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Capítulo 11 de 20
Parte 11 de 12
Biografia de Osvaldo Polidoro
De volta do passeio todos se dirigiam para o centro e na sessão, que era sempre às vinte horas, fazia a entrega dos espíritos arrebanhados e atendia aos irmãos necessitados. Após o passeio, reunia todos para o jantar que sempre decorria na maior alegria e confraternização.”
Sr Armando Santoro, Mara Severo de Castro e Encarnação Santoro
30/12/96 Queremos, Pai Divino, que o Senhor abençoe o nosso trabalho de procurar beneficiar ou ajudar filhos Seus que tenham se desviado do reto Caminho que é a Sua Verdade. Isto podemos dizer que é profissão nossa... de graça!! Nós já andamos por aí, e eles usam estas andanças para procurar nestes municípios arrebanhar espíritos que mereçam, porque não é quem quer, é quem merece. Há ser humano, rasteiro como este que falou de nós, que possa nos julgar por estarmos compromissados com o serviço maravilhoso sob o comando da Mãe Maria? Cada coisa que há neste mundo... Quero dizer a vocês, quanta dirimência pode haver se alguém matar alguém (dependendo das condições), mas para calúnia não há dirimência!! De jeito nenhum! A expressão que este fulano usou é calúnia! Dizer que somos fanáticos... fanáticos por Deus, graças a Deus!
(As sessões presididas por ele em Itápolis, por Yolanda) Muito rigoroso no horário, começava as sessões com a Oração ao Princípio Sagrado, os Dez Mandamentos e a leitura dos textos bíblicos sobre os dons do Espírito Santo. Duravam uma hora, uma hora e meia, mas nunca deixava de atender por causa do horário, enquanto houvesse uma pessoa necessitada. Suas sessões eram alegres, dizia que não fazia delas um tugúrio, eram plenas de ensinamentos doutrinários e corrigia os médiuns, quando necessário, sendo rigoroso quando havia qualquer desvio. Lia as mãos das pessoas, sempre orientando na parte espiritual, informava a idade do espírito, às vezes descrevia quadros psicométricos e dava receitas médicas, mas fazia questão de dizer: “Não vim ao mundo para curar corpos, o meu problema é para com o espírito”. Ao terminar a sessão, ele dizia: “Peçam assim: Pai Divino, estamos aguardando Suas graças e bênçãos. E agora vamos lá para cima (área de refeições de minha casa) onde haverá o desdobramento de todo alimento, o que irá saciar a fome de muita gente que sai da carne, precisando. Lá se completa tudo”.
(12/3/97 – Itápolis) Se tem mais alguém que queira falar conosco, pode falar, porque só tem esta oração do meio dia quando eu venho aqui, e às oito horas da noite quando venho aqui... caso contrário as orações são às segundas e quintas às quinze horas, mas quando estou aqui tem trabalho duas vezes por dia no mínimo, porque não é pieguismo bobo o que estamos fazendo agindo assim: É trabalho! É encaminhamento de espíritos que mereçam recolhimento e encaminhamento, porque esta humanidade de tanto se desviar da Lei de Deus, não tem ninguém (nem Papa nem pastor, ninguém) que fala da Lei de Deus, por que quem tem rabo de palha tem medo de fogo. Então esta humanidade está podre ou não está? Apodreceu muito por causa do padrequismo e não se vê ninguém falando da Lei de Deus, ninguém! E fora da Lei de Deus ninguém consegue ser nem ao mínimo decente... não digo santo, nem cristo, menos ainda deificantes, porque nossa Tarefa Sagrada é voltar ao Seio Divino de onde saímos com todas as Virtudes Divinas em Potencial. Se alguém mais quiser falar, que venha, se não, encerraremos esta parte.
Olhem quero dizer isto a vocês: Foi numa sessão onde estava o Tigelinus encarnado (que deu um colosso de médium). O pessoal deixava um monte de consultas para serem tiradas. Era no tempo em que espírito tirava consulta e, num dia, faltavam dez para uma hora da manhã de um sábado para domingo, e eu já estava que não aguentava mais. Quando eu disse o nome para ser atendido, um espírito médico veio correndo de volta e disse: - “Pelo amor de Deus, senhor, nós nos escoramos no seu pensamento! Por um triz que não ficamos presos nesta casa aonde fui! Estava cheia de espíritos judiando de gente, fazendo de tudo! Se está cansado, pelo amor de Deus, vamos esperar, vamos deixar!” Eu respondi: - “Não! Vá lá com a turma de Pretos Velhos e façam!”
Não é brinquedo, não! Eles precisam tomar cuidado aonde vão, porque se deste lado o bandido faz trabalho de bandido, do outro lado é igual! Quando um dia aquele que foi o Noé da Arca, (o Jetro, meu sogro quando fui Moisés), veio a nós, ele que era um colosso de médium, médico, (vidente de falar de um corpo humano daquilo que tinha por dentro, mas nunca tinha visto Jesus em vidência), numa sessão foi pedido por uma casa onde espíritos estavam fazendo uma porção de coisas. Ele ficou assustado e disse: - “Puxa! Polidoro, eles dão pontapé para tirar os espíritos de lá! Usam até chicote!”. Eu respondi: - “Mas é claro! O que é que eles são? Vamos dar bolinho para eles, um copo de café?”
9/2/96 – Itápolis Nós fomos fazer um arrebanhamento de espíritos há pouco e é a Mãe Maria o espírito a quem coube comandar milhões de espíritos trabalhadores em cidades e por aí afora, cemitérios principalmente, que tanta gente pensa que é o fim, e é o começo... Agora, por exemplo, que espetáculo estava o trabalho na porta daquele cemitério! Muitos vinham de bicicletas (o outro lado tem tudo), outros vieram se arrastando, outros manquitolando, outros ficaram lá aguardando oportunidade de serem retirados e trazidos, porque o serviço de arrebanhamento não tira de lá só, também coloca ali para aguardar a hora de poder retirar. Que maravilha que é!
(Depoimento de Darci Bersani) Um dia estávamos indo para Itápolis e eu, como sou muito relaxado, não tinha macaco no carro. Furou o pneu e o Pai Polidoro perguntou o que eu faria. Quando eu respondi que pararia um caminhão ou outro carro para pedir emprestado o macaco, ele andou um pouquinho, voltando na estrada e, num capinzal, achou um macaco todo enferrujado e perguntou: - Serve? Usamos este macaco (nem me lembro se o joguei fora) e seguimos viagem... Outra vez, em Itápolis, eu tinha levado o Anderson, de 3 meses de idade, e ele chorava desesperado já fazia 20 ou 30 minutos. Todo mundo já tinha feito de tudo e ele não parava de berrar. O Pai se levantou e fez um gesto apenas, e o choro parou. Eu tinha, havia muitos anos, um tique nervoso de ficar torcendo o pescoço. Eu tinha vergonha disso, porque eu era comissário da Varig e, na frente de cento e tantos passageiros, ao fazer os avisos eu ficava torcendo o pescoço para lá e para cá. Nem sei se dormindo eu fazia isso, mas quando acordado eu torcia o pescoço sem parar. Um dia, estava levando Pai para Santana e era o irmão da Rosa que estava guiando. Sentado no banco de trás, perguntei: - Mestre, tenho este tique nervoso há tantos anos que dá vontade de me suicidar para ver se acaba isso, de tão desesperador! Ele olhou para trás só um pouquinho e disse: - Esqueça esta porcaria! E eu pensei: Assim ele até me ofende! Fui para casa dele depois da sessão, jantamos, e só aí é que percebi que já não tinha mais feito o gesto. Dali em diante, nunca mais. Devo ter parado naquele instante em que ele falou aquilo, mas nem notei. Desliguei imediatamente. Um dia, voltando de Santana para a casa dele de novo, lá na praça da Av. Cruzeiro do Sul, eu perguntei o que teria sido tudo aquilo, e ele respondeu: - E precisa saber o que era? Não deu resultado positivo? Acabou! Um irmão da Rosa passou muitos anos levando o Pai Polidoro para lá e para cá. Já desencarnou e chamava-se Francisco. Eu deixava um carro novo para ele, quando eu não ia, era ele quem ia. Eu não deixava o Pai Polidoro a pé. Um dia o Francisco foi para o Japão, voltou de lá, teve câncer, sofreu muito e desencarnou. Veio se comunicar e conversamos com ele, perguntamos como estava. Ele respondeu que estava sofrendo muito, que estava mal. Nós estranhamos muito, porque ele havia andado tanto com o Pai Polidoro para cima e para baixo mais de 10 anos! Perguntamos: - Você não aproveitou nada desta época? E ele respondeu: - Não! Eu o levava a serviço, comercialmente. Espiritualmente nunca me liguei com ele, fiquei isolado... Deve ter muito divinista que está neste caso, indo a sessões sem o amor de ser divinista...”
(Depoimento de Rosa Shiroma Bersani) “Um dia, em Itápolis, entrou um anzol muito fundo no meu dedo. Pensei: E agora? Hoje é domingo e não tem ambulatório por aberto para abrir e tirar isso daqui. O Pai estava do outro lado do rio, num barco, e disse: - Espera um pouco que já vou! Quando ele chegou perto, pediu para eu virar a cara de lado e falou: - Pronto, está aqui! Eu perguntei: - Mas como? Não senti nada, nem um toque! E ele respondeu: Quando a gente quer bem às pessoas, tudo acontece!
Neste mesmo dia, o Pai Polidoro estava segurando uma cordinha, ela deu um safanão e cortou fundo a palma da mão dele. Ele colocou uma folha tampando e disse: - “Deixe aí...” Quando dissemos que queríamos ir embora para fazer um curativo maior, ele respondeu: - “Nada disso!” Ele levantava a ponta da folha para espiar. De vez em quando trocava de folha e olhava de novo. Eu espiei algumas vezes, admirada por ver que estava quase cicatrizando. No final da pescaria ele e tirou a folha e não tinha mais sinal algum, era como se nada tivesse acontecido.
A Adair, que agora mora em Osvaldo Cruz, tinha câncer e, uma semana antes da presumida morte, os médicos disseram à irmã dela: - “Levem ela para a casa de vocês e ela morre lá em casa, é mais suave do que morrer aqui dentro!” A ambulância levou-a e lá ficou. A irmã, naquele dia, correu até Santana, chorando desesperada, e pediu: - “Seu Osvaldo, o médico disse que a Adair vai desencarnar daqui a uma semana. Ela está magrinha e acabada, toda estourada por dentro”. Ele respondeu: “Por cima da Justiça Divina não passo de jeito nenhum, mas peçamos a Deus, todos nós, o que Ele achar de melhor para ela”. Passamos a semana aguardando a notícia do desencarne, mas na semana seguinte ela aparece com um litro de whisky e pede carona para tomar uma dose na casa dele... Está encarnada até hoje! Quantos casos assim eu presenciei...
Lá em Itápolis, um dia, a Yolanda estava limpando alho e eu catava a palha. Dando uma volta perto do rio, o Pai me perguntou: - Por que você guarda a palha do alho? Respondi que era para fazer umas defumações gostosas em casa. – E você ainda usa fazer destas coisas? Isso não é preciso! É só com o pensamento e tudo flui! Havia um senhor que tinha um amuleto e tudo o que ele precisava fazer ele se agarrava no amuleto, esfregava-o e pedia: Amuleto, vou fazer isso e aquilo, e você vai me ajudar! As coisas davam certo porque o homem era competente. Um dia ele desencarnou e foi para um lugar bem ruim e outros riam e falavam: - “Peça para o amuleto te levar para o céu!” E ele lá ficou por muito tempo, o amuleto não ajudou em nada...” Nisto peguei a palha e rapidamente dei sumiço naquilo. Ele sempre nos ensinava que era exteriorismo, maneira baixa de pensar. Essa foi uma grande lição para mim, que tinha a mania de arruda, alho e tudo o mais para defumar a casa...
Uma vez ele ia para Itápolis no meio da semana e eu ia para uma fazenda bem longe, em Goiás. Tinha um fazendeiro, sr. Orlando Monteiro, que tinha uma farmácia na cidade e, como eu ia para Itápolis, ele foi comigo. Saímos de madrugada (o Pai dormia muito aqui em casa para sairmos cedinho, ou então no nosso apartamento na rua da Santa Casa, vila Buarque). O Pai sempre encaixava assuntos de cunho espiritual quando conversava com alguém (e para a multidão de espíritos que acompanhavam), mas, com este, cada vez que o assunto versava para o espiritual ele desviava para o material. Dias depois voltei da fazenda e ele me chamou avisando: - “Tome cuidado com este homem. Veja que só fugiu dos assuntos de cunho espiritual, para ele é só matéria, matéria e matéria. O que ele espera para depois do corpo? Vai ficar grudado naquela fazenda! Toma cuidado e não ande com gente materialista”. Muita gente me chama de fanático, mas por onde ando, encaixo um comentário que me permite entrar no assunto ou dar um endereço de sessão.”
03-09-97, Itaim Paulista Vocês têm sempre que pedir, têm que avisar aos outros! Quem avisa este mundo de espíritos que estão aí, recolhidos? Isto aqui, o novo boletim, não é para gente de sessão, não é só para falar para encarnados! Têm que ler alto, bonito e até repetindo, porque tem mais que ver para com os desencarnados, eles são em maior número, os recolhidos pela Grande Mãe Maria, que os encarnados.
Um dia houve um problema com um espírito lá em Saturno (discutia a respeito de merecimentos que poderia ter) e eu fui lá resolver. Levei a Nena, a Natália, uns 5 espíritos nossos, e no dia seguinte perguntei se lembravam onde estiveram à noite. Ninguém lembrava de nada. Nem sempre Saturno é visto a olho nu. Puseram na minha frente aquele espírito e sondei. De negativo e positivo, somando o máximo e o mínimo temos a média e eu disse: “Olhe, não dá para fazer nada por você. Reconheça isto. Você pode ter o direito de advogar por uma boa encarnação, em boa família, pelas boas intenções que teve, mas mais que isto não tem. Veja lá o que quer”. Ele respondeu: “Então apelarei para isto”... Lá é mais avançado que aqui, muito menos que Júpiter. Lá não precisaria ter Dilúvio (acho que nem vai ter mais), mas são coisinhas assim...
Só resta a vocês uma coisa: Encarar de frente o fato de irem à reintegração ao Princípio no mínimo de tempo e mínimo de sofrimento, e que fora dos Dez Mandamentos e do Cultivo Santo das Graças Mediúnicas não é possível. Como é fácil saber através do Evangelho Eterno que é este o caminho!
Será que é o Espiritismo que está falido por aí? Ele não! Porque de afirmação moral, da Lei de Deus e do Mediunismo. No kardecismo o Mediunismo é o que mais funciona, está tudo cheio de gente recebendo espírito, as Mediunidades funcionando, tanta coisa... O que agora eu estranho é que de tanta gente recebendo espírito, para receber algum desencarnado para que se comunique, na minha roda não tem dez! E, no entanto, na essência do kardecismo está em primeiro lugar a comunicação entre os dois planos da vida... Será que neste planetinha tudo que é de Verdade tem que começar levando coice?
26/6/96 Chico Xavier fez o que pôde e o testemunho dado por ele a meu respeito foi o que foi... certo! Foi certo! Disse tudo certo! Espíritos falaram por ele e disseram o certo! Quando lá estivemos em 1962, o gen. Levino uma certa hora perguntou: - “Chico, queríamos alguma coisa de você para nós!” Espírito pegou o Chico e disse: - “General! Olha aí ao seu lado quem é! É este!”. No final de tudo o general teimou dizendo outra vez e levou uma bronca desgraçada! Agora, vejam só: Um dia apareceram neste portão quatro advogados espíritas de São Paulo (não da Federação Espírita que eu ajudei a fundar há 70 anos e arrependo-me profundamente) que não me conheciam. Eu estava lá fora, de macacão e chinelos, e eles disseram: - “Nós fomos ao Chico. Perguntamos do senhor e agora viemos perguntar ao senhor: - O senhor é Deus? Quer ler a mensagem que temos no bolso, cada um de nós? Cristo, só, o senhor não é, porque não podia ser... O senhor é Deus?” Eu disse: - “Sou filho de Deus como vocês. Como Delegado, eu represento Deus para vocês, está bem?” Ele, Chico, fez o que pôde, como melhor pôde. Agora, isto também aconteceu com ele: O convite para irmos até lá foi dele. O gen. Levino, João e Maria Lenguasco e outros disseram que se eu não fosse, eles não iriam. Fomos na perua do Dr. Edson, que era alto engenheiro da Sorocabana. A reunião foi na casa de um odontólogo, Dr. José, (grande pessoa) e 32 pessoas escolhidas especialmente. A uma certa hora alguém disse: - “O que o senhor acha de arranjar um médium que não seja ignorante (como o Chico) e que saiba falar?” [O Chico, se não for espírito que fala e escreve por ele, não sabe nada. Ele foi o Danton, culto e sábio na revolução Francesa, mas, quando foi governo, virou fábrica de guilhotina, e tinha de vir em corpo doente desde o nascimento.] Eu meti uma bronca naquela gente, porque quem o pôs ali fomos eu e Jesus, para fazer a parte que ele está fazendo: “Vocês vão fabricar outro Chico?” Estava lá aquele que estavam dando como sendo dele as mensagens recebidas pelo Chico, o Valdo Vieira. Quando eu disse isto, foi o primeiro que saiu. No dia seguinte iríamos embora. Houve aquela sessão onde o Bezerra deu, pelo Chico, mais de 200 consultas numa velocidade de 6 escritores. Terminado isto, aconteceu que eu e o Chico começamos a cheirar tanto, mas tanto... Era fevereiro e tinha uma chuvinha fina e branda, -gostosa mesmo, lá fora começou a cheirar tudo. Cheiravam o Chico, cheiravam a mim, era aquele cheira-cheira. O gen. Levino comentou: - “Até parece que vocês têm bexiguinhas de perfume* no bolso!” (*Foi obra da Meimei) Não deixaram o Chico e eu sozinhos nem dois minutos. Sempre havia alguém cercando. Ele saiu e foi lá fora me encontrar, porque no dia seguinte iríamos embora, pela manhã. Eu disse a ele: - “Chico, infelizmente você nunca teve ao seu redor material humano à altura! É pena!” Ele disse: - “Polidoro, pelo amor de Deus! Eu sou mais vigiado que bandido! Não dou um passo sem que me perguntem‘Aonde vai?’, ‘ O que vai fazer?”. Quase um segundo depois apareceu gente perguntando: - “Do que estão tratando? Do que estão falando?” Respondi que estávamos nos despedindo...
Foto na casa da Mariazinha (filha da Maria Madalena reencarnada) – década de 60 da esquerda para direita: Heloísa Silva Santos,Maria Inês; Mariazinha, PAI , Rosinha Bersani, D Ernestina, Gen. Levino, Nena Polidoro e, abaixado, o primeiro homem é o Darci Bersani, das moças não se tem o nome
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.