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Capítulo 9 de 12

A Triste Contingência 35 E Diz O Senhor 51 — parte 8 de 11

Orações e Poesias Divinas · Osvaldo Polidoro

Não causeis a Dor, mas procurai eliminá-la no Bem, Que o Bem valoriza a alma, honra o seu viver terreno; Deixai de louvar ao sofrimento, esquecei o triste e infiel dizer, Deixai de louvar o sofrimento, que justiça não tem, Porque o Saber e a Virtude, para eles é que devemos o nosso viver; Porque de sofrer ninguém gosta, e mentir não convém! E assim fazendo, somando os atos de Caridade, de excelsa nobreza, Na Lei de Deus encontraremos, por certo, a Vitória em sua grandeza. Amparai-vos no Saber e na Virtude, as armas felizes, Que só elas compensam, o fato de na Terra peregrinar; Com a Moral e a Revelação, cavai as celestes matrizes, Porque na quadra acima não trova, mas faz bem acertar!... Abracemos o órfão, demos-lhe a roupa e o pão da feliz consolação, Para secar a nossa ferida, para curar a cegueira, o triste senão; Aprendei um Evangelho santo, aproximai-vos de Jesus, E o Céu disse que sim, que na Caridade está o nosso bom galardão, O Exemplo que veio do Céu, para ser Renúncia e Perdão; Porque o Amor destrói, elimina, vence e quebranta o feio ramerrão. Cultivai o Consolador, que pagou com o sangue na cruz, E com ele aprendei, que o Amor é trilha de libertação!

Abandonai os falhos conceitos, subi na vossa Pureza, Abandonemos, portanto, aos falhos conceitos de dolorismo doentio, Que nos mundos felizes, ninguém elogia ao sofrimento; Que nos exemplos de Jesus Cristo, está o Bem e não o Mal a fio; E se assim não fizerdes, não faleis mais em nobreza, Caridade quero, diz a Escritura, e não sacrifício, e não tortura, Mas repeli a Jesus, espezinhando o Novo Testamento! Porque Deus nos fez para a Glória, e não para a Dor e a desventura. 39 / 66 A DUPLA LIÇÃO CINCO PALAVRAS APENAS

Nasceu na Manjedoura, Aquele cuja glória se perdia, A Moral, o Amor, a Revelação, o Saber e a Virtude, Além dos tempos conhecidos, e somente Deus o saberia; Encerram a Doutrina Excelsa, em Soberana Amplitude; Entretanto veio, por encarnação, a dar-lhe testemunho, Quem por elas transitar, fazendo-as por isso viver, Porque a reencarnação, da repetição lhe traz o cunho. Na Terra terá sua Paz, e no Céu terá o seu alvorecer!

A Moral significa o Equilíbrio, o senso de Equidade, Fazendo cursar a Lei de Deus, em seu tema de Verdade; Também a viver a Lei – que é Moral, Amor e Revelação, É a Força da Lei, é a dignidade da conduta soberana, E no Saber e na Virtude, ter a conduta de redenção; Porque representa a Ordem Divina, que de Deus emana! Para em cinco palavras, ter a magia dos Altos Céus, A alma dos Livros Sagrados, os Mandamentos de Deus. O Amor é a resultante, é o extrato de todas as leis, Visto que, a final, todas as Bíblias dizem, que ameis; Não há bem no mundo, e nem nas alturas boa satisfação, Que ao Amor não faça lembrar, que nele não tenha condão! E o grandioso feito encerra, as duas lições imortais, De ser o espírito anterior ao corpo, e nascendo mais, A Revelação é a Palavra de Deus, é a Graça em pletora, Crescer em Amor e em Sabedoria, atingindo a plenitude, E para derramá-la sobre a carne, teve o Cristo aurora; Assim como Ele, o Cristo, o Modelo de Integral Virtude. Sua função é advertir, ilustrar, e ao triste consolar, Porque sem tristeza não há, quem venha aqui peregrinar!

O Saber eleva o filho, fá-lo de Deus bem perto chegar, E mais também, a grandiosa lição do Monte, do Tabor, Porque se o Amor enobrece, o Saber faz com Deus cooperar; Ao comparecerem Moisés e Elias, o germe do Consolador, Sem Amor nunca jamais haverá Paz, Ventura em quantidade, Do Batismo de Espírito, que no Pentecoste esplenderia, Assim como sem o Saber, ninguém jamais será Autoridade! A escandalizar a morte, na Doutrina que assim ficaria. A Virtude compreende tudo, a lisura em toda extensão, Pois o ser virtuoso, é estar acima de qualquer paixão; Ela é o Néctar Celeste, é a Verdade Suprema, é o Senhor, Vede pois o Espiritismo, da Doutrina a pura reposição, E quando alguém é virtuoso, não pode ser falho em Amor! Alicerçado nos sentidos da Lei – Moral, Amor e Revelação; E não tendo crença em fingimentos, mas em Amor e Virtude, Tais palavras, senhores, sendo poucas em número contado, Para viver a Verdade, ensinando a ser livre em amplitude. Revelam a Perfeita Religião, de Deus o Supremo Tratado; Quem puder vivê-las, terá horror ao que fazem as religiões, Porque as religiões traíram, as palavras e as significações!

Auscultai no Cristo, a prova da soberana lei de encarnar, Aquele, pois, que do Cristo queira ser fiel correspondente, E também no Tabor, aquela de com os espíritos comungar; Que deixe de ser religioso, e que a elas viva nobremente; E deixando a blasfêmia, coisas ricas entre os dogmatismos, Se assim o fizer, será decente, será cavaleiro da Verdade, Elevar a espiritualização do mundo, banindo os formalismos. E ao deixar o mundo, por ser assim, terá em Deus Liberdade! 40 / 66 PALAVRA DE DEUS DIAS DE TORMENTA

Atendei, filhos Meus, ao que digo, E disse o Cristo, profetizando, Acima de Testamento, moderno e antigo, De dias tenebrosos, ainda por vir, Porque sois espíritos, acima de transições, E Suas profecias, em se realizando, Senhores da Matéria, como Eu disse nas Revelações! Envolvem a Humanidade, em duro sentir.

E neste findar, de uma Era muito feia, Idólatra, brutal, sensual e sedutora, Meus Emissários falaram mui bem, Que a falsa crença, a tudo bem enleia, De Minhas Verdades, e vossas também, A Humanidade cede, se faz prevaricadora. Que não são escravas de mundos e formas, Porque o Espírito é Senhor, deve ditar normas! O Apocalipse adverte, comprova e fala, Que a voz da Besta, querendo assim o diz, Que fingimentos e simulacros, em boa gala, Representam a Jesus, que assim é feliz. Filhos ignaros, ruins e perversos, Inventaram religiões, e erros diversos, Mas a Verdade, o Amor e a Virtude, em ação, Truncaram Minha Doutrina, com vis alterações, Testemunham a Doutrina Pura, em Revelação, Fazendo crer em simulacros, blasfemando Revelações! Dizendo que a Besta, logo cairá em aflição, E Roma entrando em luto, será putrefação.

Cantai ó gentes, à Verdade e à Virtude, Eu porém vos digo, escutai-o bem, Abraçai a Jesus Cristo, no Seu Batismo, Que se permito liberdades, cobro também, Que do Pentecoste exclama, tomai atitude, E Minha Cobrança Eu a faço, com exato rigor, E observando assim, tendes o Espiritismo. Porque Minha Justiça é Plena, que Sou Justo Senhor! Porém ouvi, tende paciência e bom cuidado, Que tragédias, lutas e dores, em profusão, Até o século que vem, bem pelo seu meado Apartai-vos, pois, de erros assim, Varrerão a Terra, e lutos fartos deixarão. Observai a Verdade e a Virtude, e enfim, Chegando ao Meu Seio, de Pai de Amor e Verdade, Após, um novo ciclo brindará a Humanidade, Em Mim encontrareis a Paz, a Glória e a Liberdade! E Jesus Cristo, em Verdade, Amor e Virtude, Regerá a Terra, e as gentes, pela santidade, Cuidarão da Moral, como o Apocalipse alude.

Do contrário, ouvi Minhas advertências, E os velhos dirão, às crianças de seu tempo, Porque tereis tristezas, com intermitências, Dos fingimentos, idolatrias e mil paganismos, Guerras, pestes e fomes, e não Paz e Ventura, E tudo isso, de falar ao mundo, tem o vento, Como seria do Meu Agrado, dar-vos com a Minha Ternura! Para todos saberem, e viverem santos humanismos. 41 / 66 A ORDEM DE JESUS RASGANDO A FANTASIA

E disse Jesus – “Restaura, Consolida e Estende, Se quiseres ser um bom e são religioso, Prepara, chama companheiros, a luta empreende, Bem ligado a Deus, à Verdade e ao Bem, Que os tempos são chegados, de reviver a Luz, À Sabedoria e ao Amor, e ser bem ditoso, Aquela mesma que deixei, que me custou a cruz! Deixa a religião, e tudo isso por quem?

Abandona todos os “ismos”, todos, escuta, Escuta bem o conselho, fica bem alerta, Reimplanta o Pentecoste, a Mediunidade feliz, E tudo isso deixando, faze boa permuta, Para que Mensageiros falem, como o Pai o quis, Por que Jesus não é, a Verdade bem certa? E das lições transmitidas, plenas de sabedorias, Façam os encarnados, as luzes de todos os dias!” Atende ao Divino Exemplo, vive mesmo a Lei, Cultiva a Revelação, a Mensageiria Divina, E ouvindo a palavra de Deus, bem que o sei, Serás da Pura Religião, da Verdade Supina! Elias nasceu – Huss empreendeu a luta imensa, Contra Roma e sua treva, bem compacta, densa, Foge dos templos frios, do gélido formalismo, E com o Lábaro da Verdade, foi ele à fogueira, Das vestes fingidas, de paus, pedras e tal, Entregando a Lutero, já preparada a sementeira! Abandona os simulacros, o feio comercialismo, E todo tu serás Virtude, sobranceiro ao Mal!

Olha ao teu redor, sente e vive com o Criador, João Evangelista reencarna, é Giordano Bruno, Contempla na Criação, o vero Altar da Vida, Descobre de pronto a Besta – Roma e seu fumo, E aos teus irmãos, trata com Perfeito Amor, É acuado pela Fera, e empreita o seu exílio, Porque assim vivendo, no Céu terás guarida! Indo além fronteiras, à Verdade dar o auxílio! Deus é a infinita Essência, Verdade Essencial, Acima de misérias, fetichismos e tais asneiras, Quer-te Sábio e Puro, um filho bom, divinal, Já em França renasce João Huss, e outros mais, Avesso às cleresias, livre de tantas baboseiras. Continuando a luta, arrastando o Novo Pentecoste, E para organizar a Codificação, quantos ais!... Outros ciclos virão, reclamando novas atenções, Pois muitos fracassaram, deixando a nobre Hoste!... Adoração Perfeita, em Espírito e Verdade, ouve, Religião feita de Virtude, de mui nobres ações, Para as almas atingirem, aquele Celeste Frenesi!

Livre Kardec, Jesus aponta – “Vai para o Brasil, Adorando assim, atende o irmão pobrezinho, e, Que o meio espírita será sectário, bem hostil, Visitando o doente, consola ao que vive em dor; Interesses de grupos, sobre tudo te combaterão, Sê honesto, cumpre deveres, porque o Senhor vê, Mas a Vitória é tua, que tens a Chave na mão!” E vendo dará o pago, conforme o teu Amor! 42 / 66 O PONTO FINAL SUPREMA ADVERTÊNCIA

Todos fomos ignaros e fetichistas, Por que praticas delitos, tantas asneiras, Todos de ídolos, de pedras e de paus, Pensas, sentes e ages mal, e chafurdando, Todos demos curso a tristes pistas, Vindo a Mim, vens com essas baboseiras, Todos falamos no Bem, sendo bem maus! Curvando a idolatrias, sempre mais errando?

Por que te curvas a preconceitos infernais, Todos compramos simulacros e tolices, Deixas a Minha Lei e o Meu Filho Santo, De homens fingidos de ministros de Deus, E depois de tantas faltas, bem marginais, Finges de crente, de quem Me adora tanto? Todos cometemos faltas, fizemos burrices, Todos dizendo: Senhor! – fomos ateus! Não quero o teu tributo de reverência! Não pretendas que admito alguma indulgência! Eu quero a vida simples plena de ternura. Quem adorou, em Espírito e em Verdade? Quem acreditou no Amor, no Bem e no Bom? Espero a Conduta nobre, feita de prudência! Quem se cansou de produzir a Bondade? O bom Conhecimento, a pura inteligência! E não fingimentos, que não aceito moldura. Quem da Virtude, escolheu o melhor tom? A RELIGIÃO

Todos a justificar, diante de formas... Entreguei-te, filho Meu, Comprando ilusões, fingindo de santos... Os mundos, as formas e as transições; Esquecendo a Lei, atraiçoando as normas... Dei-te o Espírito Meu, Cheia a boca de Deus, e fazendo quebrantos... Que nos milênios fora, dando Revelações.

Ensinei-te o Meu Amor, Basta de exteriorismos, de paliativos! Pelos emissários que foram, passando lições; Chega de simulações, de práticas banais! Tu deixastes Meu Penhor, Criando muitos erros, inventando religiões. Que já não somos, assim tão plumitivos, Sabendo, que a Verdade quer atos divinais! Tudo está na Minha Vida, E dela Eu te Fiz, o Meu Supremo Herdeiro; O Amor é a Minha Medida, Desponta ao longe o sol da Nova Era, da Luz, E bem que o Provei, enviando o Meu Cordeiro. O Consolador expande, d’Ele a Graça trazida; E é dever, respeitar o martírio da cruz, Tu porém não Me escutas, Que acena aos homens, para ser compreendida! Por causa do Orgulho, do Egoísmo e de tais... E perdes todas as lutas, Porque fora de Mim, chorarás os tristes ais.

Ilumina teu cérebro, conhece Suas leis, Quando porém arrependeres, Cresce de coração, dilata o teu Amor, De tantos desvios, de tantas faltas cometidas, Pela Lei e pelo Cristo, é que vos ameis, Te darei os Meus quereres, Em atos humanos, como fez Nosso Senhor! Porque Sou o Senhor, Meus Arcanos não têm medidas! 43 / 66 DE PAI PARA FILHO MACABRA REVERÊNCIA

Entra Meu filho, no Templo Interior, Vós que desejais cantar louvores às Suas Glórias, Faze o teu silêncio, para Me escutar, Vós que pretendeis apontar o inominável martírio, Pois que Me tens procurado, no exterior, Por que fazeis isso, praticando ações inglórias, E é no teu íntimo, que desejo conversar. Transformando Suas Datas, em necrófilo delírio?

Eu te gerei de Mim mesmo, assim que desejei, De Minha Essência manifestei, como Eu quis, Lembrais a Data, o início da Celeste Peregrinação, Portanto, assim como te fiz, assim te dei, Devorando os irmãozinhos, que esperam por amores! Aquelas Minhas Virtudes, para que sejas feliz. Dizeis da Páscoa, Testemunho da Celeste Ressurreição, Espargindo uivos de dor e morte, semeando pavores!

Minha Vontade é Lei, não aceito idolatrias, Uso a linguagem dos Fatos, não a ilusão, Porém tu, Meu filho, erraste nas teorias, Lembrais o Seu Batismo, generalizando a Revelação, Cedendo ao Mal, ao Fetiche e à Simulação. Que é pletora de Verdade, catadupa de santas lições; Mas do estomago fazeis cemitério, marcando com pifão, As Datas do Celeste Mensageiro, Síntese das Revelações! A Inteligência é o Meu predicado em ti, O Sentimento é a Minha virtude no teu eu, Desprezando porém a tudo, caíste no frenesi, Esqueceste de Mim, Quem te fez e tudo deu. Não mais canteis hinos a Deus e ao Celestial Modelo! Não invoqueis a Verdade, o Amor e a Eterna Virtude! Praticai os vossos crimes, fazei-o até com desvelo, Já não crês no Bem, no Bom e na Virtude, Mas em vosso nome, com alguma talvez nobre atitude!... Julgas mal teu irmão, o outro filho Meu, Andas a te iludir com simulacros, e amiúde, Te gozas com o Mal, daquele que te sofreu. Caso contrário... desejando acertar vossos passos, Não trucideis, não devoreis vossos irmãos pequeninos! Retorna filho Meu, vem para o Meu regaço, Compreendei que eles, a vós ligados por fortes laços, Volta ao Verdadeiro Culto, que é teu Amor, Não são diferentes de vós, perante Decretos Divinos! Procura teu irmão, oferta-lhe teu braço, Para que te abrace Eu, que Sou o teu Senhor.

Homens! Que eles encontrem em vós, dias de ventura! Formas não Me ofertes, tudo já é Meu... Irmãos! Que em vós tenham eles, amparo e boa lição! Não aceito adulações, Eu Sou Plenitude! Que a Lembrança de Jesus, não lhes custe a sepultura, Ama com ternura, escuta a Quem te deu, E sim a Graça da Vida, saudando a Eterna Ressurreição! A Vida, a Inteligência e a Sua Virtude! 44 / 66 O CAMINHO DO SENHOR O CAMINHO ABSOLUTO

Se desejais mesmo trilhar o Meu Caminho, Cada qual tem em si o Reino de Deus, Embora com dificuldade, e bem devagarinho, Pois é centelha espiritual – é perfectível. Em lugar de adorar rituais e artefatos, Com a Verdade e a Virtude, bens seus, Tende boa conduta, evitai os feios atos! Fará crescer em si, aquele Reino Imperecível!

Nunca porém, com idolatrias estultas, Comércio de crônicos erros, pagãos e feios. Em lugar de usar simulações e fingimentos, Será com atos de Amor, vidas cultas, Enganando fora, e não tendo bons elementos, Pois aqueles destroem, são falsos meios! Retrocedei enquanto é tempo, cumpri deveres, Educai os corações, dai-vos a nobres saberes! De Eras vêm, as ignorâncias e erros, Cavando abismos, os clericalismos terríveis; E as gentes, sofrendo seus emperros, Não quero artimanhas, jamais assim o desejei, Continuando assim, terá coisas mais horríveis! Dei-vos o Meu Exemplo, boas obras pratiquei, Ações conforme a Lei, tive conduta consciente, Para servir ao Pai, ao Nosso Deus Onipotente! Abominai os templos frios, apagados, Volvei à Revelação, ao Batismo do Nosso Jesus; No Consolador, fostes todos herdados, Que para tanto assim ser, Jesus sofreu a cruz! A Nossa Doutrina é Pura, Verdadeira e Sublime, Sendo em Verdade cultivada, certo é que redime, Porém o seu cultivo, jamais será religiosismo, Vede que adverte, ilustra e consola, Pois é Conhecimento e boa Conduta, é Espiritismo! Continua a Função do Nosso Cristo Senhor... E todos são livres – ó Sublime Escola! Na Excelsa Doutrina, onde só o Cristo é Pastor!

É Moral, Amor, Revelação, Sabedoria e Virtude, Está na Lei e na Minha Obra, é a Magnitude, Abaixo paganismos de toda sorte, Forja cérebros lúcidos, tempera os corações, Abaixo palavrórios de falsos donos da Grei! É muito acima de formalismos e de religiões! Pentecoste é, para vós a morte, E no Espiritismo ressurge, ouvi e entendei!

Nos portais da Nova Era, que já está dealbando, Pai é Deus, o Absoluto Senhor, Aceitai o Meu Convite, vinde certos, caminhando, Mestre é Jesus Cristo, o Excelso Modelo; Vivendo três realidades, Verdade, Amor e Virtude, A Verdade e a Virtude – o penhor, E mais não quero, para dar-vos a Minha Plenitude! E donos não tem, a Doutrina sem paralelo!

45 / 66 O LIVRO DE DEUS ONDE E COMO ADORAR?

Meu livro é o Todo Infinito, Não existem casas especiais para adorar a Deus; É no seio do qual Eu habito, No Templo Interior adora, e policia os atos teus! Porque Sou a Essência e a Vida, Ele reside no Infinito, no Infinito é Onipresente, E criar sempre, será a Medida! E quem vive a Lei e imita o Cristo – é o prudente!

Vós Me ofertais tolas idolatrias, A Mim que vos fiz, e dei os dias, A Mim Me ofertais vossas ilusões, Para cultivar a Revelação, o Batismo de Espírito, Quando na Lei, Falo de boas ações! Reunindo gente decente, eis aí o grande requisito! Em qualquer parte será o lugar bom, o apropriado, Se de aparências não é que os fiz, E Jesus será presente, que muito bem deixou falado! Praticando simulações, quem é feliz? Só quero de todos a Fiel Decência, Como testemunho de vossa obediência! Espiritismo é Graça, é Revelação para a Humanidade, Contemplai o Livro do Infinito, Que do Pentecoste ecoou, para triunfar a Liberdade! E reconhecendo que n’Ele Eu habito, Traduz advertência, ilustrações e mil consolações, Sabei que sois pontinhos também, E foi Roma quem atraiçoou, impondo suas cavilações! Praticando a Verdade, o Bom e o Bem!

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.