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Capítulo 51 de 58
Escola de Verdade
Orações e Poesias Divinas · Osvaldo Polidoro
Quem se dedicar à Verdade, ao Amor e à Virtude, Nunca se escravizará a “ismos” de qualquer latitude; Será livre para discutir tudo, prezando a Liberdade, E como Jesus Cristo, terá a Religião da Fraternidade! Se as Verdades Divinas jamais perguntam aos “ismos”, Se os “ismos” só fabricam os preceitos de fanatismos, Que cada um procure a Liberdade no Bom Conhecimento, Que resultará em Amor, Supremo e Eterno Mandamento! Do contrário perguntem a si os homens, desde quando, A Essência Divina lhes andou alguma coisa perguntando; Ou se os “ismos” produziram os Imortais Ensinamentos, Aqueles que vertem, que derivam dos Dez Mandamentos! Que a Verdade seja, pois, acima de “ismos”colocada, À margem de rótulos e de fanatismos de feia empreitada; E com o Melhor Senso guiando os passos da Humanidade, Jamais alguém coloque, o seu “ismo” acima da Verdade! Procurando a Verdade Simples, procurará Deus Presente, E sentirá Amor na Verdade Cósmica, na Vida Oniparente; Assim vivendo, entrosado com as Forças e Leis Gerais, Se irá cristificando, atengozando as Glórias Divinais!
Nunca mais terá nos ritos e manobrismos os atos de fé, E jamais em tempos futuros esperará pelo Céu que já é; Na Verdade vivida terá Religião, como o Cristo Senhor, E assim pela Bondade, comungará com Deus no Seu Amor! Na Revelação Consoladora e Universal terá a ilustração, Que o Eterno Pentecoste, para isso deixou como Benção; E Unidos com a Mente Celestial, todos obterão a Glória, Aquela que foi por Ele prometida, como prêmio de Vitória! 59 / 66 PROVA DE FOGO
Vós que tanto falais em Mim, Que tanto pregais a Verdade, É certo que sois bem assim, Com tamanho Senso de Honestidade?
Poderíeis romper pelo mundo, E fender a rocha das injunções, A Causar abalo tão profundo, Impondo Verdade contra religiões?
Ou será que tendo palavrórios, Sois apenas pobres e fingidos, Sendo parvos muito notórios, Pensais iludir vossos dirigidos?
Lembrai-vos da Verdade Minha, Que Fogo Vivo fora então chamada, O que devora a Erva Daninha, Depois de passar na Minha Enxada!
Vede filhos Meus o Programa, Que de mentiras teologais não é; Observai bem o Meu Diagrama, Não metais a cabeça no baixo pé!
Se falardes na Minha Verdade, Fazei-o com a Mira das Virtudes; Que Eu Sou a Simples Realidade, E não Me iludem as vossas atitudes!
Antes de falar pensai muito bem, Para em obras de Verdade corresponder! Porque a hipocrisia em Mim não tem, Lugar algum para se poder esconder.
Quero pouco e bem feito digo, Do que muita conversa desprevenida; Pois o erro transporta castigo, E isto é por Lei, é Justa Medida!
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.