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Capítulo 3 de 20
Parte 3 de 12
Biografia de Osvaldo Polidoro
separando. Principalmente quando bebia um bocado, (desencarnou numa sarjeta, bêbado) espíritos o pegavam. Num dia, numa festinha, ele perguntou: - “Querem ver como dou um murro nesta parede?” Correram para segurar, ele afastou todos e deu um murro na parede. Não machucou a mão, mas a parede ficou rachada por muito tempo, porque a família deixou assim. A casa ainda está lá. Eis aí como a Terra gira, as pedras se tocam e os espíritos se reencontram! Saíram todos da carne... Por causa dela o Herodes foi procurar o Espiritismo. Espanhol, quantas vezes eu o ouvi dizer: - “La cosa mas linda del mundo es el espiritu!” Era Pai Jacó para todos os efeitos... Quando eu falo deles, vêm todos aí, até os que estão reencarnados. A Salomé, de certo modo, expulsou-me daquela casa por causa de um padre que ia lá e que dizia que ela era uma santa e que devia tributar a Deus o sofrimento dela para ela dar testemunho, por ser ela uma santa. Eu disse a ela o que foi, e ela não gostou...
Fazer uma sessão usando a Lei de Deus e o Santo Mediunismo, instrutivo e consolador é uma coisa, mas tem muita coisa por aí que dizem que é Espiritismo e não é; é fábrica de rasteirismo, de medíocres. O kardecismo que deixei no século passado, aqueles que aplicam dinheiros em livros - kardecistas e chiquistas - eles, por causa dos dinheiros aplicados, procuram sempre pôr cabresto nos trouxas, não querendo que saiam dali porque capital empatado tem que ter retorno! Então, outra vez, em benefício de dinheiro, vendedores de falsidades doutrinárias. Está escrito na Codificação de eu ter que voltar em outro corpo e em outras condições para terminar a obra, e eu não vim? O Evangelho prometido no Apocalipse 14, de 1 a 6 - o Evangelho Eterno, não está? O Divinismo não está? E por quê? Sou obrigado a dizer que mais estúpido que um fanático kardecista só pode ser outro fanático kardecista... são duas estupidezas em uma só.
Um dia, era meninão, 17 ou 18 anos, veio alguém, me pegou pela mão, levou no centro de uma cidade, com todos os povos do mundo. Mandou olhar para o lado, tinha um monte de palha, mandou atear fogo. Subi na fumaça, no prédio mais alto, uma agulha. Fiquei com medo. E o espírito disse: “Do ponto onde você está, se cair... o tombo de uma árvore grande matará muitos” Não escrevo sobre isso, só sobre doutrina.
Há médiuns e médiuns... Eu não sei quantos de vocês ouviam falar no grande e potentíssimo médium, o Mirabelli. Maria Madalena, reencarnada, trabalhou na casa dele e de sua esposa, Amélia, como lavadeira. Um dia caiu nas mãos dele um boletim meu e ele perguntou para Maria Madalena: - “A senhora conhece a pessoa que escreveu este boletim?! - “Conheço”. - “Pode fazer o favor de trazer essa pessoa até aqui?” - “Posso”. Como eu ia aos sábados ao Tucuruvi, onde ela (Madalena reencarnada, e também Maria Antonieta reencarnada) e o marido (Lázaro reencarnado) faziam sessão, fiquei sabendo do pedido do Mirabelli e fui até a casa dele. - “Polidoro, eu tenho aqui uma mensagem de 37 folhas psicografadas a respeito de sua história de espírito, eu vou ler e você me diz se está tudo certo, porque é você quem manda.” Tudo o que estava escrito lá estava correto. Este homem pegou esse documento, chamou 50 espíritas da Federação Espírita do Estado de São Paulo, leu e deixou para eles... Aquela casa espírita é chamada de maldita por muitos espíritos bíblicos... Quando fui Kardec não coloquei o documentário bíblico-profético para não colidir com a Besta Romana, para não sair com outra Inquisição, outra Noite de São Bartolomeu. Nesta encarnação eu tinha que colocar a parte bíblica, e o fiz! José Antonio Batista Lino, reencarnação de Caifás, dono de editoras (Kardec, Piratininga e uma pornográfica) reuniu-se uma ocasião com outros diretores da Federação e comentou: - “Polidoro está usando a Bíblia, e isso vai prejudicar o lucro nas edições da Kardec, os livros do Chico”. Responderam, então: - “Então vamos destruí-lo!” Destruíram? Vejam vocês o que é terrícola! O que fizeram contra mim, só Deus sabe. Todos já desencarnaram, foram parar na subcrosta, deformados, forma de bichos. Mesmo os que ainda não desencarnaram, também vão para lá.. Tomarão parte dos dois terços
que serão expulsos deste planeta...Eu ajudei a fundar aquilo aos 17 anos, mas agora chamo de malditos, porque estão se desviando do EVANGELHO ETERNO E ORAÇÕES PRODIGIOSAS, a Bíblia Final, que Deus me mandou entregar, pondo tudo de bíblico-profético que eu não coloquei na Codificação... (depoimento em sua casa, em 1993)
24/11/96 A Vida além do Véu foi publicado no Brasil em uma edição que ficou empacada, enferrujou, ninguém quis comprar, por dizerem: “Como é que pode, do outro lado ter espírito com corpo, com mão e tudo isto, e habitar em lugares deste jeito!”. Até que chegou o dia em que Deus falou para Jesus e ele mandou João Evangelista dizer que eu fosse buscar na Livraria O Pensamento o livro A Vida Além do Véu. Lá, local bem acanhado, trabalhava uma moça que havia sido minha colega de escola no jardim da infância. Eu disse a ela que queria ler um livro que falava de véu, céu alguma coisa assim. Ela respondeu: - “Osvaldo, você já leu tudo o que aqui está!! Só se for aquela porcaria que está ali, que ninguém quer...” Subi na escada, alcancei o livro e o reconheci: “É este!” Deus então mandou que eu fizesse um boletim fazendo ler este livro que tinha informações da vida depois do desencarne. Isto foi escrito de 1913 a 1920, na Inglaterra, e antes disso não havia nenhuma informação sobre a vida dos espíritos depois do túmulo, nada! Só havia uma comunicação de um grande médium de desdobramento que foi levado ao planeta Júpiter (depois ele desenhou o Castelo do Profeta Elias que lá está), era só isto que existia, (e na Inglaterra, não na França, onde deixei o Espiritismo). Até 1913, no planeta inteiro não havia informações sobre as condições de vida dos espíritos depois do túmulo, segundo seus merecimentos! Eu sei que eu deixei como Hermes muita coisa, tanto que está escrito nos originais: De toda aquela Sabedoria que Hermes deixou muita coisa está guardada e lacrada até que chegue o tempo em que a Humanidade possa ter conhecimento de coisas tão avançadas.
24/7/97 No Mundo espiritual, você olhando umas 50 cidadezinhas agrupadas, parecem todas iguais..., mas não são! Há uma pequena diferença de um grupo para outro, por equidade vibracional, responsabilidade de obras... Vejam este caso que resume tudo: O Heráclito Carneiro, (que foi professor de duas filhas do Dimas, o bom ladrão reencarnado, o capitão Rodolfo) depois de ser o Patriarca Abrão, foi o fundador do epicurismo (do mundo nada se leva sem ser o gozo que se teve na terra, e chegou a dizer que se tirasse a vida se o corpo não servir para o gozo, -negando o espírito). Ele foi aos fundões. Recuperando até certo ponto, nesta encarnação veio ao Itaim Paulista, onde foi agente de estação. Filho de escritores, instruído, tinha uma boa biblioteca e eu escrevi introdução para os livros dele e ele escreveu para alguns meus, mas... Minha gente, tinha hora que fazia coisas que só faltava ser o lobisomem! Era boníssimo para ajudar todo mundo, tinha uma farmácia homeopática, mas, nas horas em que dava aquilo, mudava completamente. Ele teve aquela doença dos escritores, reumatismo. O magnetismo necessário encruando tudo, ficava aquela cãibra que dá em músicos e escritores que usam muito a mão (e que tem rabo de palha). Ele tomava injeções. Um dia ele foi atravessar a avenida, um carro pegou-o e quebrou-o da cabeça aos pés. Telefonaram para mim e eu fui. O legista ainda não tinha liberado o corpo. Fiquei na biblioteca esperando. Quando chegou, a esposa procurou-me: - “Seu Osvaldo, o corpo vai chegar. Quer ficar comigo?”. Fomos até lá. Ele estava grudado no corpo, tentando mexê-lo. Foi dito a ele: - “Não adianta nada. Está tudo quebrado. Você desencarnou e vão levá-lo”. Ele respondeu: - “Eu quero mesmo ir”. Ele foi para o lugar dele, a faixa dele (afinal de contas foi um dos patriarcas), pois fez o bem que fez, distribuiu homeopatia, deu passes, ensinou, pregou. Quando vieram me dizer que o Heráclito estava cheio de chagas, ele mesmo se comunicou dizendo: - “Olhem, chagas não tenho, mas faço parte de uma comunidade, numa sub-região onde não há um só espírito que não sofra de remorso agudo por coisas que não devia ter feito e fez. Disto, sim, eu sofro...” É o teor vibracional, de acordo com o mérito e o demérito. Vejam vocês como é, o outro lado tem o planeta inteiro (com continente, países, raças, nações e tudo isto). Há o caso de um judeu que era o representante do Thomas Edison no Brasil. Quando desencarnou pediu para falar com ele, já que trabalhara para ele. O mentor perguntou: - “Você sabe falar inglês? Ele estava na faixa dele, num lugar onde só se fala inglês”. Como ele negou que soubesse falar inglês, foi dito: - “Nós vamos arranjar um intérprete e vamos consultar se você merece ir parar lá onde ele está”. O Thomas Edison estava num lugar onde se fala inglês. O judeu estava num lugarzinho onde se falava português, costumes próprios. Vejam como estes detalhezinhos do outro lado mandam. Lá, é nas minúcias que tudo acontece. Se há leis exigentes aqui, do outro lado é mais exigente ainda! Aqui na carne é a carne. Fulano pode ser mongolóide, teratogênico. Do outro lado há os abismos da subcrosta, as variações de nível - tem lugar que é só de sombra, outros onde todos sofrem de remorso agudo.
Olhem também o caso daquele militar que foi lá em casa falando sobre o Ramatis. O autor do Ramatis comunicou-se através do Luís, falando: - “Quero falar com este irmão! Fui parar na subcrosta para pagar por tudo. Moro para lá dos umbrais, numa faixinha que a gente tem que plantar e colher se quiser comer, senão não come! É uma comunidade assim!” Aqui na Terra tem céu, inferno e purgatório. Tem gente de certo nível, de certa competência, de certa graduação, porque tem que ser governadores, políticos, professores, catedráticos, médicos... tem que ter! Do outro lado tudo isto é pesado e medido. Quando um fulano tem um merecimento, os mentores espirituais de ordem superior consideram: “Este indivíduo fez isto assim e assim. Precisa de oportunidades. Vamos fazer uma coisa, por ordem divina: Levem-no para um posto de saúde. (Lá tem gente de escala superior, grandes manobristas daquilo que o Humberto de Campos comentou sobre o que o eletromagnetismo faz do outro lado)” Ponderam: - “Ele errou, penou, vai para a carne. Como embalagem, é aquilo: Quem fez santidade ganha santidade, quem fez “merdade”, ganha “merdade”. Dão passes no perispírito dele para tirar a casca (que é o que fazem quando eu digo de dar presente para alguém, trocar de roupa... é isso), o escamado como num repolho, porque o fulano veio lá de baixo. Tiram o quanto possível daquela matéria (a qual vai para o cemitério de lá) e ele, refinado, vai para cima trabalhar mais um pouco, merecer, e depois poder escolher uma família. Há 60 anos Bezerra perguntou-me se não seria hora de falar-se de tudo isto à humanidade... Um dia, da parte de Deus, veio João Evangelista pelo canal competente, Jesus e Gabriel no meio, e fomos à Livraria Pensamento (que era muito acanhada) e achamos o livro “A vida além do Véu” e Jesus, com o livro brilhando nas mãos, do outro lado, disse: -“A ordem que estou transmitindo é para você fazer um boletim para fazer a divulgação deste livro, e com este livro na mão vá à agência de informação para que, deste livro, façam de 8 a 10 livros explicando depois do túmulo o que é que o indivíduo pode enfrentar”. Da Inglaterra vieram as séries “A Vida além do Véu” e “A Vida nos mundos Invisíveis”, mas no Brasil não havia nada. Então publiquei e distribuí o boletim divulgando-os. Disseram-me: - “Isto vai alarmar!” e eu respondo: - “E é para alarmar mesmo!” Do outro lado, fui para Pedro Leopoldo com o livro na mão. Lá estavam 72 espíritos esperando por mim. O Emanuel estava à frente daquilo, o Humberto já tinha desencarnado. Eu disse: - “A ordem divina é que escrevam uma série de livros falando do que o espírito pode encontrar, inferno ou céu, depois do túmulo”. Saiu o “Nosso Lar”. Lá tem um Polidoro que sou eu. Ficou naquela faixa do Nosso Lar, hospitais e submundo, hospitais e submundo... No 4º livro, Deus mandou me chamar de novo. Fui novamente aos 72 e disse: - “Vocês pararam nos hospitais do Nosso Lar. É o 4º livro com isto, rés do chão!” O Emanuel, à frente de tudo, disse: - “Nós não temos elementos para mais nada que isso. Como vamos falar de outras coisas, de outros planos, se nós não somos de lá? Moramos numa faixa que tem catolicismo, protestantismo, espiritismo, sexo, tudo... como falaremos de outro?” Do meio deles apareceu um espírito muito sorridente (abriram alas para ele passar) e disse: - “Por que o senhor não faz, já que tem toda a Verdade dentro de si?” Eu olhei para ele e respondi: - “Vou fazer”. Quatro dias depois tinha 4 livros prontos para serem publicados, da Série do Céu. Agora vocês têm tudo isto, e o Evangelho Eterno e o Divinismo implantados. Aqui é tudo grosso, pesado, lerdo. Do outro lado tudo é peneiradinho, peneiradinho. Pedregulho é pedregulho, poeira é poeira, goiabada é goiabada, merda é merda. Não se iludam! A conversa tem que ser esta mesmo! ____________
Um dia, na festa à Bandeira para os recrutas, por uma razão X, eu estava no palanque do comando. Tocaram o Hino Nacional e o Hino à Bandeira, e eu vi aqueles homens de cabelos brancos olhando para a Bandeira e chorar. Quando tive que jurar Bandeira no exército, perguntaram-me: - “Polidoro, gostou de jurar Bandeira?” e eu disse: - “Capitão Heródoto Batista Cavalcante, eu jurei Bandeira no dia em que nasci no Brasil’. Ele ficou parado na minha frente e disse: - “Como seria bom que todo brasileiro pensasse assim!”
29/11/95 É indiscutível, gente, que este lugar, Itaim Paulista, antes do Dilúvio de água, foi onde se entregou à Humanidade a ordem dos Upanichades, a mais antiga Tradição Iniciática desta Humanidade, cujo livro, tendo por páginas tábuas de terracota, ensinou a Sabedoria Iniciática, aquela da qual todos as demais informações giraram em torno. Começaram comigo, prosseguiram comigo e estão terminando comigo agora aqui, na entrega da Bíblia Final, entregando o Divinismo, de Deus. Quero salientar de uma vez por todas, eu não vim festejar eu, nem Jesus, nem budas estes ou aqueles. Eu vim dizer Deus, O que é necessário, porque o mais tudo nós poderemos ser, quando muito, úteis. Necessários, não... somos resto!
Eu gosto de dizer que sou resto! Eu gosto de dizer que sou burro perante Deus... Sou mesmo! Deus em si não iria viver num corpo como este, que não passa de lixo organizado. Tão lixo, que vai apodrecer, vai feder, sobrar uma coisa horrorosa que é o esqueleto, que também comporta aquela coisa mais horrível ainda, que é a caveira. Eu me digo resto, não me digo só necessitado, precisado sobre a Terra... digo-me miserável sobre a Terra. Ele, Princípio, nunca teve caganeira, com certeza... eu tive. Curei eu mesmo um princípio de hemorroida. Jogando futebol num fim de ano, naquele calor, naquele poço que é Quitaúna, desarranjado (eu comia pouco, como sempre comi), a tuberculose pegou daquele jeito no pulmão esquerdo. Um homem como o Clemente Ferreira, o maior tisiólogo do mundo na época, disse-me, quando me mandaram consultá-lo pela indústria onde eu trabalhava: - “Menino, como cuidar disso? Senão tomar cuidado, não lhe dou 3 ou 4 meses de vida.” Aí, o Céu mandou que eu tomasse arsênico iodado composto e uma cerveja Port por dia e, à noite, ficar de borco na cama, (passavam uma coisa por cima que fazia um barulhão). Trinta dias depois, eu estava como estou aqui, sessenta anos passados, bem de saúde. Eu não acho que estou doente, a não ser de anemia econômica; disso eu sempre sofri... São coisinhas assim, pequeninas, particulares, mas eu pergunto a vocês: No plano relativo, naquilo que deriva do Princípio ou Deus, os dois Universos, o Cósmico (ou material, as infindas galáxias) e o Anímico (ou espiritual, as infindas humanidades), um Princípio, a Casa dos Espíritos e os Espíritos, não sei de nada que seja ou pareça grande, que não seja constituído daquilo que é mínimo, esta é a questão.
22-01-1978 Com cinco anos recebi uma ordem: Tirar o dinheirinho do cofre, comprar uma Bíblia e ler sete vezes em seguida o Evangelho de Jesus segundo João, depois ler tudo o que quiser e preparar-me. Para isso, com 17 anos, morava na rua São Caetano, 262, e um dia veio um Anjo e disse: “Pegue suas duas malas e pega esse tílburi” e ele não saía do lugar, ia pela rua São Caetano e andava por tudo sem sair do lugar.
Hoje uma loja para noivas – Rua São Caetano
18/5/96 Há quase 70 anos eu ajudei a fundar a Federação Espírita de São Paulo. Naquele tempo dei 20 e poucos mil-réis. Todo mundo recebia o título de fundador. O Militão Pacheco disse: - “Pegue este documento que é de sócio fundador”, e eu disse: - Não quero! Ele perguntou: - “Por quê?” e eu retruquei: “Porque não quero!” Tinha um preto ao meu lado, dando um dinheirinho, que disse: - “Dá para mim?” e eu disse: “Toma!”, e ficou para ele.
Eu não tenho mais a memória que tive. A memória que tive nesta encarnação assustou até a mim.
Acaba de chegar de São Paulo a reedição da “Bíblia dos Espíritas”. É exegese. Com o “Novo Testamento dos Espíritas” são duas enciclopédias para estudo em que eu aponto quanta coisa adulterada...
Eu sou, por acaso, acima dos Dez Mandamentos? Nunca! Primeiro Deus, Seus Mandamentos, Suas Ordenanças e depois, então, eu e Jesus. A Reintegração Total no Princípio tem tanto de brilhos e glórias, deixando de ser relativo para ser parte integrante do Absoluto. Ninguém será eternamente filho de Deus! Eu deixei isto de jeito como ninguém deixou dito, como Hermes: “Tudo o que deriva do Princípio, ou Deus, ao Princípio ou Deus voltará como Deus!”, e esta gente toda, principalmente clericais, dando o pior exemplo. Dá dó ver isto aí, dá dó...
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.