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Capítulo 8 de 20
Parte 8 de 12
Biografia de Osvaldo Polidoro
(19/1/97) Você, filha, que hoje está aqui, mas que foi Sara, a esposa de Abraão, vocês se saíram com a divisão: através de Jacó e suas doze tribos fundaram o judaísmo, o povo hebreu, Israel (tanto que foi dado a ele, Jacó, o nome de Israel); e no outro lado ficaram os ismaelitas, o povo árabe, (de Ismael, aquele anjo). Tudo isto era para ser bonito com tudo aquilo que fosse da parte de Deus entregue por Israel, para todos. Gente, vejam só: pelos árabes ismaelitas (tendo por patrono o anjo Ismael) Deus disse para mim: - “Mande um de seus discípulos encarnar no seio do povo ismaelita para que este alguém implante Minhas Verdades (Minha Justiça, Meus Dons e Meus Mandamentos e o trabalho dos Anjos) no seio deles”. Eu escolhi um de meus discípulos menores, Maomé, que já estava na carne, analfabeto, casado com aquela Cadija, que era mais velha que ele 20 anos (hoje estão em São Paulo, casados, ela novamente mais velha que ele). Em lugar de Maomé dizer de Deus, Sua Justiça, Seus Dons e Santos Espíritos Mensageiros, transformaram-no em rei material e ele organizou seus exércitos, invadiram a Europa por 600 anos, foram até à Índia, onde estão até agora. Outro dia, havia um ônibus cheio de ismaelitas mais de acordo com a vontade de Deus que deu de cara com outro ônibus cheio de fundamentalistas (que consideram os outros infiéis, indignos de viver)... cortaram os pescoços de 25. Ainda hoje eles estão na perfeita ordem de “pás” (e não paz), porque são necessárias muitas pás para abrir buracos para enterrar os assassinados. O Komehini teve a coragem de dizer que todo aquele que assassinar em nome do Corão terá um lugar garantido no Céu de Alá! Ele se colocou muito acima de Deus e Sua Justiça, Seus Mandamentos e tudo o mais. Tem gente que culpa você e o Abraão... só que você teve mais sorte, filha. O Abrão foi, mais tarde, na Grécia o fundador do Sibaritismo (bolso, sexo e mundanismo... dizia: aproveitem tudo isto porque da Terra nada se leva. Quando o corpo não puder gozar tudo aquilo que se possa gozar, tira-lhe a vida). Ele se carregou de tanta coisa.... Ele está na carne de novo, mas na encarnação como Heráclito Carneiro teve muita cultura, mas vinha
com ele uma coisa de degradação que só lhe faltava ser lobisomem. Por Lei Mediúnica tinha umas transformações, tantas, que teve gente que tentou matá-lo. Era boníssimo, mas atacava nele aquela coisa. Em Itaquera fundaram o Centro Espírita Verdade, onde ele era o cabeça. Um dia, saindo da casa do meu irmão João para ir à casa do Juliano, passei na frente daquele centro e entrei. Eles fizeram a reunião e o que eles falaram, eu não gostei. Falei umas tantas coisas e à noite vieram numa comissão para me pedir que eu fosse o presidente do centro. Levou mais de um ano e meio para eu aceitar, porque eu tinha já muitos trabalhos em São Paulo. Isto foi no fim de 1939, já que em 1940 Deus me mandou fazer um boletim impresso, não mais datilografado, com a oração a Bezerra, os Dez Mandamentos e os textos sobre os Dons. Tive que pegar o Heráclito-espírito e levar para um lado e outro no Mundo Espiritual para aprender e fazer umas tantas coisas, mas ele desencarnou ainda com aquela carga, que só pela Justiça Divina podia ser, porque o pesado fardo chamado carma não sai de nenhum filho de Deus. Temos o carma positivo, negativo e neutro (é o triângulo). Quem não mede todos os acontecimentos, todos (minerais, vegetais e animais) pelo triângulo acaba se danando.
4/2/96 No Mosteiro de São Bento, os frades faziam reuniões às quartas feiras. Um dia o João Evangelista me disse que Jesus mandou perguntar se eu quereria ir, porque eles estavam fazendo uma evocação a mim... eu fui lá. Entrando na igreja pelo altar, descendo, há salões. Lá, num salão muito grande, havia uma mesa e uma cruz na parede. Lá adiante tinha um fulano bem luminoso e outro um pouco menos luminoso na outra ponta. Então o João disse: “Já sondei antes. Aquele lá está presidindo e este é o médium”. Tinha frade luminoso e frade completamente apagado... E então encostei no médium. (A Vidência é pelo chacra coronário: - vidência, sonho profético, desdobramento, xenoglossia. Os médiuns de incorporação tem o plexo solar em uso. Nos médiuns de efeitos físicos é tudo na região da reprodução, onde há ectoplasmia grossa, facilitando mover objetos, levitação... Tudo isso tem explicação, é certinho.). Eu tomei o aparelho, dominei completamente, e disse: - Boa noite. A Paz de Deus, ou a saudação que quiserem. - Quem sois? - A quem invocaram? - Ao patrono da Ordem. - Qual é a Ordem? - Carmelita. - Então sou eu mesmo... (porque fugi para o Monte Carmelo quando a rainha quis me matar). O que desejam? Havia um senador e onze deputados comunistas, e tudo ia num embalo. Gente como o Prestes, Siqueira Campos e outros tinham dito em rodas naquela época, que com mais três eleições estariam no poder... mas o Céu não disse isso, ao contrário! Eles quiseram fazer certas coisas, como foi na Intentona de 35, mas tive que fazer e desfazer muita coisa. Então aquele da ponta perguntou: “O comunismo tem o direito de tirar o sacerdote do lugar?” Quando eu ia dizer coisas mais fortes, criou-se um ambiente. Jesus veio e estávamos os três rindo do que eles estavam pensando. Nós ficamos num compacto só e dissemos: “Ninguém tem o direito de tirar o sacerdote de seu lugar, porém é necessário que o falso sacerdote seja trocado pelo verdadeiro sacerdote, que é o profeta, o médium, o vidente, o dotado de Dons”. E saímos...
Numa data minha, de Kardec, fui convidado e fui à Sociedade Brasileira de Espiritismo do Rio de Janeiro. Rezaram, pediram alguma coisa e João Evangelista veio me dizendo: “Estão querendo-o lá!” Tinha lá uma moça, pela qual falei: “Estou na carne, tenho tantos anos, moro em tal lugar”. Eles disseram: “Nós sabemos tudo, mas queríamos uma palavra sua” e eu disse: “Devo dizer que depois que na França entreguei o Espiritismo, vim agora fazer tudo o que Deus mandou eu escrever e deixar no mundo, não mais.” Aí me disseram: “O senhor poderia escrever pela mão da moça?” Olhem, gente, como é. Eu disse: “Vamos ver”. Para usar a boca da médium, usei como bem entendi... mas na hora de manobrar o braço, não pude. Vejam como é. Eu, como Moisés, fui o maior médium de efeitos físicos, e Elias também! Não apareceu ninguém maior ou igual. Mas também foi só comigo, Moisés e Elias. Ninguém levantou a cabeça na minha frente para dizer Não e ficou com ela no lugar. Nunca antes, nem mais depois. Então, diante daquilo, disse a eles que a médium não dava para aquilo.
Em outra festa minha, o Chico Xavier ainda estava em São Leopoldo, e veio o João Evangelista dizendo o que estavam fazendo, tendo gente lá querendo uma palavra... e fomos. Pelo Chico é mais fácil. O Chico é de grande profundidade mediúnica: Em São Paulo, de olhos vendados, olhando para o lado, escreveu uma mensagem em 6 idiomas e em grande velocidade. Vejam bem quando o Mediunismo entra... mas isto para muito doutor no mundo não vale. Fazem questão de ser cegos e acabou-se! Lá eu falei pelo Chico: “Vocês sabem que estou encarnado. Moro na Avenida do Estado, 105A, em São Paulo. Chamo Osvaldo Polidoro e tenho 35 anos” Uma secretária da Federação Espírita Brasileira bateu à minha porta e, quando atendi, disse: “Boa tarde, Kardec!” e conversamos muito! Olhem, meus discípulos kardecistas são muito rançosos, enferrujados, porque eu deveria voltar para completar tudo. Completar! e não era restaurar tudo o que foi corrompido pelo Bestialismo, o judeu e o satânico da Besta Romana, fundado em 313, por Constantino Cloro I, o pai. Era liquidar o assunto da mídia, da informação, da informática divina e entregar o Evangelho Eterno!
O João XXIII era o Papa que estava no papado quando eu, João Huss, fui queimado pela Besta. Então, eu, Jesus e outros, por Ordem Divina (ele era vidente, via-nos muito bem) tiramo-lo do corpo várias vezes para ele fazer o Concílio Vaticano II, que foi uma abertura (abertura que não pára mais, porque a Besta vai diminuindo de poder, -os protestantes e os ditos evangélicos estão pondo a Besta de pernas para o ar e tudo vai colimar com os acontecimentos previstos no Apocalipse: A terra da sede vai ser procurada e não achada, por estar nos abismos pelos terremotos que virão). Quando o Pio XII desencarnou, ficou 16 dias na paroquiazinha onde ele começou como padreco, ajoelhado, rezando lá. Por Ordem de Deus, escolhi a Madalena comandando uma turma e o levamos a um planozinho (a Terra melhorada, de paz, com Amor naquele nível). Quando vocês falam de paz de Deus, é paz de consciência, mas do outro lado é Amor que se vive, naquela porcentagem, de acordo com a faixa. O João XXIII serviu a nós, serviu a mim e a Jesus, porque saiu com o Vaticano II, então ele ficou só 6 horas na paroquiazinha onde ele começou como padre. Novamente pedi à Madalena e à turma dela e fomos recolhê-lo. Ele foi levado a uma terra bonita, onde a mãe dele era a chefe de um retiro de espíritos de 10 a 15 anos. Ela é bonita e estava sentada num banco de jardim, com aquela água em volta, uma estrada contornando, árvores, paz vivida. A Madalena e a turma pegaram o João XXIII no colo e eu desci de onde eu estava. Ele, dormindo, foi posto no colo da mãe por elas. Pedi a elas que o magnetizassem e acordassem para que ele visse onde estava e com quem. Madalena impôs as mãos e ele acordou, olhou e disse: - “Mamma!” e desfaleceu. Deixei assim e fomos embora. Quando ia saindo vi o Pio XII que vinha vindo sobre uma ponte sobre um rio bonito numa corrente azulada, usando aquela roupa branca de Papa que ele vestia sempre, e o chapeuzinho. Coloquei-me à frente dele e ele levou um susto. Disse-lhe: - “Aonde vai?! e ele respondeu: - “Eu soube que meu colega desencarnou e que seria trazido para cá”. Disse-lhe eu: - “Agora ele vai dormir. Volte outro dia para falar com ele.” Passados 20 e poucos dias, Deus disse-me: - “Filho, agora vá lá e conserte o João XXIII, tirando dele a hidropisia e o câncer.” Voltei aonde ele estava e encontrei-o andando para lá e para cá, mãos para trás, cabeça baixa. (Quando se vê alguém de cabeça muito erguida, pavonado, é para se cuidar um pouco... quem pensa certo, baixa a cabeça e chora!) Esperei que ele viesse até aquele banco onde viu a mãe e, quando me viu, aproximou-se sorrindo e falou: - “Senhor, na Terra a gente morre e aqui todo mundo fala que a gente desencarna. Agora, senhor, por que eu saí da carne com o corpo doente e ainda estou com isso?” Respondi: - “Olhe, eu vim aqui precisamente para tirar isto de você.” e ele olhou espantado: - “Mas como, tirar de mim?! Eu estou doente!” e eu retruquei: - “Você não tem nada com isto. Você é Deus para julgar? Se eu estivesse como sou, no meu nível, você não me veria! E aí? Mas eu estou na sua frente e vim aqui com Ordem Divina para isso!” Sentei-o no banco, mandei fechar os olhos e pensar em Deus dentro de si, dizendo: - “Pense em Deus, que é, em nós, Origem, Sustentação e Destinação... faça isto!” Aí fiz a mutação que Deus mandou, como a que aconteceu com o Lázaro, por exemplo (porque não foram Pedro, Tiago, João e Jesus que fizeram aquilo... eles pediram a Deus, Deus é que fez! Ninguém ia ter poder para fazer aquilo e se Deus não tivesse mandado eu fazer aquilo com o João XXIII também eu não o faria, porque temos que obedecer à Justiça Divina). Ele foi estrebuchando, estrebuchando, e quando abriu os olhos não era mais barrigudo. O semblante melhorou, rejuvenesceu. Pedi que levantasse e andasse um pouco. Quando voltou disse-lhe: - “Olhe, eu vim fazer isto por Ordem Divina. Quando reencarnar um dia, seja como for, a hidropisia e o câncer vão atacá-lo mais uma vez e, com Deus e a Medicina do tempo, você se curará porque com aquilo que você ajudou fazer no Concílio Vaticano II (que foi por Ordem Divina) você ganhou alguma coisa... por isso veio parar aqui, senão não viria”.
Dito isto, fiquei no alto conversando com Jesus, e é isto que eu quero dizer a vocês: O Paccelli é espírito velho que desde a Índia remota vem vindo na minha história. Foi fascista na Itália e, com a desencarnação dele, o Mussolini chegou a dizer: “Se o novo Papa não for italiano e fascista eu toco o Vaticano daqui, porque a Itália não é obrigada a ter este entrave aqui”. Estes dois Papas, espíritos velhíssimos, vieram parar neste lugar, a Terra melhorada um pouco. Se a Sagrada Finalidade do espírito é desabrochar o Deus Interno até voltar à Unidade Divina, aguardaram ali até a oportunidade de um novo encarne. Não desceram para as trevas (como os Borgias e outros que ficaram séculos nos abismos por terem sido grandes assassinos, guerreiros e mulherengos). Eles vieram para o outro lado vestidos de Papa e eu pedi: “Troca de roupa, pelo menos!” e os avisei: “Em qualquer galardão do mundo, se na vivência da carne trair Deus, Sua Justiça, Seus Dons, Seus Mandamentos e Santos Espíritos Mensageiros, tudo isto é traição à Verdade Divina Fundamental e retarda o desabrochar do Deus Interno.” Galardões do mundo quase sempre fazem isto, impedem que o espírito seja útil, e quem não é útil não desabrocha o Deus Interno em menos tempo e com menos sofrimento.
Estive dando comunicações na Europa, em vários lugares, e até na Rússia. Todos os líderes da Rússia usavam aquele fardão igual ao do Stalin, até o Kruschev. Ele mudou tudo, vestia-se à paisana, viajou muito, foi aos Estados Unidos. Assistiu sessões e começaram a fazer sessões em parceria, russos, americanos e ingleses. Eu poderia dizer aqui uma porção de coisas acontecidas em comunicações havidas de cientistas e outros. Também estive me comunicando em Portugal, quando Lourenço Marques mandava cartas pedindo consultas médicas, para gente do Brasil mandar para lá. Ele passou pelo Brasil, ficou um mês e foi embora para São Lourenço. Mais tarde mandou carta dizendo: “O que é que tem este bendito país, Sr. Polidoro, que quando pego numa carta daí, de vocês, todo mundo chora? Há um quê! Por que não parei nesta terra?” Eu respondi: “Você faz bem de parar aí, porque está conversando com pessoas sobre a papelada que estou mandando!”
Se eu escrevesse um livro sobre o que se passa entre Deus e eu, independente de Jesus ou quem quer que seja (até certo ponto) e com Jesus, Gabriel e outros, e sobre onde tenho andado por aí, falando com gentes, tudo isto que o Espiritismo é, exercício mediúnico (em primeiro lugar viver a Lei de Deus e o cultivo mediúnico, tirando isto acaba o Espiritismo) e a Lei da Reencarnação (que é comum, todo o Extremo Oriente foi reencarnacionista em tudo, até de sobra, com o budismo, etc...) faria fanáticos.
Eu hoje aqui quis falar disto, porque de falar muito em Doutrina, a papelada que está aqui... Nunca livro algum foi mais adulterado que a Bíblia, pelo maldito clero judeu (o rabinato fundado pelos políticos) e depois pela Besta Romana (as maiores adulterações foram praticadas no séc. VII, em 600 e pouco, quando o Imperador Focas mandou em tudo, na Igreja e fora da Igreja, -ali praticaram adulterações até não querer mais). Não digo a palavra Evangelho porque na minha boca e de Jesus as palavras evangelho e evangélico nunca entraram. Nós falávamos “A Verdade” ou “A Doutrina do Pai”, acabou. Dizerem que os apóstolos foram evangelistas... tenham dó! Procurem ler e entender tudo, mas que vai acontecer, vai. A Justiça Divina não vai olhar nem para a esquerda, nem para a direita. Quem for apanhado vivendo a Lei, praticando o Bem e o Bom para com o semelhante e cultivando o sagrado Mediunismo, será imediatamente recolhido, porque há milhões de espíritos prepostos, tudo organizado para isto, para recolherem imediatamente! E quem estiver fora da lei de Deus, fora da prática do Bem entre irmãos e insultando o Mediunismo, dizendo que é coisa do diabo, é satânico, vai para os baixios, vai para os quintos dos infernos. Jesus disse outro dia, em comunicação: “Às vezes a gente perde o controle...”, eu não estou falando isto por perder o controle... eu não estou falando isto por perder o controle, não!! Estou falando de propósito! Quando ele disse verdades ao clero judeu, adulteradores de tudo, que proibiu o judeu de ler o Velho Testamento (que é a Bíblia dos judeus!), chamando-os de malditos de meu Pai, judeus porcos... não foi por perder o controle, não! É que isto enche o saco!! _____________
30/4/97 Naquelas sessões particulares de sexta-feira, na casa do General Levino, um dia peguei os videntes e convidei: - Vamos daqui até o outro lado do Planeta. Vamos com calma atravessar as trevas da subcrosta e tudo isto, já que para nós não vai valer. Mesmo que vejam alguma coisa de espantoso, não se importem, pois nós iremos com toda a Luz possível. Atravessamos até o outro lado (lá já era dia, aqui era noite) e dona Ernestina disse: - “Ah! Que bonito! Por que o senhor não faz sempre isto?” e eu respondi: “Dona Ernestina, que utilidade tem? Faz bem a alguém? Quis fazer isto para mostrar que a gente, podendo, enfrenta a subcrosta com toda a podridão e mares de sangue podre, gelo e fogo!”
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.