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Capítulo 10 de 12

A Triste Contingência 35 E Diz O Senhor 51 — parte 9 de 11

Orações e Poesias Divinas · Osvaldo Polidoro

Rompei vossos capciosos tabus, Volvei à Lei, às Ordens que expus, A Excelsa Doutrina é acima de vaticanismo e papados, E tomando modelagem no Meu Santo, Sem idolatrias, muito acima de homens e tristes fados! Ponde a Treva e a Dor em quebranto! É Moral, Amor, Revelação, Sabedoria e Pura Virtude, Vem e vai para Deus, e é de Deus na Santa Plenitude! Lembrai-vos, não quero vossas ofertas, Quero Verdade e Virtude, e bem certas, Que jamais vos pedi tais encenações, Dando-vos a Lei e ofertando Revelações! Em face da Lei, do Cristo e das verdades fundamentais, Todos são apenas irmãos, não havendo seres especiais! Ponde em prática os Santos Mandamentos, Os mais evoluídos não fazem ditaduras, querem auxiliar, Imitai o Meu Santo, nos ensinamentos, Pois em Verdade e em Virtude, só a Deus cumpre ajuizar! E dos Espíritos Santos, tendo palavra, Consolai-vos e vivei, que é Minha Lavra!

Eu Sou o Senhor, Sou Espírito e Verdade, Abaixo os donos de religiões, com ou sem a negra batina, Sou o Senhor de tudo, Eterna Potestade, Que os tempos já são outros, renascendo a Pura Doutrina! Quero filhos conscientes e puros, De homens conscientes o porvir estará farto e pleno, Vencendo o presente e Eternos Futuros! Como Aquele crucificado, e por vós crucificado, o Nazareno! 46 / 66 O CÓDIGO DE INDEPENDÊNCIA O TRIUNFO DA CENTELHA

Produzi atos, de Verdade e de Virtude, Adorai serviços, de Paz e de Bondade, Emanada pelo Absoluto, singrando vai a centelha, Transformai a vida, em magnitude, Arrastando a matéria, nos mundos em convulsões; Forjai no íntimo, a santidade! De altos e baixos faz o programa, faz a parelha, E desabrochando lentamente, revela cintilações!

Concertai com o Senhor, mas de Pureza, E com os irmãos, porém sem idolatrias, Afugentai de vós, toda a torpeza, Vencendo meios e a si mesma, se conscientiza, Construí, celestes moradias! Rarefaz o corpo astral, limpa-o de toda feiúra; Converte-o em Luz Divina, e todo se diviniza, Entra na Ubiqüidade, na Extensão Divina e Pura!

Abandonai religiões, e todos os ritos, Induzi à Bondade, que é Pura Religião, Contemplai a Criação, e seus ditos, Nos capítulos Sacros, da Amplidão! Enterrados seus mediocrismos, tendo a Glória, Convence na Verdade, e da Virtude faz constância; Tendo sentidos no Infinito, canta a Vitória, E serve de Modelo, porque venceu a sua ignorância! Em Deus não há misérias, e nem engodos, Jamais pediu simulacros, e ilusões, Que a Lei ensina, e diz a todos, Que Jesus, não teve religiões! Empreende luta crística, ampara os da escória, Não sendo obrigado, reencarna de plena instância; Cumpre crísticas funções, dá lições na História, Aprendei as lições, do Consolador feliz, E de seus rastros, surtirão luzes em abundância! Que Restaurado adverte, e bem consola, Lembrai-vos da Escritura, que o diz, Que vive da Verdade, não de esmola!

Armai-vos pois, de Verdade, Amor e de Virtude, Que a Excelsa Doutrina, não quer ser uma religião; Adorai o Criador, em Espírito e Verdade, É o Caminho do Senhor, a Verdade em Plenitude, Que Ciências e Filosofias, sem Moral, Não tem casas e nem estatutos, é de todo amplidão! Só vertem humana tristeza, maldade, São instrumentos, do erro e do Mal! 47 / 66 O QUE DEUS QUER O FIM DA MEDIOCRIDADE

Para que vades a Deus, no Templo Interior, Vós haveis de lembrar, num futuro distante, Transformando a vida, em boa e santa lição, Vós, terrícolas, gente de antanha idolatria, Importa que vos ameis, trateis com Amor, Dos criminosos clericalismos, que bastante, Fazendo da boa conduta, a simples religião! Lutaram contra a Virtude e a Divina Sabedoria!

E lastimando as religiões, as fontes de luta, Sois apenas irmãos, ninguém é mais ainda, Vertentes de conchavismos e mercados bem feios, E na consciência de ser Bom, fraternal, Lembrareis vossos erros, a vergonhosa conduta, Reside a Vontade de Deus, obra tão linda, E cultivando o Amor, satisfareis vossos anseios! O Caminho do Céu, a consumação celestial!

E do Senhor a Glória, atingireis cada vez mais, E do Amor a imensidão, sempre nele vos embutindo, Que adiantam as simulações, as idolatrias, Tendo a treva distante, e longe daqueles ais, Curvações diante de paus e pedras, manias, A outros irmãos, vivereis convidando e subindo! Manias de troglodita, comércio de porcarias?

Já então mais Alto, nos cômoros da Vida Superior, Guiando as legiões, e lembrando os atos estultos, Que adiantam rezas pagas, aparentes religiões, Considerando o Modelo, o martírio de Nosso Senhor, Tendo vazio o coração, o cérebro em aflições, Chorareis nos plumitivos, a presunção de adultos! Desprezando a Revelação, tendo frios os corações?

Por isso a caravana, cultivando os mórbidos cultos, Transformando paganismos em comércios insidiosos, Vinde a Mim, diz o Senhor, pelas boas obras, Descerá aos abismos, a pagar bem duros os tributos, Porque em Verdade, quero a vossa transformação, E lembrar dos Mentores, trabalhos santos e generosos! Que de Graças e Luzes Tenho, Eternas Sobras, Para dar a todos quantos, cultivem a mansidão! Porque assim como eles mesmos foram, em dias antanhos, Compreenderão os que são, como outros ainda virão a ser... Já que aos mais sabidos, aqueles Mestres de rebanhos, Tudo é Meu, diz o Senhor, Eu Sou o Absoluto, Também foram bem errados, já quiseram o mau querer! Jamais quis ou pedi, malabarismos e fetiches, Que o Infinito, comando Eu, só Eu o computo, E nada fiz, podeis saber, praticando tolices! Porque todos somos, no momento, segundo a meta feita, Já que Deus, o Supremo Senhor, não faz especiais... Para evoluir no interior, a cada um cabe a empreita, Até chegar um dia, aos eternos espíreos celestiais! 48 / 66 AUTOREDENÇÃO A ETERNA JERUSALÉM

Desponta ao longe, do homem a redenção, Desde remotos tempos cometendo idolatrias tantas, Vinda pelos caminhos íngremes da luta, E como religião, praticando delitos às quantas, Trazendo na fronte a marca, a aflição, Foi lentamente desenvolvendo, devagarinho crescendo, Acervo tenebroso, marca de triste conduta! Para algo mais o homem, ir bem aos poucos obtendo.

Curvado, embutido na matéria, entorpecido, Atávicos fatores sempre o compeliram a retroceder, Vencendo a crueza do meio, sempre lutando, E caindo, devolveu-se aos erros, ao triste proceder... Foi vencendo Ciclos, tendo a Deus esquecido, Agora tentando, ergue-se e trama seus lances de vitória, Porém vivendo sempre, sempre em Deus estando! E novamente falindo, deixa que lhe triunfe a escória...

Jesus mandou-lhe Budas, Vedas, Missionários, Depois de milênios percorridos, de duras convulsões, E vindo Ele mesmo, entregou-lhe a Sua Luz, Jesus Cristo vem ao mundo, cenário de fétidas ebulições. Que plantando na História, o Sol dos binários, Tinha legiões de espíritos subindo e descendo sobre Ele, De Verdade e de Virtude, marcou a Sua Cruz! E nelas Batizando, deu à Humanidade, quem lhe revele!

Cada qual tem em si a Verdade e a Virtude, A Verdade e a Virtude sempre foram as armas bem Suas, Tem em si o Sagrado Dever de as despertar, E a Voz rompendo, se foi pelos desertos, praças e ruas... E para tanto dá-lhe Deus, encarnações amiúde, Do Pentecoste as legiões, foram anunciando as certezas, Para que no íntimo, ponha o Céu a brilhar! Para as ouvindo, os homens crescerem naquelas nobrezas.

Assim vem o homem, passo a passo trilhando, Algum dia... quando os cérebros forem bastante polidos, Vencendo Etapas, caindo e levantando, a suar, Algum dia... quando os corações forem bastante crescidos, E com a Doutrina Restaurada, sempre iluminando, Nesse dia a Verdade será o galardão a ser alto mantido, Vê agora o Cristo, sorrindo a lhe chamar! E nesse dia a Virtude, ela será o forte Sinal de Unido!

Abandona os formalismos, agarra-se à Verdade, Jamais alguém apelará para simulacros e males tais... Prende-se à Virtude, cresce no Senhor Jesus, O Amor transbordando, para sempre findará vossos ais... Transforma-se em Amor, pois ele é Liberdade, E no Templo Interior, sentindo a Voz do Pai Infinito, E se for preciso, encrava-se na Sua Cruz! Nas graças da Divina Ubiqüidade, estará o Ser Bendito!

É apóstolo da Verdade, não teme a ninguém, Cada filho de Deus, cada centelha será um Altar de Amor, Não se curva a religiões, é acima de ilusões, E Jesus Cristo, de tarefa cumprida, louvará com ardor! Tem os olhos voltados ao Cristo, bem além, Dos tempos ignaros nem mesmo as lembranças subsistirão, Muito além do Mundo, nos eternos clarões! E a Humanidade Celestial cantará o Amor, a vera Religião! 49 / 66 O DEVER DE EVOLUIR QUERO VERDADES E NÃO BAJULAS

O Cristo marca tudo, o dever progressivo, Vindes filhos Meus, subindo e subindo, A Origem, o Processo Evolutivo e a Finalidade; Habitando os reinos, as espécies e famílias, A centelha espiritual, como é bem expressivo, E assim sendo, filhos Meus, lentamente definindo, Nunca deve estagnar, deve marchar à Santidade! Desabrochando a Consciência, e pró Verdade em homilias!

Cada centelha é um sol espiritual, é luz, Fiz de filhos crescidos boas lições, É luz que se deve expor, até atingir o total; Mandei-os nos milênios, a dar-vos de tudo, Até ser unida a Deus, a exemplo de Jesus, E vós que tendes, nos arquivos, Histórias e ações, O Divino Modelo, expressão da Glória Espiritual! Bem pouco aprendestes, e por muito o Bem é quase mudo!

Mistifórios chamados de cultos da fé, A Lei, o Código de Conduta é esquecido, Chamados de religiões, de caminhos santos, Apenas lembrado, para os florilégios do ofício... Nunca fizeram mais do que fincar o pé, Em Meu Nome o Bom é alguém de muito tempo já falido, Fincar o pé no atraso, exercendo males tantos! E vossas religiões, que inventastes, armas de malefício!

São exploradores de homens dolosos, Expus a Minha Verdade, o Verbo Divino, Que dogmatizam sobre Deus e Sua Obra Infinita; A Síntese Geral, Minha Expressão da Verdade Pura! São comércios de homens capciosos, E da vossa crença, não da Minha, teve triste destino, Desejando por isso, de todos a ignorância granita! Foi ignorado, perseguido, feito a carga de toda tortura!

Vindo Jesus, para generalizar a Revelação, Após, filhos maldosos depressa usastes, Foi para trazer a facilidade de fiéis instruções; Do preço da maldade, dar Nome à política danosa!... De advertências, e com toda a Sua Lição, Porque em Seu e Meu Nome, desgraças tantas forjastes, Ainda surgiu Roma, adulterando, fazendo truncações! Infundindo à Humanidade, inquisições e conduta bem odiosa!

Quem dogmatiza já não é bom cristão, Enviei após a Restauração, Novo Pentecoste, Porque o Cristo jamais poderia dizer o total; Que através de Elias, cumprida, é Nova Revelação. Quem adora paus e pedras, a anti-Revelação, Ela adverte, ilustra, consola e encoraja a Minha Hoste, Também comercia simulacros, completa a bacanal! Pois sendo acima de religiões, tem a Marca da Consolidação!

Cultivai o Ministério do Espírito, Sondai-lhe os Fundamentos Inamovíveis! O Ministério que no Pentecoste o Senhor expandiu; Observai que é Minha Doutrina, e vós sois irmãos! A Revelação é Fato Real, é Veredito, Ela não depende de vossos conceitos estultos, falíveis, E se Roma a blasfemou, o Espiritismo a reconduziu! E aquele que desejar papismos, apenas lembrará dias pagãos!

Que ninguém dogmatize, faça igrejinhas, Quero Verdade, Amor e Virtude... Conjuras e desconjuras humanas, muito ridículas, Jamais vos pedi atos de todo fingidos! Que a Excelsa Doutrina, não é futriquinhas, Conhecei Minhas Leis, crescei em Minha Altitude, E perante Deus exigira, outras severas matrículas! Para serdes Meus Obreiros, filhos Meus muito queridos! 50 / 66 VAIS CORRESPONDER? MEIOS E FIM

Sabendo que Jesus não se arrependeu, Estando exposta a Centelha no turbilhão, De quanto acusou a este mundo sandeu, Devendo movimentar condições e situações, Por que blasfemas tu, dizendo de religiões, E vogando nos mundos, formas e transições, Que são caminho que conduzem aos clarões? Tudo são Meios, porém o Fim é Sumo Galardão!

Se homens capciosos, enegrecidos de tudo, Lutai portanto, ó Herança do Pai Eterno, Revestidos do Mal, aonde o Bem é desnudo, Com os olhos voltados ao Clímax Glorioso, Levantam cleresias, engenhos de triste domínio, Porque após tudo, findo o programa ruidoso, Por que dizes que são, menos do que latrocínio? No Seio da Luz, tudo é Luz no Céu Interno!

Pérfidos políticos e feras sectárias, Trabalhai, fazei do Mundo e da Matéria, Só fazem é explorar as gentes ignárias, Meios, instrumentos, as armas de avançar, E tu não te levantas, com a fala e com a ação, Crescer na Verdade e na Virtude, a vibrar, Para eliminá-los, implantando a Era da Iluminação! O Hino Final, no Seio da Amplidão Etérea!

Põe abaixo fantasias, rótulos e tais, Peço não vos confundais com o que é mundo, Simulacros e aparatos, que iludem mortais; Com tudo isso que pouco vive e logo passa, Põe abaixo politiquismos, puro covil de ladrões, Mas crescendo para o Amor, a Suprema Graça, Sórdidos clericalismos, que pretendem ser religiões! Depressa vos terdes, no Infinito Profundo!

Sede bons e sábios, e livres de tantas, Caso contrário, sabendo e vivendo o Mal, Tamanhas mentiras e injunções sacripantas, Ó Discípulos, da Justiça tereis a tristeza, E cresçais para a Moral, o Amor e a Boa Revelação, E nos lugares de pranto e dor, em agudeza, E brandindo o Saber e a Virtude, matai a escravidão! Vos dirá o Eterno, ser a Mente arma fatal!

A Nova Era desponta nos vossos horizontes... Usai do Poder, que tendes em vós latente, É caudal de Fraternidade a escorrer de fontes... De saber e pensar, querer e poder produzir, E para assim ser, compreendei, apenas Verdade quero, Porque essa arma tremenda, sabendo brandir, Pois se o Cristo a recomenda, a nada mais eu espero! Dos planos de sombra, fará o Céu alvinitente. Eu me chamo Humanidade. 51 / 66 E DIZ O SENHOR DE BOM ALVITRE

Eu já vo-lo disse pelos antiqüíssimos Profetas, Que vossa Bondade quero e não o vosso sacrifício; As VERDADES INAMOVÍVEIS estão no Testamento, E se souberdes viver, abandonando ações obsoletas, Elas não dependem de humanas e tolas cogitações; Tereis da Verdade e da Virtude, o grande benefício! Tudo quanto É, no seio delas tem Fundamento, E representam a VERDADE, nada tendo com religiões.

Ponde Verdade, Amor, e Virtude nas vossas ações, Vivei a vida simples, fazei disso o vosso penhor; Eu quero o Puro Conhecimento, não quero devoções, Moral, Amor, Revelação, Sabedoria e Virtude, Eu quero Bondade nos tratos, quero eterno valor! Eis a CHAVE DA EXCELSA DOUTRINA, do CAMINHO CERTO; Em Espaço não encontra limites sua amplitude, No Tempo Infindo comanda, não tendo longe nem perto.

Estou em vós e fora de vós, Tenho em Mim o Todo, Pois em Mim tudo é, Eu Sou e ninguém o é mais; Estou na luz e na treva, e também no fétido lodo, E não quero falsas crenças, findai os vossos ais! Verdade, Amor e Virtude, proclama o Senhor, São as realizações, que a todos cumpre apresentar; Quem o fizer não terá tormenta, não terá Dor, Porém a Saúde e a Ventura, com ele terão de estar. Eu Sou a Glória e Sou o Poder, a tudo faço mudar, E bem vedes que tudo Movimento, que tudo renova, Porém a vós, Meus filhos, dei-vos para comandar, A Mente Propulsora, que a Minha Paternidade prova! A VERDADE é próprio exclusivo de alguém?!... Ela é SENHORA! É do Senhor e todos são irmãos! Sendo UNA pois a LEI, na Terra e no Além, Aprendei a movimentar essa Força, com determinação, Lembra aos pernósticos, que deixem sonhos vãos! Fazei bom uso da Minha Graça, que para bem a dei... Vós sois Meus filhos, sois deuses de Minha Eleição, E quando assim souberdes, sabereis para que vos criei.

Abaixo vaticanos e peçonhas terrícolas!... Abaixo as igrejinhas e os engodos mistificadores!... Tendes lutado a triste luta, errando tempos afora, Vede no Tempo... Findam tempos silvícolas, Tendes Me ofertado criminosas e infames adorações; E o Mestre anuncia, da VERDADE novos esplendores! Somente em Verdade, Amor e Virtude, a Mim se adora, E assim vos ensinei, desde as primeiras Revelações! 52 / 66 DEIXEM DE SIMULAÇÕES! AS DUAS TESTEMUNHAS

Quando vos disse, ó filhos de Minha Intenção, De Mim mesmo vos digo, filhos Meus, De Mim que tudo faço, e provo com Leis e Fatos, Que todos sois, os crentes e os ateus, Que para o Serviço de Crença, recomendei a ilusão, Que dos Códigos que recebestes, de todos, Só para beneficiar aos cléricos, aos feros sindicatos? Dois deles são, por si mesmos, os onímodos.

Na Lei tendes o Código de Conduta, Precisaria vosso Pai, de ofertórios malsãos, Muito acima de religiões, que refuta, Eu que Sou o Senhor, o Criador de todas as Fontes, A todas as formalidades, aos religiosismos, Apenas porque homens fingidos, tomaram em suas mãos, Concitando à Verdade, condenando os paganismos. Dogmas absurdos, intentando restringir Meus Horizontes?

No Cristo, na Síntese Geral vos dei, A Lição da Verdade, para vós que Eu criei, Lembrai que Sou o Todo, Sou a Glória e a Paz, Da Origem, do Processo Evolutivo, da Finalidade, Observai com que Poder destino, Mundos e Gentes, Revelando na Sua Ressurreição, o Triunfo da Verdade. E vós credes que apelaria, Quem tudo assim o faz, Para simulacros e explorações, para servir os crentes? Na Lei e no Cristo não há religiões! São Minhas Testemunhas, fora de cogitações! Porém vós, cheios de malícia, fostes inventar, Escutai de Mim – Sou o Senhor de Toda Autoria, Cleros e idolatrias, esses caminhos para desviar. Não Sou escravo da Criação, feita do que é Meu!... Se assim Eu fosse e necessitasse, bem humano seria, Porque sendo o Senhor de tudo, curvaria ao que fiz Eu! Torno a vós, com a Minha Mansidão, Com a Minha Mensageiria, com a Revelação, Convidando à Verdade e à Virtude, e ao Amor, E na Conduta Nobre, virdes a Mim, vosso Senhor. Deixem de simulacros, findem com essas ilusões, Despedacem seus ídolos, sejam acima de formalidades; Porque Minhas Verdades são Fatos, jamais foram ilusões, Eu Sou em vós a Vida e a Liberdade, E somente na Verdade e no Bem, concretizam Minhas Vontades! Mas lembrai que reclamo, viver a Verdade! Estou pois de novo, exclamando para lembrar, Que em Verdade e em Virtude, é que deveis adorar.

Conforme as Idades, assim espero cumprimentos... E eis que uma Nova Era, lhes apresentam Minhas Leis! Tudo já é Meu, nada podeis oferecer! Eu Sou o Senhor, Eu é que Ordeno se façam os Testamentos, Quero o vosso Amor, não para Eu crescer, E portanto assim Digo, por causa da Obediência que Me deveis! Quero-o para vós mesmos, para a vossa Glória, Porque é no Meu Reino de Luz, que está a Vitória. 53 / 66 VINDE A MIM CLAMA, FILHO MEU

Eu Sou a Essência Divina, Sou Onipresente, Clama filho Meu, não pares jamais, E através da Revelação, assim tenho reafirmado; De proclamar a Verdade como libertadora; Pelo Meu Ungido mostrei, Sou Onisciente, Para que findem trevas e tudo mais, Mas vós, criando religiões, vos tendes afastado. Que as religiões criaram, em termos de pletora.

Afastados de Mim, criastes idolatrias, A Verdade, o Amor e a Virtude podem, Inventastes modos tolos, trejeitos comerciais; Por Inteligência e como Revelação afirmar; Homens fantasiados e tamanhas porcarias, Pois são Fatos Reais, são e eclodem, Pisaram o Lugar Santo, truncaram os Meus sinais. E a Vida e a Morte os confirmam, até triunfar.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.