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Capítulo 7 de 20

Parte 7 de 12

Biografia de Osvaldo Polidoro

Passei de ungido ou delegado... vesti corpos, porque precisava vestir. Já fiz tudo. Ele Me diz: “Eu sei que você está cansado, mas sabe que o estou ajudando, não é?”

(Sem isso não estaria aqui, de jeito nenhum! Hoje, por exemplo, depois do almoço fui dormir e de novo ouvi aquela máquina, aquele barulho... se não fosse isso, faz muito tempo...)

Ele diz: - “Eu sei que está cansado, mas faz falta no mundo!” Por exemplo, está aqui na mesa este novo boletim, onde resumi o que deve ter a humanidade para efeito de comportamento, recado divino final para vocês. Há dois mil anos vim com meu imediato maior, Jesus (que não é infuso ainda). Ele teve que dizer: “Dentre os nascidos de mulher ninguém maior que João Batista”. “Quando ele vier de novo, restaurará todas as coisas”. Já avisaram a ele que iriam desmanchar, adulterar tudo. Para ser Kardec, não teria que ter um papai e uma mamãe? E agora, não teria de ter? Quando a gente reencarna, a gente fica representante do Sagrado Princípio. Eu já sou Deus em Deus, quem não quiser acreditar... não preciso nada disto. Vim cumprir o que tinha que cumprir. Se quando Hermes havia dito a vocês que Tudo o que sai do Cadinho Divino, ao Cadinho Divino retornará como divino, ninguém mais que eu tinha que dar o exemplo!

Se Deus fosse ilusão, eu diria: Não se iludam nem com Deus, nem comigo infusado. Não se iludam vocês a vocês mesmos: Fora dos Dez Mandamentos vividos e fora do sagrado cultivo das Graças Mediúnicas -a Luz do Mundo e o Sal da Terra - não chegarão ao que eu já cheguei. Só duas verdadezinhas... abram os olhos! (Mas lembrem-se, meu ânus manda em mim; quando ele diz –Vá!, devo obedecer. Quando eu tinha dez anos, li numa privada pública (e jamais esqueci): Neste recinto sagrado os fortes se curvam e os poderosos se cagam!). O que é por Deus, medida humana não deve dar oposição. Quem está perto (pela causa), não está longe (estando o corpo).

Se o mundo ficar com você, o que a Bíblia registra não vai servir nem para a sola do sapato para o que vai acontecer. Mas se a humanidade virar as costas ao Espiritismo, será o avesso. Poucos anos antes de Hitler, fui avisado de que não seria possível, porque a humanidade ficou a favor do mundo e de seus negócios. Trinta e seis horas antes de Hitler... João Evangelista chamou-me. Na Tchecoslováquia, no interior de uma igreja, altar de São João Batista, gente orando e pedindo que não houvesse guerra. Entrei na imagem. Disse para o João: “Também peço com eles, mas ressalvando o que a gente sabe. Nisso Gabriel apareceu e disse: -“Suba!” e havia uma faixa de luz. Fui à presença da Jurisprudência Planetária, numa reunião presidida pelo Sócrates, e ele disse-me: “Fala!” -“Na terra estão orando para que não haja guerra”. A reunião era presidida pelos espíritos mais velhos do planeta. Ele consultou um a um, todos menearam a cabeça, negando esta possibilidade. “Não é possível deixar de haver a guerra. É necessário haver o grande expurgo”. Depois da guerra passada, voltei à presença dele e disse daquilo que devia acontecer. “Agora, pela sua mão, não mais acontecerá, mas lá pelos anos 2500 ou 2600, pelas mãos de outro, sob seu governo. (Santana, 23/1/78)

De 1950 até 1960

(depoimento de Yolanda) “Na livraria ele lia as mãos e falava de vidência, atendendo um a um, falando de doutrina. Os trabalhos com a Maria Madalena eram feitos ainda no regime antigo, era aquele trabalho onde a médium recebia o espírito e ficava ditando as receitas. Quando ele começou a fazer esse trabalho imenso de arrebanhar multidões? Foi com a dona Brasilina, quando então mudou o trabalho. Ele pôs a mão na cabeça dela, ela começou a ter vidências, e começaram os trabalhos, imediatamente. Em vez de espíritos incorporarem, e ter de haver a doutrinação, ele abria os trabalhos normalmente, o médico vinha e incorporava num médium, e falava: “Tal receita é isso, isso, isso, e alguém escrevia”. Depois, com a dona Brasilina, ele começou a fazer o trabalho imenso de vidência e recolhimento, como fazemos até hoje. Quando eu cheguei na doutrina, já haviam passado 8 meses do desencarne da Maria Madalena reencarnada, mas o primeiro trabalho a que assisti foi na casa dela, com a filha dela, Mariazinha, no Tucuruvi. Ele trabalhava na Rua São Luis, na casa daquele que foi o José do Egito, antes que eu chegasse, juntamente com aquele que depois virou monge e que pregava o emprego do esperanto, e fazia já psicometria. Na vila Maria era na casa dele. Na Mooca era na casa do Tigelinus reencarnado, onde encontrou o Nero e as sete pancadas. Para a dona Brasilina (mãe de João Evangelista e do Timóteo) começar a ver, numa quarta-feira houve aquilo e ela começou a ver Jesus, a Madalena, o moço de olhos verdes (que ela via sempre, e que era o João Evangelista, filho dela) Na quarta-feira seguinte aconteceu a mesma coisa com a dona Aparecida, que morava vizinha à dona Brasilina. A Brasilina, casada com o Lopes, a dona Aparecida e o Heráclito Carneiro eram vizinhos na Quarta Parada, trabalhadores da Central do Brasil. Tinha trabalhos na casa da Odete, em Santo André, e na casa daquela que foi a Cleópatra, eram sessões esporádicas. Na década de 50, as sessões fixas eram na casa do General, quintas feiras na Cruzada dos Militares Espíritas (na Liberdade); na terça era na Vila Mariana, rua Loefgreen, 1640, casa do Wagner(reencarnação de Saul, de São Benedito e também de Estevão bíblico); na segunda era no Ipiranga, na casa da Natália; na sexta na casa do General Levino. Nos sábados e domingos nos reuníamos na casa dele; no Itaim. Nestes lugares a gente jantava e aconteceu de, numa semana, a Natália fazer, na segunda feira, berinjela à parmegiana, na terça comemos a mesma coisa, quarta a mesma coisa... coincidiu de, naquela semana, todo mundo fazer o mesmo prato! Depois fazíamos trabalhos na casa do Delfim (em São Caetano) esporadicamente, na Rosinha do Darcy, no Buratti, na casa do Milton, (na rua Vergueiro, 1000 - Vila Mariana). Na casa da Toninha e do Fernando (Maomé e Cadija reencarnados), na Av. São João, também. Depois que acabaram os trabalhos da casa da Natália é que ele começou a ir para Santana, porque a Lúcia ofereceu e abriu a casa.

Mesmo começando em Santana, ainda continuava o trabalho na casa do general Levino.

No primeiro tempo de trabalhos, tudo era centrado nas receitas médicas, quando os médicos incorporavam para dizer o que fazer. Chegavam a levar bloquinhos de nomes para tirar receita. Um dia, estávamos na Av São João e não sei o que deu no carro, apareceu uma ventania e voaram todos aqueles papéis de receitas pela janela. Tivemos que sair catando uma por uma, acho que estavam já feitas. Ele vinha de trem da casa dela, descia no Brás e, até a Av São João, ele ia a pé. De vez em quando dava algum incêndio e a gente ia ver.

A primeira Livraria Allan Kardec, na rua Riachuelo, foi a primeira que eu frequentei, onde ele lia as mãos e falava às pessoas. Na Freitas Bastos, rua XV de Novembro, 62, SP, na década de 60, fizeram livros dele e a gente ia lá para saber deles. Eu acho que era quase todo dia o atendimento” ________

1/6/97 Júlio Abreu (que frequentava a livraria), Ananias (o que sarou Paulo de Tarso) foi Cardeal.

Ananias... Quem foi o autor da Noite de São Bartolomeu, quatro noites de perseguição e assassinatos dos luteranos? Este mesmo Ananias. Quem foi aqui Júlio Abreu filho? Nordestino, engenheiro que depois deu professor de línguas que brigava até com a sombra dele e, para piorar tudo, o Tomás de Torquemada (que me queimou como João Huss) estava aqui e era médico tisiólogo e os dois andavam juntos sempre. Depois, o Ananias foi o Cardeal comandante de morticínios e perseguições. Para sair a Bíblia dos Espíritas só faltou que ele se ajoelhasse para que eu deixasse que ele pusesse a introdução no Livro. Eu olhei para ele e vi metade com a cor amarela (de bons pensamentos) e metade negra como carvão e disse: - “Dr. Júlio, faça o que quiser, mas deixe eu me responsabilizar por isso!” Como não deixei, ele foi à Federação Espírita do Estado de São Paulo e disse: - “O Polidoro, com a Bíblia dos Espíritas, está maculando o Espiritismo...” Para subir as escadas da Livraria Kardec era preciso que o carregassem de tanto reumatismo... Desencarnou de um modo que o pegavam no colo para sair de casa, para ir para lá e para cá. Desencarnou e está nos baixios até agora, com outros daqueles que me disseram: - “O Polidoro, colocando Bíblia no Espiritismo, está prejudicando o dinheiro do José A. (o Caifás reencarnado). Vamos destruir o Polidoro!” Olhem que laia de gente... lá atrás Jesus mandou Paulo a este homem, que depois deu um fabricante de morticínio. Para matar o pessoal luterano (desdobramento da Besta) iam com marretas estourando as cabeças. Olhem o que espíritos filhos de Deus chegam a ser e fazer! _______

Billy Graham, sociólogo, poeta e historiador nascido na Índia, recebeu do Paulo Barreto (que distribuía tudo de Doutrina quando morou em Los Angeles) escritos sobre o profetismo, mediunismo e doutrina e escreveu numa crônica grande, na revista “Seleções”: “Deus queira que a igreja convencional (a mistificadora, a clerical) não atrapalhe estes jovens”. Escrevi e mandei traduzir tudinho para enviar para ele (a portadora foi a rainha Elizabeth, a quem pedi esta gentileza) e ele ficou num constrangimento muito grande. João Evangelista veio me dizer: “Jesus manda dizer, da parte de Deus, que tem alguém muito constrangido por aquilo que você mandou. Gostaria de conversar com ele, num plano relativo?”. Eu nunca disse que não e nenhum de vocês sabe o quanto eu andei por aí, comuniquei-me e me comunico. Fui até aquele planozinho, diminuído. Fiquei à frente dele e disse: “Sou eu quem lhe mandou tudo.” Ele me perguntou: - “Mas eu estou errado?” , então respondi: - “No propósito você está certo, mas no modo de proceder doutrinariamente é claro que há erro, porque a Verdade está naquilo que lhe mandei.” Ele ficou olhando para mim e disse: - “Eu posso apelar para Cristo?” e eu respondi: - “Não é que pode, deve!”. Saí da frente dele, subi um bocado e brilhei mais. Falei: - “Agora olhe para mim!” Ele, espantado, falou: - “Mas é o senhor?” e respondi: - “Sim, sou eu.” “E se eu apelar a Deus?” perguntou ele. “Apele!” respondi subindo muito mais. De bem mais longe eu falei: - “Olhe para mim!!” “Mas é o senhor também?”, perguntou. E eu respondi: - “Eu sou o Filtro e o Delegado de Deus! Se servir, é. Se não servir, é.

Pedi muita coisa à rainha Elizabeth. A princesa Diane é espírito bíblico, mais bonito que a rainha (que também é luminosa). Se o príncipe Charles tivesse recebido o reinado há 30 anos atrás, poderia não ter acontecido tudo isto... amante de mulher casada, que porcaria, não? Eu me ligo muito àquilo por causa da Diane. Ela já se comunicou e disse: “Mestre, porque a Rainha me detesta tanto?” Eu mandei e eles fizeram um congresso científico com o Charles na presidência. Os cientistas falaram de tudo e, no encerramento, graças a tudo que mandei a ele, o príncipe terminou dizendo: “Tomem cuidado vocês todos, falando de cientifismos materiais e esquecendo que nós, seres humanos, somos de origem divina”... foi a única coisa dele que gostei.

29/12/96 Esta Humanidade tem construído míseros estatutos humanos, míseros estatutos humanos... Um dia fomos a Guararema e entregamos tudo aquilo por lá. Na praça pública estava o coronel Mundinho e um médium de umbanda (o coronel era candidato a prefeito). Um espírito pegou o médium e disse ao Mundinho: - “Eu não lhe disse que o Messias de Deus passaria por aqui? Olhe ele aqui! Vamos largar de fazer certas coisas!”. Ele não ganhou. Quando fomos entregar folhetos aos espíritas de lá, o presidente disse: “Eu fui eleito para executar o Estatuto da Federação Espírita do Estado de São Paulo”. Vejam bem, gente, para dizer “O meu estatuto chamase Deus, Seus Mandamentos e Seus Dons!” é preciso ter tamanho!

Olhem o que é o estatuto humano substituindo o divino: o Pedro foi escolhido pela Besta Romana para ser o primeiro papa, para mandar em todos nós, mandando em mim e em Jesus... Ele está na carne, e o que ele é? Mas, pela Besta, manda em mim... Graças a Deus, meu Estatuto chama-se Deus!! Quando fui convidado para falar na televisão perguntei: - “Vou poder falar o que quiser?” e responderam: - “Não! Temos a programação!” Respondi: - “Minha Programação chama-se Deus! Vão plantar favas!”

13/4/97 Ela um dia apareceu na Livraria Kardec onde eu fazia sessão (a Lúcia tem uma poesia que eu fiz ao “Anjo da Livraria”, a Nadir). A Nadir disse: - “Senhor Polidoro, quando o senhor acabar de atender esta senhora, quer atender aquela moça que está lá vendo livros?” Quando acabei de atender, chamei a Yolanda. Ela veio à minha frente e caiu no chão, desmaiada. De lá para cá, temos ido a Itápolis. Deus sempre disse e diz (sou um pedacinho humano aqui, e reverencio o Princípio) que aquele município tem como Patrono o Espírito Santo, e sobre o Espírito Santo ninguém fez mais que eu. Agora não sou mais filho d’Ele, sou igual.

Emília e Yolanda Santoro

O encontro entre eles, depoimento de Yolanda:

“No feriado de 7 de Setembro de 1957, eu, Yolanda Therezinha Santoro, fui ao Rio de Janeiro buscar as credenciais com Alziro Zarur, para fundar, em Itápolis, uma sucursal da Legião da Boa Vontade. Chegando em São Paulo, hospedada que estava na Rua Condessa de S. Joaquim, dirigi-me à Rua da Assembleia e entrei na Rua Asdrúbal do Nascimento, pois pretendia alcançar a Praça das Bandeiras. Entretanto, tal não aconteceu, simplesmente fui levada; sem perceber o trajeto, subi a Rua Brigadeiro Luís Antônio, e na Rua Riachuelo, entrei na Livraria Alan Kardec, onde acordei e Nadir perguntou-me o que eu queria. Ainda atordoada, meio fora de mim, respondi: - Qual a novidade em livro espírita? - Acabou de sair Lei, Graça e Verdade, de Osvaldo Polidoro, informou-me. - Quer que eu lhe apresente o autor? Frente a frente com o Mestre, como era chamado naquela época, não notei nenhum indício de que este momento seria um marco, que iria traçar novos rumos na minha vida. - De onde você é? Perguntou-me. - Sou de Itápolis. Então pegou-me a mão para ler e imediatamente perdi a consciência e, quando a recobrei, estava num sofá, ao seu lado. Eram 14:00 horas e ele ficou falando comigo até às 18:00 horas. Voltei para casa, ainda meio desligada da terra, levando o livro que havia adquirido. Este primeiro contato deixou marcas indeléveis no meu espírito e, nas férias de dezembro, indo para S. Paulo, voltei à Livraria Alan Kardec para reencontrá-lo, quando, então, ele convidou-me para assistir a uma sessão espírita na casa da Maria Madalena reencarnada, que desencarnara havia oito meses, sendo a primeira a que assisti com ele. A partir daí, todas as férias eu ia para S. Paulo e passei a frequentar a casa do Pai Divino em Itaim Paulista, acompanhando-o em todas as sessões realizadas na Vila Maria, na Mooca, na Quinta Parada, em

Santo André, no Círculo dos Militares Espíritas, na casa do General Levino, do Fernando, da Natália, do Wagner, na Liberdade, em Santana.

20/7/96 Deus distribui muitos Dons a muitos espíritos reencarnados para eles, com estas ferramentas, virem a merecer alguma coisa. Mediunidade é um empréstimo de Deus. A pessoa tendo um dote, quanto mais o dote for grande, tanto mais responsável. Para fazer saber isto a respeito dos Dons, para fazer demonstrações, hoje não quero nenhum vidente ao redor da mesa. Eu já cassei vidência de gente. Eu pus gente chorando por achar que eu não queria que visse mais, e eu disse: - “Não! Estou fazendo isto para mostrar para vocês que se eu posso cassar a vidência de alguém, façam ideia do que Deus poderá cassar!” Hoje não estou pondo nenhum vidente ao redor da mesa; estou me colocando aqui como sem nada. Deus é, em nós, Origem, Sustentação e Destinação. É TUDO em nós, em tudo! Se Ele sair de alguma coisa ou local, esta coisa ou local tem que desaparecer, porque não tem razão de ser e acabou-se! Isto que acabei de dizer é um resumo dos Dez Mandamentos. Onde Deus estiver, a Mediunidade está lá. No Rio de Janeiro, para escreverem o livro “A Revelação dos Papas” recebiam Papas que vinham se comunicar, arrebanhados (os que pudessem vir), e puseram o que havia de melhor de videntes para que pudessem ver que espírito chegava. Para o mais luminoso deles perguntaram: - “O que é que acha daqueles que dizem que somos todos médiuns?” Ele respondeu: - “O Fator Intermediário de ligação, os Dons do Espírito Santo, está em tudo quanto existir derivado de Deus. Esta mesa é médium, é intermediária de Deus; este lápis é médium, este papel... tudo é Intermediário de Deus, porque Ele é, em tudo, Origem, Sustentação e Destinação, -e esta Virtude Divina, o Espírito Santo, está sendo Deus Onipresente. Tudo é Intermediário de Deus!” Se entenderem isto, muito bem... Se não entenderem isto, muito mal. Quem fez isto lá fui eu (quando Papa Damião) e aqui estou a vos dizer: Esta gente de faculdades mediúnicas no mundo não passa de devedores de muitas coisas, a quem Deus concede tais Graças para que possam, ajudando o próximo com faculdades, vir a merecer a redenção de erros cometidos no passado. É o Capital que Deus entrega a Seus filhos, de modos diferentes, -umas faculdades mais salientes, outras que o espírito nem sabe que tem o Dom, nem sabe que, sendo Centelha Divina, tem que ter esta Virtude Divina, que é Espírito Santo ou Mediunidade, mas, quando desencarnar, responderá pelo uso que fez.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.