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Capítulo 8 de 15
Filosofia da — parte 8 de 15
Filosofia da Mediunidade IV · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez
Pontuais nas suas tarefas, sacrificam os gozos materiais para desempenhar melhor sua missão. Desligam-se sempre dos vícios e hábitos perniciosos, são dedicados à oração, encontrando nela a força que, por vezes, lhes falta nas lutas. Médiuns seguros: Médiuns seguros são os conscientes dos caminhos que devem seguir, procurando com contentamento aperfeiçoar mais as suas atitudes. Respeitando todos os outros médiuns, têm, por suas faculdades desenvolvidas, um trato de profundo amor, não admitindo deslizes na sua mediunidade. O médium sério facilita a comunicação com Espíritos do mesmo tipo de vida; no entanto, não se pode dizer que, de vez em quando, venham Espíritos brincalhões assediá-los.
São testes para um esforço maior no campo da seriedade. Que Deus os abençoe cada vez mais nessas atitudes de amor. Encontramos em Tiago, capítulo cinco, versículo oito, a seguinte informação para o equilíbrio das forças mediúnicas: sede vós também pacientes, e fortalecei os vossos corações, pois a vinda do Senhor está próxima. Os médiuns pacientes no bem comum, aqueles que persistirem até ao fim das lutas com as trevas da ignorância, esses estarão fortalecendo os corações para a grande visita do Senhor e, ainda mais, Ele anuncia que ficará em cada um eternamente. Capítulo 28 DOIS COMPANHEIROS LM - 2* parte Cap.
XVI-197 Na conceituaçáo de Erasto sobre a mediunidade, notar- -se-á o esforço feito por ele para apresentar vários meios de educação da faculdade mediúnica, o que corresponde aos interesses da moral evangélica. O seu passado, em companhia de Paulo de Tarso, na era cristã, o dotou de grandes qualidades e experiências inúmeras, como o andar sob a influência dos benfeitores espirituais e, com tal experiência, passa para os homens seus conceitos luminosos. O estudante dos livros da codificação, principalmente "O Livro dos Médiuns", encontra, no perpassar das páginas desse compêndio de luz, a marca do seu interesse em ajudar aos candidatos a médiuns, ou ao desenvolvimento dos seus dons aflorados. Sempre aparece Erasto trazendo a sua nota harmoniosa, oferecendo uma direção primorosa para os caminhos pelos quais devem trilhar os medianeiros. Erasto fala que os maus médiuns sofrerão as más conse- quências do seu abuso.
A lei é como que escola que repreende o aluno, para que esse aprenda as lições e coloque em prática os conceitos luminares da vida.. A medi unidade se espalha em toda a Terra como o relâmpago corre como luz na extensão dos céus. Os relâmpagos significam avisos de que está próxima a chuva, e a mediunidade bem orientada são relâmpagos de Deus anunciando chuvas de entendimento para a humanidade. Aqueles que, por ignorância, resolverem malbaratar os dons que lhes foram entregues por Deus, podem se perturbar nas tempestades engendradas por eles mesmos, com reparo prolongado. Mas, os desequilíbrios são passageiros; somente a harmonia tem o selo da eternidade, porque Deus é harmonia.
São muitos os Espíritos coadjuvantes da obra basilar da mediunidade, porém, Erasto e Sócrates se entregam mais assiduamente, para maior segurança dos dons mediúnicos, por ordem do próprio Jesus, em se rasgando o véu de muitos segredos sobre as comunicações dos Espíritos, de modo que a mediunidade fique mais livre, fundindo um mundo no outro para a alegria e felicidade dos Espíritos, na carne e fora dela. O Espiritismo teve um nascimento diferente das outras religiões. A sua existência veio mais diretamente dos Espíritos, por uma plêiade de Espíritos superiores, por ordem da Divindade, para estabelecer a existência do consolador prometido por Jesus, dando nascimento a um instrutor sobremodo qualificado, como sendo o amor do Mestre, na construção do bem que nunca morre. Deparamos, assim, em "O Livro dos Médiuns", com Sócrates, nome respeitável nos bastidores da filosofia antiga, que se expressa com vantagens sobre a moderna. É um Espírito que já apresentava uma tranquilidade imperturbável de consciência, mesmo diante da morte, quando foi condenado a ingerir cicuta, na entrega da vida física, em se sustentando a VERDADE.
Admirável personagem, ele fala do quadro das diversas mediunida- des apresentadas no livro em estudo, como sendo grande ajuda para todos os sensitivos e para todos os estudantes, porque por ele conhecer-se-ão as prováveis companhias espirituais, analisando os pensamentos que surgem na mente e os impulsos do próprio coração. A natureza dos medianeiros mostra com quem ele anda no percurso da sua vida. O esforço próprio não deve faltar em nenhum deles, trabalhando em todos os sentimentos e criando formas novas para vida nova em Cristo. Os ensinamentos que levam às variadas posições da me- diunidade, mostram aos médiuns sinceros como melhorar mais e, aos defeituosos, como passar por uma corrigenda, modificando a sua vida para obter comunicações elevadas. Todas essas variedades de mediunidade se multiplicam como por encanto, em se servindo de semente de luz, para a claridade de todas as consciências, sem distinção.
A mediunidade educada faz lembrar Nosso Senhor Jesus Cristo na sua mais alta missão, onde o amor transforma todas as paixões humanas em ouro vivo da espiritualidade superior. O médium equilibrado e consciencioso pode ter muitas faculdades ao seu dispor, no entanto, sempre tem uma que comanda seu destino, fixando nela seu dever maior. Desta forma, aperfeiçoa com mais intensidade o dom de ouro que Deus lhe deu, como porta para a luz. Quanto aos sofrimentos impostos aos médiuns honestos e sinceros, seus autores pagarão caro e serão oprimidos pelo ciúme e pela inveja. Eis o que Jesus sofreu neste sentido, narrado por Lucas, no capítulo vinte e três, versículo vinte e cinco: Soltou aquele que estava encarcerado por causa da sedição e do homicídio, a quem eles pediam; e, quanto a Jesus, entregou à vontade deles. 0 espirita, e prindpalmente os médiuns verdadeiros, são perseguidos e trancafiados nas prisões de toda ordem, libertando- -se os malfeitores porque o povo, o próprio povo, pede isso pela vida que leva.
A conduta humana são vozes que serão atendidas pela lei dos semelhantes, mas, quem insistir no amor até ao fim, terá a glória da paz de consciência, com muita alegria no coração. Capítulo 29 DESPERTAMENTO MEDIÚNICO LM -2* parte Cap. XVI-197 Muitos buscam aqui e ali, usando todos os meios para saber se são médiuns, com essa ou aquela mediunidade aflorada, buscando sinais físicos que possam indicar, segundo eles, a existência da faculdade mediúnica, ou a confirmação de dons que pretendem colocar em evidência. Nos dias atuais, existem até aparelhos sensíveis que consultam, por intermédio dos homens, sobre qual o grau da sua sensibilidade mediúnica. Tudo isso pode ser falho, diante da realidade espiritual. O melhor modo para saber se uma pessoa possui essa ou aquela mediunidade, é ela analisar a si mesma.
Sua sensibilidade psíquica é que lhe fala das suas faculdades, e o melhor meio de confirmação é a experimentação. Contudo, por vezes se é avisado, se esse for o caso, pelos guias espirituais. Quanto mais seguros moralmente, quanto mais reconhecidos pelo tempo de trabalho no amor, mais condições terá o médium de certificar-se da verdade. Porém, tudo é sempre confirmado pela própria criatura. É pelos frutos que se reconhece a árvore.
Exercitando a mediunidade, ver-se-ão as suas qualidades pelos benefícios prestados na amplitude da coletividade. A alma, tomando um corpo físico, já nasce com a mediuni- dade, e a honestidade a inspira a educá-la nos moldes que ensina a codificação da Doutrina Espírita. A mediunidade cresce com o exercício, não obstante serem demoradas as etapas, mas a natureza avança alicerçada na intimidade da alma, assegurada na sua disposição. A vontade é prece que atrai a mesma qualidade de Espíritos a que correspondem os sentimentos espirituais elevados ou eivados de paixões inferiores. Os benfeitores espirituais testam os médiuns que provam a sua segurança pela persistência no bem e na procura do aperfeiçoamento das suas qualidades psíquicas.
O medianeiro bem avisado em Cristo nunca deve alimentar ciúmes de outros médiuns nem querer colocar seus dons em evidência para se mostrar e, muito menos, defender-se dos ataques dos que têm prazer em ofender. Não deve expor seus valores medianímicos em comparação a outros, pois essa intenção é impulso, em silêncio, da vaidade, que deve ser cortada nas suas primeiras mostras. Se tens alguma faculdade, não a demonstres para que os outros admirem. Assim deve ser com o amor, a caridade e a própria fé. Se tens uma conduta melhor do que alguém, não procures demonstrar; a exposição de qualidades desmerece as mesmas.
Vive espontaneamente dentro do amor puro, que a natureza está encarregada por Deus de dizer quem és, pelos processos que ela bem entende. Nunca queiras mostrar o que não és; a ilusão já teve seu tempo, quando eras ignorante. Procura a verdade, que ela carrega consigo a força libertadora, capaz de mostrar à vida a sua persistência como agente de Jesus, na difusão da pura fraternidade universal. Tem na mediunidade um instrumento divino, de sorte a acender a luz, mas só serás agraciado por ela quando, pela boca do exemplo, ela fala em alta voz, como disse o Cristo: "Eu Sou a Luz". Se queres saber se és portador de alguma mediunidade, o melhor caminho é, pois, a experimentação em casas sérias, e assistido por pessoas sérias, desde quando não te esquives da sinceridade.
Mediunidade é dom natural, que se manifesta nas crianças, nos jovens e velhos, em toda as nações do mundo e em todas as posições da Terra, sem falar em todas as escalas dos Espíritos desencarnados. É comum no meio dos índios, e nunca faltou nas tribos africanas, assim como é comum entre os camponeses, atingindo todas as classes da sociedade humana. Ela é universal. E aconteceu que, enquanto ele orava, a aparência do seu rosto se transfigurou e suas vestes resplandeceram de brancura. (Lucas, 9:29) Se Jesus sentia necessidade de orar, quanto mais nós, e principalmente os médiuns. Jesus o fazia quando ia se comunicar com o Pai.
A prece abría caminho livre para as suas conversações. Porém, o medianeiro, para se comunicar com os benfeitores espirituais, deve proceder da mesma forma: usar a oração formadora de ambiente para melhor intercâmbio com os Espíritos, utilizando esse ambiente superior para um melhor despertamento dos dons em apreço. Capítulo 30 DIFICULDADES LM - 2* parte Cap. XVI-198 Mediunidade é coisa séria em todas as áreas da comunicação. Há um grande interesse em desenvolver as faculdades para alimentar o amor próprio e a curiosidade, em se verificando no mundo espiritual o estado dos parentes desencarnados.
Convém, a todos os médiuns em exercício e espiritas, buscar na doutrina motivos de educação dos sentimentos e instrução em relação às leis espirituais, que pairam em toda a criação, vigiando e dando enfoque à harmonia da vida. Buscar mensagens dos que já partiram pode criar problemas para os que vieram para cá. Nem todas as condições são legítimas para as devidas comunicações; podem ser inconvenientes tais conversas e o melhor é acontecer tudo espontaneamente. A pressão que muitos exercem sobre os médiuns, de pessoas querendo receber noticias, que no fundo não têm muita importância, é demais. As notícias que os mortos podem enviar como sendo amparo para todos e estímulos aos corações, já estão nos livros da codificação e nas inúmeras mensagens saídas do mundo espiritual, que são respostas às indagações íntimas sobre a verdade.
Notamos muitos médiuns, em várias áreas de trabalho, esquecendo as faculdades para atender pedidos, servindo como noticiaristas de Espíritos ainda apegados a paixões inferiores, os quais somente o tempo se encarregará de despertar. Acontecem muitas mistificações visíveis, pressionando-se comunicações indevidas, por falta de sinceridade do medianeiro. As pessoas que chegam constantemente às casas espíritas, devem receber orientações, e a primeira deve ser para o trabalho, a segunda e a terceira também. Nesse clima, a sua maturidade vai chegando e, dentro do trabalho e do estudo, passa-se a compreender o objetivo sagrado da Doutrina Espirita. A mediunidade dentro do Espiritismo náo é para satisfazer curiosidade de ninguém, nem para alimentar vaidade de pessoa alguma; não constitui ambiente para o orgulho das criaturas, mas é para traçar diretrizes, orientando a educação humana para a busca do amor.
A época das evocações já passou. Já sabes bastante no que tange ao dever como encarnado. Não é preciso somente saber: é imprescindível aplicar o pouco que sabes, nos dias que correm, em se estabilizando a harmonia na mente e a tranquilidade na consciência. A evocação nos momentos que escrevemos é aquela que a criatura faz com o modo que ela vive, e que se chama exemplo. Muitas pessoas desejam falar com Espíritos altamente evoluídos, no entanto, a sua conduta está dominada pelas paixões inferiores.
Como pode, por lei, ser atendida? Qual o Espírito que virá atender, por força da semelhança? Não deves brincar com mediunidade; ela é força cuja direção somente a sintonia pode dar. Atraímos pelo que somos na pauta da vida. Todas as dificuldades surgidas nos caminhos do medianeiro devem ser vencidas com persistência e moderação, ativando os esforços próprios e na seleção de valores, sem esquecer as advertências do Evangelho, para orar, mas vigiar constantemente.
Os buscadores de fenômenos no Espiritismo, quase sempre, abandonam a Doutrina, por invasão das dúvidas oriundas de muitas outras explicações teóricas. Deves ingressar na Doutrina Espírita por maturidade, fugindo sempre do fanatismo. Ela não é uma doutrina que se restringe a um lar, nem a uma seita ou nação. É formada de conceitos universais, fundamentados nas leis eternas, compatíveis com o amor de Deus. Não deves te firmar na filosofia espirita por causa de médiuns, que são passageiros, de grupos que podem se dissolver, de fenômenos que mudam, de notícias que se esquecem, de interesses materiais que empanam a visão da vida.
Deves procurar o Espiritismo para dilatar o amor e a conscientização dos deveres perante os compromissos assumidos ante a paternidade universal. Paulo escreveu a Filemom, no capitulo um, versículo vinte, de sua epístola: Sim, irmão, que eu receba de ti, no Senhor, este beneficio. Reanima-me o coração em Cristo. A interseção sempre vem em favor do médium sério por muitas formas. Os benfeitores espirituais estão ligados com os de boa vontade que buscam sem interrupção a harmonia para a sua vida, de modo que ela irradie o amor e a caridade.
Capítulo 31 EXERCÍCIO E MEDIUNIDADE LM - 2* parte Cap. XVII-203 O Espiritismo nasceu com alguém se servindo de médium. Sem o intercâmbio mediúnico, como haveria comunicações dos Espíritos? Na época em que começou a surgir a Doutrina Espírita, floriu o incentivo em muitos países, para o desenvolvimento da mediunidade, e nessa avalanche de comunicações vieram mensagens, de cujo conteúdo Allan Kardec se fez esquecido, porque poderia descambar para o terreno das ilusões, ou ser tido como esporte, para o lazer dos acostumados com os divertimentos. Vários métodos de exercícios físicos de relax, e mesmo de jejum e meditação visando a aumentar os poderes mediúnicos, ou fazendo aparecer faculdades em quem não as possuíam, tornavam- -se caminhos das calamidades ilusionistas.
Vejamos bem que os Espíritos inimigos da luz poderiam levar ideias louváveis, como as da Doutrina Espirita, para a desmoralização dos dons imperecíveis da alma. No entanto, com os devidos cuidados, o codificador, chamado em boa inspiração de "Bom Senso", rejeitou definitivamente esses enxertos ao Espiritismo, lembrando que o dom é espiritual, que o médium é o Espírito e não o corpo, porém, que este último nasce com a disposição favorável às faculdades, que muito ajuda neste intercâmbio. O que queremos enfatizar, para ficar bem claro, é que não há exercício do corpo físico, e nem mesmo moral, para desenvolver ou fazer aparecer mediunidade nas criaturas. A conduta elevada não faz médium, porém, dá diretrizes às pessoas que a possuem, e Espíritos daquela mesma intenção encontram sintonia com o medianeiro para se comunicar através dele, assim como o médium que alimenta determinadas paixões inferiores, atrai para junto de si Espíritos da mesma índole espiritual de inferioridade. Atraímos o que somos, e somos o que atraímos.
Os dons, todos os temos, uns mais acordados, outros adormecidos. Cabe a cada um exercitá-los, acrescendo-lhes os seus valores, e a Doutrina dos Espíritos é força que acorda esses valores, sendo capaz de mudar a direção dos sentimentos, quando a alma deseja melhorar. Infelizmente, existem muitas comunidades que se intitulam espiritas, que quase nada têm de Espiritismo. Propõem meios extravagantes de desenvolvimento da mediunidade, onde somente nascem fanáticos, envolvidos por Espíritos dos mesmos sentimentos. sujeitos a empanar cada vez mais a visão verdadeira para os reais postulados da Doutrina Espírita. Em primeiro lugar, temos de dizer que o Espiritismo é a revivescência do Cristianismo e, sendo o Cristo voltando, como prometeu, haverá de reforçar os mesmos conceitos de vida na fonte pura do amor e da caridade.
Vender os dons é desconhecer a verdade, e trocar os mesmos é tornar-se morto, mesmo estando vivo. Não deves pensar em favores, estribando-se na mediunidade, mas exercê-la por amor, em função da pureza da doutrina, sentindo o dom por excelência, a caridade, desejando ser médium, por ser médium. Anunciar a mediunidade é estender a vaidade e o orgulho. Antes de pensares em mediunidade, compadece-te de ti mesmo, e educa teus impulsos que te podem levar em direção ao egoísmo e à má fé. É preciso invocar os bons Espíritos no exercício mediúnico, contudo, em primeiro lugar deves exercitar a boa conduta, a conduta cristã, para que os Espíritos iluminados encontrem ambiente para o devido intercâmbio, onde sempre podem falar de Jesus, vivendo Jesus.
Na carta aos Efésios, no capitulo cinco, versículo vinte e sete, temos a confirmação das diretrizes para um bom médium a serviço do Cristo. Ei-la: Para apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem cousa semelhante, porém santa e sem defeito. O trabalho que deves fazer na tua "igreja", que é teu mundo íntimo, é tirar todo o joio, toda erva daninha, deixando o trigo divino florescer sem nenhuma ruga de perturbação, nem defeito algum. A mediunidade perfeita mostra um cristão puro, onde deve se refletir a luz da verdade, do amor e da benevolência. O exercício que deve ser feito todos os dias é o do amor, em junção com a caridade, visando a todas as criaturas.
Capítulo 32 CONTENTAR-SE LM - 2* parte Cap. XVII-218 Como já descrevemos nas páginas anteriores, a mediuni- dade carrega consigo uma variedade imensurável de qualidades, nas quais podes observar a tua, sem, contudo, invejar a do outro, só porque tem ele maior expressão no quadro das faculdades. Se a tua mediunidade é de psicografia intuitiva, avança na tua tarefa e não queiras desenvolver a psicografia mecânica que outro possui. O teu esforço não passa de esforço. Aperfeiçoa tua faculdade e serve-te dela para servir com amor.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.