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Capítulo 13 de 15
Filosofia da — parte 13 de 15
Filosofia da Mediunidade IV · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez
Cap. XVII-220-14 É certo que a mediunidade é dada ou, para bem podermos compreender, é despertada, por vezes em pessoas que, no nosso entender, não têm merecimento algum, nem responsabilidade de usar dons tão dignos de respeito. Quantos desses não encontramos vendendo e explorando de alguma forma os valores espirituais que possuem!? Têm o dom de curar e estipulam preço para a cura dos enfermos; têm o dom da vidência, e para exercer essa mediunidade cobram do consulen- te para escutar a palavra do guia sobre a sua vida; têm o dom de escrever e exploram a venda dos seus escritos; têm o dom do receituário e cobram por cada receita; têm o dom de imporás mãos na cura dos enfermos e por isso recebem recompensa. Isso, quando não mudam o nome da mediunidade, para extorquir dinheiro dos menos avisados sofredores. Esse é, realmente, o abuso da mediunidade. É o medí unis- mo indo para as feiras, para os consultórios e até para os lares. E o desculpismo é como que uma capa de proteção para o erro.
Esses médiuns se esqueceram e sempre se esquecem de dar de graça, o que de graça receberam. Alguém pergunta: por que esses irres-ponsáveis têm grandes mediunidades? Não se poderia entregar ou despertar os dons somente em pessoas sérias? Ocorre que esses é que são os doentes da alma; "os sãos não precisam de médicos, nem de remédios". São oportunidades cedidas a eles para melhorarem. Se ainda são crianças espirituais, a vida cuidará deles, ensejando tempo para serem aproveitados, e as reencarnações, as sucessões de vidas e mais vidas, as conse- quências desastrosas, levar-lhes-ão ao ponto de meditarem sobre o que fizeram com os seus valores espirituais. Quando formados na universidade do amor universal, voltarão a carne, despertados por maturidade, e passarão a entender, aplicando todas as suas forças no amor e na caridade.
Quando encontramos médiuns como verdadeiros missionários, que dão a sua vida para salvar vidas, respeitando as leis e amando indistintamente; quando encontramos medianeiros cujo desejo único é fazer o bem e que se alegram no perdão, renunciando a todos os bens materiais e as suas horas de descanso são entregues ao trabalho de benevolência, partindo o seu próprio pão com os famintos e dividindo as suas roupas com os nus, esses médiuns, antes, fizeram o contrário: tiveram o encontro com Jesus no coração, e o Espiritismo lhes deu o toque de escolhidos para a devida recuperação. Eles usam a mesma mediunidade, soerguendo-se pelas forças dos mesmos valores, mas dando-lhe direção cristã e acendendo o verdadeiro amor no centro de todos os sentimentos. Aos médiuns de hoje, nós concitamos: que aproveitem suas faculdades; elas são oportunidades para elevação da alma! Não fechem os olhos, nem tapem os ouvidos, porque não aproveitando a concessão e fazendo mau uso dos dons concedidos, as consequências são terríveis.
Certamente voltarão muitas vezes em outros corpos, para a reparação, para as correções, em direção ao sol da verdade. A mediunidade surge no mau e no bom, porque Deus é amor, dando a todos as mesmas oportunidades de ascensão. O uso destes dons de ouro fica a cargo de cada criatura. Escrevemos sempre mostrando caminhos e fazendo mais visíveis as leis de amor e de caridade, pedindo a Deus que todos compreendam o seu mandato, lembrando que mediunidade é luz, quando comandada pelo amor, e treva, quando comandada pelo orgulho e pelo egoísmo. O médium deve lembrar-se de que quem dá recebe mais do que deu, porque a fonte da dádiva está em Deus. Paulo, quando falava aos coríntios, explicava: Ora, aquele que dá semente ao que semeia, e pão para o alimento, também suprirá e aumentará a vossa sementeira, e multiplicará os frutos da vossa justiça. (II Cor., 9:10) No entanto, quem vende o que recebeu de Deus por misericórdia, e para a sua própria elevação espiritual, torce a verdade, desvia o amor, e desconhece a caridade.
Não sabemos o que há de ser dos vendilhões dos templos, fazendo das casas de orações mercados de vendas e trocas. Eles devem meditar no que estão fazendo, mesmo nos meios mais sutis de exploração, pois se encontram assinando promissórias para serem resgatadas no futuro, sujeitas a grandes correções na época. Capitulo 48 DESEJO DE ESCREVER LM - 2* parte a Cap. XVII-220-15 O desejo de escrever nem sempre é força da faculdade em despertamento. Pode-se ficar somente no desejo, por ter visto alguém exercitando esta mediunidade, e como quem vê olha, muitas vezes, com fundo vaidoso, enxergando a glória, sem observar os tropeços, acha que ele deve fazer o mesmo. É bom que todos saibam que mediunidade em função com o Cristo é trabalho, disciplina e sacrifício constantes. A faculdade medianímica nasce com a alma quando é de missão; uns a trazem como embrião, que o tempo e o esforço próprio vão desenvolvendo até a maturidade.
Quando dizemos que nasce com a alma, retifiquemos: nasce com o corpo que ela vai revestir, dada à força mediúnica ter raízes no corpo físico que o Espírito domina. Não é coisa que se faz quando se deseja, é bênção de Deus acordando dons espirituais. O intercâmbio mediúnico tem uma escala numerosa, como qualquer outro dom. e vai se expandindo do modo que a vontade de Deus lhe proporciona. Se não nasceste no mundo das formas com o dom de ser intermediário dos Espíritos, não há nada que desmereça teus valores espirituais, pois, abrem-se outros que te possam engrandecer do mesmo modo. Deves ficar atento, com o modo pelo qual usas teus valores da vida. Essa diversidade de dons é para que a humanidade tenha um todo e a observação nos mostre o valor dos outros. E, ainda mais, que todos temos dons latentes a serem despertados. O amanhã deverá nos mostrar essa realidade. Convém que a luta não pare. Que o esforço próprio entre em sequência, visando o aprimoramento de todos aqueles dons aflorados como ferramentas de trabalho.
Deus não nega faculdade a ninguém, mas chama Seus filhos para determinada missão, de acordo com as necessidades espirituais de cada um. Não é preciso que tenhas desejo de ter essa ou aquela faculdade aflorada; recebe com alegria a que o Senhor te deu, e esforça-te no teu aprimoramento, porque o teu esforço vale muito. Ele é traduzido como gratidão da alma reconhecida. Jesus está no leme dos nossos destinos. Para que medo? Não penses que te encontras desprezado, pois não há órfãos na casa do Pai. Jesus é o pastor que conhece todo o seu rebanho. Esquece, se queres te engrandecer em Cristo, a inveja dos teus irmãos, porque eles foram dotados de certos dons e os exercitam em favor do próximo. Observa tuas qualidades e faze o mesmo, que o mundo invisível sempre ajuda a quem trabalha para o bem comum. Se tens desejo de escrever e a escrita não te foi dada, usa do que possuis, trabalha nos teus pensamentos, na tua palavra, enfim, no teu amor, e serve sem esperar recompensa.
Ajuda sem esperar ajuda dos outros, perdoa sem esperar perdão, faze caridade sem esperar trocas, de modo que a fraternidade possa invadir teu mundo interno, e o céu da tua consciência, com essè comportamento, tomar-se-á um sol, cuja fonte é Deus. Se não tens mediunidade de escrever sob a influência dos Espíritos, por que ignorar os outros dons? Sê médium do amor, da caridade, do perdão, da paciência, da fraternidade, da alegria, da honestidade e do trabalho, que estarás, talvez, mais elevado do que aqueles em que a inveja serviu de base para o desequilíbrio. Porque, se torno a edificar aquilo que destrui, a mim mesmo me constituo transgressor. (Gal., 2:18) Somente depois que reconstruímos o que destruímos de bom, é que reconhecemos que fomos transgressores da boa obra. Conserta os teus desejos que estejam fora da lei, e avança com Jesus em teus caminhos, que Deus estará dentro de ti, trazendo-te a paz. Nunca queiras ser aquilo que não vieste destinado a ser. Recebe o caminho com que Deus te abençoou.
Capítulo 49 APERFEIÇOAR-SE LM-2* parte Cap. XVII-220-16« O homem, para aperfeiçoar-se, educar-se e instruir-se diante da vida, deve procurar as fontes espirituais, e elas existem com abundância no mundo, em forma de livros. Em se falando do espírita, ele foi agraciado com a codificação do Espiritismo; que busque nos livros e eles lhe dirão os caminhos a seguir, ajudando-o na edificação dos seus instintos, bem como o pode instruir na ciência da vida. A bondade de Deus é tão grande, que não parou somente na codificação; sendo a Doutrina Espírita progressiva, o mundo espiritual está sempre derramando mensagens e mais mensagens para a continuação das obras basilares do Espiritismo. Eis aí ensejos para que o espírita se instrua, sem precisar ficar atrás de médiuns, em busca de recados, por vezes sem a menor importância, quando os livros da doutrina oferecem com abundância uma universidade de conceitos disciplinares. Em todas as religiões do mundo, não faltam livros nem professores. Às vezes, falta boa vontade de aprender e praticar o amor.
O espírita, principalmente, não pode reclamar da falta de conhecimentos, porque a doutrina é a que tem mais recursos para a educação da humanidade. Todas as religiões são conjuntos de forças educativas visando a um todo, mesmo que os profitentes desconheçam essa verdade. Deus é Pai de toda as criaturas e de todas as coisas. Ele dá a todos segundo as suas necessidades. O Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo foi uma bênção de Deus, para dar continuidade à palavra do Mestre e para complemento da Bíblia, garantindo a ela a força da sua extensão educativa para a humanidade. Os homens de todos os tempos fizeram guerras e mais guerras em nome de Deus e de Cristo, por ignorância. Quando a compreensão foi chegando, eles melhoraram, e quem cuida disso é o mesmo Deus, pelos braços do tempo. Hoje, as guerras chamadas santas quase estão desaparecidas, e mais tarde já não vamos ouvir falar nelas, porque os seus lugares estão sendo tomados pelo amor e pela caridade.
De vez em quando, a própria natureza se revolta com a depredação dos valores terrenos e espirituais, dando um basta, pelos processos que todos conhecemos, por conhecermos a história universal. Vamos, meus irmãos, todos unidos semear o amor com todas as suas nuanças. Vamos semear a caridade com toda a sua genialidade confortadora. Vamos todos dar as mãos, como filhos de Deus, e entrar na verdadeira fraternidade, deixando o amor divino fluir em nossos corações, para que o verdadeiro Cristo nasça na nossa intimidade e nos liberte das paixões inferiores, para que passemos a ser livres no amor universal. Se Deus é amor, o que são Seus filhos? Aperfeiçoar-se é buscar, com amor, com compreensão, com entendimento, o melhor para os nossos semelhantes. E quem são os nossos semelhantes? Tudo o que o Pai criou, porque tudo é vida, e vida divina. Por que pensar que tu estás certo e o outro errado? Vê os dois mandamentos, que são os dez mandamentos recebidos por Moisés condensados: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Se queres destruir os outros, onde está o teu amor? O dever do espirita é dar continuação à obra de Jesus, amando o trabalho, amando o parceiro, amando a vida, amando o inimigo, caso o tenha, amando o dever, amando tudo em todos, porque nada foi feito por Deus sem amor. O médium, nos caminhos da perfeição, não deve fazer outra coisa a não ser amar, mostrando esse amor nos caminhos da caridade. Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. (Gal., 5:14) O teu próximo é Deus presente, lado a lado contigo, te ajudando a melhorar. Capítulo 50 PATOLOGIA LM - 2* parte a Cap. XVIII-221-1 A mediunidade não é, como muitos contraditares pensam, produto de um estado patológico, que o médium é um doente, se não mentalmente, fisicamente. E um erro pensar desta maneira. Mediunidade é dom que todos possuem na intimidade do ser. São valores aos quais o mundo intelectual dá nomes variados, principalmente as escolas teológicas.
No entanto, é a mesma faculdade abençoada por Deus em todos os Seus filhos, em todos os pontos a que eles foram chamados a servir. A mediunidade existe no político, no padre, no protestante, no judeu, no muçulmano, no ateu, no espírita. Ela não tem religião nem filosofia definida, porque é lei natural vibrando em toda a criação. Ela é instrumento dos seres espiritualizados, no trabalho para que em seus caminhos se faça a luz, edificando a ordem do universo. A força mediúnica não nasce das doenças; pelo contrário, ela se toma verdadeira fonte de saúde, por levar as criaturas ao equilíbrio do corpo e da alma. A faculdade mediúnica com anomalia deve ter como suporte a verdade. Anômalo, no dicionário do mundo, é aberração, anormalidade, contrário à ordem natural. E é por isso que não podemos dizer que ela seja ou vem de um estado anômalo, por ser essa faculdade lei natural em todos os mundos. Se todos no mundo se comunicam, tudo entra em intercâmbio, mantendo a vida; ela náo pode ser aberração, nem tampouco anormalidade.
Como já dissemos anteriormente, são dons espirituais que dormem na intimidade da alma, e que com o tempo e a missão de cada um, passam a despertar, conquistando a amplitude. Estes dons são instrumentos dos Espíritos, no intercâmbio com as suas experiências. Mediunidade é luz que começa no homem e entra no seu esplendor do reino dos anjos. Como o espírita sabe e os livros da codificação explicam, a mediunidade tem suas bases no complexo humano, quando o exercício dela é entre os humanos e os Espíritos desencarnados. Quando é de Espírito livre da matéria para seus iguais, ela já muda de comportamento, sem, contudo, precisar dos fluidos animais daquele que se esconde na forma física. Há médiuns que são doentes, porém, há muitos outros completamente sãos. A doença pode ser um processo de desper- tamento espiritual das criaturas, e náo fábrica de médiuns. Esses contraditares precisam estudar, meditar nos valores que produz a mediunidade com Jesus, ver e provar os frutos e não julgar somente por que os médiuns são espíritas.
Cabe, igualmente, aos médiuns fazer o mesmo. Enfim, todas as religiões e filosofias do mundo, nunca devem julgar sem conhecer os fundamentos dos agrupamentos destinados ao Bem. Jesus nos chama a todos para dar as mãos no mesmo ideal, adentrando para o movimento do amor, nas linhas da caridade, do modo que o Mestre ensinou, sem perder tempo com injúrias, com maledicências, com violências de uns para com os outros. Se alguém mente contra o seu irmão em caminho, quem fica desmoralizadoé o mentiroso. A verdade é garantida pelo tempo e, se Deus é a verdade, ir contra ela é ir contra Ele. 0 homem precisa saber respeitar seus semelhantes onde eles estiverem. Quem os colocou ali foi Aquele que tudo fez. Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça, a fé, o amor e a paz, com os que, de coração puro, invocam o Senhor. (II Timóteo, 2:22) Cada alma no mundo, que cumpra seus deveres naquilo a que foi chamada, ajudando às outras pelos exemplos do bem, no silêncio que irradia o amor se falar; aos outros, que use a boca da caridade sem exigência e perdoe sempre. Desta maneira, estará sendo médium da vida, emprestando os seus dons aos benfeitores espirituais, que sempre andam com Jesus no coração. Capítulo 51 CAUSANDO FADIGA LM - 2ª parte
Cap. XVIII-221-2 Certamente que pode causarfadiga ao médium, o exercício prolongado da mediunidade, e pode provocar uma estafa de difícil reparo. No entanto, isto não ocorre somente com a mediunidade; mas de tudo que fazes exageradamente, vem um cansaço esgotando as forças psíquicas. E neste sentido que devemos estudar, meditar, examinando com bom senso, usando as palavras do Evangelho "para não cair em novas tentações". O médium deve ser parcimonioso, usar sempre a disciplina em todos os seus exercícios mediúnicos, para não chegar à estafa.
A depressão é porta para os grandes sofrimentos. É compreensível que a perda de certos fluidos nos trabalhos medianímicos seja reparada pelo descanso. O sono é reparador das forças perdidas, porém, até certo ponto. Quando passa ao exagero, o reparo é demorado, acarretando, por vezes, até a suspensão da faculdade, por pouco tempo, por tempo demorado, ou definitivamente, dependendo do caso em que ocorreu o desequilíbrio. Os médiuns de efeito físico, nos trabalhos em sequência demorada, sofrem um dispêndio dos fluidos muito acentuado, capaz de os levar à decadência.
Se eles forem tomados pela vaidade de quererem se apresentar como os melhores, se fugirem às regras da educação mediúnica, não se interessarem muito pelos caminhos da moralização, em tomo de si deverão se reunir entidades da mesma sintonia, e os desequilíbrios chegarão com sutileza na sua vida, sem que eles percebam os fatos. Se os Espíritos que o assistem não mais forem ouvidos, afastar-se-ão e outros se aproximarão, mudando o ambiente para a prática da mistificação. A mediunidade é motivo de harmonia espiritual, se são obedecidas as regras naturais, cujos pontos mais relevantes são tratados na codificação do Espiritismo e nas obras que lhe dão continuação. E forçoso saber os caminhos que devem tomar os intérpretes dos Espíritos, porque tudo na vida tem leis que regulam a estabilidade, que é fruto do entendimento, do amor, da caridade e do trabalho. Olhemos a natureza e as leis, mesmo as da Terra, que veremos os fundamentos.
Os trabalhos dos homens, passando dos limites traçados pelas leis físicas, passam a ser incômodos, podendo surgir a fadiga igualmente, por falta de compreensão do que se faz. Em tudo, deves agir com cuidado, para não passares dos limites. Avançando o sinal traçado pela ciência divina, ocasionas o dispêndio das forças naturais acumuladas no teu soma, de maneira que poderá acontecer o pior. Aí, não podes dizer que foi por causa da mediunidade, que foi o exercício mediúnico a fonte desses desequilíbrios. Quantos médicos, quantos advogados, quantos padres, quantos comerciantes, quantas donas de casa, quantos espíritas e protestantes não encontramos em casas de saúde em busca do equilíbrio psíquico que perderam nas suas profissões, e mesmo no exercício muito prolongado da caridade?
É falta de conhecimento dos sinais de advertência da vida. Quem avança os sinais, está sujeito às consequências do desrespeito à lei. Todo exagero encontra na frente fadigas que podem gerar muitos tipos de desequilíbrios, materiais e psíquicos. Tomamos a falar, o repouso é fonte de reparos espirituais e físicos, no entanto, como misericórdia é uma ajuda, para que possas aprender a disciplina que a vida te mostra todos os dias. Se, pois, se tornou firme a palavra falada por meio de anjos, e toda transgressão e desobediência recebeu justo castigo, como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram. (Hebreus, 2:2,3) O Evangelho fala da negligência dos companheiros da verdade.
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