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Capítulo 6 de 14
Introdução
Que Fizeste do Batismo de Espírito Santo? · Osvaldo Polidoro
Quando saímos com a primeira edição deste livrinho, muitos confrades nos transmitiram as suas opiniões calçadas no credo de que as obras de Kardec estejam completas nos seus ensinos, isto é, que fora delas nada mais é necessário; que elas encerram tudo quanto é devido ao homem saber, em matéria de revelacionismo, e de conformidade com o que foi predito nos tempos, a respeito da Restauração do Cristianismo e das elucidações intrínsecas, quando chegados fossem os tempos. Temos que dizer, sem ferir melindres e muito menos para citar indivíduos encarnados ou desencarnados, que isso corresponde ao não conhecimento das verdades, tais como são elas relativas, no que diz respeito ao mérito da humanidade terrena.
Que livro é completo em seus ensinos? Qual a verdade que já tenha sido atingida integralmente, pelo homem? Como já dissemos anteriormente, tudo há sido mediocremente revelado ao homem, tal como medíocre é ele em matéria de Moral, Ciência e Arte!
Kardec teve, como deveria ter o iniciador da Restauração, fosse quem fosse, moral, base científica, coragem e, sobretudo, prudência; mas, aliado a isso, tinha também as suas falhas, pois perfeito só o Cristo, e isso mesmo pelo fato de ser Cristo, isto é, uma missão que simboliza a chamada Criação em obediência à Lei. Ademais, não disseram a Kardec, que o que estava sendo ensinado era o que o tempo suportava? E a prova do que afirmamos temola no transcrito da página 280, de “OBRAS PÓSTUMAS”, do mesmo autor:
“... é preciso que tornes a vir REENCARNADO noutro corpo, para completares o que tens feito, e, então, terás satisfação de ver em plena frutificação a semente que tens espalhado pela Terra...”
É lógico, que só precisa ser completado, o que está incompleto. E sabem nossos opositores o que falta nas mesmas obras? Se são cultores do revelacionismo, se podem manter colóquios com espíritos capazes de tais esclarecimentos, consultem-nos. Quem é obrigado a aceitá-las? Não concitamos a que estudem, experimentem, e comparem tudo, antes de aceitarem? Há, também, uma mensagem do codificador, contida no livro “ROMA E O EVANGELHO”, pág. 142, onde é ventilada a questão:
“... Não é um trabalho perfeito, mas sim de grande utilidade; mais útil para o povo, que alguns dos meus livros, que convirá reformar...”
O Espiritismo é que não carece de formas nem de reformas, porque é a Verdade em sua integridade, estando o homem em marcha para ela; como o homem é medíocre, por isso mesmo é relativa a visão que se lhe aproxima da Verdade. Os que sentirem vontade de dogmatizar, os criadores de círculos viciosos, os que se inculcam mestres, todos aqueles, enfim, que falam em EVOLUÇÃO, não pelo respeito à Verdade, mas por simples afetação retórica, esses, que tenham paciência, porque a rota do progresso ainda não se estancou, e ninguém saberá jamais quando se estancará! Além disso, se o que falamos ou expomos é erro, isso em tempo se verá. Como acabamos de ler, alguém se comprometeu diante de Deus
e do Cristo para pingar os “ii” nos tempos devidos. Com o correr das épocas tudo se saberá, a não ser que falhem as profecias, até mesmo as que foram feitas a Kardec.
Entrementes, cada qual tem o direito de tratar do assunto que quiser, dentro do prisma do livre exame e dentro dos preceitos, que são: o amor pelo Amor e o respeito pela Verdade.
Aguardemos, pois. ____________________
O que acabamos de inserir é uma recomendação e uma advertência. E o que vamos dizer é também matéria grave. Muitos poderão até mesmo nos odiar, pelo que vamos dizer em poucas linhas, tratando de assunto delicado e de capital importância.
Temos por lema, por questões de caráter pessoal e devido a recomendação dos guias, o sermos retos em nossas atitudes, o dizermos as coisas sem idéias preconcebidas, mas, também, sem olharmos para a esquerda ou para a direita.
E como a coruja gaba o cupim sobre o qual descansa, nós achamos isso bom e assim o fazemos, arcando com toda a responsabilidade, pois sabemos que nossa consciência brada em própria defesa: objetivamos um fim honesto e por veredas também honestas!
Trata-se da seguinte questão: somos obrigados a crer, que todas as religiões são boas? E se a isso não somos obrigados, devemos, por favor, por piedade ou coisa que valha, admitir como integralmente aceitável tal assertiva?
É natural que cada qual responderá segundo o seu quadrante; pelo menos é esse o direito de cada um, mesmo porque, o livre arbítrio é um direito e não uma questão de favor ou desaforo, de amor ou raiva. E nós temos o mesmo direito, porque integramos o Verbo, isto é, somos parte da chamada Criação, e, acima de tudo, formamos na coluna dos conscientes da individualidade, como seja o gênero humano.
Uns dizem que as religiões são fogueiras e que as fumaças nas alturas se confundem, formando uma só; mas nós achamos que para uma determinada coisa ser fumaça, não basta que alguém diga que o é. É preciso que o seja de fato. E quem está, na Terra, qualificado para impor um artigo, do qual não se tem prova suficiente, a respeito do que dele dizem? É comum o dizer-se, mais difícil o provar-se.
Outros dizem, que as religiões são raios de um sol, e que, como tais, a ele conduzirão; mas, serão mesmo raios de um sol? Não serão outra coisa qualquer e que o vulgo diz ser raio de sol? Muita água suja tem sido vendida como bom vinho, e muitas criaturas dignas de respeito e tidas por si mesmas, como sábias, têm bebido e afirmado que a tal água suja era de fato vinho, e do bom!...
Que fazer, nesse caso?
É simples. O Cristo ensinou-nos, que devemos ter cuidado com o fermento dos escribas e dos fariseus hipócritas. O Cristo nos mandou tomar cuidado com os falsos profetas, que
bem enfeitam as suas melosidades fingidas, para melhor iludirem. O Cristo nos disse que, quem com Ele não colhe, desperdiça. O Cristo mandou-nos ser capazes de discernir entre o joio e o trigo.
Logo, devemos considerar: quem traça diretriz, com a autoridade e a responsabilidade coletiva da mesma, como o fez o Cristo, fê-lo para que a mesma tenha valor absoluto. Do contrário, ter-nos-ia dito Ele, que podemos, sem prejuízo da integridade moral, servir a quantos senhores julgássemos conveniente. E, nesse caso, para bem da Verdade e para sossego da mentalidade, para satisfação dos sentimentos e desencargo de consciência, devemos ficar com o Cristo!
Quem acha que tudo é bom, que tudo é aceitável, pode ter a sua razão; mas é, a nosso ver, excessivo em bondade ou mediocridade; pusilanimidade que deseja se mostrar como prova de amor; inferioridade moral que deseja passar por tolerância; covardia que pensa ser mansidão. Em um mundo de falcatruas, em um planeta abaixo da crítica, em uma casa de correção, só mesmo por boa fé ou incapacidade de ver, é que podemos tomar tudo como som de um só diapasão.
Só o fato de carecer o Cristianismo de restauração, isto é, de haver necessidade de reparos, implica em dizer, que coisas há que foram deturpadas e que carecem de limpeza. Do contrário, estariam erradas as Escrituras. Também, quem diz que se vá reparar o que não foi viciado? E se carece de reparos, em que o carece? Não é, porventura, nos pontos de transcendência ou nos pontos fundamentais?
Em última análise: quando, por ventura, uma religião fosse verdadeira, sê-lo-ia o religioso também? E, nesse caso, até quando deve culpa o religioso e até quando a deve a religião? Quem distingue, entre os dois, qual o mais errado? Nós sabemos que a Verdade vem de Deus, e que a Religião fundada pelo Cristo, a mando de Deus, a qual redunda no culto da Lei e da Revelação, aconselha-nos a fazer o serviço de escolha, de discernimento. Jesus, o Delegado de Deus, que tinha de viver o Cristo na Terra, para ensino sem fim, é o timoneiro do barco. Se errarmos com Ele, no seio do seu reino encontrar-nos-emos um dia; mas, se errarmos contra Ele, no reinado das trevas havemo-nos de achar, quando menos esperarmos.
Ele é, de todos os “fundadores de religião”, o único que se levantou primeiro do túmulo para, depois do que se chama morte, cumprir a sua missão, na parte que diz respeito à fundação da Religião, isto é, no que se refere ao derrame do Espírito sobre a carne. E como Ele, a única concepção religiosa que se pode chamar de verdadeiramente grande, testemunhase pela Verdade, nos séculos e milênios, também nós, pelo culto dos seus ensinos, estaremos garantidos. Mas cumpre que digamos: ser ou não ser!
No caso de estar tudo certo, nada será preciso observar; mas só se acharia tudo certo, se a Terra fosse um plano puro. Não o sendo, erro tem que existir e é necessário haja observações. E se é necessário observar e o não se faz, necessariamente estará havendo falta no cumprimento do dever.
O segundo mandamento da Lei de Deus ordena não se fazer imagens para serem
adoradas; Paulo, numa das epístolas, manda que se não dogmatize, porque isto conduz a morte, pelo mesmo uso; e, entretanto, essas coisas medram pela Terra afora, a título de religiosidade! De quem a culpa: dos religiosos, ou da doutrina errada ou corrompida? Seja como for; para nós, o erro é dos dois, visto que já é tempo de poderem ver, e, só por interesses pecuniários, sectaristas ou do orgulho e seus reclamos, é que os donos da verdade religiosa não confessam que têm errado, e, para pior, têm induzido a humanidade ao erro.
Nós ficamos com o Cristo, Aquele que teve a coragem de não trocar o seu dever pelo prato de comida que lhe davam, Aquele que foi, é e será, para quem quiser, o Caminho, a Verdade e a Vida! Não trocamos com os vendilhões dos templos ditos religiosos ou religiões, o Cristo que soube morrer, porque sabia que morrer para a mentira rendosa ou servil era ressurgir na Vida integral, no seio d’Aquele que, sendo Onisciente, Onipotente, Onipresente e, tendo a sua Justiça feita de Amor e o seu Amor feito de Justiça sabe muito bem, até quando o homem, que se diz seu servo, é escravo ou senhor do erro, por ignorância ou interesses torpes!
Jesus disse ao homem que julgasse com justiça, e se isso lhe fosse difícil de fazer, julgasse com caridade, com essa verdade que é, a um tempo, severa e branda, humilde e tonitroante. Separemos, pois, o erro do errado, o veneno do vasilhame. E assim façamos ver, sentir e praticar, pois do contrário, estaríamos concitando ao erro, à permanência na transgressão. Acreditamos que os que afirmam serem boas todas as religiões, estariam acertando se fizessem ver ao cultor do erro, quando deve crer no homem e quando deve desprezar as doutrinas deles oriundas, para se lançar ao culto dos mandamentos do Cristo. A Terra está longe da tábua-rasa, seja em matéria do que for. O que mais carecemos é de análise, daquilo que ponha, de um lado, a sabedoria do chamado Criador e de outro, a da criatura.
Nem se afirme que Jesus disse, com severidade, coisas sobre as quais não podemos falar ou ter autoridade. Ele foi Mestre, e nós somos discípulos. Ele mandou, e nós podemos ir. Ele fez e disse que podemos crer, e que podemos fazer até mais do que Ele mesmo fez. É claro que, por enquanto, ainda não temos capacidade para imitá-Lo; mas para afirmar o que Ele ensinou, basta coragem e honestidade mental. Ficar com todos, seria interessante, mas para vivermos vida gorda, regalada, vida estimada pelo mundo de mentiras, que a si mesmo se edifica com materiais deletérios e que, por isso mesmo, cairá de podre quando soar a trombeta. Nós temos Deus por Pai, o Cristo por Mestre e o Evangelho por Estrada. Não convidamos para que nos acompanhem, mas não engoliremos pílulas fabricadas com elementos químicos pouco ou nada garantidos. A Terra está cheia de livros, de fazedores de livros e de leitores dos mesmos. Muitos são mera colcha de retalhos, e, no entanto, são elogiados como se fossem de capital importância religiosa, moral, artística e científica. Quando desejam que um livro passe por bom, atulham-no de estrangeirismos difíceis e vasam-no em estilo gongórico, sugerindo ao pobre leitor, que deve decorar tudo isso. E o leitor, geralmente, se julga sábio com tal, embora para saber alguma coisa, busque fazer sessões espíritas, sem nada dizer ao leitor vizinho nem ao vendedor, por espírito de cautela...
Tratamos, no decorrer do livrinho, nesta segunda edição, sobre as fases por que tem passado a Doutrina Espírita, para se apresentar assim como se acha, a começar dos Patriarcas e a finalizar em Kardec, tendo por ápice, a figura majestosa do Cristo. E não nos furtamos de dizer que, no século XIX, quando tudo perigava para a estabilidade espiritual do planeta, não
se lembraram, o Princípio Emanador e o Cristo, de lançar mão de outra ciência, que não fosse a manifestação dos espíritos, pelo culto do Espírito mediúnico, exclusivo veículo, através do qual, em todos os tempos, se deram sinais extraterrenos.
E o rico, como o pobre, o sábio, como o ignorante, todos podem fazer uso desse elemento, porque ele é fundamental e, portanto, prescinde das arrogâncias dos vendilhões dos templos e das sapiências dos que julgam tudo saber e nada mais carecer aprender.
O Espiritismo afirma que o véu está rasgado; afirma que os homens se enganam quando querem de novo costurá-lo, para, a pretexto de “religião” ou coisa semelhante, mercadejarem com as questões de consciência. É, pois, dever, se não forçar a humanidade no sentido deste ou daquele setor, pelo menos ensiná-la a respeito do dever de ser prudente.
Venha, se já não veio, quem quiser, completar a Doutrina Espírita, neste ou naquele ponto, fazendo obra de cortar ou de seguir; mas a verdade é que o elo é o Espírito Santo ou mediúnico, e que os planos, encarnado e desencarnado, por essa via, manterão colóquios. Eis o Consolador, que no seu bojo traz outras coisas, e as trará sempre, desde que haja mérito no homem. O que um não alcançar, mil o poderão, e o contrário também é possível que se dê. O Espiritismo está ungido contra as impertinências daqueles que se julgam “mestres”, porque tem por templo o espírito, filho de Deus, a criatura herdeira da graça, bastando, para que haja culto nesse templo, seja essa mesma criatura consciente do seu dever.
Assim como o Cristo não acompanhou procissões, assim também importa que o seu seguidor, o cultor do Espírito Santo, siga-O sem titubear, encarando as questões de frente, não se iludindo com falsas sabedorias, não confundindo tolerância com fraqueza moral. Se o Emanador e o Cristo, em tempo, lançaram mão do Espiritismo para sanear a terra purulenta, sejamos espíritas. E ser espírita é fazer isto:
Se o Cristo obrou, prática e teoricamente, tais e quais atos, faça-os ou conserve-se, o espírita, na tendência para fazê-los, dentro das suas possibilidades intelectuais, morais e mediúnicas. E se o Cristo ensinou a não fazermos isto ou aquilo, não o faça o espírita. Nós estamos nos tempos mais difíceis para a humanidade do planeta, no que diz respeito às suas responsabilidades, porque a atuação das células, em todos os quadrantes da vibratilidade humana, convida-a a tomar cuidados especiais ou atitudes compatíveis com os ensinos do Mestre. Foi para tal informar ao homem, que os espíritos começaram a se valer, em tempo, do Espírito Santo, e a passarem de novo para a retentiva dos homens, aquilo que dela já havia sido retirado pelos falsos profetas, por aqueles que tudo acham bom e igual, desde que lhes franqueiem liberdade para os instintos sectaristas, para os seus graus hierárquicos forjados à revelia do Cristo ou contra a sabedoria da Lei.
O Consolador é como um comboio de estradas de ferro; em síntese, é um trem, mas, entrando-se em análises, muitas matérias precisaríamos saber, e algumas ciências também, para podermos falar sobre ele. Entre outras coisas, cria responsabilidade. E quem tem, pesando-lhe sobre os ombros, responsabilidades novas, não pode ficar a mercê de princípios que dizem ser tudo do mesmo quilate.
O Cristo não disse, na praça pública, que qualquer coisa Lhe convinha; e o espírita deve
considerar nisso, antes de trilhar este ou aquele caminho, mesmo porque onde há bons profetas, existem também os falsos.
Não estamos dizendo coisa, para que sejam apedrejados os errados de boa ou de má fé; mas, entre aceitar e não aceitar uma tese, há alguma diferença. Antes de iniciarmos a confecção do presente livrinho, disse-nos um espírito, que levássemos em conta o fato de já estar feita a Codificação. É por isso que dizemos, no decurso deste trabalho, que o culto do Espírito mediúnico está isento destas ou daquelas concepções, de uns ou de outros de seus cultores, pois a Doutrina é de caráter universal, enquanto que a responsabilidade da criatura poderá ser mais ou menos individual e, ao mesmo tempo, mais ou menos coletiva.
Qualquer palavra poderá se tornar, de ficciosa em didática. Cumpre, portanto, ao homem que fala ou escreve, que o faça como o Cristo fez e ensinou, teórica e praticamente, levando em conta que, falar n’Ele para vender Deus a peso e a retalho, é próprio de apóstatas. Se o fruto expõe a qualidade da árvore, nós temos que concordar em que, se foi preciso, em tempo, a vinda do Espiritismo, só o foi porque as velhas árvores provaram o quanto estavam fora da terra apostolar ou evangélica.
Temos repetido constantemente que, enquanto na Terra se não cultivar a Igreja fundada pelo Cristo, no Pentecoste, e cultivada pelos Apóstolos (I Coríntios, XIV), e enquanto não aprender o homem a executar os seus ensinos, aqui jamais haverá paz!
E essa Igreja se chama Espiritismo ou culto do Espírito Santo. Durante muitos séculos, a pretexto de coisa de Belzebu, os apóstatas tripudiaram sobre esse elemento ou graça divina. E a humanidade preparou-se, nesse tempo, para se fazer herdeira de tristes tributos. Agora, cumpre-nos dizer, que se a humanidade tiver algum zelo pelos seus dias presentes e futuros, no planeta, dentro ou fora da carne, que não se esqueça de torná-lo cada vez mais digno dos espíritos esclarecidos, para a melhora de tudo em todos os pontos de vista. A estrada está construída e reparada. Se não é feita de marmelada e ladeada de castelos de chocolate, pelo menos é capaz de dar ao homem a noção do seu dever. Essas coisas foram reveladas aos que, de muitos séculos, vinham trabalhando na vinha do Senhor, quando Este, há tempos, em um plano da erraticidade, convidou e advertiu, aos de boa vontade e amor ao próximo, sobre a necessidade de se trabalhar com tenacidade, na órbita terrena, para a Restauração da sua Igreja ou Causa, feita de Amor e de Verdade.
O dever do espírita, pois, não é achar tudo bom ou igual, mas sim, discernir entre o certo e o errado, e optar pelo justo, fazendo com que o seu próximo saiba disso, ainda que não queira praticá-lo.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.