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Capítulo 10 de 15
Filosofia da — parte 10 de 15
Filosofia da Mediunidade IV · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez
Segundo o Espiritismo' , deve meditar antes de cobrar por aquele fluido que ele mesmo está doando; quem pode garantir que ele está doando somente o seu fluido? Paulo fala que o pregador do Evangelho pode viver dele, para maior difusão do mesmo, mas, mesmo ele, Paulo, afirma que queria ter a honra de chegar do outro lado com a glória de viver com o trabalho das suas mãos. Médium algum deve viver dos dons que possui, mesmo que seja parte maior dos seus esforços. Nós te pedimos para levar essa glória quando fores chamado para o banquete da vida maior: a de dar de graça o que de graça Jesus colocou em tuas mãos, as bênçãos da vida e a multiplicação da esperança aos enfermos, a palavra que estimula e a presença que encoraja. É ”0 Livro dos Médiuns" que fala nestes termos, com toda a segurança. Vê bem: "Seja qual for a faculdade que o médium possua, ele nada pode sem o concurso simpático dos Espíritos." Diante disso, como dar preço, como trocar?
Alguns disfarçam sob as capas das desculpas, que as vezes enganam certos homens, mas nunca a Deus, e nem a sua própria consciência. Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho. (I Coríntios, 9:16) Ai dos médiuns que se comprometeram, no mundo espiritual, a pregar o Evangelho pelas suas faculdades e, na prática, não cumprirem essa missão! Não deves procurar, em troca, as glórias terrenas. Lembra- -te sempre do amor e da caridade em todas as tuas atividades mediúnicas. Capítulo 36 ABANDONO DO MÉDIUM LM - 2* parte Cap. XVII - 220-3ª O termo abandonar deve ser entendido simplesmente como deixarmos de transmitir as nossas palavras através do medianeiro; na profundidade da palavra, ele não é correto, porque Deus, o Soberano Senhor, não abandona ninguém. O que nós, nos afastando um pouco do médium desavisado, estamos fazendo, é protegendo-o, configurando lições para que o médium retome os caminhos do dever.
Mediunidade é coisa muito séria, basta entender que é dom divino, para construir a elevação do próprio intermediário pelas palavras dos Espíritos. As causas que podem levar à suspensão da mediunidade são várias. As principais, que tocam mais o centro dos movimentos do amor e da caridade, são as coisas frívolas e propósitos ambiciosos. Os benfeitores espirituais estão organizados para a difusão em espírito e verdade dos pergaminhos de luz que se chamam Evangelho. Eles gastam muito tempo no preparo de um instrumento mediúnico, dispensando-lhe todo amor e carinho, atendendo-o por vezes até na sua vida material, fazendo-o conhecer seus deveres ante a paternidade e a beleza de poder registrar a presença dos agentes de luz em sua companhia, para, depois, por simples dificuldade, por ganância ou vaidade, o médium usar as coisas elevadas no processo comercial. "No entanto, a paciência de Deus é permanente, mas as lições tem de ser aprendidas, no modo que a necessidade se fizer conveniente. O dom de Deus não é concedido ao médium para o seu deleite, nem para a sua satisfação ambiciosa.
Não é mercadoria de venda ou troca; é o amor que desce do céu, de muitas formas, apresentando-se sob o aspecto sublime da caridade, sendo benefício comum para todas as criaturas. É o pão que alimenta e a água que sacia a sede; é o teto que acolhe a todos; é o remédio que alivia; é a palavra que consola; é a fé que estimula a vida; é a própria vida que instala a tranquilidade na consciência... A descrição é sem conta; são todos os gênios espalhados no universo, para transformar a criação em harmonia, onde Deus canta a melodia da fraternidade universal. Porque transformar esse dom tão grandioso em comércio? 0 médium ambicioso, o médium comerciante, o médium interesseiro, o orgulhoso e egoísta, está semeando espinhos por onde deve passar, está acendendo fogo no seu próprio mundo interno, está desarmonizando a sua própria vida. Não é bondade de Deus suspender suas faculdades? É amparo dos céus aos desavisados da Terra. Esse dom é para dar a conhecer aos homens a verdade e, consequentemente, para a melhoria do seu portador, ao se elevar moralmente. Que queres mais?
São mãos espirituais trabalhando para o despertamento das qualidades no centro das vidas. Ao invés de abandono, quando os Espíritos se silenciam ao seu tutelado, é proteção dobrada. Em se falando a ouvidos que não registram, empregam-se outros meios, porque para isso o céu tem riqueza de processos. O médium de bom senso tem analogia com a verdade e caminha sempre com o amor e a caridade, compreendendo que fora desses caminhos não se sente como uma flor de luz entre os dedos de Deus. Esforça e trabalha, meu irmão, para não seres contado entre os médiuns abandonados, nem suspensos do exercício das suas faculdades. Se, por acaso, desrespeitares as leis, lembra-te de que elas foram feitas por Deus. Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas essas cousas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente. (I Coríntios, 12:11) Paulo, falando sobre os dons espirituais, nos diz que Deus teve o cuidado e o amor de dar a cada um o correspondente às suas necessidades. Quanto mais o médium cresce, mais desperta os valores da vida. Que Deus abençoe a todos os médiuns, no exercício dos seus ministérios. Capítulo 37 SUBSTITUIÇÃO
LM - 2 parte s Cap. XVII - 220-4 Quando o Espírito-guia se afasta do seu tutelado, suspendendo assim o exercício das suas faculdades, dando-lhe as lições que cabem para o seu aprendizado, se este for o caso, não é permitido que outro o substitua. No entanto, se o medianeiro subestima os valores e as mãos, corrrendo o risco de perturbar uma comunidade inteira, aí não há suspensão: há, sim, interrupção, ficando isoladas as vias de comunicação, para que haja paz com os que o procuram. Esta interrupção, em muitos casos, vem através da dor, por enfermidades que o amarram ao catre, a fim de meditar sobre o assunto. Há outros casos em que é permitida a substituição, mas por Espíritos que lhe falam aos sentimentos inferiores que alimenta.
Eis o caminho do calvário para o médium. Em matéria de mediunidade, as variações são muito grandes, no que possa acontecer. Quem dá uma avaliação correta, são os benfeitores que assistem o medianeiro. O instrumento dos Espíritos em ação deve estudar, meditar no que vem fazendo das suas faculdades, analisar os resultados das mesmas em se visando à coletividade, e sempre pensando nos seus compromissos com Deus e a sua consciência. O desvio dos caminhos traçados pelos planos superiores é soma de perturbações nas estradas a seguir, é plantio de ervas daninhas para o futuro.
O guia espiritual de um médium pode ser substituído, sim, por amor à causa, quando, por vezes, o benfeitor precisa realizar uma excursão por necessidade de aprendizado, ou por ordem maior. Ai, é convidado outro Espirito com qualidades inerentes às necessidades. Em muitos casos, o medianeiro não precisa ficar sabendo dessa substituição, e o Espirito pode assinar, quando na escrita, o mesmo nome do tutor espiritual do médium. Isso acontece sempre nos meios espiritistas. As comunicações dos Espíritos com os médiuns não dependem somente do médium, mas dos dois, médium e Espírito.
Daí, surge a necessidade do amor de uns para com os outros, da fraternidade que deve se expandir, alcançando por vezes o inconcebível entre os de boa vontade. Desejamos sempre o encontro dos dois planos, por duas almas que desejam se elevar, compreendendo que os valores espirituais cresçam, libertando as almas das paixões inferiores, ajudando a tirar de todas as áreas de labor os dois monstros: o orgulho e o egoísmo. Como já falamos, a interrupção do exercício do mediunismo pode manifestar-se por amor, ajudando o médium a se refazer. Se o médium está abusando das suas faculdades, sem descanso, essas faculdades podem ser interrompidas por vários processos, a fim de que ele possa descansar. Se houver teimosia, pode-se prolongar a interrupção tanto quanto for necessária.
A universalidade para equilíbrio dos médiuns é bem maior do que se pensa. De onde ele partiu, no caso de uma colônia, guarda-se com amor sua ficha, que é estudada pelos seus protetores que, de vez em quando, fazem correções na sua vida, dando-lhe sugestões de muitas maneiras, que alcançam seu raciocínio. Existem na Terra muitos médiuns com a faculdade mediú- nica suspensa, por falta de compreenderem seu ministério na atual existência. Quando chegarem ao mundo espiritual, sofrerão a dor do arrependimento, por não terem aproveitado o tempo e ouvido os conselhos que chegaram aos seus ouvidos todos os dias. Mas, há também aqueles que cumpriram suas missões, enchendo os corações de paz, porque a conquistaram no cumprimento dos seus deveres.
Paulo, falando aos romanos, no capítulo dois, versículo dois, assim proclama: Bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade, contra aos que praticam tais cousas. Se recebeste o mandato em forma de ministério para o bem comum, por que os desvios das tuas faculdades? Usa a mediuni- dade, meu irmão, com amor e em função da caridade. Não desvies teus princípios fundamentados da afeição pura, da fraternidade universal e da sublimação dos sentimentos, andando em caminhos das paixões inferiores e vendendo os anúncios de Deus, esquecendo que Ele é onisciente. Capítulo 38 MÉDIUNS MORALIZADOS LM - 2* parte Cap.
XVII - 220-5ª Acontece a médiuns moralizados, gozando de grande estima entre os Espíritos, eventualmente terem suspensa a sua faculdade mediúnica, desagradando-lhes esse gesto dos Espíritos. No entanto, a suspensão acontece com a finalidade de testar sua paciência no ministério. Não somente testar a paciência: procuram com isso, os Espíritos, facultar o despertamento de outras forças que os próprios médiuns ignoram possuir e que somente no amanhã irão agradecer. A vida, em qualquer parte, é, pois, um aprendizado constante. Podemos observar esse fato na própria Bíblia, no caso de Jó: acostumado a comunicar-se com os anjos, tinha uma postura altamente sublimada diante deles, e os anjos resolveram silenciar, dando uma interrupção no seu relacionamento, cedendo lugar a Espíritos satânicos, que o atormentavam o tempo todo, com enfermidades, com privações daquilo que ele estava acostumado a ter para viver, e até mesmo de companhias ambientadas ao seu convívio.
Depois do testemunho, os guias voltaram satisfeitos com o seu protegido: já vencera tudo o que se pode chamar de provação. A vida não pode ser de outra maneira. Ela é uma escola, onde as lições são testes pelos quais todos devem passar, alcançando o mais além. Se tens teus dons aflorados e os exercita no bem comum, entendendo teus deveres, e vieres a ter uma interrupção nas tuas faculdades, tem paciência; medita no acontecido e deixa que o tempo te mostrará o resultado dos teus testes. Nunca deixes de aprender, nunca deixes de te esforçar, buscando o melhor, que todo trabalho com respeito às leis, servir-te-á como orações que têm a sua resposta.
Se tu és amado, ama; se és injuriado, ama; se és perdoado, ama; se perdoas, ama. Em qualquer condição da tua vida, encontra no amor, um barco de Deus para a tua salvação, no mar tempestuoso da existência. Compadece-te de ti mesmo, educando-te e instruindo-te. Se começas a te moralizar e a reação te traz sofrimento, continua essa modificação. Se estás te instruindo e as dificuldades aumentarem, prossegue aprendendo, porque fora do amor e do saber não há tranquilidade de consciência.
Os benfeitores espirituais têm de testar os encarnados mais elevados para lhes dar maiores tarefas nesta ou noutra vida. A programação reencarnatória tem modificações constantes, devido ao proceder de cada um. Muitos médiuns moralizados pensam que já alcançaram a meta programada. Como se enganam! Se temos diversos dons a serem despertados, temos muitos defeitos a serem corrigidos, e os benfeitores conhecem seus tutelados e como estimulá-los no aprendizado, em busca de si mesmos.
Quantos médiuns bem moralizados há que caem no fanatismo. nada produzindo de bom! O tempo passa e eles continuam envolvidos nas suas próprias ilusões, sem tirarem a casca da vaidade e do orgulho, evitando os que viajam nos carros das paixões inferiores, temendo se contaminarem, fugindo dos problemas sem buscar solução para os mesmos. O médium que acredita que já está salvo porque não faz o mal, se esquece de fazer o bem e fica sem rumo. Precisa, por vezes, da visita da dor e dos problemas, para se assegurar no equilíbrio. Paulo, escrevendo aos Efésios, no capítulo três, versículo oito, mostra a sua humildade, fazendo-se o menor de todos para aprender melhor: A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça, de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas do Cristo.
Médiuns de todos os tipos! Em todas as circunstâncias, seja com proteção ou fora dela, a vossa vida é uma graça que vos foi dada pelas insondáveis riquezas do Cristo, para que sejais persistentes no amor e na caridade, sem esmorecimento até o fim do vosso mandato. Firmando assim, sereis agraciados pelas bênçãos de Deus. Capítulo 39 TENTATIVAS PARA ESCREVER LM 12* parte Cap. XVII - 220-6ª Quando há suspensão da mediunidade, o médium sincero, que procura sempre a verdade, aquele que não gosta de iludir a si mesmo, passa a orar, pedindo aos benfeitores espirituais para que lhe dêem uma solução, se deve ou não continuar tentando o exercício da psicografia.
Suspensão é uma interrupção. É preciso descobrir a sua causa em primeiro lugar, e essa deve ser removida com paciência e resignação. As tentativas devem ser feitas com moderação, deixando a vontade de Deus agir, sem aflição. Os caminhos dos sensitivos são cheios de muitos acontecimentos, que requerem preparo dos instrumentos dos Espíritos, no sentido de alcançarem a vitória com Jesus. A vida de um médium honesto é cheia de fenômenos que se chamam mudanças, e elas são variáveis.
Para cada um, os sinais são diferentes, porque cada criatura é um mundo com diferenciações, incomparáveis no serviço da fé. Podemos observar que existem médiuns que, do princípio de suas vidas até ao fim das suas existências, não tiveram interrupção no seu ministério mediúnico, enquanto, para outros, acontecem suspensões breves, ou por vezes demoradas, e até desvios das suas rotas mediúnicas. Tudo acontece como lições que correspondem às necessidades de cada um. O dever do medianeiro, quando sua mediunidade se interrompe, é apegar-se à oração, buscar outros caminhos, porque, para tanto, deve o médium se encontrar preparado pelo estudo, que lhe dá conhecimento da Doutrina Espírita. Às vezes, a suspensão é para lhe dar novas oportunidades de crescimento.
Esse caminho, abrindo a razão, nos fala que devemos percorrê-los. Devemos saber que a maior mediunidade de todos os tempos é o amor e a caridade. Estas duas faculdades nunca são interrompidas, por serem bênçãos energéticas de Deus, que sustentam toda a criação. São conhecidas na Terra muitas mediunidades que surgiram em esplendor maravilhoso, e depois, com o tempo, foram se arrefecendo, apagando-se por completo. Passaram os dons a dormir de novo, para depois, em outra existência, florescerem novamente, com grandes poderes.
Essa é a vida em busca da paz. Em se falando de tentativas, passamos a dizer que, quando há sinceridade de propósito, devemos tentar com parcimônia aquilo que foi suspenso. Não havendo, mesmo assim, resposta dos benfeitores, sejamos humildes na proporção que nos cabe o dever, e esperar novos convites da espiritualidade, mas não nos esquecendo do perdão em função urgente, o amor como noção diária de vida, a fé como alimento da alma e a caridade motivo e ambiente de salvação de todas as criaturas. Encara a suspensão, caso ela aconteça, como acontecimento natural para novos empreendimentos de vida nova, na grandeza das vidas que estão para a frente. O médium deve ser experimentado por todos os meios, porque ele foi chamado por Jesus, para dar testemunho da verdade, que se alinha em paciência, em respeito, em bondade e, afinal, na verdadeira fraternidade.
A mediunidade pura é uma canção de luz, tocada pelos dedos da Divindade. Para conhecer a tua tarefa na Terra, basta analisar os frutos dos teus esforços nas direções tomadas. O desempenho de cada um é aquele que se faz com amor, gerado na satisfação íntima, que não foge às linhas do dever. Nas estradas do bem comum, haveremos de tentar sempre com nossos esforços, lembrando sempre o equilíbrio das emoções. Evitando assim que alguém nos acuse em face desta generosa dádiva administrada por nós. (II Coríntios, 8:20) Isto é um novo encargo no nosso ministério de vida: mudar para melhor, alcançando sempre a vontade d’Aquele que é a vida dentro da nossa vida.
Se for necessário deixar tudo que estamos fazendo para seguir Jesus, deixemos, porque o Mestre ainda é o nosso caminho, a nossa vida e. acima de tudo, a verdade. Capítulo 40 ABREVIAR A PROVA s 9 LM-2 parte Cap. XVII-220-7 Seja qual for a prova que estamos passando, a educação espiritual nos dota de meios para aliviá-la, buscando suportar com dignidade os transes da mesma, que sempre nos traz lições benfeitoras. Este é o caso de suspensão da mediunidade. O médium deve meditar, orar sem aflição, ter humildade bastante para não se desesperar, descobrindo o porquê do fato ocorrido e, se for o caso, corrigir-se.
As correções são acontecimentos comuns em todas as circunstâncias da vida, em se vendo na frente melhores caminhos. No caso da mediunidade, o intermediário dos Espíritos deve buscar por todos os meios lícitos o aprimoramento das suas faculdades e saber proceder diante de todos os obstáculos e das corrigendas que os benfeitores espirituais destacam em seus caminhos. Não pensem os encarnados que são só eles que precisam de acertos; nós outros, do mundo espiritual, passamos por essa escola sempre e sempre, talvez mais vezes do que os que transitam na carne. Estamos livres do fardo físico, compreendendo a nossa tarefa com o Cristo, portanto com mais responsabilidade de vida. Contudo, é de nosso dever, dos dois planos de vida, entrelaçar as mãos buscando o entendimento para a cura dos nossos desequilíbrios.
Mas devemos corrigir a fonte dos mesmos e estudar o porquê das coisas, para entendermos o porquê da vida. Todas as provas podem ser aliviadas ou, por vezes, sanadas, dependendo da nossa posição diante delas. O Espiritismo constitui uma universidade, onde se educa bem como também instrui os de boa vontade. Quando aprendemos a lição, não têm mais sentido as corrigendas. Se a mediunidade tem base no campo biológico, falando do encarnado, é da lei que, quando esse campo se encontra em condições precárias, ela cesse.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.