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Capítulo 13 de 20

Tragédia Em Três Atos — parte 1 de 7

Biografia de Osvaldo Polidoro

Primeiro ato: No vasto cenário espírita, multidões de médiuns, cultos e incultos, melhores e piores, honestos e desonestos, elegantes alguns, fungadores outros, mas todos trabalhando, assistindo os necessitados, aconselhando, mandando ler, estudar, entrar no caminho do conhecimento, porque o passe é meio de contato, é agente de ligação, faz o povo chegar, conhecer e engrossar a legião de trabalhadores da causa espiritual. Haveria, nalguns casos, necessidade de advertência, esclarecimento, talvez punição, mas o trabalho era monumental, porque servia e era servido, dava e recebia, penetrava no povo e pelo povo era entendido. Os centros aumentavam, o Espiritismo tomava o mundo, a Verdade era anunciada às gentes.

Segundo ato: Como os sacerdotes, escribas e fariseus hipócritas também reencarnam, surgiu uma corja farisaica, constituída de doutorecos e fedorentos literatelhos, empanturrados de petulâncias e prepotências mandonistas, cheios de inveja, de despeito e de falsidades, que inventou uma sentença: ESPIRITISMO NÃO É FAZER SESSÕES ESPÍRITAS ! Vazios de espírito, em lugar de consertar os antigos erros, as sujidades e podridões farisaicas, o que fizeram foi ressurgi-las, substituindo as sessões de passes e irradiações, pelas suas histéricas parlapatanices, pelos seus desejos de mando, de autoridade, etc. Inventaram programinhas, mandaram recados a outros fariseus hipócritas, tudo fizeram para falar mal dos médiuns, dos espíritos, das consciências, etc. E o pior de tudo – apesar da Codificação se dizer incompleta, falha e omissa, resolveram DOGMATIZAR KARDEC E A CODIFICAÇÃO, pois assim estariam, segundo eles, estribados na AUTORIDADE.

Terceiro ato: O trabalho da corja farisaica produziu seus infames efeitos, porque o povo, não sendo atendido, não tendo a quem apelar para contar suas dores e queixas, ou a quem pedir conselhos, fugiu dos centros kardecistas, foi parar nos terreiros de Umbanda, nos Candomblés, nas Igrejas Protestantes, nas Igrejas Católicas, etc. Quem se der ao trabalho de viajar pelo Brasil, verá que onde antigamente tudo era entusiasmo, trabalho, evangelização e socorros aos precisados de conselhos, agora tudo é desespero, abandono, solidão, vergonha..., porque as VOZES DO MUNDO ESPIRITUAL foram caladas, para que uma corja farisaica tivesse como impor suas parlapatanices, suas prepotências, suas imundas politicalhas mandonistas, em nome de Kardec e da

Codificação, ambos incompletos, falhos e omissos, e mesmo errados, porque realmente são errados, em alguns pontos...

--Cópias foram enviadas aos diretores de federações Espíritas, mas principalmente aos Senhores Vantuil de Freitas, Luiz Monteiro de Barros, José Herculano Pires.—

São Paulo, 22 de janeiro de 1967, O. Polidoro

De 1970 até 1980

Eu sou aquele que tem um pé na terra e outro no mar. Qualquer vidente me vê, no fim da sessão, voltando para o meu Reino, entretanto estou na carne. Santana, 20/7/77

15-07-1977 Tudo está restaurado e EU estou farto de tudo isso. 17-07-1977 Há de chegar o dia em que irão acrescentar na Bíblia o que EU estou fazendo. Serão as últimas páginas, com fogo ou com sangue. 19-07-1977 Eu vim restaurar tudo dentro das documentações bíblico-proféticas. 26-07-1977 Eu não criei a tarefa, eu vim porque fui ordenado.

15-09-1977 Mais uma vez um Messias passa pelo mundo. Ele passa, mas a Doutrina nunca passará. 28-09-1977 Tenho dó de todo mundo, no fim de tudo não tenho dó de ninguém. Não posso ir contra a JUSTIÇA DIVINA. 05-10-1977 Vão acrescentar na Bíblia a “Restauração da Doutrina” e vão escrever que tudo se cumpriu como DEUS prometeu.

14-10-1977 Eu sou como um poço cheio d’água: se não achar um meio de tirar, não sai. 28-10-1977 Quando escrevi este folheto “Como curar o espírito e o corpo”, JESUS a meu lado e EU como JOÃO BATISTA e com a roupa de dois mil anos atrás, JEOVAH mandou que escrevesse direitinho como está, e eu quero ver qual o cachorro que vai modificar isso. 11-11-1977 Eu sou o prometido das escrituras como o CRISTO RESTAURADOR, mas não vim para ser a palmatória do mundo. Eu vim deixar o último recado no mundo. Ninguém nunca veio para isso. Eu sou aquele semelhante ao filho do homem que vos guiará com vara de ferro 25-11-1977 Agora é hora de sintetizar tudo e estratificar como nunca. Eu vim colocar num palmo de papel a Sabedoria do Infinito e da Eternidade.

Fique mais um pouco, filho Elias, porque se você sair, em quem vou confiar no mundo? Se tirar um pequeno número de vanguardeiros, o grande número vai atrás dos demagogos. (Santana, 20/7/77)

Ultimamente tenho dois fatos a considerar: condensar os ensinos iniciáticos num mínimo de papel e, de uns dois ou três anos para cá, mandar avisar os judeus, porque tudo começou de lá (Itaim 4/6/78)

Itaim não se parece nada com aquela cidade atlante, quando se deu o dilúvio. A aura da Atlântida quando se deu o dilúvio era fedorenta, como é agora em muitas regiões da terra. Eis aí, volto ao mesmo local para entregar o Recado Final na hora certa. A Bíblia, que se afirma incompleta, só se completará quando se falar tudo sobre a Restauração e outros informes. Eu não deveria atingir 68 anos na carne. Vocês estão recebendo informes que eram para ser no México. Fui chamado, e Jeová disse: - “Filho Elias, a consciência que você tem, se tiver que ficar na carne, o que quereria fazer?” - “Não quero ter vontade diante do Senhor”

- “Eu quero que meus filhos queiram, para que Eu determine e lhes constitua mérito”. Eu ia responder, mas Ele disse: “Vai, filho Elias, e faça!” Vocês estão recebendo informes que eram para ser dos meados do século que vem em diante, no México. Até aqui, se chegou, daqui para frente não digo nada. Eu digo, sim, Deus é que sabe o quanto vivo agradecendo tudo o que se pode fazer no mundo. As escrituras só prometem esta volta para Restaurar e acrescentar os informes Eterno, Perfeitos e Imutáveis. Nesta sessão, 68 anos, depois inclinar e dizer “Pai, está tudo feito!” (Itaim 4/6/78)

1/6/97 O Nero veio contando de seus recursos de trabalho: - “Ah! Mestre! Temos recursos muito grandes! Pegamos espíritos que estão molestando a família ou fazendo troça de outros e gente forte os agarra e traz aqui. Quando chegam na sessões, pegamos índios e caboclos musculosos para levá-los ao alto de montanhas (que no Mundo Espiritual há também) e dizemos: Olhe, na encarnação você tinha carne pesada e grossa, aqui você também tem (e dão um beliscão perguntando: Dói? e o espírito diz: Dói muito!”) e então venha aqui e olhe lá para baixo: - “Quer se consertar? Se não, nós o jogaremos lá para baixo para quebrar os ossos do perispírito!” O Nero diz: - “Como diante disso se arrependem!” Às vezes são levados para geleiras do astral, como as da Sibéria, e dizem aos devedores: - “Quer ficar nesta geleira perene por séculos?” e o Nero diz: - “Não tem um que aceita! Arrepende-se logo!” Outras vezes são levados para aqueles mares de sangue podre lá de baixo e fazem olhar: - “Quer ficar aí?” Também não sobra um que aceite! Aqui também é assim: Quando se está com a Lei de Deus é a Força do Direito. Quando se sai da Lei de Deus é o Direito à força, disciplina à muque! É para isso que desenhei o triângulo com a palavra Inteligência no alto, Amor no vértice esquerdo e Justiça no direito, - a palavra Deus no centro: Quando chega a hora da Justiça, quem tira? E na hora do Amor, se merecer... se merecer

Depoimento de Darci Bersani: Numa sexta feira, nós saímos da sessão do Fernando, lá na Av. São João), e eu o levava para casa. No caminho ele disse: - Darci, domingo você leva o general Levino para almoçar lá em casa porque eu tenho um recado para dar a ele. Eu estranhei. Insisti com o general e ele acabou indo conosco até lá, na casa dele. Almoçamos e, após o almoço, Osvaldo Polidoro disse: - Olha, general. Segunda feira vá até a Caixa Econômica com o Darci e tire aquele dinheiro da Cruzada dos Militares Espíritas que o senhor, como tesoureiro, deposita ali, e entregue-o para outro militar continuar como tesoureiro de lá. - Mas por que, Polidoro? Por que? - É porque você vai fazer uma viagem muito longa e não vai ter condição de guardar este dinheiro, então faça isso. Ele, então, relutante, na segunda feira retirou o dinheiro comigo e levou até Santana, na casa de um militar (não sei se era general) que estava tão doente que nem podia levantar da cadeira para receber. Ele recebeu o dinheiro, que não era muito, uma quantia razoável, e disse que iria depositar numa conta em nome dos Militares Espíritas. Viemos embora e o general dizia: - “Que viagem é essa que eu vou fazer? O Polidoro tem cada uma...” Na terça feira de manhã a dona Ernestina me ligou pedindo ajuda, dizendo que o general estava caindo. Veja, o homem não tinha nada! Eu fui até lá, ajudei a interná-lo e, então, na sexta feira desencarnou e no sábado foi o enterro. (em torno do ano de 1975)

1/10/97 Aqui e lá em Santana, tive que pedir para não me olharem, que baixassem a cabeça, porque a vibração me prejudica, me faz muito mal. A verdade é essa. Não estou ofendendo ninguém, mas que machuca, machuca.

16-12-1977 Eu lhes digo isto: “Se DEUS tivesse dado a um poste tudo o que deu a mim, o poste teria feito a mesma coisa.”

11-01-1978 Eu estou no fim da tarefa messiânica. 11-01-1978 Isso de escrever folhetos, nem a Humanidade merece nem entende. Depois vão procurar isso com unhas e dentes e não vão achar.

20-09-1978 Duzentos e quarenta mil anos consecutivos de profecias e ensinos e ainda venho encontrar gente que nunca ouviu falar disso. 25-04-1979 Hoje foi o dia em que se passou mais uma etapa, uma fronteira. Mais uma vez, depois de 69 anos de transmitir recados ao mundo, tive duas prorrogações de vida. 19-09-1979 Hoje, depois das 6 horas, me tiraram do corpo e me colocaram numa praça onde foi trazido gente de todas as raças e nações e foi avisado que eu iria falar. Assim que foi avisado que eu falaria sobre a LEI de DEUS, foi saindo a turma, virando as costas, só ficando aquela coroa de trabalhadores que me acompanha. Daí a voz de JEOVAH me disse: “Só resta o Dilúvio, o expurgo.” 26-10-1979 Faz 24 horas que eu tive um encontro com JEOVAH e eu disse: “Já fiz tudo, falei tudo e agora o que eu faço?” JEOVAH, naquele esplendor, me respondeu: “Continue falando sobre os DEZ MANDAMENTOS, a LEI DE DEUS”.

De 1980 até 1990

Tia Nena, no portão de sua casa, onde morou seu irmão

Jeová falando aos Cristos da Galáxia. No meio deles me focalizou e disse: “Você, filho Elias, que é da terra, deste momento em diante, continente contra continente, filhos contra pais, etc, etc, mas acentuou um ponto: Quando a imoralidade tiver atingido um ponto julgado inconcebível, haverá o grande cataclismo, que produzirá a grande renovação do mundo”. (Itápolis, 7/4/82)

Meu reino é dimensional, vibratório, não é geográfico, geométrico. (Santana 9/1/81)

Não está escrito que Elias voltaria para curar corpos.Eu não vim por causa do que é efêmero, vim por causa do que é eterno.(Santana, 14/8/85)

11-07-1980 Se vier o dobro de gente, eu não venho mais. O meu trabalho não é ser curandeiro. Eu estou fazendo Apóstolos.

10-11-1980 Eu estou vivendo três encarnações em uma.

10-11-1980 Eu não vou sair da carne para ser escravo da Direção Planetária.

22-03-1982 Transforme-os em Apóstolos da Causa Divina. (JEOVAH)

27-08-1982 Se eu sumisse do mundo neste momento, olhando para trás, eu diria: “Está tudo feito, está tudo restaurado”. Há dois mil anos, EU e JESUS falávamos mais e a Humanidade não se importou. Agora, 27-08-1982, JEOVAH diz: “Escreva, filho. Palavras, o vento leva”.

03-01-1983 Minha influência como Diretor Planetário pega tudo, abrange tudo e atinge tudo da Jurisdição Planetária. Veio o Gandhi, pensando na Humanidade. Plantaram-me em lugar onde estavam gentes de todas as raças, povos e nações,e a voz de Jeová disse: “Filho Elias, estenda as mãos”. E foram colocadas uvas das mais

finíssimas e deliciosas que podiam existir e a voz me disse: “Ofereça, filho, a essa gente para que provem”. E eu estendi as mãos para todos os lados oferecendo, mas as pessoas paravam, olhavam com desdém e uma ou outra pegava e agradecia, as outras viravam as costas, e a voz disse outra vez: “Vire filho, ao outro lado”. E tinha então animais de toda espécie, gatos, cachorros, galinhas, patos, etc... Eles vieram ao encontro felizes. Comiam, agradeciam e saíam reverentes.

Casa da Tia Nena, para onde mudou em 1981

Nuvens do Céu - símbolo da Mensageiria Divina.

Eu vim complementar tudo e não apenas restaurar. Eu e Jesus ainda não somos Absolutos no Absoluto. Pertencemos ao Oceano Divino de nunca mais precisarmos de manifestação individualizada.

25-11-1983 Eu e Jesus ainda não somos Unos Totais com o Princípio. Até Jeovah ainda não se reintegrou no Absoluto. Eu e Jesus nos curvamos a ele com todo rigor.

Nasci no dia 5 de junho de 1910, às 5 e meia da manhã. Comecei no marco zero e já percorri 72 km. Tive duas prorrogações. O que estão recebendo agora viria no século XXI, num país de língua espanhola. Vim entregar o Divinismo, porque no século passado deixei o Espiritismo (Santana, 5/5/82)

Assim que desencarnei na França, como Kardec, Jeová me disse: “Arregimente a turma servidora e vá para a Terra do Cruzeiro do Sul. Lá, na Atlântida redescoberta, onde entregou a primeira Bíblia – a Poppol Vuh – entregará a última, o Evangelho Eterno”. Hoje estou com 73 anos, tudo está feito. Não aceito parabéns, devolvo-os a cada um. Muitos anos de vida, não prezo, tarefa a ser cumprida, sim. Gostar da vida na carne, não; cumprir a tarefa de trabalho no mundo, sim. Como Jesus, digo: “Até quando vos suportarei!”

Itápolis, 7/10/85 Não faz um ano que aconteceu o caso das uvas. Sou aquele Anjo do Apocalipse que tem um pé na terá e outro no mar. Fora da carne sou o intermediário. Dirigi-me a Jeová, os dois, na carne e fora da carne. Jeová colocou-me num ponto em que tínhamos a humanidade do planeta à frente:

- “Elias, estenda as mãos!”, disse. E eu estendi. Vieram dele as uvas. Minhas mãos pareciam do tamanho do planeta. Ele me encheu de uvas. Tive de me curvar muito para comer uma uva. Nada melhor do que isso. - “Agora chama toda a Humanidade para comer das uvas!” E gritei, chamei, clamei: “Venham comer, é de graça!”. Veio um número mínimo, nem um por mil, retiravam-se genuflexos. E Jeová disse: “Chama!”, e os demais gargalhavam. E então Jeová concluiu: “Filho Elias, vire para o outro lado”. Ali estavam todos os animais. Eu, então, chamei: “Venham, comam! É de Deus! Eles vieram e quanto mais comiam, mais aumentavam em número. Riam, saíam agradecidos”. -“Filho Elias, por quem você pede? Tudo quanto ofereço eles desprezam, blasfemam. Por quem você pede? Não tem jeito, só a Vergasta Divina. Que tinha eu a dizer, a esses espíritos que pedem. Pediram, está pedido, está transmitido. Antes do Dilúvio de Água acontecia a mesma coisa. Fazer o quê, mais?

19/6/96 Eu recebo pedido de muita gente com muita angústia, desespero, com lágrima, com dor. Vêm, e eu tenho que saber que vêm... mas meu corpo tem 87 anos! Na beira do rio Jacaré aquele espírito foi amarrado na minha aura. Foi o maior feiticeiro conhecido da história da humanidade, como ele se diz. Fiquei hemiplégico do lado esquerdo. Estava para baixo daquela ponte, uns 150 m, a mais de um metro da água. Se estivesse na beira teria caído no rio e desencarnado afogado, pela paralisia. Fui subindo arrastando até onde estava o Armando (Geraldo Santoro) e, graças a Deus, tinha lá um cabo e um soldado da Florestal que estavam conversando e que correram para me pegar. Queriam me levar para o Hospital de Tabatinga. O Salomão (Chargorodsky) disse-lhes que não, já que não parecia ser motivo de saúde e, sim, outra coisa: - “Levar para o Hospital para quê? Ele receita para médicos!” Começaram a rezar e eu disse: “Levem-me para o carro, para irmos para casa!”. Cada um deles me pegou de um lado e, a meu pedido, pensando em Deus. Para sair do rio e passar pela cerca tinha uns 100 a 150 metros. Numa certa hora aquilo sumiu e eu pedi que me pusessem no chão. Fui andando até o “fusca” do Salomão e pedi ao Armando: - “Não fale nada para elas em casa para não ficarem com medo!” Lá chegando eu disse: - “Estou com um pouco de sono. Vou deitar, mas primeiro vou ao banheiro”. No caminho aquilo me pegou outra vez e o Armando precisou me segurar, senão eu cairia. Mediram a pressão (que deu 13 por 10) e eu lhes disse: “Não é nada do coração, é espírito, senão não passaria de repente tudo isto!” A Yolanda disse: “Precisamos fazer uma sessão e vamos fazer o mais depressa possível!”. Eu pedi: - “Vão orando. Se afastarem esta coisa que está aí, eu vou deitar. Quando eram 6 ou 7 horas desceram a Emília, a Zuleide e mais uma turma. Eu disse: “Se for possível, Deus, que este espírito não incorpore na Emília... Fazer tudo com ele o que possa ser, sem ser pela Emília!”... mas não adiantou. Ele se torcendo e torcendo a Emília, precisou de 5 pessoas para segurá-la. Um homem em cada perna e braço, outro segurando a cabeça e ele, o espírito, sacudia muito. Depois foi falando e rosnando como bicho, dizendo que queria ir embora. - “Quero ir!” - “Não! Se alguém o amarrou à minha aura, é por Deus!” - “Não mereço nem ouvir de longe, Deus. Eu comando milhares de espíritos. Tenho subcomandantes. Fiz morrer, ficar doente, matar, suicidar, desgraçar... tudo!”. - “Todavia lembra bem: Você é uma Centelha Divina que algum dia tem que despertar para a coisa divina. Procure dizer assim: Deus, eu me arrependo e peço perdão!” - “Não vou fazer isso! Não posso fazer isso! Tenho que penar nos infernos, sabe Deus o quanto!” - “Escute, você é uma Centelha Divina que algum dia vai ter que voltar ao Parâmetro Divino. Comece pedindo perdão!” Falei com ele por mais de meia hora. Era clérigo e desencarnou desiludido. Ele já não sacudia mais. Serenou. Fiz de tudo para ele pedir perdão e começar a se arrepender. Falei de Deus, no Velho Testamento: “Por Mim mesmo quero Eu, o Senhor, não que o pecador morra, mas que se arrependa e viva!” (Isto vale dos dois lados) e falei que é de Deus: “Bem aventurado o pecador que se diz penitente!” Disse ele: - “Não, não! Eu não! Nenhum de vocês sabe o quanto eu fiz comandando os milhares de espíritos, meus subcomandantes. Eles podem ficar com 10 ou 15 metros de altura e com uma mão que pega 5 de uma vez e espreme!” Eu sei que espíritos que conhecem as coisas podem fazer. Fiz de tudo e ele não quis aceitar nada. Eu disse:

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.