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Capítulo 12 de 13

Parte 12 de 13

Uma Visão de Cristo · Osvaldo Polidoro

Livro_CRISTOv6.indd 205Livro_CRISTOv6.indd 205 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Osvaldo Polidoro concomitante e severamente, que a tese é por demais séria, para ser assim jogada sem o amparo da mais sólida e venerável intenção. Não se pretenda proibir a quem quer, que derrame suas lágrimas pelos seus entes queridos. Há que chorar e chorar, senhores! E nós também choramos, também sofremos, também perlustramos a vastidão da escala emotiva. Apenas, em virtude do respeito que se deve às determinâcias superiores, sopesamos o poder da lágrima, e nunca fazemos dela uma obra de escandalização. Falo dos planos de luz, não das zonas inferiores. Os inferiores pensam e sentem inferiormente. Muito respeito deve merecer de todos, aquele fenômeno que a um tempo faz vibrar o cérebro e tinir as cordas sentimentais. Muito estudo deve ser aplicado, a bem do destrinçamento da tese, por parte daqueles que ficam. Porque aqueles que partem, esses já se encontram nos mealhos adrede preparados e recolhidos, não podendo mais do que aguardar o pronunciamento da Lei, que do imo surte e torna feliz ou não. Senhores! A dor é por demais respeitável, para ser tão pobremente aceita ou renegada. Afirmamos que, apesar das boas intenções, com muito pouco ficamos, da imensidade de tratos que lhe hão dado, até hoje, pensadores antigos, modernos e moderníssimos. Ordenam, de mais alto, que o homem se erga, se ponha de pé,

Livro_CRISTOv6.indd 206Livro_CRISTOv6.indd 206 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Uma visão do Cristo a fim de aceitá-la para combate. Melopeias piegas, conceitos eivados de misticismos negativos, filtros de recalques doentios, não a combaterão jamais! Amando, porém, com vigor a vida; rumando a passos largos em demanda aos saberes superiores, eis aí como tratar do mais empolgante dos fenômenos espirituais. Enquanto, porém, os comentadores do grande e voraz monstro, pensando estar certos, tecerem-lhe, odes melosas, e por certo capciosas, porque os louvores teóricos não correspondem à aceitação prática, enquanto assim for para com ela procedido, naturalmente a Terra será um vale de lágrimas. Não é necessário lembrar o assassínio dos inferiores em evolução, o prejuízo das insinceridades, as lesões da mentira, as cicatrizes do egoísmo, as manchas dos excedentes sensuais e sexuais, etc. É do alcance geral saber de onde surgem as procelas infernais. E não deixa de ser elementar, também, qualificar os remédios de fato, não fazendo confusão com os paliativos secularmente aplicados.

Livro_CRISTOv6.indd 207Livro_CRISTOv6.indd 207 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Osvaldo Polidoro

Livro_CRISTOv6.indd 208Livro_CRISTOv6.indd 208 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Uma visão do Cristo Alípio o velhinho, arrastou consigo, no curso dos dias, muita gente para as nossas reuniões. De “rato-de-igreja” passou a estudioso atento, devorador de livros, constatador de fenômenos e analisador sincero e arguto. Superou, de muito, o seu antigo conceituismo, idólatra e formal, soterrando-o sob o maciço de um vasto cabedal de conhecimentos. Leu tudo quanto se pode a respeito da Sabedoria Antiga, de Esoterismos e Ocultismos, vindo um dia a afirmar: — Sinto-me feliz pelo que alcancei. Acima de tudo, compreendo a finalidade da vinda de Jesus à carne, que foi para tornar de uso franco e universal o culto da Revelação. Se a Sabedoria Antiga determinava a necessidade de círculos fechados, de ocultismos, de secretismos, o Cristo veio no momento

Livro_CRISTOv6.indd 209Livro_CRISTOv6.indd 209 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Osvaldo Polidoro exato, no vértice da hora cíclica, a fim de operar a promessa do derrame de Espírito sobre a carne, tornando a humanidade toda herdeira do direito de livre culto revelacionista. É necessário que os responsáveis pelos ensinos religiosos, se compenetrem da extensão do culto Apostolar, nas bases do Batismo de Espírito. Não fosse de capital importância a reforma, e o Cristo não teria, com a vida, preparado o acontecimento do Pentecoste. Não compreendessem a longanimidade do fenômeno social-religioso, e os Apóstolos não teriam deixado o Templo e suas tradições, a fim de prosseguir naquele padrão, como nô-lo indica perfeitamente o capítulo quatorze da primeira carta aos Coríntios. Para continuarem as idolatrias formais, as clerezias extorsivas, o ignorantismo das gentes, não havia necessidade de vir Jesus ao mundo, para saldar a promessa do Batismo de Espírito, legado celeste que é a súmula de todas as Revelações e o veículo de tudo quanto tenha de vir, no curso dos tempos. O velhinho, de fato, lia, estudava e punha em prática os ensinamentos. Com a sua alma sincera, presa de uma fé consciente, tornara-se um passista de escol; a sua valência, como médium curador, chegou a ser respeitável. E por que, Aquele Senhor que encheu de graças mediúnicas a ação apostolar daqueles gloriosos dias, como

Livro_CRISTOv6.indd 210Livro_CRISTOv6.indd 210 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Uma visão do Cristo proclamam todos os capítulos do Livro dos Atos, não devia semear de matizes consoladores a reta final daquela vida fiel e feita a imagem da mais intensa dedicação? Ele não era apenas um crente, mas sim um profundo conhecedor!

Livro_CRISTOv6.indd 211Livro_CRISTOv6.indd 211 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Osvaldo Polidoro

Livro_CRISTOv6.indd 212Livro_CRISTOv6.indd 212 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Uma visão do Cristo Vinte e dois anos depois, quando um longo escalão de confrades e amigos já nos havia precedido no passo feliz, integrando a falange dos obreiros do plano espiritual, e deixando em nós as marcas de uma saudade imensa, fomos também convocados pela lei, largando o fardo carnal, entregando à mãe-terra o que lhe devíamos desde o berço. Como ninguém morre de saúde, caímos doente, presa de uma febre pertinaz, que um dia nos fez, sem saber como, vagar por entre campinas floridas, cujo ar sabia a perfumes os mais variados, cuja aragem mantinha a leveza de sopros os mais embaladores. Tudo era ali em vivência de sonho e ternura, enlevos e doces evocações. Ao atingir o ápice de um monte, vimos na planície, além, uma cidade-jardim, mas de tal modo

Livro_CRISTOv6.indd 213Livro_CRISTOv6.indd 213 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Osvaldo Polidoro ampla, que uma exclamação nos borborejou nos lábios, fazendo vibrar a atmosfera. Naquela hora, como que acordando de sono prolongado e morno, perguntei a mim mesmo onde poderia ser aquilo, e como teria comparecido à presença daquela paragem deslumbrantemente encantadora. Qual acorde musical, uma sonoridade sublime nos penetrou, como não sei, vindo permanecer em nosso íntimo, e íntimo tão profundo, fazendo eclodir um sentimento de paz que é impossível de ser relatado em palavras. Eu era a paz! E uma paz de caráter infinito, em espaço, em tempo, em não sei que, a ponto de me parecer confundido com o Espírito Divino, com a Primeira Essência do Universo. Meu primeiro ímpeto foi o de cair de joelhos e orar... Mas ouvi, a seguir, uma voz ao meu redor, ensinando: — Meu filho, ora em espírito, que isso já é do teu conhecimento. Para que, o Senhor nos quereria de joelhos?... Estaquei e deixei corressem lágrimas quentes pelas faces abaixo. Todo eu vivia um momento de prece, que parecia ser a própria eternidade feita em oração. E que oração! Naquela circunstância, vivendo aquela paz, ouvir a voz de minha

Livro_CRISTOv6.indd 214Livro_CRISTOv6.indd 214 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Uma visão do Cristo mãe através daquelas sonoridades! Só Deus poderia, em ciência, saber o grau de minha emoção espiritual. Eu a vivia, mas não poderia medir-lhe a extensão. Eu a sentia fulgurar divinalmente no meu íntimo, mas não lhe poderia sondar o imo de onde provinha. Estacado, de olhos fechados, cresci em espírito e me senti transportado. Eu sabia que deslizava através de um éter sublimado, cantante, absorvente ao extremo. Quando senti parar aquele carrocel bendito, aquela etérica e divinal viatura, procurei abrir os olhos e ver, para saber onde estava. Vi, então, ao redor de mim, uma centena de criaturas amigas, minha mãe pela frente, e dezenas de amigos e confrades que me haviam precedido na passagem de plano. Eu sei que a morte, diremos assim, é para cada um a seu próprio modo, pois é a Lei que confere a cada qual tecer esse modo. O Apocalipse fala em uma segunda morte, e muitos são os que a experimentam, infelizmente. São os que saem da vala carnal e chafurdam nos abismos de treva! Como lembrete, apenas como lembrete, afirmo que muito podem certos pequeninos esforços em prol do bem e da sabedoria. O Céu não quer dores, mas sim obras decentes. Não quer sacrifícios, e sim caridade, deixou explícito o Divino Modelo. Eu apelo no sentido de que se façam

Livro_CRISTOv6.indd 215Livro_CRISTOv6.indd 215 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Osvaldo Polidoro esforços pelo bem e pela sabedoria, pois apelar para a dor é obra que só cumpre levar a cabo em extremos de situação, sendo respeitável apenas quando em tempo de missão. De outro modo, convém apelar para outros meios, que os há e bastante. É suficiente, para tanto, se apele aos melhores galardões da inteligência e do amor, do que se façam ainda concessões aos sistemas viciosos, antiquados e comprometedores, capciosos e detratores da Ordem Superior. O homem foi emitido do Supremo Espírito, a fim de atingir o marco final da plenitude espiritual, fazendo escalas intermediárias nos portos do bem e da sabedoria. Apelar para a dor só é nobre em certos casos, sendo em outros apenas ação deprimente, quando acontece de não haver aceitação prática para aquilo mesmo que se tecem louvores teóricos. Isso é coisa muito triste, porque revela falta de sinceridade! Minha mãe, abraçando-me e derramando felizes lágrimas, tecendo comentários lavrou sentença de ordem moral: — Meu filho, você trilhou o caminho do bem e dos aprendizados sadios. Não tivesse feito isso e estaria, a estas horas, em lugar trevoso, quem sabe de muito sofrimento. Quanto me compra-

Livro_CRISTOv6.indd 216Livro_CRISTOv6.indd 216 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Uma visão do Cristo zo na sua obra, meu querido, por haver semeado o bem, por haver deixado no mundo uma colméia de felizes obreiros... Há de ver, a receber as bênçãos que lhe enviam os que lá ficaram... São preces, são pensamentos de gratidão, são amores que se chegam pelos caminhos do éter... Não é mais e melhor do que aquilo que vem das tramas do erro, da negação, do egoísmo, da inveja, da mentira, das sanhas mundanas em geral?... — Compreendo, mamãe. A paz e a sabedoria se convertem em aumentos de paz e de sabedoria. E Deus não teria feito coisa alguma para o mal. Logo, algumas convenções ditas religiosas devem andar em erro há milhares de anos... Mas eu sinto um sono impossível... Eu necessito dormir... Aquela sonolência me invadia por completo e eu não via porque não me entregar a ela. Num lanço venturoso, senti-me alçado ao espaço e flutuando como se fosse um floco de aragem divinizada. E foi só o que pude saber de mim, naquele dia. Quando acordei, no dia seguinte, estava levíssimo, são e feliz.

Livro_CRISTOv6.indd 217Livro_CRISTOv6.indd 217 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Osvaldo Polidoro

Livro_CRISTOv6.indd 218Livro_CRISTOv6.indd 218 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Uma visão do Cristo Que se deu comigo, a seguir? Compenetrei-me, e nada mais, das leis que regem as vidas e seus fenômenos, que as fazem livres, ou que as tornam agrilhoadas a mil e uma contingências, quando ignorantes de que sagradas são as finalidades de que maravilhosas são as colheitas do bem. Muitos outros me precederam nos relatos, sendo esta série, que é a maior havida no mundo até ao dia de hoje, constituída de muitos livros. Quem quiser saber do que tratei a seguir, dos meandros a que me entreguei, a fim de saber e me aplicar nos serviços de solidariedade, entre um plano e outro, busque ler aquilo que outros vazaram nessas obras. O Céu, até certo ponto, já foi bem exposto. Resta é saber, de fato, até onde quererão os nossos amigos da Terra, os encarnados, atender aos

Livro_CRISTOv6.indd 219Livro_CRISTOv6.indd 219 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Osvaldo Polidoro seus apelos. Não pensem por ventura, que estes escritos tenham saído de nossos direitos de veleidade, apenas, ou das tendências literárias de que os tornou apresentáveis em formas de livros. Há que saber entrever, nestas obras, o mandado superior, a determinância da Diretoria Planetária. É hora, e na hora tudo foi programado, articulado e vazado, para que as profecias do Cristo, feitas há dois mil anos, não ficassem esquecidas, sem efetivação. Depois de avolumadas revelações, e de se terem repetido vezes sem conta os mesmos ensinos, variando de eras, de continentes, de raças, de povos, cumpria fossem reveladas as verdades de aquém túmulo. Isso é que se fez, até onde se pode, até onde houve ordem de se fazer... Não foram buscados, para os relatos, se não homens do povo aqui dos países da morte. O alto e o baixo foram expostos ao natural. O que mais há, e é muito, em matéria de altos e baixos, em tempo virá, como em tempo veio isto. Cumpre, a cada um em particular, e a todos em geral, a compenetração da Verdade. Pela pobreza do homem, em provisões de ordem espiritual, não responde o Céu. Ele é o Mestre que aparece, assim se revele pronto o discípulo... Atendam bem para isto — não falamos em

Livro_CRISTOv6.indd 220Livro_CRISTOv6.indd 220 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Uma visão do Cristo nome de seita qualquer, que não as esposamos; nem para tanto foi-nos lembrado o quer seja; falamos em nome da Verdade, que nos brandões de si mesma paira acima de cogitações divisionistas. O Cristo, em sua função de obreiro do Batismo de Espírito, veio lançar o gérmen da unificação religiosa, em torno da Verdade, e no âmago dela, não em conciliábulos de homens facciosos, que procuram fazer da fé um meio de rendimentos profanos, uma força de eternização conchavista e amoral. As forças orgânicas do Universo serão abaladas, a fim de que suas células o sejam. As células que importam ao Céu, quem são? São os espíritos. São as criaturas. E as criaturas saíram do Espírito Total, de Deus, da UNIDADE SAGRA- DA! Não saíram de mil e um divisionismos... Pela ordem, falando do Céu e da Terra, falamos do homem e de todos os seus direitos e deveres. Nesta época transitiva, repetimos a palavra-prece de um obreiro humilde; e a repetimos, porque lembra ela as três forças superiores do homem — a natureza divina, o poder mental e a consciência espiritual. Ei-la: “Sagrado Princípio do Universo, fundamento de tudo e todos. Pela lei profunda do pensamento, a Ti nos dirigimos, no templo sagrado da cons-

Livro_CRISTOv6.indd 221Livro_CRISTOv6.indd 221 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Osvaldo Polidoro ciência, a fim de que, unidos em anseios de paz e justiça, possamos merecer a assistência espiritual de que carecemos. Graças a Jesus Cristo, Medianeiro Divino, queremos ser dos serviços de fraternidade entre encarnados e desencarnados, entre os que têm para dar e os que necessitam receber. Dá-nos, Senhor, acesso às fontes do Amor e da Sabedoria, para que possamos, sabendo, sentir, e sentindo agir. Queremos ser Teus apóstolos, desejamos ser úteis aos serviços de construtividade espiritual. Inspira-nos, Senhor Jesus, uma vida de paz, de sabedoria, de perdão e de tolerância. Dá-nos a oportunidade de conhecer e sentir o sentido moral da vida! Dirige nossos passos às fontes dos eternos bens! Fazei, Senhor, que as falanges do Bem nos assistam, a venham em demanda de nossas aspirações venturosas! Seus ensinos se converterão, em nossos imos, em elementos de superior consciência intuitiva dos deveres. Nesta hora cíclico-histórica, quando o mundo mental humano transita de um tempo-civilização para outro, fazei que os sinais do Consolador espraiem por sobre toda a humanidade, a fim de que ela saiba, creia e se melhore nas obras de cada

Livro_CRISTOv6.indd 222Livro_CRISTOv6.indd 222 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Uma visão do Cristo dia. É chegada a hora histórica, Senhor, de uma renovação cíclica. É de Teus amorosos Mensageiros que necessitamos a presença benfazeja. Consoante Tua promessa, através deles teremos fiel testemunho da Verdade que livra! Fazei, Senhor, que pelas bençãos do Batismo de Espírito, a humanidade se transforme num reinado de paz e ventura. Se um dia, para solver a celeste promessa, banhaste com Teu sangue inocente um madeiro crucial, em outros dias, nos tempos da confirmação, permiti aos homens de bem, aos continuadores de Tua Obra, o poder concretizador, a assistência dos obreiros do Amor e do Saber”. Deus é a UNIDADE ORIGINÁRIA, assim como os Cristos Planetários são a UNIDADE ADMINISTRATIVA dos mundos. Se o Cristo deste planeta, vindo como homem, se valeu de poderes internos desabrochados, para sintonizar com a UNIDADE SAGRADA, ou Pai, como a chamava, e vazar-lhe a realidade, que devem fazer os homens, Seus discípulos? FIM

Livro_CRISTOv6.indd 223Livro_CRISTOv6.indd 223 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Osvaldo Polidoro

Livro_CRISTOv6.indd 224Livro_CRISTOv6.indd 224 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Uma visão do Cristo A SÉRIE DO CÉU Que é morrer? Como se prolonga a vida nos planos erráticos? Qual a estrutura da vida além do túmulo? Que é o Céu? Que são as zonas de trevas? Como agem as falanges socorristas? Que serviços prestam os Centros e Grupos que trabalham conscientemente? A chamada SÉRIE DO CÉU, constituída de mais de vinte e cinco livros ou narrativas sobre a continuidade da vida além do túmulo, tem muito a dizer a respeito das questões acima expostas, e miríades de assuntos correlatos, tudo focalizado através de casos individuais, verdadeiros romances vividos, onde seus personagens demonstram que o Céu a ninguém é dado de graça, de favor, mas sim oferecido em potencial, em elementos, e que à custa de esforços deve ser edificado na intimidade. Essa a razão de ser chamada a SÉRIE DO CÉU, pois trata de ambos, do interior e do exterior, da complementação. Jamais o mundo teve revelação como essa, retrato fiel tão vivo e amplo das verdades astrais. Não bastasse a essência de tão vasta e penetrante obra, ainda restaria a vantagem de estarem presentes, relatando feitos, alguns dos algozes do Calvá-

Livro_CRISTOv6.indd 225Livro_CRISTOv6.indd 225 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Osvaldo Polidoro rio, de elementos que tomaram parte no martírio

de João Huss, e outros que estiveram presentes aos trabalhos preparativos da Codificação, durante a vida de Kardec. UM ATEU ALÉM DO TÚMULO REENCONTRO NO CÉU A CAMINHO DO CÉU QUE FIZESTE DO BATISMO ÀS MARGENS DO MAR MORTO CONFISSÕES DE UM PADRE MORTO CONSIDERAÇÕES DE UM ANJO DA GUARDA UM MÉDIUM DE TRANSPORTES CARLITO NO CÉU ASPECTOS ERRÁTICOS UM PROFETA DE ISRAEL CONSOLADOR, O UNIFICADOR RELIGIOSO RÉUS DO CALVÁRIO NAS REGIÕES INFERIORES DO ASTRAL ROMANCE NO CÉU ESCALANDO A GLÓRIA

Livro_CRISTOv6.indd 226Livro_CRISTOv6.indd 226 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Uma visão do Cristo VERDADE E NÃO FANATISMO REMORSOS E EXPIAÇÕES O GRANDE SINAL COM OS OLHOS DA ALMA UMA VISÃO DO CRISTO SEMPRE A LEI JUSTIÇA DIVINA LEIS, CAMINHOS e VIGILIAS, ETC. São essas obras, caro leitor, que cumpre serem lidas, a fim de que os planos erráticos te sejam do conhecimento, preparando-te para aquele dia, que por certo virá, quando deixares a Terra das formas densas e dos pensamentos obstrusos, dos conceitos rampeiros e das vivências animalizadas.

Livro_CRISTOv6.indd 227Livro_CRISTOv6.indd 227 21/09/21 10:4121/09/21 10:41 Osvaldo Polidoro

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.