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Capítulo 8 de 12

A Triste Contingência 35 E Diz O Senhor 51 — parte 7 de 11

Orações e Poesias Divinas · Osvaldo Polidoro

Se nos rincões embrionários o automatismo te dominava, Ouví Moisés, o Verbo do Monoteísmo, E nos intermediários o instinto te regia, E mais ainda, com outros erguendo a Verdade; Agora que és consciente, inteligente e culta, sai da lava. Proclamando alto o Divino Monismo, A Excelsa Doutrina que jamais terá idade! Honra a Divina Paternidade, a Sacra Essência que é Pia, Que desde remotíssimos tempos profetizava, Alertai a vós próprios, cuidado, A Palavra de Deus, a Revelação que bem assim te queria. Porque o Cristo veio fazer Súmula Divina; Veio deixar para sempre exclamado, Que sem Consolador não há Excelsa Doutrina. O SOL ESPIRITUAL De bom alvitre é ler o quatorze, Não descambes, alma andante, aos feios vícios, Da Primeira aos Coríntios, a grande Carta; Antes foge, o quanto antes, dos atos imundos; Que o Consolador já ali estruge, Fora do Amor e da Virtude, forjam-se malefícios, Porque Jesus o deixou, como vera mesa farta! Cavam-se abismos, encontram-se infernos profundos. E se a feição primitiva não servir, Teu Pai é Deus, o Senhor dos Espaços Infinitos, Porque Roma criou a Humanidade-ignorância; És d’Ele filho, e tens em ti as marcas do Amor; Que as religiões fazem tanto eclodir, Desperta pois, irmão, para os interiores benditos, Então vinde ao Espiritismo, que é reentrância. Seguindo os ensinos do Cristo, do Amigo e Senhor. E reentrando na Verdade, sêde alegria, Afasta de ti a toda idolatria, vem e caminha, Vinde ser a Luz do Mundo, o vero sal da Terra; Segundo os Mandamentos da Lei, do Código Divino; Porque o sacerdócio é a pura profecia, E se a quiseres viva, exemplo da fé já minha, E não o clericalismo, que contra Deus aberra! Então vive o Evangelho, doutrina-te, ó menino!

33 / 66 A BESTA E A RESTAURAÇÃO Mas quem a defende é Jesus Cristo, o Seu fautor, Porque Ele morreu na cruz, para legar o Consolador! Sofre a Terra, choram as almas, há luto, Invadem o mundo, cobrem-na as inquietações! Quem por despeito, não quiser aceitar a Codificação, Roma profana a Revelação, age a seu muto, Que fique com o Livro dos Atos, em fiel interpretação; Blasfema do Espírito, urde suas maquinações! Como na Primeira de Coríntios, quatorze, faça reunir, E daquele modo, os espíritos de Deus se farão ouvir. Prostrado o Cristo, em Seu Augusto Batismo, Vicejam idolatrias, animalismos, podridões; O que importa é não blasfemar do Batismo de Jesus, Roma alarga o crime, é centro de vandalismo, Que foi e é do Céu, por ser a própria Revelação; Elimina e quebranta, a Luz das Revelações. Porque a ela chamavam – Palavra de Deus, e na cruz Jesus lhe deu, para todo o sempre, Sua homologação. No Céu em tempo, Jesus ordena restaurar, E descem à carne, as almas de eleição; A CIÊNCIA DA UNIDADE Trazem o celeste encargo, de começar, De cavar alicerces, para a Codificação. As tradições esotéricas ensinavam a Verdade, Uma chave tendo elas, uma linha fundamental; Wicliff na Inglaterra, estuda e brada, Essa linha era a grande e pura lei de Unidade, Enquanto João Huss, pensa na renovação; O Manifesto e o Imanifesto, a síntese geral. A Checoslováquia freme, gente revoltada, E o Consolador começa, ali, a ter brandão. Não sendo a Sabedoria Antiga uma idolatria, Mandava procurar Deus na intimidade em geral; Marcham os ideais da Verdade, Lutero vem, Sabia que, por evolução, a isso se chegaria, E conseguindo o livre culto, traz alegria; Descobrindo o homem, em si mesmo o Pai Divinal. Traduz a Bíblia, expande-a mundo além, E o Novo Pentecoste, dentro em breve seria. Partindo de si, marcharia rumo ao Infinito, A conhecer Deus, na presença do Cosmo glorioso; João Huss volta à carne, em prosseguimento, Ele sentia a Deus, no grande e no pequenito, Para fazer o trabalho, de ensinos codificar; Reconhecendo em tudo, Aquele Gerador Majestoso! A Codificação é o extrato do Novo Testamento, Feito à Luz do Consolador, Instrumento de Informar! Após vieram as corrupções, surgiram religiões, Inventaram-se formalismos, puseram Deus distante; A Luz que no Pentecoste Jesus fizera jorrar, Aviltaram a Verdade, vendendo tantas simulações, O sistema de reunir, que Paulo tanto expandira, Que em lugar de adulto, o homem deu para infante. Elias em Kardec, fizera estuante retornar, E vigorar triunfante, como jamais o mundo vira. Agora, na estrada que o mundo em si representa, Guerras, pestes e fomes, vigiam a pobre gentalha; A perversidade humana, cópia da crucificação, A idolatria pensou, criou, sustentou a tormenta, Tudo fez e tudo faz, para crucificar a renovação; E assim fazendo, entregou-lhe a negra mortalha! 34 / 66 O ETERNO PRESENTE SIMPLICIDADE

Em Deus tudo é Eterno, Perfeito e Imutável, Se o homem precisasse inventar Deus, Enquanto na Sua Manifestação, tudo é mutável; E a Ele inventando, a Criação também, A centelha espiritual é em si toda evolutível, Sua obra por certo bradaria aos Céus, Devendo vir a ser, de Deus, expressão visível. Porque ao fátuo e ridículo diria: Amém!

No movimentar do Cosmos sempre esteve, sabemos, Leis são apenas as de Deus, do Senhor, Fervilhando os mundos e as centelhas, lembremos; Porque o homem apenas regrazinhas faz, Tudo é em Deus Eterno, sem Passado e sem Futuro, E quando as faz, a tudo unta com o bolor, E viver no Eterno Presente, já é do ser maduro. E untando assim mal, acredita-se um ás!

Convém lembrar as Tradições Iniciáticas, e bem, A Sabedoria está em tudo, é bem fundamental, Para efeito de experiências acumuladas além... Foi Deus que a pôs, e livre bem que andaria; Mas é necessário lembrar, que o Céu de Verdade, Mas o homem, complicado, estulto, age mal, Cada um o tem em si, e que nisso há simplicidade. Inverte a ordem e pensa que a Deus conduziria!

A Tradição que faz a Sabedoria, cuidado com ela, À Bondade não escuta, à Virtude não atende, Porque ensina o Bem e o Bom, mas cria a procela; Que as leis simples vivem, perenes a concitá-lo; Faz o homem ferrujado, inventa o tardo e piegas, Da Natureza, a grande lição jamais aprende, Escravo de gestos e palavras, pensando ser o degas. E ao Deus que a fez como a ele, vive a criticá-Lo!

Ensinos e Templos, Tradições e Iniciações grassam, Não sabe, de si mesmo, quantos micróbios arrasta, Mas a Divindade Interior, elas nunca ultrapassam! Não tem, de sua certeza, conhecimento certo; Viva o homem o Saber e a Virtude, e seja Harmonia, Pensando ser Sábio, do bom Saber a si mesmo afasta, Que Eterno e Presente é, no seio da Divina Sabedoria! E do Bem e Bom não trata, o Mal tem a descoberto!

Busque o Programa que bem queira, segundo a Verdade, Jesus, o Divino Mestre, não aceitou qualificação, Conforme as suas posses de assimilação, de capacidade; Quando de Bom O chamaram, indicando ser só Deus; Mas não olvide que a Divindade está no seu interior, Entretanto o homem tardo, feito só de presunção, E que ali está o Templo Sagrado, para oficiar o Amor! Do Bem e do Bom não cuida, imitando os fariseus!

Moral, Amor, Revelação, Saber e Virtude, entendei, No Amor está patente a verdadeira Sabedoria, Não datam de tempos e de eras, bem que vos lembrei; E na verdadeira Ciência, vemos a pura Autoridade; Não foram e não são apenas agora, respiram Eternidade, Do Amor faz o homem apenas medida de alegoria, Estão dentro de vós, e em vós clamam para a Liberdade! E pretendendo ensinar a Deus, protege a maldade!

Despertai, portanto, ao Cristo Interno que aí jaz, Um dia aprenderá, que é dependente do Infinito, Que no Eterno Presente é, fazendo bem quem o faz; Respeitará a vida simples, fará da vida o Amor; Construa, homem, a sua Catedral Interna, com Amor, As almas santificadas lhe falarão do Ser Bendito, Deixando que Deus viva em si, como fez Nosso Senhor! E no seio do Ser Bendito, estará com Nosso Senhor! 35 / 66 A TRISTE CONTINGÊNCIA FÉ, ESPERANÇA E CARIDADE?

Disse a mentira ao mentiroso – Contratemos! No Segundo Testamento, foi dito por alguém, Tu fazes, eu faço, nós dois assim faremos; De serem a Fé, a Esperança e a Caridade, Tu me escutas, eu te amparo, nos ampararemos, As que deveriam ficar, e agindo, até no além, E fundando religiões e seitas, tudo ganharemos! Raiar um dia, a cintilante estrela da Verdade!

O mentiroso respondeu à mentira – Contratado! No Terceiro Testamento, dizemos, e muito bem, Fico eu, ficas tu, ficaremos a bom contado; Estarem o Conhecimento, a Certeza e a Bondade, Fundaremos religiões, seitas, o nosso fado, Fulgurando desde já, para todo aquele que tem, Que tem de Deus, o Conhecimento da Eternidade! O nosso fado viveremos, e teremos o mundo atado! Quem conhece, é certo, jamais precisa da Fé, Assim começou a luta contra as Revelações todas... Pois sabe e vive, elabora, tem o Céu na Certeza, Contra os Ensino Fundamentais, se fizeram modas... Não vive esperando, mas trabalha, certo que é, Vedas, Ramas e Crisnas andaram sendo traídos, No Eterno Presente, que forjamos toda realeza! E Jesus teve, também, Seus ensinos pervertidos! Trabalhemos pois, que é mais do que aguardar, Nada de cérebros lúcidos! Nada de corações puros! E realizando, forcemos o Céu, desde já a eclodir, Apenas rótulos, fingimentos, a mentira a render juros! Vencendo assim, a triste mania, de viver a esperar, O Consolador vencido pela idolatria, desaparecido, Já que o Saber e a Virtude, nada fazem no porvir! O povo entregue à blasfêmia, o mundo todo confundido! Quem se vai, conduz a sua personalidade real, O Céu aguardava, entretanto, a ponderação, o retorno, É como se fez, jamais terá os favores do mistério, O retorno que não fizeram, porque ficaram no suborno; E se esperou, duvidou da eternidade celestial, Nada conseguiu, nada realizou, no sacro ministério! O Cristo Planetário então ordena – Haja Restauração! E começou no século quatorze, o germe da Codificação! Aprendei portanto, a lição do Eterno Consolador, Que agora começais, a entender e a respeitar, Agora, pleno século vinte da Era do Senhor Jesus Cristo, E compreendendo, que o Reino do Céu é interior, Pedimos a Ele, o Divino Mestre, que olhe para tudo isto; Ponde-o já, desde agora, pela Bondade a despertar! Porque, se o trabalho fundamental ficou de fato pronto, Não deixa de ser necessário, chamar o bom número de tonto... Ninguém nasce e nem morre, mas vive a trasladar, E o mal de muitos, tem sido acreditar na inverdade, Não sabendo de onde a coisa vem, onde está e para quê, Nas religiões que vivem, para mentiras ensinar, Esse número de tontos, da Doutrina se julga seu porquê; E mentindo, ensinando o erro, truncar a Liberdade! Não sabe que a Doutrina é a Súmula das Verdades Reveladas, E Instrutor Eterno, e por isso, de tontos, só dizem charadas. Recomenda este Livro, a Bíblia que é Fundamental, O Tratado que sumula, que contém o puro Divinismo, Ficarão no mundo a Moral, o Amor, a Revelação e o Saber; A Palavra dos Grandes Iniciados, a Verdade Real, Somando aqui a Virtude, que outra coisa poderão querer? Aqueles que por Jesus, vos deram o Espiritismo! 36 / 66 DE 2.050 A 6.000 O CÂNTICO DA VERDADE

Quem os ouvidos em alerta tiver, Deus é a Infinita Essência, a Divina Magnitude, Ouça o Dito da Verdade – a flux. Não faz discursos, é através de leis que ativa, Que profecias se cumpriram, de ver, Assim comanda o Infinito, a Sacra Plena Virtude, No Cristo que encravastes na cruz. Pois sendo a Alma do Todo, é Origem e é Diretiva.

Espera a vossa Inteligência – conhecimento de leis, Se antes profetas e tempos viveram, E o vosso Amor aguarda – para que pratiqueis o Bem; Profetas e mais profetas falaram, Abomina idolatrias e fingimentos, assim como fazeis, E as coisas ditas bem aconteceram, E na Lei e no Cristo, demonstrou-vos o que convém. Novas anunciações já vos mandaram. Entretanto, gentes perversas, inventastes ilusões, Findando este Ciclo nos dois mil, Simulacros, paus e pedras, e mil e um paganismos; E um tanto mais, cinqüenta e poucos, E adorando liturgias, o comércio das profanações, Contai o tempo! Deixai o tempo vil, Desprezastes o Caminho do Senhor, descendo abismos!

Sendo sãos, não estando loucos... Fizestes do Cristo um pretexto, um formal apenas, Vértice dos mais horríveis e brutais politiquismos! Sois filhos do Espírito e da Verdade, Em Seu Nome, matulas fingidas, veras soturnas falenas, Crescei na Mente e na Consciência; Cantais de Autoridade, explorando tétricos manobrismos! A Nova Era vem, e será de gravidade, Exigindo muito mais a Obediência! No lugar da lucidez cerebral, da Inteligência feliz, No lugar do coração nobre, a praticar atos amorosos, Aprendei AS DEZ VERDADES FUNDAMENTAIS, Vos entregastes às simulações, e a História o diz, O NOVO TESTAMENTO DOS ESPÍRITAS sãos; Provando que viveis, tempos terríveis, clamorosos!

Que não dogmatizam – qual os banais, Alertai-vos, filhos do Senhor, que a hora reclama, Que de outros tempos, dão passos vãos! Basta de ludíbrios, de simulações de toda a sorte! Porque o Senhor do Todo, a Quem a Verdade proclama, Deus não quer as vossas muitas babujas, Quer a vossa Glória, jamais a dor e a vossa morte! Nunca pediu ginásticas e aberrações; Nem vestes fingidas e coisas sujas, Vinde pois a Deus, por Mim, a Sabedoria das leis, Hipocrisias tidas, como se religiões! Deixai os paganismos mal encobertos – as desgraças! Apartai-vos de tais arremedos, se de fato quereis, Quer a vossa Pureza – Vossa Bondade! Uma vida de Amor, de Virtude e de Celestes Graças!

Quer a reta Conduta – a Vossa Candura! Sois Cristos em elaboração, Mentes a desabrochar, Quer respeito à Verdade – com Severidade, Com a Inteligência e o Amor, em tempo de expandir! Quer o Conhecimento – quer Vossa Doçura! Com fingimentos e paganismos, estais a sossobrar, Fazendo imperar a Dor, e cavando trevas no porvir! 37 / 66 NOVO CÉU E NOVA TERRA AMOR E NÃO DOR!

Do Sagrado Princípio tudo parte, Prendei-vos ao Amor, tende paixão à Fraternidade, Céus e Terras surgem e vivem destarte, Estendei a vossa dádiva, amparai ao pobre irmão; E no seio do Princípio movimentando, Enxugai o amargo pranto, secai-o com a Bondade, Fermentam belezas que se vão revelando. Para viverdes em Graça, e nela terdes libertação! Caridade quero, diz a Escritura, e não sacrifício, E Jesus confirmou, pedindo Amor, Saber e Ideal; Espíritos já na escala gloriosos, Porque a Dor é filha do erro e do vosso malefício, De Deus transmitem os ensinos preciosos, Enquanto a Piedade vence, quebranta o grande mal! Afirmando que de Deus os derivados, Pensai a ferida, vesti o nu, amparai ao aleijão, A Ele um dia, retornarão divinizados. Que a Bondade encerra a Graça na sua estrutura; Abraçai o órfão, dai-lhe carinho e celeste pão, E de Deus tereis a Luz, a Paz e muita ventura! No Código Divino esplende a Moral, Procurai saber, pensar e agir, no seio da Bondade, No Cristo Divino Molde reside o Fanal, Porque o Amor é a lei, que supera o formalismo; São testemunhas da Verdade Imutável, E aquele que ao Bem se entrega, é feliz de Verdade, Bases vivas da construção Inabalável. Porque a Verdade liberta, como diz o Espiritismo! Não causeis a Dor, sob qualquer pretexto, ó irmãos, Procurando antes, pelo Amor, estender a Felicidade; Fora da Lei e do Cristo haverá horror, Deixai também, de adular a Dor, que os sonhos vãos, Tudo fenece fora da Verdade e do Amor, São os que prendem o Homem, nas garras da inatividade! A ignorância e o erro juntos lamentarão, Eis a Moral, o Amor, a Revelação, o Saber e a Virtude, Nos abismos da consciência em solidão. As cinco armas de Deus, com as quais deveis combater; Com elas entrareis na luta, e vencereis com amplitude, Transformando o mundo, na batalha de ao Mal remover! Surge um novo dia para vossa História, Abandonai as ladainhas doloristas, entregai-vos ao Bem, Novo Céu e nova Terra apontam à Glória, Que Deus, para sofrer, a Seus filhos nunca os faria!... Porém corruptos e invertidos permanecerão, A Dor é disciplinação, mas não edifica jamais alguém, Curtindo nas trevas o pranto da solidão. Porque a edificação, vem do Amor e da pura Sabedoria! Abandonai aos falhos conceitos, vinde viver a Nobreza, Que nos mundos felizes, ninguém louva aos sofrimentos; Aos inimigos das verdades proféticas, E se a Dor vos atacar, combatei-a com muita justeza, Concitamos a que busquem melhores éticas, Pensando no Amor que deveis, como dizem os Testamentos! Fugindo urgente dos vícios da inverdade, Observai o Consolador, o fiel Instrumento de Ilustração, Que da Justiça Divina sofrerão severidade. Que o Cristo vos legou, pagando o preço daquela cruz... Batalhai com as armas do Senhor, fazei a justa renovação, Construí um mundo novo, sede na Terra os filhos da Luz! 38 / 66 AMOR E NÃO DOR! – II AMOR E NÃO DOR! – III

Anelai-vos ao Amor, tende paixão à Fraternidade, Buscai nas obras o Reino de Deus, cultivando a Fraternidade, Estendei a vossa dádiva, socorrei ao pobre irmão; Que por acréscimo tereis, Saúde, Paz e Trabalho à vontade; Enxugai o amargo pranto, fazei-lhe a Caridade, Caridade quero, diz a Escritura, e não o mal e o sacrifício, Para terdes do Céu a Graça, na Graça da iluminação! E certo é, porque Deus a ninguém fez, para o inferno do ofício.

Caridade quero, e não sacrifício, diz a Escritura, E Jesus o confirmou, porque é verdade fundamental; Quem pratica a Caridade e o Bem, muito bem se cura, Estendei a dádiva, consolai o aflito, enxugai o pranto, fazei o Bem, Porque a Bondade quebranta, vence o grande mal! Que o amparo dos humildes traz a Graça, seja na Terra ou no Além; Vesti o nu, pensai a ferida, e sêde honesto nos atos de toda a vida, Pensai a ferida, vesti o nu, amparai ao aleijão, Para que vivais a vida feliz, para que tenhais de Deus a guarida. Que a Piedade encerra, muita Graça na estrutura; Abraçai o órfão, dai-lhe carinho e o celeste pão, E Deus vos dará Saúde, Paz e Trabalho na ventura! Que eu me ampare no Saber e na Virtude, os caminhos da libertação, Procurai saber, pensar e agir, no seio do Amor, E cultivando a Moral, o Amor, e não blasfemando contra a Revelação, Porque o Bem supera, qualquer oblata em formalismo; Fazei do Evangelho do Bem a trilha celeste, a arma de eterna Glória, Assim disseram os Iniciados, e viveu Nosso Senhor, E tendo a alma em Graça, tenha o corpo são, e certeza da Vitória. Visto que no Amor se funda, a alma do Cristianismo!

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