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Capítulo 12 de 20
Parte 12 de 12
Biografia de Osvaldo Polidoro
10-08-97, Itaim Paulista Na oração à Maria vocês vão ler todas as falhas humanas. Todos os erros estão expostos: tudo quanto é delito humano, tudo o que contraria a Lei e blasfema contra a Graça de Deus, o sagrado Mediunismo, tudo está advertido na oração à Maria. É um código do mais divino Bom-Senso que queiram desejar. Ouçam bem e pensem bem em quanto de advertência aí está. Fulano que lê a oração à Maria (eu diria assim) não precisa nem ler os Dez Mandamentos, porque nela está tudo escrito, com pormenores. Mas, Código de Comportamento maior que os Dez Mandamentos, não tem. Em sessões, falem o mínimo e leiam o que é bom ler! Vindo gente nova, ao invés de atenderem um por um, façam que o pedido - depois de todas as orações - seja em bloco, peçam para todos a Deus. Expliquem que Deus está no imo de tudo e de todos, e o que está na Bíblia: - “Antes que lho peçais, Deus sabe do que tendes necessidade, porque Ele é íntimo a vós”. Entreguem o que ler e façam pedido geral. Eu fiz sessões de 5 horas, mas com Medicina, Psicometria e Quiromancia. Depois passaram a durar 3 horas. Agora quem é que está fazendo isto? Eu não posso admitir que uma sessão divinista precise de mais de uma hora e meia de duração... não pode ser. Eu provo para vocês que sem fazer Quiromancia, Medicina e Quiromancia eu liquido tudo, faço ler orações e tudo o mais em menos de hora e meia (e se quiser, em uma hora faço tudo).
Nas faixas crísticas e nas mais que isto, nas dos deificantes, a humanidade vive de frutas, não precisam comer mais nada... vivem mais do espírito que outra coisa. Neste planeta, nas faixas superiores, do 7º para o 8º, lá existem espíritos que nada comem. Do 4º para cima, os mentores espirituais falam aos espíritos: - “Se quiserem produzir (manobrando matéria astral) frutos para comer, façam o mínimo possível, vão vivendo do espírito. O Espírito, que é Deus, não precisa comer”.
(depoimento de Yara Anconi) “Quando nasci, o Pai Divino Osvaldo Polidoro já realizava trabalhos na casa de meu avô Heráclito (reencarnação do Abraão bíblico), pois eram muito amigos e, certa vez, o meu irmão mais velho estava acometido de um mal um pouco complicado, era reumatismo ósseo infeccioso. Já se encontrava acamado sem poder andar há mais de um mês e, num domingo, fomos com toda a família à casa de meu avô. Meu irmão teve que ir carregado, pois não caminhava. Neste domingo, mais tarde, o Pai Divino chegou. Meu irmão estava deitado no sofá; ele olhou para o meu irmão, depois convocou a todos para o trabalho. Todos se dirigiram ao
recinto que havia na casa especialmente para esses trabalhos, e, terminado o trabalho, ele voltou à frente do meu irmão e ordenou que se levantasse e andasse, e assim foi, depois de tanto tempo sem poder sequer pôr os pés no chão, ele caminhou completamente curado. Foi um momento de muita alegria para todos nós...Graças a Deus! Estes trabalhos cessaram quando do desencarne do meu avô. Após isso, íamos frequentemente à casa dele no Itaim, me lembro que sua mãe ainda era viva, Dona Melânia era o seu nome. Pouco tempo depois ela também desencarnou, mas continuamos a frequentar a casa Dele, que na época, ficava em lugar alto e na frente havia um local muito escampo e aberto, de onde se avistava toda a cidade. Certa vez nos levou a esse lugar e, apontando para o horizonte, nos falava dos ventos, das nuvens, dos astros, coisas de infinita sabedoria e que não me lembro bem, pois ainda era muito pequena... Eu me lembro que os adultos se reuniam com Ele em uma área na frente da casa onde colocavam várias cadeiras e passavam horas conversando, e mais para o final da tarde todos se dirigiam a uma grande cozinha para o trabalho espiritual. Após o trabalho compartilhávamos com Ele uma mesa muito farta, confraternizando com muita alegria... Antes dele fundar o trabalho em Santana, a União Divinista, Ele fazia vários trabalhos em locais diferentes, em casas de divinistas, onde eu pude acompanhar alguns trabalhos e foi quando fiz minha primeira psicometria, com oito anos de idade.”
(depoimento de Darci Bersani) “Eu e a Rosa o conhecemos em 1965, lá na Liberdade (nas quintas feiras), nas sessões que ele fazia lá. Ele fazia sessões também na casa do Fernando (Av. São João), da Natália (Ipiranga), do Vagner (nas terçasfeiras, rua Loefgreen, 1640). Sábados e domingos havia sessão na casa dele, após as pescarias no rio Paraíba, Guararema, onde tínhamos que pular cercas e andar muito até os pontos de pesca. Ia junto o Cruz, no carro do Estevão. Eu e a Rosa levávamos o Polidoro no carro que compramos em 67. Antes que eu comprasse esse carro, ele ia e voltava de trem e ônibus, porque era muito ruim para chegar lá. Um dia, depois de uma sessão ,já que tinha uma Veraneio nova, saindo da casa do Vagner perguntei ao Jarbas: - Você vai levar o Polidoro até a casa dele? e ele respondeu: - Não! Lá é muito perigoso! É muito escuro, asfalto ruim! Vou deixá-lo lá no centro, na estação. - Então deixa que eu levo. - O quê? Você não tem medo? Respondi que não e, depois daquele dia, ele não foi mais de trem nem de ônibus. Fiz isso por uns 12 anos, e aí começaram a fazer revezamento comigo. Naquela época não havia o perigo de bandidos. Não havia iluminação pública, na famosa Curva da Morte muita gente caía na ribanceira... quando dava neblina então, tínhamos que nos guiar pelas sarjetas, porque não se enxergava nada.
Os videntes de minha época eram Ernestina, Maria Lenguasco, Cruz, Estevão, Vagner (que era maravilhoso quando recebia o Dr. Bezerra de Menezes para dar as receitas). Naquela época, o sr. Polidoro pegava um papel com o nome da pessoa e dizia: - “Dr. Bezerra, aqui temos o fulano, assim e assim”, e o Dr. Bezerra dava a receita dos remédios. Só que o Vagner, infelizmente... um dia fomos todos impedidos de entrarmos na casa da rua Loefgreen pela mãe do Vagner. Ele tinha levado uma bronca pela conduta e a mãe se ofendeu e tocou-nos da sessão, acabando os trabalhos lá, a partir de então. Continuaram os trabalhos na casa da Natália e do Fernando na av. São João e na casa do gen. Levino, que eram apartamentos pequenos, sessões para 20 e tantas pessoas. Depois ele saiu da Av. Liberdade, 688 e foi para Santana, rua Pedro Doll, 549, que era muito mais confortável. Eu mesmo fiquei ainda dirigindo sessões lá por um tempo. A dona Maria Lenguasco, nós íamos buscá-la quase todos os fins de semana no Sanatório onde morava na Vila Mariana (rua 11 de Junho), já no fim de sua vida. Ela ficava aqui e íamos pescar juntos com o Pai Polidoro. Ela quase não tinha forças, mas na sessão recebia o João Evangelista e se transfigurava, falava com voz alta, bonita, límpida...
Um amigo meu, dr. Max, não acreditava no que dizia o Pai Polidoro, nem que ele era a reencarnação de Moisés e tudo o mais. Um dia, depois de muito tempo negando, pediu socorro na hora de ir operar as vistas. Pedi por ele, lá em Santana, e o Pai aconselhou que ele operasse apenas uma das vistas, porque se fizessem as duas, ele ficaria cego das duas. Ainda fez o gesto, com os dedos bem juntinhos: “não tem merecimento nem assim”. E assim foi, ficou cego de um olho só. Não saiu bem da carne...
Eu morava na rua Cezário Mota, 1476, em 1966, e ele ia fazer sessões lá, de vez em quando, com a dona Maria Lenguasco e sr. João, o Guilherme. A dona Maria não faltava em nenhuma sessão. Nesta casa atual, (rua Arataca) muitas vezes ele dormia aqui para irmos para Itápolis cedinho. Também aos domingos, depois das pescarias, fazíamos almoço lá fora, na varanda. Um dia, eu tinha trazido a Ciganinha para cá, e no almoço ele perguntou:
- Vamos ver se vocês sabem, o que tem que fazer o espírito para ir para o céu? Foi a dona Ernestina quem acertou, dizendo que era bom comportamento, mas depois confessou que havia sido um espírito que tinha dito a resposta a ela. Para a Ciganinha ele avisara que tinha que trabalhar muito espiritualmente. Eu ia muito à casa dela, mas por ter se recusado a fazer trabalhos espirituais, tudo foi de mal a pior. Era uma grande vidente, perdeu o marido, perdeu tudo.
No começo, o Sr. Osvaldo morava com a mãe na parte da frente do terreno, e aí o João, irmão dele, construiu uma casa boazinha, com a colaboração de todos nós, na parte dos fundos. O João era muito rude conosco, a casa lotava de gente... - Um dia vai acontecer alguma coisa a ele!, dizia o Pai. No dia que o Papa, em visita a São Paulo, passou de helicóptero por cima do bairro, ele, João, correu para ver e pisou num prego, infeccionou, inchou muito. Um dia brigaram muito feio por algo que falaram, falso testemunho contra o Pai, e o Pai Polidoro teve que sair daquela casa e foi morar na casa da Nena, que ganhou muito com isso, fez esse trabalho grande.”
21/7/96 Eu vim trazer também o Escândalo, porque dentro em pouco sairei. Tendes no Apocalipse um Anjo com as vestes salpicadas de sangue e alfanje nas mãos, a quem Deus diz: - “Sega, porque é hora!” Vou sair e comandar o Dilúvio e a Expulsão de Cabritos para Mundos Inferiores.
Uma vez um rapaz chegou a mim dizendo: - “Polidoro, vou me encapotar com explosivos. Vou abraçar o Rademacker e morrer na frente dele, mas ele ficará despedaçado!”. Eu respondi: - “Muito bem, dos três ministros militares você liquida um, não liquida tudo, nem as Forças Armadas, nada! Não é com isto! Você sai contrariando a Lei de Deus, o que ganha com isto?” Aquele espanhol naturalizado brasileiro, o Everardo Dias, (muitas vezes mais culto que o Luís Carlos Prestes e que um dia se transformou em espírita e maçon, depois de ir à Rússia e ver tudo aquilo lá), voltando da Rússia passou pela Espanha para conversar com La Passionaria, a maior mulher comunista do mundo. Ele viu na Rússia a organização indiscutível, mas que tinha uma nata de menos de 10% em cima, com tudo de muita regalia, mas com muita gente do povo que recebia comida uma vez por mês e que nunca conseguiria habitar as capitais dos 16 países da União Soviética. Os ministros tinham suas dashas e suas regalias. Um deles, muito conhecido, tinha onze pessoas a servi-lo, mas dizia: - “Não, não tenho empregados. É o Estado que me fornece, pela minha função!” Quando ele saiu de lá, desarvorado, contrariado, a Passionaria disse-lhe: -“Nós temos que lutar contra aquilo que está lá na Rússia e contra o nazi-fascismo, porque são iguais.” Retornando ao Brasil, foi morar no Itaim Paulista. Lá morava o Siqueira Campos, da Coluna Prestes, cujo irmão, Antoninho, foi um dos 18 do Forte (que não foram 18, e sim 23) e que tinha o apelido de “Louquinho” porque resolvia tudo à metralhadora. Reuniam-se na plataforma da estação onde Heráclito Carneiro (o patriarca Abrão) era o agente. O Siqueira Campos, (que quando veio, anistiado, da Argentina, pagou o aforamento de terras do lado de cá do Tietê) disse a mim: - “Quando chegar a hora, dentro de um ano ou dois, nós seremos governo. Se um pinto piar, vai acontecer um massacre!” Mas Deus disse-me um dia: - “Filho, arranje três pessoas do seu conhecimento, instruídas e conscientes. (Eu arranjei o Heráclito, o outro foi marido da terceira mulher da Bíblia -o Lopes, gerente da estação de Artur Alvim, e a outra pessoa era gente da roda, mas comunista também). Vá ao Siqueira Campos (que era o único que falava com o Prestes) na casa dele, e diga isto: “Dentro de seis meses no máximo o Partido estará fora da lei, com punições liquidando com tudo, porque este país não pode cair nas malhas do ateísmo, do materialismo. Se o Brasil, no Sul do planeta, virar ateu, materialista, comunista, marxista-leninista, o resto do mundo também vira, porque este país influencia.” “Então depois, algum dia, filho Elias, você vai fazer toda a triagem, fundando outra vez a Ordem dos Upanichades, fazer aquilo que você fez como Rama, Orfeu, Zoroastro... até chegar no Espiritismo. Diga a eles que escrevam no Livro de Ata: Seis meses no máximo, e tudo liquidado.” Maçonaria, os positivistas de Augusto Comte... O fundador teórico da república era positivista integral, nas Forças Armadas de alto nível eram quase todos maçons. De um lado, então estava: “Nem Deus, nem Pátria, nem Família”, o comunismo; no lado oposto estava o Plínio Salgado: “Deus, Pátria e Família”. Eu pus os exércitos de Deus atrás de todos. Saíram correndo atrás do Presidente da República. Os comunistas tinham em fazendas, escondidos, (até no fundo de águas, muitas águas, em casas de muitos deles, em fundos de quintal e dentro de casas, em chão cavado) armamentos para um dia dizer: - “Vamos, à bala, dominar quartéis, polícia, tudo. Sangue! Morrer ou matar para implantar o Comunismo aqui!”
Quando a Revolução de 64 triunfou, veio o Grão Mestre da Ordem Maçônica no Brasil, com mais dez pessoas, e disse: - “Polidoro, vamos à Presidência do Brasil?” Respondi: - “Não, eu não! Eu não vim para isto!” E ele, que era médico, disse: - “Polidoro, se os brasileiros que são conscientes não querem governar este país, vamos deixar que os ladrões mandem em outros?” Respondi então: - “Olhe, tem muita gente competente no Brasil. Pegue no meio dos maçons e dos positivistas que tem gente muito boa, muito boa. Eu não vim para isto. Vim para o que está nas Escrituras. Já entreguei o Espiritismo na França e vou entregar o que está no Apocalipse 14, 1 a 6.” O Castelo Branco era o que tinha a maior biblioteca de exegese doutrinária, ele e bem mais gente sendo maçons e positivistas. Bem, então eu não fui, não quis, e 64 fez aquilo. O Videla, da Argentina, disse: - “Sabemos que é uma guerra suja; precisamos matar argentinos a bem de Deus, Pátria e Família para não sermos Sem-Pátria ou Família, nem sermos como os marxistas-leninistas que incentivam filhos a acusarem os pais, como na Rússia”. Para implantar o Comunismo na Rússia foram mortos milhões. Mas Deus mandou fazer tudo para que aquilo caísse.... Caiu, ou não caiu? Aquelas mulheres da Plaza de Mayo, na Argentina, queixam-se: - “Mataram nossos maridos!”... quem sabe o que eles queriam fazer da Argentina e do Brasil? Eu escrevia a todos os Presidentes e eles me respondiam por telegrama, em 24 horas. Ao Geisel escrevi: - “Funde cinco partidos, um da Liberal Democracia, no centro, um centro-esquerda, um centro-direita, e os extremos direita e esquerda.”, fazer cinco partidos fortes e grandes neste país. Não fizeram. Para eleger o Collor havia 36 facções, partidinhos que não tinham nem 50 pessoas, vendendo votos. Na Constituição de 88 tiraram até toda e qualquer censura. Pode haver coisa mais desgraçada que liberdade sem moralidade? Pode? Não, mas está aí! Tínhamos 5 partidos comunistas, agora são 4. Para pôr o nome “Deus” na Constituição deu briga lá dentro. Se não fossem os protestantes, católicos e espíritas, os comunistas não permitiriam de jeito nenhum o uso da palavra “Deus”! _______________________________________
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