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Capítulo 6 de 15

Filosofia da — parte 6 de 15

Filosofia da Mediunidade IV · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez

LM - 2 parte Cap. XVI-186 A lei maior dá seus reflexos ao sustentar as leis menores, capazes de harmonizar as micro-vídas onde quer que elas estejam vibrando, e mostrando a existência de Deus. Estudando todas as coisas e todas as vidas na dimensão do Espírito, aprofundando-nos mais e mais, chegaremos à unidade de onde tudo partiu: o Criador. Neste ajustamento da verdade, voltamos os pensamentos em regressão, querendo perceber a mediunidade nas suas inúmeras divisões. Analisando uma faculdade e aprofundando-nos na sua engrenagem, ela se divide ao infinito. "O Livro dos Médiuns" reúne as principais variedades, observadas na época da codificação do Espiritismo, dando assim maior ênfase à doutrina, e por meio das quais as revelações se expressaram com mais segurança, de modo que os homens pudessem certificar-se da verdade. Mas, trabalhando e se elevando na ciência das comunicações, notar-se-á que a fonte de todos os dons é uma só. O Espirito altamente elevado unificou no mundo da consciência, se assim podemos dizer, o amor universal, onde se encontram os valores reunidos, plenos de sabedoria.

Porém, esse amor crítico se divide ao infinito, dando aos que pouco compreendem, mais facilidade de assimilação da verdade, mostrando a lei única, um princípio único, um Deus único. A própria ciência já desconfia que todas as diversas formas da matéria saíram da matéria primitiva, que se modifica, mostrando expressões diferentes. Essa lei se mostra em tudo que existe, sendo, pois, a unidade em tudo. Dai é que nasce a necessidade do amor vigorar, mesmo começando nos seus rudimentos que a ignorância queira mostrar; entretanto, ele vai subindo por ordem da lei do progresso, no impulso da vida. As faculdades mediúnicas nunca podem ser vistas no bem comum, sem a harmonia. Eis uma força que regula todas as faculdades e lhes dá expressão, como sendo forças elevadas, porque a harmonia é o amor consertando tudo e dando belezas a todos os movimentos, desde os rudimentos dos pensamentos ao cantar das galáxias em toda a criação. O desdém que se faz da mediunidade, é por ignorância.

Chegando ao conhecimento da verdade, quem a combate passa a defender essa faculdade, mesmo que seja com outros nomes. Allan Kardec percebeu os matizes da mediunidade e a sua posição em tudo, valores incontestáveis para o progresso de tudo na vida. As diversidades mediúnicas existem por causa do crescimento da ignorância entre os povos, para que eles despertem para o amor, que ocupa as linhas da fraternidade para tal giro em todos os mundos habitados. O Espírito angélico somente tem uma mediunidade, na concentração de todas as outras: a mediunidade do amor, cuja força é capaz de mover os mundos em plena harmonia com o Criador. Compete aos médiuns da Terra, envolvidos ainda nas diversidades dos dons, pensarem no amor, falarem no amor e esforçarem-se para viver esse amor, na posição em que se encontram na escala da vida. Assim, o tempo, pela força do despertamento, vai lhes mostrando outros ângulos do amor verdadeiro. Essa mostra das diversidades da mediunidade foi dada, quase toda, pelos dois Espíritos altamente evoluídos: Erasto e Sócrates, entidades que acompanharam toda a codificação do Espiritismo.

As comunicações boas exigem que o Espírito seja bom e o médium bom; coisa bem difícil, essa junção, mesmo assim, todas elas carecem de reparos com o tempo, dado o crescimento das almas permanentemente. A obra que não precisa de reparo é somente a de Deus, porque é perfeição total. EmCoríntios, capítulo treze, versículo treze, lemos o seguinte: Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas trés, mas a maior destas é a caridade. Paulo, falando na supremacia do amor, vem descrevendo na sua epístola todos os dons, e o amor superando-os. No fim, fala ele que o maior de todos os dons é o amor, porque Paulo atingiu, mesmo na carne, a vivência do Espírito livre de todas as paixões inferiores, deixando que o Cristo pudesse falar por Ele, na dimensão da verdade. Procurai, médiuns, a plenitude da mediunidade, que é o exercício do amor. Ele é também a verdade que liberta.

Capítulo 18 VARIAÇÕES MEDIÚNICAS-I LM - 2* parte Cap. XVI-188 Como já dissemos alhures, não vamos ocupar espaço maior para explicações sobre as variações da mediunidade, mas somente mencionar seus nomes, com algumas das suas diretrizes. Quanto à característica dos médiuns, Kardec classificou-os como: Médiuns sensitivos: São pessoas passíveis de sentir a presença dos Espíritos por uma impressão de que ém seu derredor existe alguém. São capazes de identificar a qualidade do Espírito. Médiuns naturais ou inconscientes: São os que produzem fenômenos sem sua intervenção. Eles são espontâneos, podendo pertencer às várias religiões, ou não estar ligados a nenhuma delas. Médiuns facultativos ou voluntários: São os que têm o poder de provocar variados fenômenos por ato da sua própria vontade, induzidos por alguém encarnado ou JOÃO NUNES MAIA f MIRAMEZ - 70 por desencarnados. No entanto, essa vontade do médium tem de estar em conexão com a vontade dos Espíritos que o cercam.

Os médiuns de efeitos físicos podem ser: Médiuns tiptólogos: São aqueles que têm a faculdade de provocar pancadas e ruídos, às vezes sem intervenção da vontade. Essa mediunidade é muito comum, em todas as nações, variando as interpretações, quando não se busca a participação das inteligências desencarnadas para tal mister. Médiuns motores: Os que provocam os movimentos dos corpos inertes. Eis aí uma troca de fluidos do médium com o Espírito desencarnado, acionando como que uma alavanca fluídica ou, se podemos dizer, formando "mãos" invisíveis, na movimentação dos corpos. Médiuns de translações e suspensões: Esses médiuns têm poderes de transladar corpos de grandes distâncias para o recinto em que se encontram e, em muitos casos, suspender objetos no local da reunião. Em casos muito raros, o próprio médium é levado às alturas. Médiuns de efeitos musicais: Provocam a execução de belas partituras, tocam em certos instrumentos, sem colocarem as mãos nos mesmos. Executam tanto músicas clássicas como populares, com grande perfeição.

Médiuns de aparições: São eles os que podem fazer aparecer ou materializar entidades que são reconhecidas pelos próprios parentes, com a mesma aparência, a mesma fala, os mesmos gestos. Estes médiuns são mais raros. Médiuns de transporte: São médiuns que podem transportar objetos a grandes distâncias, sendo que os objetos chegam invisíveis, aparecendo depois. São uma variação dos médiuns motores e de translação. Médiuns noturnos: São médiuns de efeitos físicos, mas que somente operam no escuro. Os Espíritos não conseguem manipular, nestes casos, um contra efeito dos raios da luz, que desintegram o ectoplasma. As vezes, é por causa do ambiente, ou mesmo por ineficiência do médium. Médiuns pneumatógrafos: Os que têm a faculdade de obter escrita direta, sem a sua intervenção visível. É um modo de identificar a intervenção do Espírito, comprovação necessária no passado. Mediunidade muito rara, nos meios espiritistas. Deves ter muito cuidado com os ilusionistas, lembrando que somente lobos caem nas armadilhas dos lobos.

Médiuns curadores: Essa mediunidade é do conhecimento de todas a criaturas, de toda as religiões e filosofias do mundo. Como forma mais comum, se conhece pela imposição das mãos no enfermo, curando ou aliviando os seus males. Um dos ramos desta abençoada mediunidade, é o do sopro, e mesmo da palavra, como fazia Jesus. Ainda englobando com a mediunidade de cura, acrescentamos os benefícios da oração, indispensáveis em todas as modalidades de restabelecimento do enfermo. Médiuns excitadores: Pessoas que têm o poder de influenciar sensitivos no desenvolvimento de certos dons. Não se trata de doar mediunidade, mas de facilitar o despertamento de alguma faculdade adormecida. Alguns acham que aí não há influência dos Espíritos, mas se enganam; os Espíritos estão presentes em tudo, a qualidade deles é que é de acordo com as intenções do médium. Para complementar, vejamos as palavras de Paulo a Timóteo: Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela se utiliza de modo legítimo. (I Tim., 1:8) Essas variações da mediunidade são portas para ascensão, se são utilizadas para o bem comum.

Certamente que o ambiente do mundo irá induzir os médiuns para o uso inconveniente; no entanto, se persistirem no bem até o fim, serão salvos dos lobos vestidos com pele de ovelhas. Deus oferece múltiplos meios para o despertamento espiritual, cabendo a cada um aproveitar todos os ensejos de viver melhor. Capítulo 19 VARIAÇÕES MEDIÚNICAS - II S LM - 2 parte Cap. XVI-189 Os médiuns, para efeitos intelectuais, podem ser: Médiuns audientes: São os que ouvem os Espíritos que, emitindo os pensamentos, chegam à audição do médium, como se falassem a eles, por vezes com o tom de voz que tinham quando na Terra, para serem reconhecidos. É preciso distinguir os pensamentos do próprio medianeiro com o dos Espíritos, pois existem pessoas que ouvem mais ou menos longe (imaginação), as suas próprias ideias. Médiuns falantes: Aqueles que faiam sob a influência dos Espíritos. É uma mediunidade muito comum, assim como existe uma variação muito grande dos médiuns psicofônicos. Médiuns videntes: São aqueles que em estado de vigília conseguem v er os Espíritos.

A variação na escala destes videntes é também muito a ampla. Em muitos, a visão não passa de pressentimento sobre a aparência dos Espíritos. Médiuns inspirados: Esses são dotados de certa sensibilidade, e registram com facilidade a intervenção dos Espíritos na sua vida, mesmo nas coisas materiais, transmitindo-lhes ideias capazes de tirá-los dos maus caminhos, ou até de entrar neles. Tudo é conforme seus mais profundos sentimentos. Procurando melhorar por dentro, as companhias obedecem à lei de afinidade. A inteligência é campo propício para essa faculdade. Médiuns de pressentimentos: São aqueles que têm o pressentimento de acontecimentos do futuro, desde os menores, até os de maior repercussão. Isso ocorre em todas as facções religiosas. Médiuns proféticos: Esses médiuns fazem parte do quadro dos inspirados e de pressentimentos. Porque são proféticos, eles aparecem no mundo para dar a conhecer das coisas que haverão de vir, muitas delas para preparar as almas, como foi no caso de Isaías, João Batista e muitos outros profetas verdadeiros que se encontram nas páginas da Bíblia.

No entanto, existem os falsos profetas, cujo interesse ó o dinheiro ou a posição desses, porém, o tempo se encarrega, dando-lhes o que eles merecem. Médiuns sonâmbulos: São os que, em estado de sonambulismo, entram em perfeita comunhão com os Espíritos, recebendo destes mensagens, em muitos casos de muita importância espiritual. O sonâmbulo afasta-se do seu corpo, buscando conversar com o Espírito desencarnado. Assim, fora do seu fardo físico, transmite por ele o que o Espirito queira dizer ou escrever. Médiuns extáticos: São aqueles que em estado de êxtase recebem comunicações dos Espíritos. São revelações que precisam ser bem estudadas, porquanto há pessoas que têm a facilidade de entrar em êxtase por si mesmas, e outras que são joguetes de Espíritos brincalhões. O extático enrijece até o corpo físico, sendo que o sonambúlico fica livre nos seus movimentos, sem coordenação. Médiuns pintores ou desenhistas: São os que desenham sob a influência dos Espíritos. Esta mediunidade tem uma grande escala, e por vezes uma perturbação enorme.

São às vezes Espíritos zombeteiros que se afinam com certos médiuns, para desmoralizarem esse dom tão precioso. Todo cuidado é pouco. Médiuns músicos: Estes são os médiuns que executam e compõem músicas sob a influência dos Espíritos. Há muitos deles mecânicos, semi- mecânicos e mesmo intuitivos, ou, ainda, inspirados. Para que se encontre um destes com certa perfeição, é uma raridade. Vamos anotar a palavra de Paulo aos Hebreus, como se segue: Vos aperfeiçoe em todo bem, para cumprirdes a sua vontade, operando em vós o que é agradável diante dele, por Jesus Cristo, a quem seja a glória para todo o sempre. Amém. (Hebreus, 13:21) JOÃO NUNES MAIA/MIBAMEZ176 Aperfeiçoar-se em todo o bem deve ser a norma dos médiuns que ostentam qualquer mediunidade. Que eles façam aos outros a caridade pura com o amor, porque reverterão pelos mesmos canais as bênçãos da vida, coroando a quem trabalha na fraternidade perfeita com a tranquilidade de consciência e o coração com maior estímulo de vida. Capítulo 20 VARIAÇÕES MEDIÚNICAS - III LM - 2* parte Cap. XVI -190

Vamos dar continuidade aos diferentes aspectos das faculdades mediúnicas que compõem o quadro de classificação da mediunidade, para que possas entender como se divide ela, apre- sentando-se como oportunidade de elevação dos Espíritos, tanto os que recebem as comunicações quanto os que ditam as mesmas. São dons que se tomam meios de ascensão, e a Doutrina Espírita tem a missão de indicar as melhores diretrizes para que possas te libertar das paixões inferiores, ganhando a paz de consciência. Segundo o modo de execução da função mediúnica, Allan Kardec classificou os médiuns como se segue: Médiuns escreventes ou psicógrafos: São aqueles que recebem o impulso dos Espíritos, passando a escrever. Os médiuns escreventes dividem-se em: a) Médiuns mecânicos: Tipo de médium escrevente que recebe o impulso involuntariamente dos Espíritos e que nenhuma consciência tem do que escreve. Mediunidade rara. b) Médiuns semi-mecânicos: Este tipo de médium é muito comum.

Sua mão recebe igualmente os impulsos involuntariamente, mas ele tem consciência do que escreve. Porém, a sua mão escreve sem que ele participe do correr do instrumento da escrita. É saudável essa mediunidade, quando bem educada dentro da moral evangélica. Médiuns intuitivos: São aqueles a quem os Espíritos procuram transmitir suas ideias pelo pensamento, chegando à mente do médium como realidade, bem diferente dos pensamentos deste, e que ele reconhece. Difere um pouco dos médiuns inspirados, porque estes últimos "ouvem" o pensamento dos Espíritos.

Ainda mais, o médium intuitivo pode escrever o que recebe de ideias que lhe chegam da parte dos Espíritos. Esse medianeiro tem plena certeza daquilo que escreve ou fala, no entanto, estará muito sujeito a graves erros, como outros médiuns, se lhe faltar a moral cristã, firmeza central de todas as faculdades. Médiuns polígrafos: É mais difícil este tipo de mediunidade, onde a assinatura do Espírito comunicante se faz igual de quando encarnado. Ainda mais, as páginas são idênticas às que escrevia quando na carne. Médiuns poliglotas: Os que têm a faculdade de falar e escrever em línguas desconhecidas por ele.

O Espírito fala livremente até línguas mortas, como já aconteceu muitas vezes, principalmente na época da codificação do Espiritismo. Médiuns iletrados: Esses médiuns são mais difíceis. Embora sejam analfabetos, falam e escrevem corretamente. Certifica-se que os Espíritos encontram uma grande barreira a vencer. Estes dons, em sendo somados, resultam no amor que deve ser despertado na tua intimidade.

Procura-o, que ele te espera. Na segunda epistola de João, vamos encontrar este conselho salutar, no versículo seis: E o amor é este, que andemos segundo os seus mandamentos. Este mandamento, como ouvistes desde o principio, é que andeis nesse amor. Aos médiuns deste fim de século, nós concitamos que vivam nas linhas do Evangelho, para que os seus dons mediúnicos se elevem com forças que levem à libertação espiritual, ajustando a sua mente na mente do nosso Mestre Jesus, de modo que a consciência e o coração esplendam na luz de Deus. Capítulo 21 VARIAÇÕES MEDIÚNICAS - IV LM - 2* parte Cap.

XVI-191-18 Vamos dar prosseguimento à classificação dos variados dons mediúnicos, capazes de atender a todas as necessidades a que aspiram os homens de bem. Eles se acham descritos pormenorizadamente nos livros da codificação, para maior entendimento dos valores das faculdades dos sensitivos humanos. Falar de mediunidade é entrar em campos elásticos, onde o estudante tem área sem limites para os devidos estudos no sistema psíquico de observação. A mediunidade bem orientada é dom que já procura se alicerçar na maturidade. Médiuns novatos: São aqueles que não estão completamente desenvolvidos, carecendo de muito treino.

Os exercícios das suas faculdades moderadas é que lhe dão mais segurança. Quando esses médiuns são humildes e atendem ao apelo dos dirigentes conscientes do que falam, são mais difíceis de se desviarem da rota a que se propuseram seguir. FILOSOFIA DA MEDIUNIDADE - SIMédiuns improdutivos: São os que não passam do começo; somente estremecem, riscam papeis ou os rasgam, sem nada definirem. Ficam nos rudimentos da mediunidade, o que pode ser um aviso para o futuro. Médiuns feitos ou formados: São aqueles cujas faculdades mediúnicas já se apresentam desenvolvidas, faltando apenas disciplina nos seus exercícios e conscientização dos deveres para com os dons, em se pensando no dirigente maior, em nome de Deus, que é Jesus.

Têm grande facilidade no desempenho do seu papel, enquanto os médiuns novatos são lentos e difíceis no seu intercâmbio. Estes últimos, quase sempre abandonam suas faculdades, deixam a doutrina e muitos deles ingressam em outras religiões. Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. A ação mediúnica deve ser acompanhada de amor, seja qual for a sua posição, porque somente o amor desperta a alma para uma visão maior. Médiuns lacônicos: São aqueles que têm muita facilidade de escrever ou falar, mas que são breves naquilo que recebem da parte dos Espíritos. Eles têm uma limitação natural no seu modo de ser.

É bom que entendamos que essa diversificação das faculdades é que traz a beleza do todo, mostrando os recursos da natureza divina para a educação dos seres humanos e espirituais. Médiuns explícitos: Essa mediunidade é de uma amplitude extraordinária. Tem a condição de mostrar os conhecimentos culturais dos comunican- tes, que se estende por vezes à prolixidade em todos os assuntos ventilados pelos Espíritos. A todos os médiuns, de todas as classes, nós concitamos a retornar à fonte de todas as virtudes, que é o amor. Eis o que anotou João, no capítulo treze, versículo trinta e quatro, do Evangelho: Capítulo 22 VARIAÇÕES MEDIÚNICAS - V LM - 2* parte Cap.

XVI -192-2* O intercâmbio em todos os reinos é uma realidade, desde a natureza física até os mais elevados planos do Espírito. E esse intercruzar de valores significa vida e prazer de viver. Dando continuação ao nosso estudo, comecemos a falar dos médiuns experimentados: Médiuns experimentados: Essa mediunidade lhes dá a facilidade de analisar, detalhe por detalhe, as influências dos Espíritos, principalmente dos zombeteiros e dos falsos profetas da erraticidade. F'cam sempre em vigilância contra as sombras, para não serem importunados por falsas comunicações. Médiuns maleáveis: Médiuns maleáveis são aqueles que se prestam a receber comunicações de quase todos os Espíritos que desejarem falar por quaisquer meios.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.