Voltar ao livro Filosofia da Mediunidade IV

Capítulo 7 de 15

Filosofia da — parte 7 de 15

Filosofia da Mediunidade IV · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez

Infelizmente são raros os que perduram até ao fim do seu mandato, com o mesmo equilíbrio. São também sensitivos, por terem a facilidade de registrar a presença e a natureza das entidades ao seu lado. Médiuns exclusivos: Essa ordem de médiuns, o nome bem os define, são aqueles que somente recebem comunicações de um mesmo Espírito, mesmo que queiram aproximar-se de outros. O comunicante exclusivo dá notícias dos demais, sem que eles mesmos possam falar. Na mediunidade existe de tudo, para ampliação do conhecimento de todos.

Quase sempre os comunicantes são Espíritos ciumentos, que querem os médiuns exclusivamente para seu uso, e os médiuns por influência deles, cedem sem verificarem que a força da vida é a fraternidade. Estes médiuns sempre estão a um passo da obsessão, assim como não ampliam os seus conhecimentos, que são fartos na própria vida. Médiuns para evocação: Para este gênero de mediunidade, os mais indicados para evocação são os maleáveis, concedendo aberturas para quem quer que seja, para Espíritos de todas as naturezas. No entanto, essa profusão de Espíritos que se comunicam sem uma devida seleção, quase sempre falam das suas coisas pessoais. Toda vigilância é pouca nos assuntos ventilados.

Médiuns para ditados espontâneos: São medianeiros que recebem comunicações espontâneas, sem ao menos pensarem que poderia comunicar este ou aquele Espirito. Este tipo de médium nunca pensa em evocação. Os Espíritos encontram nele facilidade de se comunicarem. Eis o perigo desses ditados: quando o médium não se prepara moralmente, o problema de sintonia é uma verdade. Todos esses tipos de mediunidade, todo o mediunismo em geral, para felicidade de quem serve de instrumento, não pode se esquecer da educação mediúnica e da instrução em geral.

Educar é a base e instruir, a segurança dos contactos com os Espíritos. Somente o amor, e a sabedoria que se distingue pelo amor, atraem para seu convívio a luz de Deus e a presença do Cristo nos caminhos. Vejamos em Hebreus, no capítulo dez, versículo trinta e dois: Lembrai-vos, porém, dos dias anteriores em que, depois de iluminados, sustentastes grande luta e sofrimentos. Depois que o médium se ilumina, depara com grandes lutas e sofrimento para chegar ao amor, aquele amor que espera todas as coisas físicas e alcança a universalidade. O medianeiro em Cristo deve buscar o saber, mas nunca se esquecer de AMAR.

Capítulo 23 VARIAÇÕES MEDIÚNICAS - VI LM-2* parte Cap. XVI -193-3« O espírita consdente, quando se lembra da mediunidade e fala nela, deve se empenhar na reforma dos seus velhos costumes, com que imantou a sua vida, por vezes no desregramento. Deve pensar muito na moral cristã e não somente pensar, mas passar a vivê-la. Ela é fonte de alegria e de vida nobre, que pode fazer parte da nossa vida. Médiuns versejadores: São médiuns que têm facilidade para receber mensagens em poesias.

Muito comuns em toda parte, quando se destacam por fazerem quadras de péssimo valor literário. Quando se trata de poesias perfeitas, aí esta mediunidade é uma das mais raras. Médiuns poéticos: São aqueles que vivem altos sentimentos no que tange à criatividade de emoções. Atraem Espíritos ainda ligados a um ambiente de fantasia. São educados no falar, mas, em matéria de comunicações de ordem pura, vão mais para o lirismo.

Falando das mensagens que transmitem, não se tratam verdadeiramente de poesias. Médiuns positivos: Suas comunicações, que têm muita segurança, perdem a verbosidade, para encontrar, com poucas palavras, a verdade. A fala é simples, mas objetiva, sem rodeios. Dão sempre informes exatos, mas curtos, para que o ouvinte se esforce, buscando sua parte. Tipo de mediunidade muito difícil de se encontrar.

Médiuns literários: Apresentam um estilo correto e elegante, com admirável eloquência. Nesse tipo de mediunidade o médium invigilante pode abandonar a simplicidade, buscando a literatura mais sofisticada, apresentando páginas com estilo impecável na linguagem, mas não pensando muito nos conceitos que motivam a educação... Médiuns incorretos: Podem obter excelentes comunicações, páginas cheias de moralidade cristã e afetividade intocável, mas com muita prolixidade e sobrecarregadas de repetições, que enfadam os ouvintes ou leitores. Isto se dá geralmente pela falta de cultura do médium. Não sendo um médium evangelizado e associando-se à mente viciada do Espírito do mesmo nível, se completam a dizer um amontoado de impropriedades.

O Espírito por vezes brinca com o médium, desenvolvendo a sua criatividade para escrever; dá-se uma ideia e fá-lo escrever com os erros próprios da sua ignorância. Médiuns historiadores: Esse são médiuns que têm capacidade mediúnica de descrever assuntos históricos, às vezes de um passado longínquo, com máxima segurança, quando não têm conhecimentos para tal. No entanto, pode se notar profundas tendências neste tipo de medianeiros, por aquilo que recebem da parte dos Espíritos. O exercício sincero da mediunidade vai aperfeiçoando esses dons de ouro, escondidos nas dobras da consciência. Mediunidade rara.

Resisti-lhes firmes na fé, certos de que sofrimentos iguais aos vossos estão se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo. (I Pedro, 5:9) Os conselhos do apóstolo Pedro vêm te fortificar na fé viva, aquela que encara,face a face,a verdade, a razão, para te dar um bom motivo para desenvolver as tuas faculdades mediúnicas. As companhias espirituais dos indivíduos encarnados são aquelas compatíveis com a moralidade. Se conheces a ti mesmo, sabes com quem andas. Capítulo 24 VARIAÇÕES MEDIÚNICAS - VII LM-2ª parte Cap. XVI -193-32 Cabe-nos observar com interesse que os intercâmbios me- diúnicos são responsáveis pelas trocas de experiências em todos os ramos de saber.

Em tudo o que fazemos existem Espíritos participando; os que estão além de nós nos ensinam, e os que se encontram aquém esperam de nós algo para melhorar. Eis a mediunidade em todas as faixas de vida. Médiuns científicos: Não se pode dizer que esses médiuns sejam sábios, porque, em muitos casos, eles são ignorantes no que diz respeito à ciência. Eles são capazes de revelar particularidades da ciência que os próprios cientistas ainda ignoram, como tem acontecido muitas vezes. Médiuns receitistas: Os médiuns receitistas são muito comuns em toda parte, mesmo fora do Espiritismo.

Prescrevem fórmulas e apontam remédios para os doentes, sem pertencerem ao quadro dos médiuns curadores, porque somente transmitem os pensamentos dos Espíritos. A fidelidade à ideia a ser transmitida está de acordo com os dons que possuem. Médiuns religiosos: Médiuns religiosos são aqueles que recebem preceitos que informam a educação religiosa, geralmente tendo como base o Evangelho de Jesus. Em tudo que escrevem ou falam não se esquecem do traço religioso, como sendo a segurança da sua missão. Médiuns filósofos e moralistas: As mensagens que recebem têm um cunho filosófico muito profundo e um traço moralista mais acentuado; no entanto, se dedicam à moral que escrevem e são capazes de escrever nelas páginas sobre filosofia, que chegam a estender ao amor mais profundo.

Quando chegam ao equilíbrio, realizam muitas coisas em favor da coletividade. Médiuns de comunicações triviais e obscenas: Só pelo título, pode se notar o tipo de médium a que nos referimos. São homens vacilantes, de temperamento inquieto, que se afinam muito com os Espíritos inconstantes e zombeteiros, Nunca se importam com a verdade e nem examinam o que escrevem ou falam. O seu ambiente é feito de matéria inferior, alimentando nas paixões, no orgulho e no egoísmo entidades que não pensam no valor da educação e muito menos nos preceitos evangélicos. É fácil .notar seu nível na escala dos Espíritos, pela sua linguagem e o clima a que se propõem pelas ideias.

As suas comunicações são triviais e obscenas, nunca usadas por Espíritos bons. Vamos encontrar na carta de Paulo aos Filipenses, capítulo três, versículo vinte, o que se segue: Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo. Está nos céus da nossa consciência a pátria verdadeira. Quando buscamos com interesse, a encontramos, e, ainda muito mais do que a pátria, passamos a conviver com o Criador dentro de nós, tendo o Cristo a nos guiar para a eternidade do amor. Os médiuns em Jesus sabem desta verdade.

Capítulo 25 VARIAÇÕES MEDIÚNICAS - VIII LM-2* parte Cap. XVI -194-4« Médiuns calmos: Os médiuns calmos escrevem sempre sem experimentar agitação, no entanto, é bom que eles não fiquem somente na calma, que avancem na conquista de outros valores. Quando falamos na moral do médium, subentende-se sabedoria, presteza, confiança, amor e caridade. É, pois, um todo que busca a paz interna, no sentido de que os bons Espíritos façam cumprir a lei de atração, onde semelhante atrai o semelhante. Médiuns velozes: São aqueles que escrevem mensagens velozmente, parecendo estar em um estado de irritação psíquica.

Tudo na vida tende a buscar o equilíbrio, expressão da perfeição, e em muitos casos até o próprio médium sente dificuldade de ler suas mensagens. Deve, então, procurar domesticar seus impulsos mediú- nicos; o querer abre uma porta, como preces, para a ajuda que vem dos benfeitores. Médiuns convulsivos: Estes médiuns, quando em transe, ficam em estado de convulsão febril, agitados na sua operação mediúnica, por vezes com tremores em todo o corpo. Atraem Espíritos do mesmo tipo da constituição da sua faculdade. Eis aí a necessidade de educação dos dons que muito pode lhes servir para um trabalho mais pacífico.

E preferível que esse tipo de médium silencie nas suas faculdades, para não trazer transtorno ao ambiente, dando maus exemplos. Esse exercido mediúnico pode afetar o próprio sistema nervoso. Médiuns obsidiados: Aqueles que são perseguidos pelos Espíritos enganadores e importunos, capazes de perturbar muita gente ao seu derredor. É preciso que a fé os encaminhe para a oração, e esta para as mudanças de vida. Nem sempre os médiuns obsidiados são iludidos; muitos são consdentes da obsessão que pesa em seus ombros.

Médiuns fascinados: Os que são iludidos pelos Espíritos enganadores e, ainda pior, acham que tudo que recebem da parte dos Espíritos são verdades. Iludem a si mesmos e ainda defendem as armadilhas preparadas por eles. O médium fascinado está em completa conexão com os Espíritos maldosos e inferiores. Médiuns subjugados: Os que sofrem uma completa dominação moral da parte dos imorais, de modo que todos os seus pensamentos surgem com algo dos sentimentos de quem os transmite. Ainda mais, os Espíritos têm-lhes forte influência na área material, e dificilmente deixam-nos.

E preciso muito desprendimento para livrar-se deste terrível mal; é a sintonia entrando em jogo, sempre presente em tudo, pois, é lei. Médiuns levianos: Esse tipo de medianeiro nunca toma a sério suas faculdades. São levianos nos pensamentos, nas palavras e principalmente na vida que levam. A futilidade é a sua tônica. São conhecidos pelo jeito como vivem no dia-a-dia.

Os médiuns levianos não costumam se apegar a nenhum grupo espírita. Estão sempre procurando o que mais lhes agrada, desde que apoiem sua leviandade. Médiuns indiferentes: São aqueles que se mostram indiferentes às lições elevadas que recebem da parte dos Espíritos que desejam que eles mudem de vida. Eles não se interessam por mudanças de comportamento; o seu objetivo é aproveitar a vida, do modo que lhes pareça ser bom. Não tiram nenhum proveito das lições que por acaso lêem ou ouvem.

Médiuns presunçosos: Esses médiuns são pretensiosos e carregam a presunção de acreditar que somente através deles é que os Espíritos falam a verdade. Quando se fala em outros médiuns, logo colocam defeitos nas suas mensagens e consideram inferior o que não provém de si mesmos. O mais grave é que crêem ser infalíveis. Vamos ler as palavras de Paulo aos Romanos, no capítulo treze, versículo oito, a nos falar do amor: A ninguém fiqueis devendo cousa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros: pois quem ama ao próximo, tem cumprido a lei. O médium imperfeito fica devendo ao próximo a orientação sobre a melhor forma de vida; fica devendo o amor, que é a lei divina e que se apresenta como humana, elevando a esperança de todos os povos.

Médium nenhum pode fugir do ambiente do amor, pois ele é a paz da consciência, com alto domínio sobre a cidade do coração. Capítulo 26 VARIAÇÕES MEDIÚNICAS - IX LM-2* parte Cap. XVI-196 Todos são médiuns. Importa saber a escala a que pertencem, nos valores dos seus dons e, muito mais, compreender o que deve ser feito das faculdades sob o seu domínio. Em muitos casos, há médiuns mais ou menos bons, mas nos quais o exercício da sua mediunidade desperta sempre a vaidade, tomando outro aspecto, que se chama ORGULHO, um grande entrave para o bom funcionamento das qualidades espirituais.

No entanto, sempre chega o socorro, o Evangelho de Jesus, em múltiplas formas, desde um simples pensamento, até a presença de mensagens vertidas da verdade, através dos companheiros, em se servindo de instrumentos para os Espíritos que desejam conversar com o orgulhoso. Médiuns orgulhosos: São os que se engrandecem a si mesmos com as comunicações que recebem da parte dos Espíritos, achando que não têm nada mais a aprender com a doutrina, nem com o espiritualismo em geral. O orgulho paralisa suas mentes e a vaidade alimenta seu egoísmo. Chegam a fechar os ouvidos para as mais belas páginas, para dizerem que se encontram além daquilo que é ensinado nelas. E como se tivessem dentro de si um monstro que devora as melhores possibilidades de crescimento da alma.

Médiuns suscetíveis: Este ainda é um campo aberto dos médiuns orgulhosos. Eles observam quem não aceita sua mediunidade, ou quem os combate, e ficam melindrados quando recebem críticas, procurando defender por todos os meios possíveis e impossíveis o modo que escolheram para viver. Lêem pouco, para não encontrar nos próprios livros conselhos para mudarem o que o seu orgulho alimenta. Gostam imensamente de ser bajulados, e quando alguém se mostra admirado das suas faculdades, esse alguém é a melhor pessoa, tendo todo apoio da sua parte, mesmo para o erro. Fogem sempre das reuniões onde não impera a sua vontade.

Não permanecem nas reuniões que não alimentam sua vaidade. Médiuns mercenários: Esses sensitivos são inconscientes da realidade, porque o ouro do mundo lhes fala mais alto do que a tranquilidade da consciência. Como afirma um ditado comum, "vendem até a alma", tanta é a sua ligação com o dinheiro. Eles fogem sempre do estudo da codificação do Espiritismo, para não encontrarem conceitos contra seu comércio. Exploram suas faculdades e seu próximo.

Quando desencarnarem, procurando o salário a que o trabalhador faz juz, ouvirão a voz que lhes dirá que já receberam a sua recompensa. Esses médiuns devem cuidar dos valores que têm em mãos, para que no amanhã não seja tarde. Médiuns ambiciosos: São os que não vendem as suas faculdades tão visivelmente quanto os mercenários, mas ficam esperando oportunidade para tirar vantagens com a posição que ocupam como médiuns. Não pedem nada diretamente, porém, estão sempre com a sacola de coleta aberta para quem quiser colocar ali sua oferta disfarçada. Dizem eles que é isto colocar com uma mão, para que a outra não perceba, usando a imagem evangélica para distorcerem a verdade.

A ambição nesta tarefa mediúnica transforma-se em monstro devorador das qualidades nobres. Médiuns de má-fé: Esses são instrumentos de Espíritos charlatões que os acompanham, iludindo as pessoas com uma mistificação consciente. Não quer dizer que não sejam médiuns, mas são Espíritos completamente desligados da verdade. Para eles, não interessa a sinceridade, a moral e os conhecimentos espirituais. A lei fala bem alto a esses irmãos: - "Estais iludindo a vós mesmos”.

Mas Deus é tão bom que os abençoa com outras oportunidades de servir por amor. Médiuns egoístas: São os que somente pensam em si. Tudo que eles fazem, nunca o realizam pensando na coletividade. A palavra deles é somente essa: EU. Sempre guardam para si as comunicações que recebem, não as distribuindo, para que os outros não fiquem sabendo das verdades.

E neste sistema de vida, atraem Espíritos do mesmo pensar, como também ajuntam em torno deles os orgulhosos. É, pois, uma doença crônica da alma, cujo único remédio se chama DESPRENDIMENTO. Médiuns invejosos: Esses médiuns se sentem mal, quando alguém dispensa atenção a outros médiuns, muito mais quando são superiores esses últimos. O despeito chega às raias da inveja, mesclada com a violência, passando a criticar os seus superiores e procurando defeitos onde estes não existem. Lamentavelmente, identificam-se ainda médiuns, mesmo entre os mais qualificados, que demonstram traços de inveja em relação a outros que exercem o sublime mandato.

Já em carta vos escrevi que não vos associásseis com os impuros. (I Coríntios, 5:9) Os médiuns devem ter o cuidado de não se associarem com os impuros de pensamentos, palavras e obras, para não converterem suas faculdades em foco de desorientação. Buscando a pureza de sentimentos, a verdade os libertará. Capítulo 27 BONS MÉDIUNS LM - 2* parte Cap. XVI -197 Os médiuns que se prezam procuram os meios de se educarem, mesmo passando por duras provações e sofrendo opressões de todos os tipos. A mediunidade é caminho espinhoso, é a subida do calvário.

Compete ao candidato suportar os revezes até da natureza. É processo de iluminação da alma, quando a missão é compreendida e vivida em Cristo. Médiuns sérios: Falamos desse tipo de médiuns com muita alegria, desejando que o seu número cresça cada vez mais em toda parte. São os médiuns sérios, de conduta reta, procurando sempre esfoçar-se para melhorar seu intercâmbio com os Espíritos desta mesma faixa. Os que vêm em busca de futilidade por seu intermédio, eles repudiam.

Buscam nos livros de bom porte espiritual conselhos que fortalecem sua conduta e se afinam muito com a verdade. Médiuns modestos: São os que não procuram engrandecer-se com as mensagens que recebem; não as mostram aos outros com intenção de se promoverem, porque saíram das suas mãos operosas. Fogem sempre à badalação e vigiam as portas dos seus sentimentos, para não deixarem entrar a vaidade. Não gostam de manifestações que os coloquem em posição de destaque, achando que estão simplesmente cumprindo seu dever. Médiuns devotados: São aqueles que trabalham muito intimamente, buscando cada vez mais a perfeição, sem exagero.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.