devia servir de alicerce ao Profetismo Cósmico de Jesus-Cristo. Mas Israel não soube compreender o seu mais dileto rebento. Foi uma glória receber o Cristo Planetário em seu seio, mas foi uma desgraça não saber compreendê-Lo. Se Israel O tivesse compreendido, nenhuma Roma teria atraiçoado a Doutrina Excelsa.

- 205 - “O Senhor Deus levantará dentre vós um profeta igual a mim; e todo aquele que lhe não der crédito, será riscado do livro da vida.” - Moisés. Moisés foi o primeiro a realizar um batismo coletivo de espírito ou Revelação, como se acha contido no Livro de Números. Moisés iniciou a crença no Monoteísmo, no Deus que é Espírito e Verdade, e que em Espírito e Verdade quer ser adorado, porque assim quer que venham seus filhos a ser. Os Dez Mandamentos valem pelo Cristo Vivo, porque o Cristo Vivo, ou Divino Molde, veio para executar e não para derrogar a Lei. De sorte que os dois documentos valem, em realidade, um só documento, porque a Lei é intelectual ou teórica e o Cristo é a Lei Viva ou tornada Exemplo. O Profeta que devia vir, anunciado por Moisés, foi Jesus, o Cristo; como o Cristo é Modelo de Lei Vivida, fora do Cristo ninguém será harmônico ou sintônico com a Ordem Divina. Os clericalismos mercantilistas e corruptores não aceitam a profecia de Moisés sobre Jesus, porque pretendem transformar Jesus em Deus, contrariando a Verdade, para se fingirem de intermediários e continuarem a gozar de privilégios, ao se entregarem à idolatria e à blasfêmia contra a Revelação. Idolatria é tudo quanto está fora dos três sentidos da Lei de Deus, que são a Moral que harmoniza e dignifica, o Amor que sublima e diviniza e a Revelação que adverte, ilustra e consola.

Porque dos três sentidos da Lei é que derivam respeito ao Saber e à Virtude, para que o filho ame ao Pai com toda a inteligência e com toda a força do coração. Fora disto tudo são fingimentos, superstições e mercantilismos idólatras.

- 206 - “Nisto, o profeta do Sinai manifestou uma largueza de vistas que ultrapassa de muito os destinos do seu povo.” - G. I. Convém jamais esquecer o fato de haver o povo encarnado e o povo desencarnado; de todos os povos terem seus elementos de vanguarda, centro e retaguarda; e de, no curso dos tempos, como nos dias dos Profetas, do Cristo e nos dias pósteros, terem os elementos de vanguarda voltado ao plano carnal, para irem somando, na Trilha Profética, os acontecimentos cíclico-históricos. Assim sendo, quem foram os Profetas? Quem foram os Apóstolos? Quem foram os vultos que andaram morrendo queimados nas fogueiras da Inquisição, pelo fato de pretenderem evidenciar a Revelação? Quem foram Wicliff, Huss, Joana D'Arc, Lutero, Giordano Bruno e tantos outros soldados da Verdade? Quem foram Kardec, Denis, Delanne e o grande número de acompanhantes, para que a Restauração Doutrinária surgisse no seio da Humanidade? Nunca se deve julgar um povo pelos seus elementos fracassados. Nunca se deve julgar uma causa pelos seus passos embrionários. Nunca se deve negar a Verdade, porque tenha ela de apresentar, nos primórdios, apenas o seu exterior. Israel simboliza a Humanidade inteira, simboliza cada filho de Deus, vindo das camadas inferiores da Vida, da inconsciência espiritual, caindo e levantando, porém, lutando sempre por força de um Supremo Determinismo, para se erguer nos cimos gloriosos da autocristificação.

- 207 - “Alma de aço, vontade de ferro, zombou das provas. Espírito matemático e universal, desenvolveu uma força de gigante na compreensão e no manejo dos números sagrados, cujo simbolismo fecundo e cujas aplicações eram então quase infinitas. O seu espírito, desdenhoso das coisas que não passam de aparência, e dos homens que passam como sombras, não respirava à vontade senão dentro dos princípios imutáveis. Lá do alto, tranqüila e seguramente dominava tudo, sem manifestar nem desejo, nem revolta, nem curiosidade.” - G. I. A realidade é que, para aquele que cresce no interior de si mesmo, que se desabrocha para as Verdades Eternas, Perfeitas e Imutáveis, uma só termina sendo a razão de ser da vida - é viver para as Verdades Eternas, Perfeitas e Imutáveis. Moisés tinha de ser assim, para colocar o Povo de Israel naquele local onde Jesus teria, mais tarde, de se apresentar à Humanidade. Marcaria o Povo com a marca do Monoteísmo, do Deus Único e Onipotente, em torno de cuja realidade viva, os Profetas iriam sustentando a tocha da Revelação, até que Jesus viesse para torná-la universal ou pública.

Quase três mil e quinhentos anos depois, podemos dizer que os altos e baixos do Povo não fizeram fracassar os santos desígnios do Senhor. Basta que tenhamos o direito de assinalar o seguinte: “A Moral, o Amor e a Revelação marcaram a obra de Moisés; isso mesmo Jesus-Cristo viveu, tornando público no grandioso fenômeno do Pentecostes, longe de simulações, clerezias e comercialismos pagãos; e isso mesmo revive no Espiritismo, na Restauração encabeçada por Elias, que foi Kardec, agindo sob o comando das Falanges da Verdade.” Existem verdades, sobre isso tudo e em torno disso tudo, que feliz ou infelizmente, não podemos, por ora, cogitar em público.

- 208 - “Como todos os fortes marcados para uma grande obra, Hosarsife não se submetia ao cego Destino, sentindo que uma Providência velava por ele e o conduzia à realização dos seus fins.” - G. I. Os homens são semideuses, por serem filhos de Deus, devendo comandar o Destino, não pensando jamais que o Destino lhes seja imposto. Uma coisa é o Supremo Determinismo, a Ordem Divina, a Lei Geral e outra coisa o Destino, a Trilha que pode sofrer alternativas, segundo a conduta de cada um. O Supremo Determinismo, ou Ordem Divina, é igual para todos, enquanto que o Destino é específico, é móvel, diz respeito à conduta de cada um. No seio do Todo as partes movimentam e criam, para si mesmas, as mais variantes condições e situações, conforme sejam boas ou ruins as suas obras. Entre o chamado Criador e a chamada criatura pairam a Lei Geral e a Justiça Geral; mas a criatura é que tem, por natureza, o direito de acioná-las contra ou a favor de si, pelas obras que praticar. E como o espírito ou criatura, deve vir a ser acima de Mundos, Formas e Transições, importa que vá aprendendo a comandar o seu Destino ou Carma. Os mais medíocres iniciados compreendiam isso; não precisava ser um Moisés, para saber que o Carma ou Destino deve ser comandado, e que, para comandá-lo, somente procurando viver os três sentidos da Lei de Deus. Não afirmou o Divino Molde, de início, que veio para executar a Lei de Deus e não para derrogá-la? E poderia alguém derrogar a Lei de Deus, eliminar da Ordem Divina a Moral, o Amor e a Revelação?

- 209 - “Havia séculos que o Sinai e o Horebe eram desta forma o centro místico dum culto monoteísta...” - G. I. Primeiro devemos dizer que a Ciência dos Mistérios era sumamente monoteísta, ou conhecedora de um Deus Único e Essencial, Ievé ou Informe, ou Impessoal, que Se revelava pelos Seus Altos Mensageiros. Afirmavam que os Santos Espíritos, ou Espíritos Santos, eram os filtros de Deus. A seguir diremos que nos altos montes, longe das cidades buliçosas e das vibrações grosseiras da generalidade, faziam eles os seus exercícios máximos, as suas grandes experiências agora ditas mediúnicas.

Jesus perfilhou em tudo e de tudo, pois foi entre os Nazireus que aguardou o tempo devido, para o desempenho do Seu Divino Messianato; o maior feito, de caráter teofânico, foi a Transfiguração, tendo-a levado a termo no alto do monte Tabor. O Sermão da Montanha, ou o Poema da Renúncia, foi proclamado no monte dito das Oliveiras. O levitismo, clericalismo como outros ou talvez o pior de todos, porque foi aquele que crucificou o Cristo e deu origem ao clericalismo romano que veio a ser o blasfemo do Batismo de Revelação, tudo faria para fazer crer no aparecimento de Deus no alto desértico do Sinai, com o fito criminoso de eliminar o conhecimento da Iniciação Esotérica, do mediunismo de portas fechadas, ao qual Jesus, mais tarde, veio universalizar ou tornar de toda a carne. Vide nos Profetas, muitas vezes assinalado, que nos altos montes estavam os ajuntamentos deles. Todavia, em construções e comunidades, como havia nas margens do Mar Morto, ou em grutas onde se reuniam em épocas certas, para entrarem em comunhão com os Altos Mensageiros do Senhor.

- 210 - “O poço do Vidente que vê” - G. I. Ninguém daria com o Conhecimento da Ciência dos Mistérios, transformada por Jesus no Conhecimento da Verdade que Livra, sem passar pelas provas e sob o máximo rigor. “O poço do Vidente que vê” era a gruta onde teria que passar algumas horas, em letargia física, sob o controle dos mestres encarnados e desencarnados, a fim de conhecer o mundo astral. Cada um, conforme o seu grau de evolução, teria do mundo espiritual a sua dosagem de provas e certezas. Após essa prova, os mestres encarnados aquilatavam as possibilidades do iniciando. Depois de Jesus tudo isso foi abolido, porque a Revelação torna-se então de portas abertas, e a Moral e o Amor passam a ser a exclusiva ficha de merecimento. Aumentou, portanto, a responsabilidade, pela maior facilidade.

- 211 - “O Sepher Bereshit” - G. I. Nunca mais ninguém saberá, na Terra, o que foi o Livro dos Princípios, o Tratado de Ciência Divina, escrito em três sentidos - Literal, Simbólico e Iniciático ou Interpretativo. Fizeram do Gênese uma monstruosidade. Isso basta que seja dito, para se compreender as palavras do Autor de OS GRANDES INICIADOS: “Ah! Por certo que para o futuro condutor do povo de Deus, o Gênese irradiava uma luz diferente e mais forte, abraçava mundos bem mais vastos do que o mundo infantil e a pequenina Terra que a tradução grega dos Setenta ou a tradução latina de S. Jerônimo nos mostram.” - G. I.

“...Uma lei única rege o mundo natural, o mundo humano e o mundo divino.” - G. I. Moisés foi o Profeta-Concatenador, ou Codificador do tempo, a fim de preparar ao Senhor Planetário o ambiente propício. A concatenação ou codificação de Moisés foi de sentido Védico-Hermético. O Védico-Hermetismo ensinava assim que o Um, ou Deus, também em leis regentes como ÚNICA LEI começava, desdobrando-se a seguir em infinitas leis ou leis menores. Queiram ou não aqueles mestres em Israel, que de mestria nada possuem, mas a realidade é que a Ciência da Unidade sempre regeu as Escolas Iniciáticas. Também é certo que ninguém a destronará, porque o UM, Deus, nunca será escravo das mediocridades de quem quer que seja, embora cada medíocre deste mundo possa pintar como queira a sua própria mediocridade.

- 213 - “Israel gravita em torno de Moisés tão seguramente, tão fatalmente, como a Terra gira em torno do Sol.” - G. I. Para ficarmos com o Eterno, Perfeito e Imutável, diremos que todos, desde o Cristo Planetário até o último cidadão terrícola, e todas as Potestades e Humanidades do Cosmo Infinito, gravitam em torno da Lei de Deus, da Moral, do Amor e da Revelação, pontos de partida para atingir a plenitude em Sabedoria e Virtude. Um filho de Deus, um homem, por si só, não poderá jamais se impor às movimentações humanas; é imperioso que esse homem tenha em si as marcas do messianato. E o messianato representa as marcas de Deus, mais ou menos, em matéria de Sabedoria e de Virtude. Mais ou menos, em quantidade, mas sempre aquela dosagem mínima necessária, para que possa dar conta da Mensagem que lhe pese nos ombros. Já se vê, portanto, que, perante Deus, o homem vale pelo essencial e não pelo formal. Convém, conseguintemente, ter um cérebro lúcido e um coração deveras amoroso, para estar bem na presença do Pai Divino. Para estar e ficar bem.

- 214 - “Porque o Senhor Deus não reside em templos feitos por mãos de homens.” - Bíblia. E muito menos a Divina Sabedoria é escrava de letras adulteráveis e deveras adulteradas. Palavra de Deus era o nome da Revelação, da comunicação dos Altos Mensageiros que guiavam o povo. Aos tais Mensageiros chamavam anjos, espíritos ou almas. Basta um pouco de honestidade mental, para saber o que foram Gabriel, Moisés e Elias, que intervieram no nascimento e na vida messiânica de Jesus. Ou sobre o que afirmava Jesus, que teriam de ver os anjos subindo e descendo sobre a Sua cabeça. E sobre o Batismo de Espírito (não de Pedro nem dos homens falhos em fé), porquanto a Sua tarefa era generalizar a Revelação, derramá-la sobre a carne toda, como dizem Joel e outros Profetas.

- 215 - “Para a ciência antiga o universo sem limites não era uma matéria morta, regida por leis mecânicas, mas um todo vivo, dotado duma inteligência, duma alma e duma vontade.” - G. I. Cumpre saber que a Teoria do Divino Monismo é antiqüíssima, remonta ao vedismo iniciático. Certos autores modernos, indo buscar lá para trás os informes, nada mais têm feito que saturá-los de teorias e termos técnicos em profusão, e até em profusão de confusão, querendo passar por inovadores. Quem quiser saber disto pelas fontes primitivas, procure conhecer Crisna, Moisés (fora da Bíblia) e Pitágoras.

- 216 - “Ao contrário da ciência moderna, que não considera senão o exterior, a casca do universo, a ciência dos tempos antigos tinha por fim revelar o seu interior, descobrir o seu maquinismo oculto. Ela não tirava a inteligência da matéria, mas a matéria da inteligência.” - G. I. Por isso que se chamava Ocultismo ao cultivo das coisas do espírito, nunca sendo este cultivo de caráter idólatra ou mercenário. Tudo se resumia no sagrado ministério de CONHECER O AVESSO DO COSMO. E este AVESSO era Deus, e por Deus os filhos de Deus, as centelhas espirituais, que começando inconscientes, deviam fazer a escalada biológica, o serviço interno de cristificação. Ao Espiritismo, Súmula das Revelações que é, ou Instrumento Revelador, que de novo é entregue de maneira generalizada à Humanidade, cumpre facilitar estes ensinamentos. Não sabemos de quem conheça, ou tenha tido conhecimento dos bastidores da Codificação de Kardec; mas sabemos nós, e muito bem, que atrás dela estiveram os mesmos Grandes Reveladores de todos os tempos, agindo sob a tutela do Divino Mestre. Sendo a Codificação as Primeiras Letras da Renovação da Terra, cumpre estar alerta, para subir em linha reta, isto é, no seio do Senso Profético. Estas palavras definem a Trilha Certa - Moral, Amor e Revelação, Saber e Virtude. Ademais, quem se desviar, ou fizer desviar, pagará por tudo até o último ceitil e retornará à Trilha Certa; porque não será Deus a obedecer o homem e sim o homem a obedecer a Deus.

- 217 - “A ordem descendente das encarnações é simultânea com a ordem ascendente das vidas e só por ela se faz compreender. A involução produz a evolução e explicaa.” - G. I. Isto é mergulhar a mônada espiritual na matéria; sujeitar-se à lei das reencarnações; usar a matéria como instrumento de ascensão. Depois de se tornar consciente de si e do Sagrado Princípio Criador, começa a mônada ou alma a reencarnar com plenitude de propósitos, o que antes não poderia fazê-lo. Primeiro pertence ao chamado Espírito Bloco, quando é vida e movimento e nada sabe de si, agindo em multidões, habitando nebulosas e planos fluídicos densos, em

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.