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Capítulo 43 de 58
Quero Verdades e Não Bajulas
Orações e Poesias Divinas · Osvaldo Polidoro
Vindes filhos Meus, subindo e subindo, Habitando os reinos, as espécies e famílias, E assim sendo, filhos Meus, lentamente definindo, Desabrochando a Consciência, e pró Verdade em homilias! Fiz de filhos crescidos boas lições, Mandei-os nos milênios, a dar-vos de tudo, E vós que tendes, nos arquivos, Histórias e ações, Bem pouco aprendestes, e por muito o Bem é quase mudo! A Lei, o Código de Conduta é esquecido, Apenas lembrado, para os florilégios do ofício... Em Meu Nome o Bom é alguém de muito tempo já falido, E vossas religiões, que inventastes, armas de malefício! Expus a Minha Verdade, o Verbo Divino, A Síntese Geral, Minha Expressão da Verdade Pura! E da vossa crença, não da Minha, teve triste destino, Foi ignorado, perseguido, feito a carga de toda tortura! Após, filhos maldosos depressa usastes, Do preço da maldade, dar Nome à política danosa!... Porque em Seu e Meu Nome, desgraças tantas forjastes, Infundindo à Humanidade, inquisições e conduta bem odiosa! Enviei após a Restauração, Novo Pentecoste, Que através de Elias, cumprida, é Nova Revelação.
Ela adverte, ilustra, consola e encoraja a Minha Hoste, Pois sendo acima de religiões, tem a Marca da Consolidação! Sondai-lhe os Fundamentos Inamovíveis! Observai que é Minha Doutrina, e vós sois irmãos! Ela não depende de vossos conceitos estultos, falíveis, E aquele que desejar papismos, apenas lembrará dias pagãos! Quero Verdade, Amor e Virtude... Jamais vos pedi atos de todo fingidos! Conhecei Minhas Leis, crescei em Minha Altitude, Para serdes Meus Obreiros, filhos Meus muito queridos! 50 / 66 VAIS CORRESPONDER?
Sabendo que Jesus não se arrependeu, De quanto acusou a este mundo sandeu, Por que blasfemas tu, dizendo de religiões, Que são caminho que conduzem aos clarões?
Se homens capciosos, enegrecidos de tudo, Revestidos do Mal, aonde o Bem é desnudo, Levantam cleresias, engenhos de triste domínio, Por que dizes que são, menos do que latrocínio?
Pérfidos políticos e feras sectárias, Só fazem é explorar as gentes ignárias, E tu não te levantas, com a fala e com a ação, Para eliminá-los, implantando a Era da Iluminação!
Põe abaixo fantasias, rótulos e tais, Simulacros e aparatos, que iludem mortais; Põe abaixo politiquismos, puro covil de ladrões, Sórdidos clericalismos, que pretendem ser religiões!
Sede bons e sábios, e livres de tantas, Tamanhas mentiras e injunções sacripantas, E cresçais para a Moral, o Amor e a Boa Revelação, E brandindo o Saber e a Virtude, matai a escravidão!
A Nova Era desponta nos vossos horizontes... É caudal de Fraternidade a escorrer de fontes... E para assim ser, compreendei, apenas Verdade quero, Pois se o Cristo a recomenda, a nada mais eu espero! Eu me chamo Humanidade.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.