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Capítulo 9 de 20

Parte 9 de 12

Biografia de Osvaldo Polidoro

Um dia Jeová me chamou para dizer: - “Filho Elias, em torno de você giram multidões. Chegou a hora de partir para outra forma de trabalho”. Ele me mandou procurar a dona Brasilina (mãe de João Evangelista e do Timóteo, e que desencarnou faz um mês) e a dona Aparecida. - “Filho Elias, vai mudar. Escolha estas duas pessoas de sua roda. Primeiro pergunte se quer ver. Ponha a mão sobre a cabeça e mande sair do corpo e ver”. Fui à casa dela e disse: “Por ordem divina, quer ver espírito?” E ela disse: - “Eu vejo, e gostaria de parar porque vejo muita coisa feia, mas se é ordem divina, tudo bem”. Fizemos a reunião, pus a mão na cabeça dela e pedi para ir falando o que via: -“Estou vendo um parafuso, estão dizendo para eu andar. Ao terminar o tubo, que moça linda estende-me a mão. É Madalena que me diz: - “Venha e fale tudo o que foi ordenado!” E Madalena levou-a primeiramente para uma viagem para baixo, para as faixas da subcrosta. Depois fez com que subisse dizendo: “Temos o outro lado, veja alguma coisa”. E ela me viu, viu Jesus, Madalena e o moço de olhos verdes que via sempre (e que era aquele que foi seu filho, João Evangelista). Na quarta feira seguinte aconteceu a mesma coisa com a dona Aparecida e o trabalho começou assim. Não seria possível fazer um trabalho como o de hoje doutrinando espíritos incorporados. (Itápolis 6/6/85) Nunca mais fiz sessão de doutrinação de espíritos, depois que Jeová mandou fazer sessão baseada em outras faculdades (Itápolis 7/6/85)

Trechos da Conferência do Sr. Osvaldo Polidoro, realizada no dia 31 de março de 1959. Foi extraído do Livro “Chama Divina” de Rodolpho dos Santos Ferreira e Silveira Leite, que apresenta a síntese das conferencias efetuadas durante a “Semana de Homenagens a Allan Kardec”, organizada pela Cruzada dos Militares Espíritas - Núcleo de Quitaúna e a União Distrital Espírita de Osasco, entre os dias 27 a 31 de março de 1959, sendo que a do Sr. Osvaldo Polidoro foi a que encerrou o evento, com o tema “O Espiritismo”: Tenho aqui nas mãos o livro: O PENTECOSTE; é um dos meus setenta e tantos livros, ou feitos em parceira com os Espíritos... Quero dizer que há coisas que são dos bastidores do trabalho restaurador, que são íntimas, que eu direi a quem quiser ou não. Eu tenho conhecimento, porque em parte são muito minhas. Delas falo se quero, não devo a ninguém a obrigação de dizê-las, senão que a Deus, a Jesus Cristo e à Mensageiria Espiritual do Bem (M.E.B.), devo a graça de ter parte muito saliente na Restauração da Excelsa Doutrina. Primeiro digo, de passagem, que sobre a Europa, e principalmente sobre a França, deu-se o Grande Conclave determinado pelo Cristo, a fim de serem programados os trabalhos preliminares da Restauração. Isto deu-se nos albores do século quatorze, tendo motivado a encarnação de Wiclliff, Huss, Joana D'Arc, Lutero e Giordano Bruno, todos cavando os alicerces da Codificação, a Síntese da Restauração. Meus livros de agora encerram os pormenores, porque a parte histórica-profética ficou para esta fase dos trabalhos. Em segundo lugar, digo que da França o Cristo mandou rumar com os trabalhos para o Brasil; para cá foi transplantada a chamada ÁRVORE DO EVANGELHO. Portanto, irmãos, no Brasil do século vinte a Máquina Informativa tem trabalhado muito bem e com imensos resultados. O Evangelho, conforme está escrito no primeiro capítulo do Livro dos Atos, lastreado pela Revelação, se estende sobre a Terra. Conheço muitos daqueles que trabalham, como encarnados, espargindo a Verdade. Apesar de algumas falhas, que as fraquezas humanas pretendem desculpar, o certo é que o trabalho continua, desdobrando aquelas chaves doutrinárias que a Codificação enfaixa. Nada mais temos feito do que desdobrar as lições dadas pelos espíritos. Poderia entrar em muitos pormenores, citando nomes de prol e trabalhos que se estão avolumando. Isto, porém, faria mais males do que bens, pois é sabido que excessos de personalismo já prejudicam bem a muitos trabalhos. Aquele trabalho que devia ser de equipe, e por orgulhos e vaidades pessoais não o é, redunda em prejuízo da Causa e da Verdade. Todavia, para Deus tudo são linhas retas! Tenho escrito, irmãos, para mais de setenta livros, de narrativas sobre os planos erráticos, e todos eles reportando os leitores às Verdades histórico-proféticas. Terminei também A BÍBLIA DOS ESPÍRITAS, sumulando neste livro todas as Revelações, deixando marcas do meu agradecimento a todos os Emissários do Cristo Planetário, a todos quantos vieram no curso dos milênios, semeando pela Terra a semente da Verdade. Eles mesmos foram os que fizeram, no Mundo Espiritual, tudo quanto tem aparecido em forma de livros, nestes últimos dois séculos. Os melhores escritores, mais ou menos conscientes de suas faculdades mediúnicas, nada mais fizeram do que filtrar a lições para o lado de cá. É assim, pois, que termino a minha conversa, lembrando as tradições proféticas, porque o profetismo nunca jamais terminará. Ficam de pé, em Deus, cujas realidades são Eternas, Perfeitas e Imutáveis, a autoridade

dos Cristos Planetários e o Serviço de Mensageiria Espiritual. Antes que a Terra existisse, tudo isso já pertencia ao foro da Eternidade! Cresçam os filhos de Deus aqui deste mundinho, que o Infinito os espera, cheio de Luz, Glória e Poder.

De 1960 até 1970

Da carteira de trabalho: Fábrica de espelhos Elicia Rua Gomes Cardim, 375 (Seu proprietário – Hélio Malpica – registrou-o até completar o tempo de aposentadoria) 2/5/62 até 30/9/66

(15/7/77) Houve uma transmissão de cargo na direção planetária, no dia de “TODOS OS SANTOS”, em 1960, e JESUS disse : “Amigo ELIAS, deploro deixar-te o mundo nas condições em que ele se encontra.

(21-09-1977) Se eu dissesse que fui eu quem escreveu esses boletins, estaria errado. Se dissesse que foi JESUS, também. Foi o Anjo do Sarçal, Ievé, o Cristo da Galáxia, e JESUS ao meu lado. Coloquei o meu nome porque alguém no mundo tinha que assinar.

(23-12-1977) EU e JESUS estamos passando do quinto ao sexto nível, que são sete. Quando nós passarmos do sexto, já não precisamos nos individualizar.

(14-11-1980) KARDEC tinha que voltar, em um novo corpo, para entregar o EVANGELHO ETERNO, o APOCALIPSE e assumir a DIREÇÃO PLANETÁRIA.

(entrevista com a tia Nena) Em 1961 viemos todos morar no Itaim, na casa do João, e ele, Osvaldo, já estava aposentado pela Cosmopolita, então também veio. Ele veio morar comigo no dia 13 de dezembro de 81. Eu casei em 73 e fiquei 8 anos casada, enquanto isso ele morava com o João. Quando eu enviuvei em agosto, ele decidiu morar aqui, na minha casa. No dia em que ele desencarnou, já estava comigo há 19 anos e 13 dias. Aqui ele escreveu muito, muito... na Rua Alarico de Toledo Piza, C4 (agora 540, mas antes era Rua Silva Teles). Portanto morou nesta mesma rua, em duas casas, quase 40 anos. Toda vez que ia para São Paulo, ia de trem ou alguém vinha buscálo. As sessões em Santana eram nas segundas, quartas e sextas e sempre alguém vinha buscá-lo. Nós todos da família o amávamos e respeitávamos, apesar de que, espiritualmente, muitos não seguissem a mesma linha, cada um com suas razões.

Depoimento de Yolanda: “Quando o dono da Cosmopolita desencarnou, (na Brig. Luiz Antônio tem um prédio com o nome dele), mesmo trabalhando, ele era muito chamado para atender aqui e acolá, e o velho gostava muito dele e falou para ele: -“Olha, não precisa vir aqui, faça o seu trabalho, esteja livre!”. Quando o velho desencarnou, os filhos puseram-no fora da firma, sem mais nada”. Todos clamavam: “Vá em busca de seus direitos, você tem direitos trabalhistas” e ele falava: “Não, eu não vou reivindicar os direitos, não”. Faltavam 5 anos para completar o tempo de sua aposentadoria, mas então, o Hélio Malpica, que tinha uma vidraçaria, registrou-o para completar o tempo, uns anos depois. Nesta época a gente dava dinheiro a ele, mas ele achava que vendíamos os quadros que ele pintava. Ele morava na casa do irmão João e a cunhada Nina, que moravam lá embaixo, perto da estação Em 1963 aconteceu aquilo com a Natália... Quando eu comecei a acompanhá-lo, ele morava na vila Maria, depois a casa onde ele ficou 14 anos era na Mooca e fazia trabalhos na Quinta Parada; era a casa da Brasilina, com a dona Aparecida. Em 1960 ele escreveu a oração à Maria, no dia de Todos os Santos, a de Bezerra é muito mais antiga. Neste dia eu fui à sessão da dona Brasilina e ele falou: -“Acabei de escrever a Oração à Maria”, e leu para todos”. ____________________

Bilhete para Yolanda, em 14 de agosto de 1970: “Querida irmã Yolanda e demais familiares e amigos, saudações! Hoje, 14-8-70, mamãe levantou-se e quis andar; os tônicos cardíacos estão fazendo o trabalho que lhes cumpre. Não sei quando estarei por aí, porque o frio está acentuado e creio ser melhor esperar tempo mais propício. Leia o que vai aqui, e se algum dia der para imprimir... ou guarde, para outros fins, o seu trabalho de compilação. Creio que em setembro poderei estar por aí, ou talvez este mês, depois do dia 20. Deus abençoe todos!” Osvaldo

A Revolução de 64 foi isso... Foi para não deixar que o Brasil e a Argentina tornassem-se rabos da Rússia, porque Deus disse para mim: - “Filho, se estes dois países da América do Sul virarem materialistas, comunistas, algum dia, no porvir, você vai ter que recomeçar como Viasa Veda, fundar os upanichades, voltará como quando Moisés, para reentregar a Minha Lei. Aja, filho, e acabe com isto!”. Comandei os Exércitos Celestes e veio a Revolução. Algum dia alguém vai escrever isto, algum dia alguém escreverá isto! É a mesma coisa com o Juscelino, eleito para o período 55/60, tido como grande estadista... Cansados, as Forças Armadas e a maçonaria dos positivistas de Augusto Comte, sabendo quer precisavam fazer alguma coisa, chamaram o governador de Minas e avisaram: - “Isto é secreto. Veja que somos poucos aqui, somos 20 com você, se você ganhar as eleições mudará a capital para a região central, instalará fábricas de automóveis, usinas de energia e tudo do que o Brasil precisa?” Juscelino respondeu: “Ah, se faria... mas já perdi! Faltam três dias para acabar a contagem e já tenho 600 mil votos contra!” . Eles tornaram a perguntar se ele faria tudo isto e ele confirmou, ao que eles então disseram: - “Então já ganhou...”, e ele ficou um marionete. Estes politiqueiros não sabem o que fez a Revolução para salvar o Brasil e fazer grandes obras que estão por aí (eram faraônicas naquele tempo, mas agora não estão valendo?). Na Argentina, o Videla disse um dia: - “No Brasil as autoridades aplicaram tudo em grandes obras; na Argentina os dinheiros sumiram e as obras não apareceram”. Deus sabe o que faz... Eu só encontro contra, no Brasil, pela frente, o maldito vermelhismo, sinal de comunismo, ateísmo e, consequentemente, materialismo. Eu disse àquela política que só se veste de vermelho que se ela for ao inferno vermelho, é por obra e graça de Deus. ___________

Um homem como o sr. Adolfo, nascido em Roma (o Tigelinus, “asa negra” do Nero reencarnado),veio ao Brasil, São Paulo, Brás. Trabalhava como encanador da Cúria Metropolitana que o expulsou quando a padraiada descobriu que era espírita... Lá no Itaim apareceu uma moça que me disse: -O senhor parece espírita. -Sou o fundador do Espiritismo. Sou Kardec reencarnado (disse eu, rindo). -Meu pai é espírita e médium. -Onde vocês moram? -Na rua Caetano Pinto. O senhor quer dar o seu endereço? -Claro! Rua Monsenhor Andrade, 243, onde tenho um quarto, na pensão. -O senhor quer ver o meu pai? -Olhe, eu tenho muito trabalho, não prometo nada. Em outro dia, quando voltei à pensão encontrei um pedido para aparecer na casa do sr. Adolfo, por um motivo. Fui até lá, indaguei do motivo e ele disse que não era com ele, era com o Mundo Espiritual. Oramos e o tio dele comunicou-se, dando o nome. Em seguida deram 7 batidas e eu perguntei qual era o nome do espírito. Ele respondeu: - “Tenho ordem de não dar o nome a ninguém!” e eu falei: - “Hoje não! Hoje não!” Sacudiram-no, levaram-no e ele voltou chorando e dizendo: - “Graças a Deus! Graças a Deus!” Quando parou a choradeira ele explicou: - “Eu tinha e tenho esta ordem que veio do Paulo, a quem eu mandei cortar o pescoço, e de mais gente, crucificada de cabeça para baixo. Eu só poderia dar o nome quando encontrasse no mundo um dos dois João da Bíblia. Graças a Deus, chegou o dia!” Eu sou o Nero!” Ele se apresentava com aquela roupa farfalhante e tudo. Túnica bonita, uma pena de pavão na mão e uma coroa de louro na cabeça. Um dia o sr. Adolfo, ao trocar uma lâmpada, caiu sobre o espaldar da cama e machucou-se, ficou doente, gemia. Consultaram-me a respeito da hospitalização e eu disse-lhes que não voltaria vivo, porque era a hora. Lá

no hospital ele teve uma visão e mandou me chamar para contar o que viu e ouviu a respeito de mim. Logo depois desencarnou. Através de uma de suas filhas, um espírito falou que era conveniente não evocá-lo, apesar de estar bem. Um dia, ao se abrir a sessão e começar a falar, deu choro em todos. Ele sacudiu a filha Maria, chorando muito. Acabou de falar o que queria e depois disse: - “Irmão Polidoro, muito obrigado! Estou morando num plano tão bonito, é tão bom que quando eu cheguei lá eu disse: “Eu não mereço isto!” Depois falou com os familiares, aconselhando o trabalho na Doutrina... mas não fizeram. Depois de 20 anos foram parar lá em Santana. Vejam lá o que fez o asa negra há 2000 anos atrás, Nero mais ainda. Mas ele, Nero, disse: “Assim que cheguei me disseram que só cheguei ali porque trabalhei na Doutrina fielmente, nunca disse não a ninguém, sempre de graça, como Deus manda. Por pelo menos 1600 anos eu tive um punhal cravado nas costas, sem saber se estava encarnado ou desencarnado, penando pelo que fiz.” Nesta encarnação do Sr. Adolfo, foi o Nero que desenvolveu suas faculdades, com martírio. No começo assustava-se muito, saía correndo, até acomodarem-se as coisas e admitirem que era ele que estava atuando e começarem a trabalhar. Aí apareci lá e ele não deu mais as 7 batidas para se anunciar (porque ele teve 7 avisos mediúnicos para adverti-lo de que estava procedendo mal). Aqueles que trabalham na Doutrina, quando o corpo dorme, têm trabalho do outro lado e, quando saem da carne, saem doutores da coisa. Naquele incêndio do edifício Andraus, uma moça no meio de tudo aquilo tinha tal nível e tal grandeza espiritual (lá havia aqueles que no passado tinham sido assaltantes de cidades, bombardeios para o povo fugir e rapinarem, corsários... deles lá há os que ainda estão correndo em chamas por aí, nos baixios) que ela desencarnou por asfixia, depois torrada pelo fogo... mas ninguém fez o recolhimento daquela moça, ela foi levitando, linda, clara, com um arco íris em volta, e foi subindo, indo embora para o plano dela. Também isto existe... e como existe!

26/11/95 Em sessões na casa do General Levino Wischral, quando ele era presidente da Cruzada dos Militares Espíritas, muitas vezes, para fazer demonstração, eu cassei a vidência dos médiuns. Na primeira vez que pus a mão na cabeça da Ernestina, a esposa do general, (que foi a samaritana a quem, há 2.000 anos, Jesus pediu água no poço de Jacó) para cassar-lhe a vidência, eu disse àquela gente: Se eu, sendo um simples homem, posso fazer isso, façam ideia se Deus quiser tirar de alguém alguma coisa, o que Ele pode tirar! Ela tinha uma cara, uma estampa nesta encarnação, uma ossatura, que não dava para ficar bonita nem com operação plástica. Eu estava falando sobre aquilo quando me virei para ela, seu rosto estava um desastre... Perguntei a ela porque chorava e ela respondeu: - “Ah! ‘Seu’ Osvaldo, o senhor não quer que eu veja mais!!” Eu respondi: - “Dona Ernestina, fui eu, Moisés, que disse que queria que Deus desse de Seu Espírito Santo e toda a carne profetizasse, iria eu cassar para sempre a sua vidência?” Dei, então, um tapa na cabeça dela e disse: “Volta tudo!” e ela explodiu em choro, pegou a minha mão e começou a beijar. Aí então tive de falar: “Pare! Pare! Não é para comer a minha mão!”... e ela começou a ver de novo. Tivemos a Rute bíblica, que depois deu, no catolicismo, a Santa Catarina Maior. Ela está na carne ainda, é uma vidente espetacular. Só passou a ter vidência depois que passou na minha frente. Dela podem ler que, lá para trás, um grande profeta da tempo encontrou-a na rua e disse-lhe: “Bem-aventurada és, filha, porque da tua descendência nascerá primeiro um grande rei (David) e depois o Messias”... e aconteceu. [Ciganinha, é a Ruth bíblica, Santa Catarina maior, foi 3 vezes minha mãe: mãe de Anchieta, do médico e astrólogo que fui na França; éramos ciganos, ela era vidente (Santana 5/4/85)] Ela morava no Largo São José do Belém, num sobrado em frente ao templo. Engordou tanto, tanto, tanto que mal podia sentar numa cadeira e por isso chegava a não sair de casa para ir às sessões, queria que fôssemos à casa dela mas, com tantos trabalhos que tínhamos, não era possível. Um dia aconteceu uma coisa. A Maria Inês aqui também estava lá (quando eu fui Pitágoras, ela foi minha irmã na carne e seu pai atual foi, então, nosso pai) e testemunhou. Havia 8 receitas médicas para serem tiradas e eu disse: - “Você vai fazer este trabalho de vidência, vai ver tudo, por dentro e por fora das pessoas, e eu vou fazer as receitas”. Maria Madalena comunicou-se dizendo: - “Mestre, da parte de Deus, Jesus está dizendo que ela vai ver tudo até tirar estas consultas mas, como ela não está trabalhando, não está frequentando nenhum lugar seja lá qual for o motivo, quando terminarem as consultas ela não vai ver mais nada!” Ela viu, acabaram as consultas e cessou a vidência. Ela pegou no meu braço e perguntou: - “Não vou ver mais nada?” e eu respondi: - “Hermana, eu vou intervir. Vou advogar a sua causa, mas quero que você entenda que é preciso trabalhar. Se nós não podemos vir

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