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Capítulo 7 de 12

A Triste Contingência 35 E Diz O Senhor 51 — parte 6 de 11

Orações e Poesias Divinas · Osvaldo Polidoro

Antigo lidador, de hostes políticas, Ressurge na vida, vai continuar, Trazendo no rol, chamas de Ideal, Aceita serviço, nas terras do Sul, Sofre revés, vive horas críticas, Estácio de Sá, volta a lutar, E vem com Jesus, o Celeste Fanal. Vence na Pátria, do Cruzeiro do Sul.

Traz no Carma, lastros maduros, Mais tarde retorna, chama-se Cruz, Vincos tristes, de dias pretéritos… E no Osvaldo, tem o prenome. Torna a cair, em tratos mais duros, Vencendo na vida, graças a Jesus, Troca o Céu, por atos sem méritos. Vai-se da carne, cheio de renome.

Na Palestina se trama a revolta, Deixando a carne, ressurge na Vida, É a grandeza material do momento! Contempla a Terra e faz por amar… Querem liberdade, a Pátria solta, Roga ao Céu, e encontra guarida, E afastar Jesus, era o intento. Jesus é quem diz – Vai trabalhar!

Afastando Jesus, usariam as gentes, Ingressa, então, no celeste labor… Assim pensou Judas, o imprudente… Acompanha a falange, ei-lo a curar! Assaltariam os fortes, ódios candentes, Mais ainda, estende o Consolador, E após voltariam, a Jesus o Clemente… Escreve uma Série, que é de alegrar!

Disse ao Sinédrio – Não O toqueis! É assim mesmo, graças a Jesus, E este, astucioso, assim admitiu… Que lhe ofertou, canaleta feliz; O que aconteceu, bem o sabeis, Expande a Doutrina, que é Luz, Pois quem prometeu, não o cumpriu! Pois sendo André, também é Luís.

Judas traído, foi reclamar, Inclinai-vos, ó irmãos de jornada, Ouvindo coisas de estarrecer… Face à reencarnação libertadora! Eis o fraco, então a penar, Alertai os ouvidos, ouvi a clarinada, E dizendo – Hei de morrer! Abraçai o Espiritismo, a Graça consoladora!

Vai e morre, e paga nas vidas… Segue rogando, penas cruéis… Queimada em Joana, tem redimidas, Dívidas e dívidas, e alcança lauréis!

26 / 66 O DESTINO DA AMÉRICA COM OU SEM POESIA...

Composto de matéria organizada, Complexo físico-químico-mecânico, Glória a ti, Atlântida redescoberta, O homem-terra de idade ignorada, Brilha em ti, Cristianismo restaurado, É relativo, pobre presa de pânico. E tua fronde altaneira, em luz referta, Esplenda em verdade, roteiro divinizado. Se faltasse água, o coitado Jamais viveria, seria como nada, Entretanto, o fútil e agitado, Alardeia importância desmesurada.

Em tuas plagas, no antanho fendidas, Depende do ar, normalmente, Por dilúvio, que a Suma Justiça cominou, Alimento que não é de sua lavra, Um novo céu esplenda, e derrame floridas Porém o tolo, cínico a valer, A Deus olvida, ou fere na palavra. Messes Divinas, que o bom Deus te enviou. Sem sol, não poderia viver, Tudo seria gelo, morte e solidão, Entretanto, estulto sem saber, Não desvies agora, dos anseios da luz, A Deus não agradece tamanha doação. Da vera Doutrina, do Amor que a diviniza, Por fim, na desencarnação, Daquele Consolador, derramado por Jesus Ao enfrentar a Justiça Imaculada, No sublime Pentecostes, que Deus eterniza. Sofrendo a triste desilusão, Renascerá para a vida mais educada.

Sendo materialmente assim... Tua Aura espalhe os clarões doutrinários, Que diremos do Reino da Imortalidade, Teus brados proféticos fecundem a Terra, Daquele vós sois deuses, enfim, Que reclama a Plenitude da Verdade? Teus feitos de amor lembrem lampadários, Vertentes da Glória, que o Cristo encerra. Desperta, Homem, para sempre, Que a nova Terra desponta no horizonte, É um novo céu, em vislumbre, Quer que uses a Terra divinamente.

Desapareçam de ti, as manchas infiéis... Caso contrário, pobre de ti, Desvios da virtude, que as trevas puniram, Porque a Justiça Divina fará sofrer, E aquele novo céu, em teus luzentes anéis, Ao teu errado e tolo frenesi, Revelem o Amor, aonde as dores sumiram. Aonde será muito triste o teu viver.

Lembra, vivendo, a Lei de Deus, Ausculta, nas obras, o Cristo Modelo, Que a festa dos pobres ateus, Mergulhará no mais infernal pesadelo. 27 / 66 ESTAVAS AVISADO A LINGUAGEM DAS BÍBLIAS

Filhas das Verdades Reveladas, Onze Bíblias nos tempos escalonadas, Vens Homem, das lutas remotas, Vindas por gentes de faculdades dotadas, Subindo lentamente, somando valores, Para instruir gentes pela Terra esparramadas. Descobrindo verdades, augurando esplendores, Sorvendo alegrias, amargando derrotas. Se dos homens herdaram falhas, Que dos homens surtem suas malhas. Do Princípio transmitem lições imortais, No Espaço sondando amplidões, Vertentes de Verdades e doces cânticos divinais. No tempo semeando e segando farturas, Das auroras aproveitando orvalhadas maduras, Das lutas cruentas extraindo lições. Lembra, espírita, das instruções, Dos mesmos Mestres em novas funções, Que através dos tempos Deus assim ordena, Movimentando a reencarnação que a tudo reaplana. A outros tempos aportaste, enfim, Que as leis divinas se cumprem, fato que é, Teus conceitos não importam, nada diz tua fé, Soberana é a Lei, será sempre. Boa é a Verdade, não as religiões, Não se defendam vícios e mistificações, Que nenhuma Bíblia jamais valorizou o Mal, Visto que a Deus se vai, pela Justiça Divinal. Acorda pois, procura o teu bem, O clamor do Tempo fará estremecer, Que alvinitente cavaleiro, já disse o que dizer, Falar menos na Divina Misericórdia, Cristo Restaurador, Mensageiro do Além. Que sem Justiça Divina reina discórdia,

E a Verdade jamais dará guarida à hipocrisia, Aquilo que na Lei de Deus e em Jesus não homizia. Mansas ovelhas o Porvir herdarão, Espavoridos cabritos terão trevas a curtir, Tudo se cumprirá, o testemunho é do porvir, Outros clarões vos iluminarão, Na Bíblia está escrito, eis a Revelação. Que nos vossos horizontes já estão, Proclamando das bíblicas verdades, os sinais, Porque a Verdade, para ser, é acima de mortais. 28 / 66 O TRIÂNGULO IMORTAL SINGELA VERDADE

Recebemos a Iniciação com os Iniciados, Que no Além-Cristo, por duzentos mil anos escalonados, Fica com a Verdade, o Amor e a Virtude, Foram Budas e Vedas, Hermes e Zoroastros, Pratica a Lei de Deus, o Cristo e a Revelação; Foram Moisés e Orfeu, Profetas e conseqüentes lastros. Porque fora deste triângulo, perderás em plenitude, Estarás praticando o Mal, forjando para ti a desolação. Em portas fechadas a Verdade, em esoterismo, Estando o vulgo emaranhado, preso ao triste fetichismo, Eis porém que do Céu enviado, aparece Jesus, Para Batizar em Revelação, pagando-a ao preço da cruz.

Na Lei de Deus fulgura o Poder da Moral, Roma, dragão político, blasfema do Batismo, No Cristo Modelo brilha o Serviço Divino; Reimplanta o fetichismo, impõe a abominável idolatria, Na Revelação há consolo, de advertência é Manancial, E ferindo a Revelação, apaga o Cristianismo. E com o triângulo todo, forjarás o teu Glorioso Destino. E para revivescê-lo, Elias em Kardec voltara, E dando à Restauração o nome fora o de Espiritismo, Para que a Verdade ficasse, assim como desejara. Marcha com o triângulo que jamais morrerá, Procura imitar o Cristo, no Amor que gera a Unidade; O MILAGRE MODERNO Através da Sadia Revelação o Pai Divino te ilustrará, E com o triângulo, vivendo-o, presto atingirás a Finalidade. Uma vez restaurada a Excelsa Doutrina de Deus, Que o Cristo bem o disse, não ser d’Ele Doutrina, Advogaram grandes almas, rogaram pois aos Céus, Que milagres fossem feitos, como na Era prístina.

A vida na carne é transitória, é passageira, Frente à fulgurante assembléia, disse o Senhor, Porém as conseqüências não o são, tu as levarás; O Medianeiro Divino, em palavras de sabedoria, As tuas obras te marcarão, elas são a tua sementeira, Que o milagre moderno, pela Vontade do Criador, E serás feliz ou não, porque dela mesma é que tu colherás. Em despertar o Cristo Interno, é que consistiria.

E por isso clamam as Legiões da Eterna Verdade, Que bastam os fenômenos grosseiros da matéria, És um Cristo, Verbo ou Uno em preparo, Que foram grandes no tempo da real mediocridade, Pois o Vós Sois Deus, não foi ensinado em vão; Mas que ora devem ser cambiados pela coisa séria. O livro Evangelho Eterno e Orações Prodigiosas é o teu anteparo, ooooOoooo Que muito ensina da Lei, de Jesus Cristo e da Pura Revelação. Vêde pois, filhos de Deus, discípulos de Jesus, Que o milagre já dito, fora a lição do inferior, E que no presente, e para o futuro, deveis o jus, O direito devido, de crescer como Nosso Senhor. 29 / 66 O PERISPÍRITO O PERISPÍRITO – II

Atende ao Saber, penhora-te à Virtude, faze o Bem, Prepara pois, filho de Deus, ao carro de tua estima, E assim vivendo a Lei, serás prudente, e no aquém, Porque contra ou sem ele, ninguém a Glória sua colima; Por certo viverás em Glória, espargindo a Felicidade, Entretanto, cultivando a Moral, o Amor e a Revelação, Porque ele, o perispírito, refletirá a tua santidade! Tê-lo-ás luminoso, Luz Divina, testemunho de Redenção.

Ele, o carro da alma, o corpo jamais passageiro, Passam os corpos todos, mas ele será eterno companheiro, Porque o perispírito, sabe, será também derradeiro, E nele registrando irá, seu dono, os fatos do sendeiro; Não como o físico, o somático, que é todo transitório, Que nasce, vive e morre, ou passa, peregrino envoltório! Porque nele todos semeiam e colhem, registram a sementeira, Tanto seja a eterna Glória, como seja a negra inferneira. Desde os passos iniciais, vem ele se modificando, Porque nele tudo vai o espírito assim registrando, Desde os passos iniciais, o perispírito vem se mudando, E conforme viva, bem ou mal, assim ele o refletirá, Pois que nele vai, o agente vivo, a escalada proclamando, Visto que ele espelha, ao seu dono, como ele será! E assim seja Bem ou Mal, ali vai o seu dono em exposição.

O carro da alma, o perispírito, é formidando assim, Porque ele não é como o físico, que é peregrino em ação, E vai mudando, envolvendo, e na Luz Divina, terá fim, Mas em si mesmo vai, da alma vivente, expondo a evolução, Porque o Cosmo, ofertando irá, todas as oportunidades, Até vir a ser Luz Divina, o Estado Crístico anunciando. Para que viva e brilhe o seu dono, revelando santidades!

Pergunta sempre – Como terei o meu carro da alma? Como estará aquele corpo, que é a verdadeira palma? O METAPSIQUISMO Porque o corpo físico é apenas mui fugaz e passageiro, Porém o outro será a Luz Divina, seu estado verdadeiro! O Metapsiquismo, rendeiro infeliz do homem tardo, A senha de Tomé, do materialismo arrastando o fardo, A Luz Divina, Segundo Estado de Deus, ele virá a ser, Crendo na descrença, apalpando sempre para ser nada, Porque assim é que são os Cristos, em Glória e Poder; Também lambendo matéria, vai-se pela triste jornada. E nos Mundos, de Deus o Verbo são, a Graça e a Verdade, Os Filtros do Pai Divino, de Quem revelam a Infinidade! Repete sempre a mesma coisa, flutuando na cegueira vã, Ausculta pois, filho de Deus, ao carro de tua estima, Sem do Cristo aprender a Lição, ao Tomé de visão chã, Porque contra ele, nenhum filho a toda Glória colima; Para ele a Sabedoria é ele mesmo, a Virtude ali está, Cultivando porém a Moral, o Amor e a fiel Revelação, Achando que o Espiritismo, fora dele, desmanchar-se-á. Bem que o farás luminoso, testemunho da final redenção! A Verdade entretanto marcha, acima de estultas idéias, Todos os corpos passam, mas o perispírito é interminável, Se é que idéias são, as asneiras que não têm platéias, Sendo sempre, para todos os efeitos, a matriz registrável; Que alguns tardos apenas sustentam, cheios de parvoíces, Nele todos semeiam e colhem, porque é a natural sementeira, Que de tardos nunca descobrem, que vivem fazendo tolices. Tanto para semear a Glória, como para cultivar a inferneira!

30 / 66 A PALAVRA DO MESTRE SUPREMA TRAIÇÃO

Vai, disse o Mestre, ao Anjo da Mensageiria, Por trinta e seis séculos Jesus foi anunciado, Dizer aos homens, filhos de Deus, lá na Terra, A vir, das gentes, constituir o Supremo Delegado; Que a Dor não foi bem interpretada, como eu queria, Tendo o Espírito Sem Medida, Fermento de Glória, E que a interpretação dos homens, por isso mesmo aberra. A expor a Graça de Deus, ao conquistar a Vitória.

Dize a eles, que a Dor não é lição bem feita, Nem mal feita sequer, mas apenas a mera advertência, Como Divino Molde, foi dezenas de vezes cantado, A disciplinação, a punição, da Justiça que a eles espreita, E o Derrame de Espírito, dezenove vezes somado; Para que, do Amor e da Ciência, tenham e vivam a boa consciência. Esta conta, irmãos, é parte do Velho Testamento, Representando a missão do Cristo, no Seu advento. Dize que o Reino de Deus, que é deveras interior, Deve ser descoberto e exposto, pelos trabalhos de Amor, De verdadeira Sabedoria, participando assim do Divino Criador; Em João, capítulo dezesseis, tratou do Consolador, Como anunciante de fato, mediúnico e são Informador; E que o dolorismo que medra pelo mundo, o infeliz, Nada de cleresias, ídolos, vestes fingidas e aparatos, É coisa inventada pelo homem, por ele que assim o quis, Aparatos mundanos ou discursos falazes e sem fatos. Porque na Harmonia está a Felicidade, proclama o Divino Juiz.

Nos Atos, um, dois, sete, dez e dezenove, a Verdade, A CONSOLIDAÇÃO A grandeza da missão do Cristo, em tom de Liberdade; Os espíritos comunicando, os Apóstolos em alegria; Sobre a França do século quatorze, Jesus ordenara, A Revelação em pleno curso, o Consolador já esfuzia! Que se restaurasse a Excelsa Doutrina, que deixara, A Verdade que era e é, com nada de inventos já Seus, Assim como será, eternamente, a Doutrina de Deus! Depois, infelizmente, as trevas descem e cobrem tudo, Porque Roma persegue a Revelação, o Consolador é mudo! Vindo João Huss, o berço da restauração, o começo, São mortos os profetas, a Legião da Verdade é batida, Morreu numa fogueira, porque o mundo foi-lhe o tropeço, O preço da cruz é atraiçoado, Roma se diz garantida. Mas deixou a chama do ideal renovador, e vindo o Lutero, Conseguiu a liberdade de culto, espalhando o Livro Severo. Idolatrias, inquisições e trevas invadem a Humanidade! Logo mais veio Giordano Bruno, inteligência brilhante, A missão do Cristo cessa, já não caminha a sã Verdade! Que enfrentou a Besta, e pelo seu trabalho tão fulgurante, Os séculos aguardam outros dias, quando Elias tornará, Morreu queimado, preparando a Kardec o terreno da Codificação, Para se chamar Kardec, na Codificação que promulgará. Dela que foi o berço, para que no Brasil se fizesse a Consolidação. 31 / 66 POESIA POESIA Vindo ao Mundo Jesus Cristo, cuja glória se perdia, Além dos tempos do Mundo, como só Deus o conhecia, Lembra-te irmão, do que nos é devido, Encarnou para exemplificar a Lei, e bem viva deixá-la, Fazer a nossa parte, nos domínios evolutivos, E em termos de Moral, de Amor e de Revelação, fixá-la! Crescer em Amor e Sabedoria, no sentido, Porque a parte de Deus, são temas resolvidos. A Moral viveu-a Ele, não inventando a tabus humanos, Pois viveu a Verdade e não recorreu a vícios profanos, Nada temos de inventar, do que é essencial, Porquanto abandonando a clérigos e fariseus, os fingidos, Porque isso a Deus cumpre, e a mais ninguém diz, Nas ruas e praças ensinou, curou, e teve bons dias foragidos! Sendo exato que devemos, como é natural, Subir em Amor e Sabedoria, e fazer tudo bem feliz. Em Amor executou-a, tão bem que renunciou à vida, Por fazer o Bem, justo à cleresia a mais fementida, Deixa-te, pois, de tantas maquinações, Fementida sim, cheia de fingimentos e mil hipocrisias, De tantas manobras, de tudo quanto é religiosismo, Como foram e são, todos os comerciantes de sacristias! Entregando-te ao trabalho, às ações;

A Revelação viveu-a Ele, com o máximo dos fulgores, Pois a começar de Gabriel, fulgiram espíritos anunciadores, Mas faze tudo pela Verdade, pelo Amor, E toda a vida tendo, sobre si, os espíritos subindo e descendo, Acima de sectarismos, como te ensina o Cristianismo, Ao Mundo mais tarde brindaria, com o Pentecoste assim crescendo! Ouvindo, portanto, a voz do Consolador.

Antes de porém fazê-lo, porque a morte enfrentaria, E a ressurreição do espírito, em grande ensino deixaria, O CELESTE BATISMO Eis que apanha três apóstolos, e no Tabor se transfigurou, Revelando aquela glória, que antes tivera, assim como falou! O Celeste Batismo, trouxe-o Jesus, De modo generalizado, a ser da Humanidade; E o grandioso feito encerra, duas imortais lições, E no Pentecoste, jorrou a luz, De ser o espírito anterior ao corpo, vir das encarnações, Que devia partir, encher o mundo de Verdade. E por terem vindo Moisés e Elias, confirmar o mediunismo, Afirmando que Deus não é de mortos, como diz o Cristianismo! Dois capítulos existem, formidáveis, Vêde pois o Espiritismo, que é Moral, Amor e Revelação, Dos Atos um e dois, que aguardam inteligência; E recomenda o Saber e a Virtude, as fontes de libertação, Contêm ensinos justos, impassáveis, Que tais palavras definem a Doutrina, que será impassável, De quem os homens olvidaram, de pura negligência. Por ser tudo em Deus, divinamente Eterno, Perfeito e Imutável! O Cristo redivivo, marcando na História, Não há Cristianismo sem Moral, sem Amor e sem Revelação, Batizou em Revelação, para findar as cleresias; Porque fora da tríade, o que há, é do Homem, é a inversão, Mas da Humanidade alguns homens, a escória, E por isso está longe do Saber e da Virtude, é idolatria, Blasfemaram do Excelso Batismo, impondo idolatrias. Coisas que bem caro custarão, porque a Dor vem da porcaria! 32 / 66 O DESPERTAR DA ALMA POESIA

Centelha Divina, de Deus emanada, feita para a Luz, No mundo iluminavam as gentes, Que inconsciente partes, rumo da Glória, Nos antigos tempos, nas eras milenares, Trabalha e progride, caminha e avança, porque de flux, Ensinos esotéricos, frementes, Não é que serás Poder, expondo a Vitória. Até virem novos dias, outros luminares.

Trabalho não é Dor, Ciência não é praga ou maldição, Ide ver Manu, conhecer o penhor, Virtude não é lamento, não é tormenta, Escutai-lhe o Código, a farta iluminação; E aquele que a Lei de Deus vive, de Deus tem bendição, Observai Pitágoras, o Concatenador, Porque o Amor é a arma que o Mal afugenta. Que foi buscar nos Mestres, toda amplidão.

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