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Capítulo 14 de 15
Filosofia da — parte 14 de 15
Filosofia da Mediunidade IV · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez
Aquele que transgride a lei, recebe o justo castigo pelas próprias leis. As leis da Terra nos mostram as do céu. Começa a praticar o respeito às leis ainda no chão em que vives, nas lutas do dia-a-dia, que será melhor para ti quando estiveres fora do corpo. Capítulo 52 EXERCÍCIO MODERADO LM - 2* parte a Cap. XVIII-221-3 No surgimento da mediunidade à luz do Espiritismo, ela foi atacada por todos os meios, por notarem os contraditores que, pelos canais mediúnicos, poderia a humanidade conhecer mais de perto a verdade.
Se ela serve de canal para os Espíritos em desequilíbrio, certamente que, pelos processos mediúnicos, poderão falar também os benfeitores da espiritualidade. É conveniente que o uso dos dons seja educado e disciplinado, correção essa que o Evangelho nos dá amplo ambiente na solidificação do amor. A moderação na mediunidade é segurança para todos os médiuns. O dom da mediunidade é amplitude dos valores da alma, e não podes ser desleixado. É importante conhecer os fundamentos do intercâmbio com os Espíritos.
Depois de conheceres os perigos, procura saber e aplicar as leis de amor, convergindo para a caridade, começando em ti e estendendo-as aos outros. Uma casa espírita deve serdirigida por pessoas conscientes de todos os ângulos da mediunidade. As pessoas que chegam devem ser bem recebidas, mas, mais do que isto, bem orientadas. Uma casa espírita é, pois, uma oficina de trabalho, onde a recuperação é o fruto dos exercícios no bem. Antes de falar em mediunidade com o candidato a médium, caso ele toque nesse assunto, que se o esclareça de que o dever de quem começa numa doutrina é aprender, reconhecendo as leis espirituais, é educar-se e instruir-se.
Sentar-se diante de uma mesa, em busca de desevolvimento da mediunidade sem conhecer seus fundamentos, é colocar um pé no abismo, é desequilíbrio das forças já em confusão. O aparelho mediúnico, para ser bem recebido e bem usado, necessário se faz estar em harmonia, é preciso que tenha paz na alma. O médium, quando sente alguns sinais de fadiga, deve abster-se do exercício mediúnico, compreendendo que a moderação em tudo é a chave da paz. O exagero, em tudo, é porta para o desespero. A Doutrina dos Espíritos está tomando novos rumos.
Antes, era somente o interesse em desenvolver médiuns, e os que frequentavam queriam mostrar seus dons e presenciar fenômenos. Hoje, há muita diferença; muitas pessoas sentem que o Espiritismo tem objetivos especiais, como educar as criaturas e fazer com que elas entrem nas escolas onde o amor e a caridade são a pauta dominante. Até mesmo na prática do bem, a moderação é luz, para a estabilidade do amor. O fanatismo é monstro que se encontra sempre espreitando os iniciantes na doutrina. E preciso muito cuidado, para alcançar o equilíbrio.
Um centro espírita é uma escola, onde funcionam todos os cursos de educação moral das criaturas e mostra moderadamente a ciência da vida. Os distúrbios em alguns médiuns vêm da ignorância das leis naturais, quando sua intenção é somente desenvolver mediunidade, sem conhecer os caminhos que devem ser trilhados, da moral evangélica e do saber espiritual. Convém que todos os candidatos à mediunidade, que tenham esse dom aflorado, procurem uma organização onde a moderação, o amor e a caridade, sejam bem visíveis em todos os seus trabalhos. Sejam moderados no falar, moderados no pensar, moderados no agir. Que leiam e estudem sempre as obras basilares do Espiritismo, juntamente com çriaturas que entendem a doutrina, para um preparo edificante que lhes possa levar a paz interna.
E quando exercitarem seus dons, nunca devem esquecer a moderação, de maneira que o Cristo domine seus corações. Não se deve ser o que ainda não se pode ser. Meditemos sobre as palavras de Paulo aos Filipenses: Todavia, andemos de acordo com o que já alcançamos. (Filip., 3:16) Esta deve ser a tua soberana vocação: andar dentro do que já alcançaste. Cultivar o que tens, é caminho aberto para o melhor. Capítulo 53 HÁ PESSOAS LM - 2* parte S Cap.
XVIII-221-4 Há pessoas para as quais o exercício da mediunidade passa a ser inconveniente, pelo seu estado moral, e mesmo físico, em desajuste. A irritação emocional chega a ponto de trazer o desequilíbrio nervoso, capaz de levar o médium a certos distúrbios psicossomáticos. O trabalho mediúnico deve encontrar ambiente saudável, mente tranquila e vontade de servir bastante forte, mas, para tanto, é indispensável que o médium se eduque, compreendendo igualmente por que saber das coisas espirituais. Não é a moral cristã que faz o médium, mas é ela que mostra os caminhos elevados para que ele encontre a si mesmo, corrigindo impulsos e fortalecendo ideias nobres. As pessoas super-excitadas não se devem forçar no exercício mediúnico, a não ser quando a mediunidade é espontânea.
Mesmo assim, o trabalho requer moderação. As pessoas impressionáveis, é bom que mantenham o resguardo de todo e qualquer esforço anormal e busca das comunicações dos Espíritos. Pensa nos muitos outros trabalhos que existem na casa espírita e poderás abraçar outra tarefa que não seja a de comunicar-se diretamente com os Espíritos. Saibas que o amor e a caridade são forças mediúnicas com poderes de libertação de todas as criaturas. O que fizeres na organização a que pertences, faze-o com alegria e disposição de servir, que estarás exercitando a melhor das mediunidades.
Não te esqueças disso. Não fiques pensando que estás sozinho; em qualquer parte que estás caminhando, alguém se encontra junto, pela força da afinidade. Há casos em que se torna prudente evitar o exercício, para não piorar o estado das forças nervosas já em confusão; porém, o Espiritismo tem variados recursos, oferecendo outros meios de trabalho, quando, indiretamente, os benfeitores estão trabalhando no silêncio, dando sua cooperação em nome do amor. Mais uma vez vamos advertir os médiuns de que, quando sentirem o trabalho mediúnico envolvido em evidente fadiga, devem interromper, senão o desgaste aumentará e as consequências serão imprevisíveis. Ajuda-te ati mesmo, orando e vigiando sempre.
É comum encontrarmos medianeiros em decadência, por não conhecerem o momento de parar, para depois recomeçarem. Na verdade, os sinais são visíveis, como lâmpadas que se apagam e acendem, avisando do perigo. A moderação em tudo nasce em quem ora e vigia. A natureza usa de muitos recursos para amparar os de boa vontade. A mediunidade sem preparo é carro sem freio, e sempre há uma ladeira a descer.
Os recursos para a educação, nós os encontramos com abundância no Evangelho de Jesus e na codificação do Espiritismo, bem como nos muitos livros que dão sequência ao estudo da Doutrina Espírita. A mediunidade em si não tem nenhum inconveniente; ela é faculdade que desperta na intimidade da criatura para ajudar, servindo, educando e aprimorando, tanto quem busca quanto quem dá. O ar, a água e o sol fazem mal às criaturas? Podem fazer, se alguém abusar dos seus poderes. Aprendamos, em primeiro lugar, a moderação, para que o uso tome caminhos do saber e da prioridade em amar dentro da caridade com Jesus.
A codificação nasceu do exercício mediúnico, para educar a própria mediunidade. A filosofia da mediunidade nasceu pelos trabalhos mediúnicos, para dar rumos acertados aos médiuns. A ciência espírita nasceu com as faculdades mediúnicas em trabalho, para dar rumos novos à ciência do mundo. Não podes esquecer o bom senso em tudo que fazes. Eu porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais; e, sim, como a carnais, como a crianças em Cristo. (I Coríntios, 3:1) O médium é uma criança em Cristo, que deve falar as coisas de Cristo e ser canal dos servidores da espiritualidade maior, sabendo, pelo poder da fé, quanto e quando pode falar, sem fadiga nem exagero.
Capítulo 54 PRODUZIR LOUCURA LM-2* parte Cap. XVIII-221-5» A mediunidade não produz a loucura, por ser um estado de equilíbrio da alma, desde quando esta eduque seus impulsos inferiores, passando a instruir-se na ciência da vida, de modo a harmonizar todos os sentimentos que se geram no coração. Não há nenhum fundamento quando se fala que a mediunidade produz a loucura. Existe o desequilíbrio psíquico em todas as religiões e filosofias do mundo, em todas as ciências, de todas as gamas de saber, assim como naqueles que não pertencem a nenhuma destas. Os manicômios estão cheios de doentes mentais, os hospitais proliferaram em todo o mundo, abarrotados de doentes de todas as ramificações, sem que eles pelo menos conheçam o que é mediunidade.
Ao contrário do que dizem os contraditores do Espiritismo, é bom que se saiba que a Doutrina Espírita é uma força que ajuda a curar todas as enfermidades, por variados meios que ela possui, e o principal é a harmonia na mente, em se retificando a conduta da criatura. O homem educado passa a sofrer menos, pois não tem o ódio que gera a revolta, não tem o ciúme que gera a discórdia, não tem a dúvida que gera a inquietação, não tem o orgulho que gera a brutalidade, não tem o egoísmo que gera a tristeza, não tem a usura que gera a concuspicência. A educação espiritual, que tem a sua fonte no Evangelho, harmoniza todos os sentimentos e desperta o amor, qué é o centro de todas as virtudes. Efetivamente, podemos dizer que a mediunidade nunca gerou a loucura; ela, bem conduzida, cura a loucura, como também outras doenças do corpo e da alma. Não obstante, como em todos os exercícios, carece de disciplina sobremaneira ponderada, para que mostre ao médium, no silêncio da sua vida, que ele é um discípulo de Jesus, suportando os embates do tempo e tirando deles lições para enriquecer seu celeiro de experiências.
Convida-nos a vida, todos os dias, para uma auto-análise dos nossos feitos, a acreditar que nós, como Espíritos falando aos encarnados, estamos igualmente nesta escola, mesmo vivendo no plano espiritual. O nosso trabalho é intenso, no que se refere à melhoria de vida, e quem nos dirige bem visível é a nossa consciência, é uma voz que fala silenciosamente, mas que nos inquieta quando não é ouvida. Quem não cumpre os seus deveres, é atormentado por ela, como se fosse uma computação divina, à qual somente Deus tem acesso. Somente nós mesmos é que podemos aliviar, ou fazer parar, a gravação da sua condenação, mudando o nosso curso de vida. Eis o momento de aplicar os conceitos do Evangelho, cujas metas indispensáveis são o amor e a caridade.
O amparo para os médiuns espíritas veio à frente do Espiritismo, como socorro antecipado, que foi a codificação da Doutrina Espírita, para que os futuros instrumentos dos Espíritos encontrassem nas páginas ditadas pelos benfeitores as condições de se moralizarem, educando-se e instruindo-se no ritmo do bem comum. Fiquem sabendo os contraditares do Espiritismo, que ele, sendo fruto do amor, passa a ajudar aos próprios maledicentes, e coloca no meio deles fatos para que sejam compreendidos os fenômenos espiritas. É bom que todos se lembrem de que há um só rebanho e um só Pastor. Nós fazemos parte de um todo, somos todos filhos de Deus e vivemos em um mundo, cuja direção pertence a Nosso Senhor Jesus Cristo. Por que perder tempo em perseguições?
Por que salientar defeitos alheios? Por que dar vazão ao orgulho e ao egoísmo? A lei universal nos pede para darmos as mãos em um só ideal: o amor, porque ele é Deus com a roupagem desta virtude por excelência. O exercício do amor somente nos faz bem. Contudo, precisamos ouvir as coisas do amor espiritual e vivê-las, pois é a conduta que nos coloca em tranquilidade de consciência.
Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre a terra sem alicerces, e arrojando-se o rio contra ela, logo desabou. E aconteceu que foi grande a ruína daquela casa. (Lucas, 6:49) Os médiuns devem levantar a sua casa na moral de Jesus, edificação firme, para que os vendavais das provas, os distúrbios causados pelos inimigos da luz, não venham a perturbar sua missão de falar do Evangelho e de viver o Evangelho. Os fundamentos de toda loucura nos homens é falta de harmonia na consciência e de paz no coração. Capítulo 55 MEDIUNIDADE NAS CRIANÇAS LM - 2* parte Cap. XVIII-221-6» Há duas etapas na mediunidade a serem observadas: seu aparecimento natural e o seu desenvolvimento, pelos métodos da Doutrina dos Espíritos.
É bom que se saiba que a criança se encontra em formação e o seu organismo não pode ser agredido por emoções violentas. Forçar o desenvolvimento da mediunidade na criança, é tirá-la do seu natural, da tranquilidade comum em todas elas. Todos os espíritas são sabedores de que a mediunidade tem sua base no corpo físico; sendo assim, a criança já nasce ou não com essa predisposição, cujo desenvolvimento requer a paciência de esperar a formação mais concreta do corpo, para que os seus dons tomem direções mais seguras. A criança não deve participar de reuniões de desenvolvimento da mediunidade; mesmo que tenha algum dom aflorado, Os pais devem estudar a Doutrina Espírita, para entender como lidar com a criança médium, na sua mediunidade natural, sem contudo atrapalhar o crescimento espiritual da criança ou do jovem. Forçar o despertamento mediúnico na criança é perigoso, pois pode vir um desarranjo, tanto psíquico quanto no cérebro ou no sistema nervoso da mesma, com difícil reparo.
A criança está em formação, tanto física como moralmente, para que, no amanhã seja uma criatura de melhores valores. Quem observa uma criança no seu estado natural de ser, principalmente o espírita, sabe que ela está constantemente servindo de médium aos Espíritos familiares, principalmente ao seu "anjo de guarda". No entanto, não se deve forçá-la nesse exercício, por faltar nela a formação moral, a razão firme nos conhecimentos das leis. Ela se encontra em preparo para a vida. Quem entrega a uma criança a responsabilidade de uma cozinha, um escritório comercial, uma loja, um gabinete dentário, um laboratório ou um consultório médico?
Falta-lhe a formação nesse sentido, no entanto, ela está a caminho de todos eles. É o homem de amanhã. Na mediunidade, é o mesmo, ou, talvez, até com mais responsabilidade. É preciso maturidade, que até aos mais velhos pode faltar. Quantos médiuns tomam caminhos diferentes, embora tenham idade avançada?
Não é justo que coloquemos nas mãos das crianças responsabilidades que os adultos se esforçam para adquirir. Há inúmeros meios dentro da Doutrina Espírita de instruir as crianças: são livros, aula de moral cristã, trabalhos, enfim, variados modos de educá-las para o ministério de amanhã. Um bom espírita pode ter começado por ter sido boa criança. Os pais têm essa responsabilidade nos seus ombros, a de ensinar e de exemplificar o que fala com elas. Até mesmo a instrução espírita dada às crianças deve ser de acordo com o seu tamanho espiritual e idade.
A verdade é relativa em todos os reinos. Ela pode destruir e pode construir, dependendo do modo que se fala. A prudência é fator de muito interesse, no campo do ensino das crianças. Os pais devem sempre ajudá-las a orar, ensinar-lhes o valor da oração, corrigi-las quando empregarem mal a palavra, presenciar seus lazeres, dando tonalidade de amor e alegria a todos os seus divertimentos. Os grandes médiuns do passado e do presente foram crianças que o tempo e os benfeitores da vida maior ampararam, no sentido de deixar suas mensagens de amor, e os do futuro estão aí, como crianças, esperando o concurso dos adultos.
Jesus não foi uma delas? E, como criança, deixou Sua postura que encantou e ainda hoje sentimos segurança quando nos lembramos d’Ele. Sou grato para com aquele que me fortaleceu, a Cristo Jesus Nosso Senhor, que me considerou fiel, designando-me para o ministério. (I Timóteo, 1:12) Não é preciso se apressar em colocar as crianças no ministério da mediunidade, mas deixar seu crescimento natural, que os Espíritos encarregados desse crescimento cuidam bem das suas faculdades. Basta aos pais orar e vigiar e fazer o que estão encarregados, na disciplina moral e na educação, principalmente pelo exemplo de vida que levam, tomando o Cristo como Rota de Vida Deus como Guia para a sua libertação, pelo amor. Capítulo 56 FACULDADE ESPONTÂNEA LM-2* parte Cap.
XVIII-221-7« Não há inconveniente nas faculdades espontâneas em crianças, no entanto, é preciso que mesmo assim se tenha cuidados especiais no decorrer das suas atividades mediúnicas. O melhor é esperar a maioridade para o exercício da mediunidade. Convém salientar que a segurança está mais nos pais, que têm, além do dever, o direito de cuidar dos seus filhos em todas as circunstâncias. A faculdade no médium missionário geralmente se apresenta desde os primeiros anos de idade, contudo não se pode entregar à criança deveres mediúnicos em sessões públicas, como seja aplicar passes, tirar receitas, ou outro qualquertrabalho em que haja dispêndio de energia, que somente um adulto suportaria. Quando a faculdade se mostra na criança, é porque está em sua natureza, aflorando mesmo nos poucos anos de idade.
Não obstante, é como que uma plantinha que começa a nascer: ela precisa de cuidados para que vingue e possa florescer na esperança de bons frutos. Notemos nas crianças-médiuns que elas falam de visões, falam de sonhos, falam de Deus, com toda certeza e tão tranquila- mente que esses fenômenos não lhes afetam em nada, dando até muita alegria para elas e para quem as ouve. É importante não especular mais do que elas podem falar, não forçando a mente de quem está em formação para o futuro. Se queres saber, a faculdade espontânea, mesmo nos adultos, não deve ser forçada; ela é como uma canção espiritual que deve fluir da maneira que está nascendo. Deve-se apenas educar o médium e levá-lo ao saber gradativamente, sem criar distúrbios psíquicos.
É de se notar que a criança, depois do fenômeno que produz, o esquece logo. Por vezes, lembra-se quando precisa, sem, todavia, impressionar-se como é costume entre os adultos, ou comentar com os outros. O bom mesmo é que, ao se encontrar crianças dotadas de mediunidade, que se aconselhe aos pais a esperar mais a maturidade, porque toda segurança é pouca para maior amplitude da Doutrina dos Espíritos, que se expressa como a volta de Jesus. Há muitos meios de falar do Espiritismo para as crianças. Elas, com a mente sensível que têm, partem para o aprendizado com grande facilidade, no que tange à vida espiritual e à ciência da mesma.
No que se refere ao amor, as crianças se apresentam com mais facilidade em entender a caridade, do que mesmo os adultos. Cuidemos delas todos os dias, que elas são os espíritas do futuro, com missões maiores no desempenho da verdade. Jesus falou com sabedoria, quando quiseram impedir as criancinhas de ir ao Seu encontro: - "Deixai vir a mim as criancinhas." O divino Amigo sabia da facilidade delas em entender com naturalidade a Sua palavra. Jesus sempre se encontra presente por muitos meios, quando passamos a educar as crianças, ensinando a elas as boas maneiras de servir. Elas são sementes de Jesus semeadas na Terra.
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