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Capítulo 48 de 58
Em Espírito e Verdade
Orações e Poesias Divinas · Osvaldo Polidoro
Aprendei filhos Meus, em Minhas leis e fatos, E não vos entregueis mais, aos viciados aluviões; Procurai viver a Verdade e a Virtude, nos felizes atos, E a Terra transformardes, naquelas profetizadas condições. Já não sois crianças, milhões de anos tendo, Despertando a Consciência, de tanto passarem dias; E no portal de um Novo Ciclo, aviso porquanto atendo, Ao vosso clamor de filhos, para as mais gloriosas porfias. Basta de simulações, de aparentar atos fiéis, Chega de atos simiescos, de bem feia envergadura; Modificai o quanto antes, fugindo aos nauseantes anéis, Pois que a eles conservando, conservareis a vossa tortura. A Pura Religião é a Boa Conduta, é Bondade, Pois que Minhas Leis não discutem, não vivem assim; Se tendes estado enganados, apelo à vossa inteligência, Porque somente na Verdade e na Virtude, podereis vir a Mim. Venho dizer-vos, ó Meus filhos, para cambiar, Para abandonar tudo quanto é ilusório e formalista; Venho reclamar a decência de conduta, a nobreza alvar, A Única Religião que vos reclamei, a conduta redentorista.
Não Me importam vossas crenças e descrenças, Porque Minhas Verdades são acima de vossas tolices; Praticai a Bondade, vivei o Amor e deixai as diferenças, As diferenças religiosas, porque todas elas fazem sandices. Usai pois o mundo, as formas e as transições, Como ferramentas de Trabalho, para o Céu elaborar; Não preciso de vossa ciência, não quero vossas religiões, Porém quero o vosso Amor, a Ternura que tereis de realizar. Pretendeis medir o Céu pelos vossos anelos, E vossos anelos são torvos, materialistas a valer; Minhas dimensões falam outras linguagens, acima de elos, Para vós que vos achais, iludidos com o vosso humano saber. 56 / 66 DIVINISMO – II
Quando fordes crescidos, sim filhos Meus, E tiverdes certeza de Minhas divinas leis, Então vivereis o Bem, não sereis fariseus, E amando e servindo, para Mim todos sereis.
Vós que amontoastes “ismos” pela História, Que fabricastes salamaleques e liturgias, Que transformastes a vida em luta inglória, Volvei ao Amor, e tereis em Mim as alegrias.
Organizastes concílios e programas rijos, Complicastes tudo inventando tolas medidas, Nos invencionismos encontrastes esconderijos, E descendo aos abismos, curtistes as feridas.
Minhas verdades perfeitas não vos servem, A tudo que é Puro andastes vós adulterando, E para que vossas malícias se vos preservem, Erros e dogmas forjados andais vós cultivando.
Se Eu Sou a Vida Maior que tendes no interior, Se Eu vos Dei a Terra e a imensurável Criação, Por que olvidais a Mim, e procurais no exterior, Abandonais o Reino Interno, e viveis na escuridão?
Vós viveis Me ofertando simulacros e ilusões, E dos Mandamentos esquecestes vós propositalmente, E entre irmãos matando e mentindo, tendes religiões, Porque de tão brutos, falais em Mim hipocritamente.
Outros falam muito, de palavras fazem idolatrias, Querem ser novos papas, e inventam programas bem seus, Valem-se de outros “ismos”, para as suas patifarias, E portanto falando em Mim, são piores que os ateus.
Falo pois aos simples de cérebro e de puro coração, Aos que acreditam na Verdade e não fingem grandeza, Para que se acerquem do Modelo, tendo na Revelação, Os ensinos da Verdade, para viverem a Eterna Beleza.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.